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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

sexta-feira, 19 de junho de 2026

São Romualdo

 

São Romualdo 

19 de junho


O monge Romualdo foi um viajante incansável. Suas pregações feitas mais com os fatos do que com as palavras percorreram toda a península italiana. 

Romualdo nasceu em uma família nobre de Ravena, em 952. Após uma disputa sangrenta, que envolveu sua família, amadureceu a sua vocação de seguir a vida monacal, entrando, com seu pai, para o mosteiro de Santo Apolinário em Classe. Como monge, impôs-se uma vida severa de penitência, meditação e oração.

Em Veneza, escolheu como diretor espiritual o eremita Marino e conheceu um dos mais importantes monges reformadores do século X: o abade Guarino, que acompanhou até Catalunha, onde permaneceu por dez anos e completou a sua formação.

Ele descobriu que a solidão não o afastava dos irmãos, da igreja ou dos pobres, pelo contrário, o enraizava numa comunhão e solidariedade mais profunda com eles. Ao retornar a Ravena, em 988, Romualdo renunciou, oficialmente, ao cargo de abade  e começou a viajar. 

Sua primeira etapa foi Verghereto, perto de Forlí, onde fundou um mosteiro em honra de São Miguel Arcanjo. Em 1001, retornou para Santo Apolinário em Classe, onde se tornou abade e após um ano, renunciou e se refugiou em Montecassino. Ali, viveu, por um período, em uma caverna; depois, fundou um eremitério em Sítria, na região da Úmbria, onde permaneceu por sete anos. 

Seguindo o ensinamento da Regra de São Bento, faz do amor ao Senhor e entre os irmãos, a sua regra suprema de vida. Os discípulos chamaram este seu ensinamento de “relacionar-se segundo a lei suprema do amor fraterno” (privilégium amoris). 

Com seu exemplo, mais que com seu ensino verbal, deixa a seus discípulos uma herança que se manifestará muito fecunda. Uma tríplice oportunidade para realizar a vocação monástica, uma em comunhão e complementaridade com outra: a vida fraterna no mosteiro, útil, sobretudo para iniciar a vida monástica; a vida na solidão do eremitério que pressupõe certa maturidade humana e espiritual; a dedicação a testemunhar o evangelho até o dom da vida, por aqueles que o Espírito impele a abandonar tudo para se unir totalmente com Cristo (triplex bonum).

Durante suas peregrinações, Romualdo esteve em Casentino, em 1012, onde conheceu o conde de Arezzo, Maldolo, proprietário de uma casa e de uma floresta, lugar que, depois, recebeu o nome de Camáldoli. Encantado pela figura deste anacoreta, o conde presenteou-lhe as suas propriedades, onde Romualdo criou um asilo e construiu um eremitério para religiosos contemplativos, aos quais lhes deu uma Regra semelhante à beneditina.

Em 1014 Romualdo fundou uma ermida em Sitria. Foi o promotor da Congregação Camaldulense, ramo reformado da Ordem Beneditina e onde Romualdo buscou incessantemente a solidão mais radical para conduzir sua conversa com Deus.

Porém, o monge se transferiu de novo: foi para a região das Marcas, onde fundou um mosteiro em Val de Castro; ali reservou para si uma pequena cela, onde faleceu em 19 de junho de 1027 e mesmo morto, viajou, pois suas relíquias foram trasladadas, primeiro para Jesi e, depois, para Fabriano, junto à igreja camáldula de São Brás. 

São Romualdo foi canonizado por Clemente VIII, em 1595.

Sobre São Romualdo temos duas preciosas testemunhas. São Bruno Bonifácio (†1009), narra sua experiência pessoal de Romualdo na “Vida dos cinco Irmãos”. São Pedro Damião (†1072) descreve seu caminho interior e sua aventura humana na “Vida de São Romualdo”.

