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Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

sábado, 22 de agosto de 2026

Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha 


Maria Santíssima é Rainha do céu e da terra não em sentido figurado ou simbólico, mas com toda propriedade e verdade, já que seu Filho é Senhor de todas as coisas.

Dentro da Oitava da Assunção da Virgem Maria, a Igreja celebra a memória de Nossa Senhora, Rainha do céu e da terra, como contemplamos no quinto mistério glorioso do Rosário, e o Evangelho proposto para essa celebração nos apresenta o episódio da Anunciação. S. Gabriel Arcanjo adentra o recinto em que Maria se encontra e, após saudá-la cheio de encanto, diz-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um filho […]. Ele será chamado Filho do Altíssimo.

Sabemos que na tradição dinástica oriunda da casa de Davi — ou seja, a partir de Salomão (cf. 1Rs 2, 19) —, o rei de Israel governava ao lado, não da esposa, mas da mãe, a quem se concedia um trono, além do título de “Rainha Mãe”. 

Daí que a Virgem Santíssima seja chamada com toda razão e verdade Rainha do céu e da terra, pois seu Filho, tem poder sobre todas as criaturas, do céu, da terra e dos abismos. 

Amada por Deus com especialíssima predileção, a Virgem mereceu, pela singular humildade com que transcorreram seus dias, ser proclamada bem-aventurada por todas as gerações e reconhecida como a “Mulher revestida do sol” vista por S. João, com “a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12, 1).


São antiqüíssimas, sempre rezadas e cantadas pelo povo cristão, as antífonas marianas que invocam Maria como Rainha do céu e da terra, dos anjos e das criaturas.

Durante o tempo pascal, a mais conhecida antífona que celebra a ressurreição de Jesus começa com estas palavras: “Rainha do céu, alegrai-vos, porque o Senhor ressuscitou como disse!”.

Uma das orações aprendidas ao lado da Ave-Maria, é a “Salve Rainha, Mãe de misericórdia”, que a Liturgia das Horas canta na Oração da Noite e a piedade popular com ela encerra a oração do Rosário.

Uma terceira antífona, também cantada na Oração da Noite, começa com estes versos: “Ave, Rainha do céu! Ave, dos anjos Senhora!”. 

Quantas vezes invocamos Maria como Rainha na Ladainha: Rainha dos Patriarcas e dos Profetas, Rainha dos Confessores, das Virgens e dos Mártires, Rainha dos Anjos e dos Santos!

Também as liturgias do Oriente celebram festivamente a realeza de Maria. A leitura no hino “Akátistos”: “Vou elevar um hino à Rainha e Mãe, de quem, ao celebrar, me aproximarei com alegria, para cantar com exultação as suas glórias... Ó Senhora, a nossa língua não te pode louvar dignamente, porque tu, que deste à luz a Cristo nosso Rei, foste exaltada acima dos Serafins… Salve, Rainha do mundo, salve, Maria, Senhora de todos nós!”.


Desde os primeiros séculos, a poesia cristã e a liturgia cantaram a dignidade régia da Mãe de Deus. Como a luz do dia vem do sol, a realeza de Maria vem de sua maternidade divina. 

 Para a piedade popular, há uma lógica: rei o filho, rainha a mãe. Por que  haveria de ser rainha aquela que o próprio Deus escolhera para ser a mãe do “Rei dos reis e senhor dos senhores” (Ap 19,16).

Com a proclamação do dogma da Assunção corporal de Maria ao céu, o título de Rainha e Senhora do universo, vem espontâneo aos teólogos, aos pregadores e aos papas. 

Para encerrar o Ano Santo de 1954, decretado pelo Papa Pio XII para celebrar o primeiro centenário do dogma da Imaculada Conceição, o Santo Padre escreveu a encíclica “Ad caeli Reginam” sobre a realeza de Maria e instituiu para toda a Igreja a festa de Nossa Senhora Rainha. 

Mais tarde, o Papa Paulo VI escreveria na excepcional Exortação Apostólica sobre o Culto à Virgem Maria: “A solenidade da Assunção tem um prolongamento festivo na celebração da Realeza da bem-aventurada Virgem Maria, que ocorre oito dias mais tarde, e na qual se contempla aquela que, sentada ao lado do Rei dos Séculos, resplandece como Rainha e intercede como Mãe”.

