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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

domingo, 30 de agosto de 2026

O terço de São Fiacre

O terço de São Fiacre


O Terço de São Fiacre é uma belíssima devoção meditativa, ideal para pedir a intercessão do santo pela saúde física, mental espiritual assim como pelo alívio dos sofrimentos de qualquer espécie.

Você pode utilizar um terço comum de 5 mistérios para rezá-lo e seguir o passo a passo abaixo:


Início do Terço 

Na Cruz: Faça o Sinal da Cruz e reze o Credo.

Na primeira conta grande: Reze um Pai-Nosso.

Nas três contas pequenas: Reze três Ave-Marias (pedindo o aumento da fé, da esperança e da caridade).

Na conta grande antes do primeiro mistério: Reze um Glória ao Pai.


Os Mistérios (As Dezenas)

Em cada uma das 5 dezenas, você vai meditar nas virtudes de São Fiacre e repetir as seguintes orações:

Na conta grande (antes de iniciar a dezena):

Deus Todo-Poderoso, que concedestes a São Fiacre o dom de curar os enfermos e consolar os aflitos, olhai para a nossa fragilidade e dai-nos a saúde do corpo e da alma. 

Por Cristo, nosso Senhor. 

Amém.


Nas 10 contas pequenas reze em cada conta:

"São Fiacre, intercessor dos enfermos e protetor dos que sofrem, rogai por nós."

Ao final de cada dezena: Reze um Glória ao Pai.


Os Temas de Meditação para cada Mistério

Para enriquecer sua oração, você pode mentalizar estes cinco momentos da vida do santo em cada dezena:

1º Mistério: O amor de São Fiacre pelo silêncio, pela oração e pela vida de recolhimento em Deus.

: O trabalho de São Fiacre na terra, cultivando alimentos e plantas medicinais para os pobres.

3º Mistério: A caridade do santo ao acolher os peregrinos e construir um hospital para os necessitados.

4º Mistério: Os milagres de cura operados por São Fiacre através de sua profunda fé e intercessão.

5º Mistério: A paciência e a entrega total de São Fiacre à vontade divina no momento de sua partida para o Céu.


Oração Final (Salve Rainha)

Ao terminar as 5 dezenas, na medalha central do terço, reze a Salve Rainha para encerrar o momento de devoção sob a proteção de Nossa Senhora.


Que São Fiacre os abençoe muito e sempre 💐.


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Oração de Cura a São Fiacre

Oração de Cura a São Fiacre

Para qualquer problema físico, mental ou espiritual 


Ó glorioso São Fiacre, que em vossa vida terrena buscastes o silêncio e o trabalho como caminhos para servir a Deus, e que com infinito amor e caridade acolhestes e curastes tantos enfermos que a vós recorriam, olhai hoje para a minha necessidade.

Com profunda fé na vossa intercessão perante o Trono Divino, peço que estendais vossas mãos benfazejas sobre mim (ou fale o nome da pessoa doente), alcançando de Deus a graça da restauração da saúde e o alívio de todas as dores. 

Afastai toda enfermidade do corpo e fortalecei a minha alma para carregar as provações com paciência e confiança na vontade do Senhor.

São Fiacre, protetor dos doentes e dos que sofrem, rogai por nós e concedei-nos a saúde da mente e do corpo. 

Amém.

Reze 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.


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São Fiacre, Patrono dos doentes, é historicamente invocado na Igreja Católica para a cura de doenças físicas complexas e problemas de difícil diagnóstico.

Em seu eremitério na França, ele construiu uma hospedaria e um pequeno hospital onde cultivava ervas medicinais e cuidava pessoalmente de viajantes e doentes.


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São Fiacre

 São Fiacre 

30 de agosto 


Fiacre de Breuil ( em irlandês : Fiachra , em latim : Fiacrius; c. 600 d.C. – 30 de agosto de 670), o sacerdote, abade, eremita e jardineiro do século VII, famoso por sua santidade e habilidade em curar enfermidades, emigrou da Irlanda para a França, onde construiu para si um eremitério, juntamente com uma horta, um oratório e um hospital para viajantes. 