Fundador da Ordem dos Camaldulenses, inspirador da renovação espiritual, penitência e amor ao silêncio, São Romualdo é o padroeiro dos eremitas e dos monges e protetor dos que buscam o recolhimento e a vida contemplativa.


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Oração a São Romualdo 

Ó Deus, que nos destes no Abade São Romualdo um testemunho de perfeição evangélica, fazei-nos, em meio às agitações deste mundo, fixar o coração nos bens eternos. 

São Romualdo, tu que transformaste a solidão em escola de amor, vem em meu auxílio neste tempo de recolhimento. 

Quando o silêncio pesar, ensina-me a escutá-lo. Quando me faltarem palavras, oferece-me a voz do Espírito. Ajuda-me a fazer da minha alma um lugar onde Deus possa repousar e falar ao meu coração. 

Amém.


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Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito pela cura de Luna Maria

 Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito pela cura de Luna Maria 


Hoje, meu amado Santo Expedito, tomo a liberdade de mudar algumas frases da sua oração,

Com todo respeito e com eterna gratidão pela cura da minha amada e abençoada filha Luna Maria.


O blog e o site (AQUI) Capelinha Virtual homenageiam esse Santo Maravilhoso, SANTO EXPEDITO, pela cura de Luna Maria!


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Oração Pessoal de Agradecimento a Santo Expedito


Meu Santo Expedito  das Causas Justas e Urgentes, Obrigada por me socorrer na hora de aflição e desespero, Obrigada por interceder por mim junto ao Nosso Senhor JESUS CRISTO, Vós que sois um Santo Guerreiro, Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sóis o Santo dos Desesperados, Vós que sois o Santo das Causas urgentes; Obrigada por proteger Luna Maria, Obrigada por ajudar Luna Maria,  Obrigada por dar força, coragem e serenidade a Luna Maria, Obrigada por  atender ao meu pedido, CURA TOTAL DE LUNA MARIA, Obrigada por  ter me ajudado  a superar essas horas muito difíceis, obrigada por me  proteger  de todos que possam me prejudicar, Obrigada por proteger a minha família, Obrigada por atender ao meu pedido com urgência. Devolvendo-me a paz e a tranquilidade. SEREI GRATA PELO RESTO DE MINHA VIDA E LEVAREI SEU NOME A TODOS QUE TEM FÉ! 


GRATIDÃO! Muito Obrigada meu Santo Expedito!


(Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai, Sinal da Cruz).


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Conheça o site Capelinha Virtual Blogspot clicando AQUI.


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Gratidão a Santo Expedito pela cura de Luna Maria.


Gratidão a Santo Expedito pela cura de Luna Maria.


Agradecemos sua bondade e pronta intercessão.

Acompanhe a publicação de agradecimento do mês de maio no site Capelinha Virtual Blogspot AQUI 

Publicado em agradecimento ao Santo querido das causas que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia.


Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui nos comentários a sua oração.


Se você teve uma graça alcançada, use esse espaço para agradecer a graça recebida.


Vamos nos unir em oração, num laço de amor, fé e gratidão.


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Oração a Santo Expedito 

Festa 19 de abril

Comemora-se todo dia 19


Se VC está com algum problema de DIFÍCIL SOLUÇÃO e precisa de AJUDA URGENTE, peça essa ajuda a Santo Expedito que é o santo das causas que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia.


"Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, socorrei-me nessa hora de aflição e desespero, intercedei por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo!


Vós que sois um Santo Guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes: Protegei-me, ajudai-me, dai-me força, coragem e serenidade.


Atendei ao meu pedido (FAÇA SEU PEDIDO).


Ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar, protegei a minha família, atendei ao meu pedido com urgência.


Devolvei-me a paz e a tranquilidade.


Serei grata pelo resto de minha vida e levarei o seu nome a todos que tem fé.


MUITO OBRIGADA MEU SANTO EXPEDITO!"


(Rezar um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e fazer o sinal da cruz.)


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Com fé, confiança e gratidão a Santo Expedito propago a sua devoção.