Na encíclica, o Papa Pio XII cita, logo no início, ao menos doze Santos Padres que se referem à soberania da Mãe de Deus sobre toda a criação, com diferentes expressões, mas todas querendo dizer a plenitude de glória e poder de Maria: Senhora, Senhora de todos os que habitam os céus e a terra, Senhora de todas as criaturas, Senhora coroada com um diadema de ouro, Rainha, Rainha do gênero humano, Rainha eterna junto ao Filho do Rei, Rainha do mundo, Rainha do universo, mais eminente que todos os reis.

Numa de suas bulas, o Papa Xisto IV chamou Maria de “Rainha sempre vigilante, a interceder junto do Rei, que ela gerou”. Lembra ainda o Papa Bento XIV, que afirmou que o Sumo Rei confiou a Maria, em certo modo, seu próprio império. Depois, o Papa lembra alguns Santos, conhecidos por sua teologia mariana. Por exemplo,  Santo Afonso de Ligório (1787), que escreveu no clássico livro sobre as Glórias de Maria: “Porque a Virgem Maria foi elevada até ser a Mãe do Rei dos Reis, com justa razão a distingue a Igreja com o título de Rainha”.

Escreveu Pio XII na mesma encíclica de 1954 que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também por ter sido associada, pela vontade de Deus, a Jesus Cristo na obra da salvação.

 Isenta de qualquer culpa pessoal ou hereditária, e sempre unida ao Filho, ela o ofereceu no Calvário ao Eterno Pai, sacrificando seu amor de mãe em benefício de toda a humanidade manchada pelo pecado. Por isso, assim como Jesus é Rei não só por ser o Filho de Deus, mas também por ser o nosso Redentor, assim pode-se afirmar que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também porque associou-se a Cristo na redenção do gênero humano. 

“Maria participa da dignidade real – ensina Pio XII – porque desta união com Cristo Rei deriva para ela tão esplendente sublimidade, que supera a excelência de todas as coisas criadas. Desta mesma união com Cristo nasce o poder real, pelo qual ela pode dispor dos tesouros do Reino do Redentor divino”. O Reino de Maria é vasto como o de seu Filho, porque nada se exclui de seu domínio.

Pio XII cita ainda uma belíssima passagem da bula “Ineffabilis Deus” da proclamação do dogma da Imaculada Conceição por Pio IX: “Deus fez a maravilha de a enriquecer, acima de todos os anjos e santos, de tal abundância de todas as graças celestiais hauridas dos tesouros da divindade, que ela – imune de toda a mancha do pecado  – apresenta tal plenitude de inocência e santidade, que não se pode conceber maior abaixo de Deus, nem ninguém a pode compreender plenamente senão Deus”.

Ao instituir a festa da realeza de Maria, Pio XII, em boa hora, chamou a atenção para um possível mal-entendido, que poderia também acontecer com o Reinado de Cristo. A realeza de Maria não deve ser considerada em analogia com as realidades da vida política moderna. O reino de Maria conhece uma só aspiração: o dom completo de si na sua mais alta e total generosidade”.

A festa da realeza de Maria a princípio era celebrada no dia 31 de maio, como conclusão do mês em muitos países dedicado a Maria, com suas belíssimas noites marianas e ladainhas cantadas onde introduziu-se o costume da coroação de Nossa Senhora. A reforma litúrgica introduzida pelo Concílio Vaticano II preferiu celebrar no dia 31 de maio o mistério da Visitação e passou a festa de Nossa Senhora Rainha para o dia 22 de agosto, dentro da oitava da solenidade da Assunção de Maria ao Céu.

No dia 22 de agosto lemos na Liturgia das Horas, um trecho de uma homilia de Santo Amadeu, do século XII. O texto escolhido termina assim: “Ao ser levada aos céus a Virgem das virgens por Deus e seu Filho, o Rei dos reis, no meio da exultação dos anjos, da alegria dos arcanjos e das aclamações de todo o céu, cumpriu-se a profecia do Salmista que diz ao Senhor: Está à tua direita a rainha recoberta de vestes de ouro” (Sl 45,10.15).

Na encíclica “Sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho” (1987), o Papa João Paulo lembra que em Maria realizou-se plenamente a verdade que ‘servir ao Rei é reinar’. Maria, serva do Senhor, tem parte no Reinado do Filho. “A glória de servir não cessa de ser a sua exaltação real: elevada ao céu, não suspende o serviço salvífico em que se exprime sua mediação materna”. 