São Fiacre (“Fiacro”) nasceu de família nobre na Irlanda e foi educado sob os cuidados de um bispo de eminente santidade, Conan, o bispo de Soder (Ilhas Ocidentais). Desconsiderando todas as vantagens do mundo (era filho de um rei) São Fiacre deixou sua terra e navegou até a França, em busca de um retiro no qual pudesse se dedicar a Deus, escondido do resto do mundo.

A Divina Providência o conduziu até São Faro, bispo de Meaux que encantado com os sinais de virtude e extraordinário talento que descobriu nesse estrangeiro, deu-lhe um abrigo solitário em uma floresta chamada Breuil, que era seu patrimônio.

 Segundo a tradição, São Faro prometera doar a Fiacre toda a terra que ele conseguisse cercar em um só dia. Fiacre, tomando um simples cajado, caminhou pelo terreno e, onde passava, a terra se abria milagrosamente, traçando os limites do que se tornaria o seu pequeno mosteiro.

Os camponeses da região, vendo o prodígio, passaram a considerá-lo um homem santo e assim nasceu o mosteiro de Breuil, centro de oração, trabalho e acolhimento aos peregrinos e doentes.

Fiacre cultivava com as próprias mãos hortas e jardins e utilizava as plantas para curar enfermidades. Acreditava que a terra, abençoada por Deus, participava do poder de cura do Criador.

Neste lugar, o santo eremita limpou o solo das árvores e sarças, fez para si uma cela com um pequeno jardim e construiu um oratório em honra a Santíssima Virgem, no qual passava grande parte de seus dias e noites em devota oração. 

Cultivando o jardim e trabalhando com as próprias mãos para sua subsistência levava uma vida austera, e apenas alguma necessidade ou chamado de caridade podia interromper seus exercícios de oração e contemplação celestial já que muitos recorriam a ele em busca de conselho, e os pobres em busca de alívio. 

São Fiacre viveu como verdadeiro eremita, evitando conversas inúteis e dedicando longas horas à leitura da Sagrada Escritura. Alimentava-se apenas do que colhia na terra e dormia sobre o chão coberto de folhas.

Sua fama, contudo, ultrapassou os limites de Breuil. Pessoas de toda a França vinham até ele em busca de conselhos e bênçãos. Muitos enfermos eram curados pela oração do santo ou pelo uso das ervas que ele preparava.

Temendo que a glória humana prejudicasse sua humildade, Fiacre mantinha silêncio diante dos milagres dizendo: 'Não eu, mas Cristo em mim é quem cura e consola.'

Fiacre acolhia os pobres e peregrinos que batiam à sua porta, oferecendo-lhes alimento e abrigo. Nunca recusou ajuda a ninguém. Sua fama de santidade crescia cada vez mais. Seu nome começou a ser venerado em várias dioceses da França.

São Fiacre morreu em 30 de agosto do ano 670, em Breuil, depois de uma vida inteira dedicada à oração, ao trabalho e à caridade. O povo o considerou santo imediatamente, e o local de sua sepultura tornou-se ponto de peregrinação.

Seus discípulos construíram sobre o túmulo uma capela simples, onde começaram a ocorrer numerosas curas. Com o tempo, o lugar passou a ser conhecido como Saint-Fiacre-en-Brie.

Durante a Idade Média, muitos viajantes e camponeses invocavam São Fiacre para obter saúde, boas colheitas e proteção contra pestes.

No século XVII, em Paris, os primeiros carros de aluguel ficavam estacionados perto de uma hospedaria chamada Hôtel de Saint-Fiacre. Os parisienses, associando o nome do santo ao local, passaram a chamar os veículos de 'fiacres', nome que permaneceu até o século XIX - um curioso testemunho da popularidade do santo mesmo fora do campo religioso.


São Fiacre é invocado especialmente pelos jardineiros e agricultores, como protetor das colheitas;

pelos floristas e botânicos, por seu conhecimento natural das plantas;

pelos enfermos, especialmente os que sofrem de doenças intestinais e hemorroidas;

e pelos peregrinos, como modelo de fé, paciência e simplicidade.

Numerosos milagres são relatados em sua intercessão. Um dos mais antigos descreve que, ao se rezar diante de sua relíquia, um homem paralítico levantou-se imediatamente curado.