Faça-nos uma visita no SITE da Capelinha Virtual AQUI.


Divulgo em AÇÃO DE GRAÇAS.


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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Oração a Santa Marina de Bitínia

 Oração a Santa Marina de Bitínia


Santa Marina, tua vida, marcada por um profundo espírito de humildade e sacrifício, permanece como exemplo inabalável de abnegação e fidelidade aos desígnios de Deus. Disfarçada como monge para dedicar-te completamente ao serviço divino, aceitaste com serenidade as provações e injustiças, enfrentando falsas acusações sem jamais renunciar à confiança no Altíssimo. Pedimos que nos ensines a mesma fortaleza de alma para suportarmos as adversidades que a vida nos impõe, sempre com o olhar fixo em Cristo, nossa fonte de força e esperança.

Intercede por nós, Santa Marina, para que, assim como tu, possamos carregar com amor e paciência as cruzes que nos são confiadas. Que tua resistência às calúnias e humilhações nos inspire a suportar com mansidão as injustiças do mundo, oferecendo-as como um ato de amor ao Senhor. Em tua intercessão, depositamos nossas dores e angústias, certos de que tua proximidade com Deus nos trará consolo e alívio.

Santa Marina, que o exemplo de tua vida consagrada nos conduza a um espírito de renúncia às vaidades e de maior busca pela glória do Reino de Deus. Acolhe nossas súplicas e apresenta-as ao Senhor, para que sejamos fortalecidos na fé e encontremos a paz em meio às tribulações. 

Amém.


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São Gregório Barbarino

São Gregório Barbarino

18 de junho 


 Gregório João Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de setembro de 1625, numa família rica da aristocracia italiana. Aos quatro anos de idade ficou órfão de mãe, sendo educado pelo pai, que encaminhou os filhos no seguimento de Cristo. Foi tão bem sucedido que Gregório, aos dezoito anos de idade, era secretário do embaixador de Veneza.

Em 1648, acompanhou o embaixador à Alemanha para as negociações do Tratado de Vestefália, referente à Guerra dos Trinta Anos. Na ocasião, conheceu Fábio Chigi, o núncio apostólico, que o orientou nos estudos e o encaminhou para o sacerdócio.

Quando o núncio foi eleito papa, com o nome de Alexandre VII, nomeou Gregório Barbarigo cônego de Pádua; em 1655, prelado da Casa pontifícia e dois anos mais tarde foi consagrado bispo de Bérgamo. Finalmente, em 1660, tornou-se cardeal.

O papa sabia o que estava fazendo, pois as atividades apostólicas de Gregório Barbarigo marcaram profundamente a sua época. Dotou o seminário de Pádua com professores notáveis, provenientes não só da Itália, mas também de outros países da Europa, aparelhando a instituição para o estudo das línguas orientais. E fundou uma imprensa poliglota, uma das melhores que a Itália já teve.

Pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas populares e instituições para o ensino da religião, para orientação de pais e educadores. Num período de peste, fez o máximo na dedicação ao próximo. Cuidou para estender a assistência à saúde para mais de treze mil pessoas.

Gregório Barbarigo fundou, ainda, inúmeros seminários, que colocou sob as regras de São Carlos Borromeu, e constituiu a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio. Foi um dos grandes pacificadores do seu tempo, intervindo, pessoalmente, nas graves disputas políticas.

Depois de executar tão exuberante obra reformista, morreu em Pádua no dia 18 de junho de 1697. Foi canonizado por seu conterrâneo, o papa João XXIII, em 1960, que, como afirmou no seu discurso na solenidade, elevou São Gregório João Barbarigo ao posto que ele merecia ocupar na Igreja.

É considerado padroeiro da educação católica e patrono das vocações sacerdotais.