De sorte que ser Rainha do céu e da terra não é apenas a posição mais alta conquistada por uma criatura humana, mas é também para a humanidade a garantia de uma intercessora generosa, de uma medianeira das graças divinas, de uma advogada segura, de uma dispensadora dos tesouros divinos. 

A realeza de Maria é essencialmente materna, exclusivamente benéfica.

Do Papa Pio XII a seguir trecho da oração que ele escreveu ao anunciar a festa litúrgica de Nossa Senhora Rainha: “Queremos exaltar a vossa realeza com legítimo orgulho de filhos e reconhecê-la como devida à suma excelência de todo o vosso ser, Ó suavíssima e verdadeira Mãe daquele que é Rei por direito próprio, por herança e por conquista. Reinai, Ó Mãe e Senhora, mostrando-nos o caminho da santidade, dirigindo-nos e assistindo-nos para que dele nunca nos afastemos. Reinai sobre as inteligências, para que não procurem senão a verdade; sobre as vontades para que sigam somente o bem; sobre os corações para que amem unicamente o que vós mesma amais".


Fonte: https://templariodemaria.com/santo-do-dia-22-de-agosto-nossa-senhora-rainha/


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe

Mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.

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Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha

22 de agosto


Nossa Senhora sempre foi reconhecida pela Igreja Católica como Rainha. É proclamada, pela Igreja, Rainha por doze vezes: Rainha dos anjos, dos patriarcas, dos profetas, dos apóstolos, dos confessores, das virgens, dos mártires, de todos os Santos, do Santíssimo Rosário, da paz, concebida sem pecado original e levada aos céus.

Ainda é proclamada Rainha da Misericórdia de Deus (ao filho Ele deixou a justiça e a ela concedeu a misericórdia), pois seu maior exemplo e trabalho é exercer a compaixão e alcançar o perdão de Deus para os homens. Também é considerada pela igreja católica como Rainha do Céu e da Terra por ter a função de repartir os tesouros da misericórdia que Deus lhe concedeu.


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe, mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X

 

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X


São Pio X é um Papa recordado por suas demonstrações de humildade e caridade com os mais necessitados, seu firme desejo por manter sã a doutrina da Igreja ante o erro do modernismo e por aplicar importantes reformas. “A doutrina católica nos ensina que o primeiro dever da caridade não está na tolerância das convicções errôneas, por mais sinceras que sejam, nem da indiferença teórica e prática pelo erro ou o vício, em que vemos mergulhados nossos irmãos, mas no zelo pela sua restauração intelectual e moral, não menos que por seu bem-estar material”, escreveu São Pio X em sua encíclica Notre Charge Apostolique. 


1. Alguns milagres ocorreram por sua intercessão durante sua vida

Em uma audiência, o Papa Pio X segurou um rapaz paralisado. O jovem se soltou dos braços do Pontífice e começou a correr alegre pela sala, por ter sido curado. Em outra ocasião, havia um casal  lhe escreveu uma carta pedindo sua ajuda para curar seu filho. O Pontífice lhes escreveu dizendo que esperassem, jejuassem e rezassem. Dois dias depois, a criança estava curada. Também uma religiosa que sofria de tuberculose avançada lhe pediu por sua saúde. A resposta do Papa foi “sim”, enquanto colocava suas mãos sobre a cabeça da religiosa. Naquela mesma tarde, o médico determinou que ela estava completamente curada.


2. É conhecido como o “Papa da Eucaristia”

Bento XVI recordou que São Pio X dizia que o “verdadeiro espírito cristão tem a sua fonte primária e indispensável na participação concreta nos mistérios sacrossantos e na oração pública e solene da Igreja”. “Por isso, recomendava a aproximação frequente dos Sacramentos, favorecendo a recepção diária da Sagrada Comunhão, bem preparados, e antecipando oportunamente a Primeira Comunhão das crianças ‘quando começam a raciocinar’”, acrescentou. Naquele tempo, os fiéis comungavam raramente. A comunhão diária era considerada como algo extraordinário e indevido.


3. Pela primeira vez abriu o refeitório papal às visitas

No século XIX foi um escândalo que o Papa Pio X deixasse de jantar sozinho e convidasse amigos e conhecidos para comer com ele. Embora tenhamos visto essa atitude no Papa Francisco, foi Pio X quem rompeu a tradição de que os Pontífices comessem sozinhos. Muitos anos antes, quando patriarca de Veneza, dispensou grande parte de seus empregados e não permitia que ninguém, exceto suas irmãs, preparasse sua comida.


4. Redigiu um catecismo para a Itália

“Outro ramo importante foi o da formação doutrinal do Povo de Deus. Desde os anos em que era pároco, tinha redigido pessoalmente um catecismo e, durante o Episcopado em Mântua, trabalhara a fim de que se chegasse a um catecismo único, se não universal, pelo menos italiano”, comentou Bento XVI em 2010. Como autêntico pastor, o Papa Pio X tinha compreendido que a situação da época, entre outras coisas pelo fenômeno da emigração, “tornava necessário um catecismo ao qual cada fiel pudesse fazer referência, independentemente do lugar e das circunstâncias de vida”. “Como pontífice, preparou um texto de doutrina cristã para a Diocese de Roma, depois se difundiu em toda a Itália e no mundo. Este Catecismo, chamado ‘de Pio X’ foi para muitas pessoas uma guia segura na aprendizagem das verdades relativas à fé pela sua linguagem simples, clara e específica, e pela eficácia da sua exposição”, acrescentou.


5. Ele era italiano, mas seus pais eram poloneses

O Papa Pio X nasceu em 2 de junho de 1835, em Riese (Itália), de pais que emigraram para a Itália depois da ocupação da Prússia, onde receberam asilo político. Seu pai, originário de Wielkopolska (Polônia), se chamava Jan Krawiec, um alfaiate que teve que mudar seu nome para Giovanni Battista Sarto. O sobrenome Sarto significa sastre (alfaiate) na Itália, por isso, Giuseppe escolheu este nome porque representava sua profissão. Anos mais tarde, sua esposa e ele deram à luz Giuseppe Melchiorre Sarto, o Papa São Pio X que abriu o Vaticano aos refugiados e sem-teto e que como o Papa Francisco no século XXI,  criou um espaço para que pessoas necessitadas se refugiassem no Vaticano. Tal ação ocorreu depois do terremoto ocorrido em 28 de dezembro de 1908, que afetou a cidade de Messina, e o Papa permitiu que se abrisse a casa de Santa Marta (junto à Basílica de São Pedro) para os refugiados e pessoas sem lar.


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São Pio X

 São Pio X

21 de agosto 


Seu nome era Giuseppe Sarto e nasceu em Riese, povoado de Veneza, Itália, em 1835. Ainda menino sofreu a perda de seu pai e quis deixar os estudos para ajudar sua mãe. Ela, porém, o impediu. Então, continuou estudando no seminário graças a uma bolsa.

Após ser ordenado, foi nomeado vigário, pároco, cônego, Bispo de Mantua e Cardeal de Veneza, estando nove anos em cada cargo. Brincando, dizia que só lhe faltavam nove anos de Papa. 

Em 1903, quando o Papa Leão XIII morreu, os Cardeais se reuniram no Conclave e tinham como favorito o Cardeal Rampolla de Tíndaro que declinou ante o veto formal do imperador Francisco José, da Áustria. Foi assim que a balança se inclinou para Sarto, que foi eleito papa escolhendo o nome de Pio X e governou por 11 anos.

Um de seus primeiros atos como Pontífice foi recorrer à constituição “Commissum nobis”, a fim de terminar com o suposto direito de qualquer poder civil para interferir em uma eleição papal.

Redigiu e aprovou decretos sobre o Sacramento da Eucaristia, nos quais recomendava e elogiava a comunhão diária, com a possibilidade de que as crianças se aproximassem para recebê-la a partir do momento que entendessem quem está na Santa Hóstia Consagrada. Isto foi o suficiente para que passasse a ser chamado o “Papa da Eucaristia”.

Sempre defendeu os fracos e oprimidos como fez ao denunciar os maus entendimentos aos quais eram submetidos os indígenas nas plantações de borracha do Peru. Visitava cada domingo os pátios, esquinas ou praças do Vaticano para pregar e explicar o Evangelho do dia.