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Oração a São Gregório Barbarigo 

São Gregório Barbarigo, fundador de escolas e instituições de caridade, que tivestes a graça de nascer em uma família cristã bem estruturada, nós vos louvamos por vossa vida de santidade e pedimos vossa intercessão: olhai por nossos estudantes e professores, pelos responsáveis por nossa nação e por todas as nações do mundo, para que se voltem a Deus e cumpram os Mandamentos, as Leis de Deus e assim esta terra se tornará um lugar de mais vida. 

Amém.


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Santa Marina de Bitínia, "o Monge"

 Santa Marina de Bitínia, "o Monge"

18 de junho 


Santa Marina, o Monge, também conhecida como Santa Marina de Bitínia ou Marina de Alexandria, é uma figura venerada nas tradições católica e ortodoxa. É lembrada por sua vida de dedicação religiosa e por sua notável trajetória ascética, marcada pela humildade, penitência e firmeza na fé.

Originária da região bizantina da Síria, em área correspondente ao atual Líbano, Santa Marina é citada em diversas fontes hagiográficas que relatam sua escolha pela vida monástica e as provações que enfrentou em nome de sua vocação. Apesar das variações existentes entre essas tradições, seu nome permanece associado à virtude, à renúncia e à busca pela união com Deus, sendo considerada um exemplo expressivo da espiritualidade cristã do Oriente antigo.

Há relatos diversos e, por vezes, controversos sobre a vida de Santa Marina. A tradição mais difundida narra que ela era filha de pais cristãos abastados, e que perdeu a mãe ainda na infância, sendo criada com grande devoção e zelo religioso por seu pai, Eugênio. 

Quando se aproximava a idade do casamento, o pai desejava retirar-se para o mosteiro de Qannoubine, no Vale do Kadisha, Líbano, após assegurar um bom matrimônio para a filha. Marina, porém, ao descobrir o plano, perguntou-lhe por que ele desejava salvar apenas a própria alma, “deixando a dela se perder”. Diante da resposta do pai — “O que farei contigo, minha filha, se és mulher?” —, Marina afirmou que renunciaria à sua condição visível, vestindo-se como homem para poder servir a Deus. Então, cortou os cabelos, trocou as roupas e assumiu o nome de Marino. Admirado com a firmeza de fé da filha, Eugênio distribuiu seus bens entre os pobres e partiu com ela para o mosteiro, onde ambos abraçaram a vida monástica.

Durante cerca de dez anos, pai e filha viveram em oração, jejum e humildade até que Eugênio faleceu, deixando Marina sozinha. A jovem, perseverante, intensificou ainda mais seu ascetismo e manteve oculto o segredo de ser mulher. Os demais monges, ao perceberem sua voz suave e fragilidade física, atribuíam tais traços à vida de penitência e longas orações.

Certa vez, o abade enviou Marina e outros monges a uma viagem para tratar de assuntos do mosteiro. Ao anoitecer, hospedaram-se numa pousada onde também estava um soldado romano de passagem. Este, seduzindo a filha do estalajadeiro, desonrou-a; para ocultar o crime, acusaram falsamente o “monge Marino” de ser o responsável. Algum tempo depois, descobriu-se que a moça estava grávida, e o pai, tomado de ira, dirigiu-se ao abade para exigir punição. O superior chamou Marina, repreendeu-a duramente, e ela — sem jamais revelar a verdade — aceitou a "culpa" em silêncio, pedindo perdão. Sua humildade e ausência de defesa aumentaram ainda mais a indignação do abade, que a expulsou do mosteiro.

Marina permaneceu por anos à porta da comunidade, vivendo como mendiga, suportando o frio, a fome e a vergonha com paciência e oração. Quando a criança nasceu, a filha do estalajadeiro a entregou a Marina, que o criou com amor e sacrifício, alimentando-o com leite de ovelhas e cuidados simples. Após cerca de dez anos, tocado pela compaixão dos monges, o abade permitiu que ela regressasse, impondo-lhe, contudo, severas penitências e as tarefas mais humildes — limpeza, cozinha e transporte de água —, as quais Marina aceitou com devoção exemplar.