Seu pontificado foi excepcionalmente fecundo pela organização interna da Igreja. Promoveu a renovação litúrgica, derrubou as barreiras seculares que separavam a Cúria da prática pastoral, codificou o direito canônico e favoreceu a instrução religiosa com o catecismo.

Dotado de equilíbrio e discrição, de prudência e força, sorridente e perspicaz trocava uma palavra com todos sem regras protocolares.

Gostava de se definir como um pobre vigário da roça. 

Durante uma audiência pública, um participante lhe mostrou seu braço paralisado e lhe pediu que o curasse. O Papa se aproximou sorridente, tocou o braço e disse: “Sim, sim”. E o homem ficou curado. Entretanto, sempre foi modesto e singelo. Quando alguém o chamava de “padre santo”, ele corrigia sorrindo: “Não se diz santo, mas Sarto”, em alusão ao seu sobrenome de família.

Depois de tê-la profetizado, em 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial. “Esta será a última aflição que me manda o Senhor. Com gosto daria minha vida para salvar meus pobres filhos desta terrível calamidade”, disse. Poucos dias depois morreu em 20 de agosto.

Pobre entre os pobres era conhecido como o papa da amabilidade.

“Nasci pobre, vivi na pobreza e quero morrer pobre”, deixou escrito em seu testamento.

Foi canonizado em 1954 pelo Papa Pio XII e foi o primeiro Papa a ser elevado os altares depois de Pio V em 1672.

São Pio X é o padroeiro dos peregrinos enfermos e dos catequistas.


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Oração a São Pio X 

(Composta pelo papa Pio XII)


Ó Santo Pontífice, fiel servo do Senhor e humilde discípulo do divino Mestre.

 Na dor e na alegria, nos trabalhos e nas solicitudes, experimentado pastor do rebanho de Cristo, volvei o vosso olhar sobre nós.

 Árduos são os tempos em que vivemos e duras as fadigas que de nós exigem. 

A Santa Igreja, Esposa de Cristo, confiada aos vossos cuidados, está de novo em angústias terríveis e os vossos filhos se vêem ameaçados por inúmeros perigos na alma e no corpo. 

 O espírito do mundo, qual leão enfurecido, rodeia-nos buscando a quem devorar. Não são poucos os que caem nas suas garras. Têm olhos e não vêem. Têm ouvidos e não ouvem. Fecham os olhos à luz da eterna verdade, preferindo dar ouvidos às vozes que insinuam mensagens enganadoras. 

 Vós que fostes na terra grande animador e guia do povo de Deus, sede auxílio e intercessor nosso e de todos os que se professam seguidores de Cristo. 

 Vós, cujo coração se rompeu quando o mundo se precipitou em sanguinolenta luta, socorrei a humanidade, a cristandade, exposta presentemente a semelhantes abalos. 

 Obtende-nos da misericórdia divina o dom da paz duradoura e, como aproximação, o retorno dos espíritos àquele sentido de fraternidade, que somente pode dar aos homens e as nações a justiça e a concórdia desejadas por Deus. 

Assim seja.


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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

São Bernardo de Claraval

 São Bernardo de Claraval 

20 de agosto


Bernardo de Claraval ou de Fontaine, foi um abade de Claraval, Santo e Doutor da Igreja. 

Nascido em 1090 em Fontaine-lès-Dijon, foi monge cisterciense, grande propagador da Ordem e defensor da Igreja, sendo uma das personalidades mais influentes do século XII.

Nascido numa família nobre da Borgonha, no castelo de Fontaine-lès-Dijon, Bernardo foi o terceiro de sete filhos de Tescelin e de Aleth de Montbard.

Aos nove anos de idade foi enviado para a Escola Canônica de Châtillon-sur-Seine, onde demonstrou um gosto particular pela literatura.

Em 1112, decide entrar na Abadia de Cister, fundada em 1098 por São Roberto de Molesme, e na qual Santo Estevão Harding havia acabado de ser eleito Abade.

Em 1115, Estevão Harding envia o jovem à frente de um grupo de monges para fundar uma nova casa cisterciense no vale de Langres. A fundação é chamada "Vale Claro", ou Clairvaux – Claraval. Bernardo é nomeado Abade e confirmado por Guilherme de Champeux, bispo de Châlons e célebre teólogo.

Os primórdios de Claraval são difíceis: a disciplina imposta por São Bernardo é bastante severa. Bernardo busca formação nas Sagradas Escrituras e nos Padres da Igreja. Ele tem uma predileção quase exclusiva pelo Cântico dos Cânticos e por Santo Agostinho.

Muitas pessoas afluem à nova abadia e Bernardo acaba de converter toda sua família: seu pai e seus cinco irmãos tornam-se monges em Claraval. Sua irmã, Umbelina, toma igualmente o hábito no priorado de Jully-les-Nonnains.

A partir de 1118, novas casas são fundadas, como a Abadia Nossa Senhora de Fontenay.

Em 1119, Bernardo faz parte do Capítulo Geral dos Cistercienses convocado por Estevão Harding, que dá sua forma definitiva à Ordem. A Carta da Caridade, que é então redigida, é confirmada pouco depois pelo papa Calisto II.

É nesta época que Bernardo escreve suas primeiras obras, tratados e homilias (sermões) e, sobretudo, uma Apologia, escrita a pedido de Guilherme de Saint-Thierry.

Envia igualmente numerosas cartas para incentivar à reforma o resto do clero, em particular os bispos. Sua carta ao arcebispo de Sens, Henrique de Boisrogues chamada mais tarde de De Officiis Episcoporum (Da conduta dos Bispos) é reveladora do importante papel dos monges no século XII, e das tensões entre o clero regular e secular.

Em 1128, Bernardo participa do concílio de Troyes, convocado pelo papa Honório II e presidido por Matthieu d’Albano, legado do papa. O concílio é fortemente influenciado por sua atuação. É durante este concílio que Bernardo consegue o reconhecimento para a Ordem do Templo, os Templários, cujos estatutos são delineados por ele mesmo.

Torna-se uma personalidade importante e respeitada na Cristandade; ele intervém em assuntos públicos, defende os direitos da Igreja contra os príncipes seculares e aconselha papas e reis.

Em 1130, depois da morte de Honório II, é a sua voz que faz com que Inocêncio II seja aceito.

Nesse período de desenvolvimento das escolas urbanas, no qual os novos problemas são discutidos na forma de questões, de argumentação e busca de uma conclusão, São Bernardo é defensor de uma linha tradicionalista. Claraval dá um papa à Igreja, Eugênio III. Quando o reino de Jerusalém é ameaçado, Eugênio III, ele mesmo um cisterciense, pede a Bernardo que pregue a segunda cruzada em Vézelay em 31 de março de 1146. Ele o faz com tanto sucesso que o rei de França Luís VII e o imperador do Sacro Império Conrado III tomam eles mesmos a cruz.

São Bernardo fundou 72 mosteiros, espalhados por toda Europa: 35 na França, 14 na Espanha, 10 na Inglaterra e Irlanda, 6 em Flandres, 4 na Itália, 4 na Dinamarca, 2 na Suécia e 1 na Hungria, além de muitos outros que se filiaram à Ordem.

Em 1151, dois anos antes de sua morte, existiam 500 abadias cistercienses e 700 monges ligados a Claraval.

Bernardo morre em 1153 com 63 anos. Seu corpo foi colocado aos pés do altar da Virgem Maria, da qual ele era grande devoto e propagador de suas virtudes.

Foi canonizado em 18 de junho de 1174 por Alexandre III e declarado Doutor da Igreja por Pio VIII em 1830.


Inúmeros milagres são atribuídos a São Bernardo.

Diz-se que inúmeras pessoas iam até ele buscando curas e ele as atendia. Conta-se que após o fracasso da Segunda Cruzada, muitos culparam Bernardo e ele, desconsolado, foi chorar aos pés de uma imagem do Crucificado. Então a imagem de Cristo desprendeu-se da Cruz e abraçou-o para consolá-lo.

Outra história popular é que São Bernardo sempre saudava a Virgem Maria quando via uma imagem sua: "Ave Maria". Certa vez, andando por um mosteiro, ao fazer a costumeira saudação, a imagem lhe respondeu: "Ave Bernardo".

Também se diz que, uma vez, escrevia uma carta importante ao ar livre, e começou a chover. Bernardo abaixou a cabeça e fez uma breve prece, e então, somente no lugar onde estava, a chuva parou.

É considerado um dos maiores místicos da Igreja e  padroeiro dos apicultores, dos fabricantes de velas, da ordem dos cistercienses, dos cavaleiros templários e da região da Borgonha, na França.  Também é invocado popularmente como protetor nas causas difíceis e guia espiritual dos estudiosos.