Aos quarenta anos, já debilitada pela austeridade e pela doença, Marina adoeceu gravemente e faleceu. Quando os monges preparavam seu corpo para o sepultamento, descobriram que “irmão Marino” era, na verdade, uma mulher. O abade, profundamente comovido e arrependido por suas injustiças, chorou copiosamente e revelou o fato ao estalajadeiro, cuja filha e o soldado também confessaram publicamente a falsidade de suas acusações, pedindo perdão diante do corpo da santa. Durante o funeral, segundo a tradição, um dos monges, que era cego de um olho, recuperou milagrosamente a visão ao tocar o corpo de Marina.

Santa Marina é venerada tanto pela Igreja Católica quanto pela Igreja Ortodoxa, que a reconhecem como modelo de humildade, penitência e pureza de coração. Sua vida de virtude, marcada pelo silêncio diante da injustiça e pela completa entrega a Deus, inspirou séculos de devoção monástica, especialmente entre as comunidades do Oriente cristão.

Na tradição copta, acredita-se que seu corpo permaneça incorrupto, sendo guardado na Igreja de Santa Marina, no Egito, onde é exposto aos fiéis no dia de sua festa, celebrada em 18 de junho.

No Ocidente, sua história foi difundida por meio de antigos martirológios e pela devoção popular, sobretudo entre religiosos e religiosas que veem em Marina um exemplo de obediência, penitência e desprendimento das vaidades terrenas.

Em diversas tradições, Santa Marina é invocada como intercessora pelos injustamente acusados, pelos que sofrem humilhações e pelos que buscam viver em castidade e humildade. Seu testemunho atravessa os séculos como símbolo de fé perseverante, simplicidade e amor absoluto por Cristo.

É recordada pelo Martirológio Romano em 18 de junho. Em Veneza, sua festa é no dia 17 de julho e no Egito em 21 de agosto.


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Oração a Santa Marina de Bitínia

Sua oração oficial pode ser feita em momentos de aflição para alcançar a paz e a resiliência.


Ó adorável e humilde Santa Marina, que abdicaste do conforto e te entregaste à humilhação pública por obediência ao projeto de Deus, rogo-te que mostres a mim o melhor caminho a seguir, para o serviço ao próximo e a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Intercede por nós, Santa Marina, para que, assim como tu, possamos carregar com amor e paciência as cruzes que nos são confiadas. Que tua resistência às calúnias e humilhações nos inspire a suportar com mansidão as injustiças do mundo.

Em tua intercessão, deposito as minhas dores e angústias, em especial (faça aqui o seu pedido).

 Certo(a) de que a tua proximidade com Deus nos trará consolo e alívio, prometo continuar no caminho da fé e da humildade, levando sempre comigo o exemplo da tua vida consagrada.

Amém.


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quarta-feira, 17 de junho de 2026

A Oração da Água de São Ranieri

A Oração da Água de São Ranieri 


Essa oração é utilizada para benzer a água através da intercessão do santo, pedindo alívio para os aflitos, cura de enfermidades e proteção. 

Ele ficou conhecido como "Ranieri d'Água" pois realizava muitos prodígios distribuindo água e pão benzidos aos necessitados.


A oração tradicional é a seguinte:

"São Ranieri de Pisa, vós que durante toda a vida realizastes curas e conversões, e que ainda hoje atendeis às preces dos que vos procuram, peço vossa intercessão por todos aqueles a quem amamos, para que encontrem o caminho da cura, da conversão e da libertação.

Senhor, fazei desta água benta um remédio para o corpo e para a alma daqueles que a receberem. 

Que a intercessão de São Ranieri nos traga alívio nas angústias e fortaleça a nossa fé.

Amém."




Você pode fazer essa prece segurando um copo ou garrafa de água com as mãos unidas e o coração cheio de fé. 

Após abençoá-la, beba a água e ofereça aos familiares e amigos.


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