20 Frases de São Bernardo de Claraval para Devocional vocês conferem AQUI.


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Oração a São Bernardo

Meu Santo Abade de Claraval, São Bernardo, fervoroso servo de Maria, a igreja o honra e o invoca universalmente como padroeiro das causas mais difíceis, visto dirigir a Maria todo o seu fervor. Assim peço que com Maria venha pedir por mim a Jesus.

 Eu estou sozinho e desamparado.

 Faça uso, eu imploro, do seu especial privilégio que Maria deu a vós para trazer um beneficio visível e rápido a esse seu servo desesperado. Venha assistir a este servo que está em grande dificuldade e grande necessidade de consolo e ajuda e atribulado e com sofrimentos.

Assim me consiga a graça (diga aqui o seu pedido) e ainda a graça da salvação da minha alma.

E que isto possa agradar a Deus e a vós, seu eleito para sempre.

Eu prometo amado São Bernardo sempre honrar-vos com fervor e, como meu especial padroeiro, encorajar a devoção a vós.

Amém.


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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito pela cura de Luna Maria

 Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito pela cura de Luna Maria 


Hoje, meu amado Santo Expedito, tomo a liberdade de mudar algumas frases da sua oração,

Com todo respeito e com eterna gratidão pela cura da minha amada e abençoada filha Luna Maria.


O blog e o site (AQUI) Capelinha Virtual homenageiam esse Santo Maravilhoso, SANTO EXPEDITO, pela cura de Luna Maria!


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Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito


Meu Santo Expedito  das Causas Justas e Urgentes, Obrigada por me socorrer na hora de aflição e desespero, Obrigada por interceder por mim junto ao Nosso Senhor JESUS CRISTO, Vós que sois um Santo Guerreiro, Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sóis o Santo dos Desesperados, Vós que sois o Santo das Causas urgentes; Obrigada por proteger Luna Maria, Obrigada por ajudar Luna Maria,  Obrigada por dar força, coragem e serenidade a Luna Maria, Obrigada por  atender ao meu pedido, CURA TOTAL DE LUNA MARIA, Obrigada por  ter me ajudado  a superar essas horas muito difíceis, obrigada por me  proteger  de todos que possam me prejudicar, Obrigada por proteger a minha família, Obrigada por atender ao meu pedido com urgência. Devolvendo-me a paz e a tranquilidade. SEREI GRATA PELO RESTO DE MINHA VIDA E LEVAREI SEU NOME A TODOS QUE TEM FÉ! 


GRATIDÃO! Muito Obrigada meu Santo Expedito!


(Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai, Sinal da Cruz).


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Gratidão a Santo Expedito pela cura de Luna Maria.

 

Gratidão a Santo Expedito pela cura de Luna Maria.


Agradecemos sua bondade e pronta intercessão.

Acompanhe a publicação de agradecimento do mês de maio no site Capelinha Virtual Blogspot AQUI 

Publicado em agradecimento ao Santo querido das causas que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia.


Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui nos comentários a sua oração.


Se você teve uma graça alcançada, use esse espaço para agradecer a graça recebida.


Vamos nos unir em oração, num laço de amor, fé e gratidão.


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Oração a Santo Expedito 

Festa 19 de abril

Comemora-se todo dia 19


Se VC está com algum problema de DIFÍCIL SOLUÇÃO e precisa de AJUDA URGENTE, peça essa ajuda a Santo Expedito que é o santo das causas que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia.


"Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, socorrei-me nessa hora de aflição e desespero, intercedei por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo!


Vós que sois um Santo Guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes: Protegei-me, ajudai-me, dai-me força, coragem e serenidade.


Atendei ao meu pedido (FAÇA SEU PEDIDO).


Ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar, protegei a minha família, atendei ao meu pedido com urgência.


Devolvei-me a paz e a tranquilidade.


Serei grata pelo resto de minha vida e levarei o seu nome a todos que tem fé.


MUITO OBRIGADA MEU SANTO EXPEDITO!"


(Rezar um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e fazer o sinal da cruz.)


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Com fé, confiança e gratidão a Santo Expedito propago a sua devoção.


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Divulgo em AÇÃO DE GRAÇAS.


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