A vida de São Fiacre une o amor à natureza com o amor a Deus. Ele via na criação o reflexo da bondade divina. Seu jardim era, para ele, uma oração viva - um espaço de encontro com o Criador.

Ensinava que o trabalho simples, quando feito com fé, em silêncio e com amor transforma-se em louvor. Seu exemplo mostra que a santidade não exige aplausos, mas fidelidade cotidiana.

Milagres sem conta tornaram seu nome célebre na França, onde geralmente os jardineiros o honram como seu patrono. Rezando em seu oratório e trabalhando no seu jardim, São Fiacre mereceu um trono no Céu. Na verdade, um jardim, também como um oratório, pode tornar-se um lugar de meditação e de prece.

De fato, poucas coisas são mais belas do que imaginarmos um santo, filho de um rei, que vai para um lugar distante, e passa lá a vida inteira, renunciando às honras da realeza. Contemplando sua vida, nota-se a maravilha de uma graça que se evola e perfuma toda a história. Isso descansa nossas almas e nos coloca diante da perspectiva de que Céu e a Terra estão unidos e reconciliados.


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Oração a São Fiacre

Ó Deus, que destes a São Fiacre o dom da oração silenciosa e do trabalho fecundo, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de transformar o labor de cada dia em louvor e caridade. 

Que aprendamos com ele a viver em simplicidade e paz, cuidando da terra e dos irmãos com amor e fé. 

Por Cristo, nosso Senhor. 

Amém.

São Fiacre, rogai por nós!


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Santos Félix e Adauto

 

Santos Félix e Adauto

30 de agosto


A história desses dois santos é interessante tanto à arqueologia quanto à devoção. Após seu martírio, durante a perseguição de Diocleciano, no início do século IV, foram sepultados em uma cripta do cemitério de Comodila, na via das Sete Igrejas, perto da Basílica de São Paulo fora dos muros. A cripta foi transformada pelo papa Sirício em Basílica, sucessivamente ampliada e decorada de afrescos pelos papas João I e Leão III.

Tornou-se assim meta de peregrinações e de devotos até a Idade Média, quando catacumbas e santuários caíram no esquecimento ou foram devastadas.

Os túmulos de Félix e Adauto foram descobertos em 1720, mas poucos dias depois a pequena basílica subterrânea ruiu. As ruínas caíram novamente no esquecimento até 1903, quando a basílica foi definitivamente restaurada. Descobriu-se um dos mais importantes afrescos paleocristãos, no qual aparece São Pedro recebendo as chaves na presença dos santos Estevão, Paulo, Félix e Adauto.

Quando o culto deles estava muito em voga, conta a lenda que Félix era um plesbítero romano condenado à morte durante perseguição de Diocleciano. Enquanto estava sendo conduzido ao local da execução, em voz alta, no meio da multidão, clamou um desconhecido que era também cristão e que queria participar da mesma sorte de Félix.

Ambos foram decapitados. 

Mas quem era, o audacioso estranho que usara desafiar as leis do imperador? 

Ninguém sabia sua identidade e foi chamado simplesmente de adauctus, que significa adjunto, de onde surgiu a denominação Adauto, aquele que recebeu junto de Félix a coroa do martírio.


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sábado, 29 de agosto de 2026

Santa Sabina

 Santa Sabina 

29 de agosto 


Pouco se sabe com certeza sobre Santa Sabina, porém, por meio da tradição, é possível conhecer alguns fatos importantes sobre sua vida para a edificação dos cristãos.

Sabina viveu no início do século II, nasceu em uma família nobre e foi casada com o senador romano Valentino. Sua conversão ao cristianismo é atribuída à influência de sua escrava síria, uma mulher chamada Serápia.

Segundo as Atas do Martírio, foi através de Serápia que Sabina começou a frequentar a comunidade cristã de Roma no tempo do imperador Adriano. Era obrigada a se esconder nas catacumbas, pois a prática do cristianismo estava proibida e os cristãos eram perseguidos.

Por volta do ano 126, Serápia foi presa e condenada à morte por ser cristã. 

Semanas depois Sabina foi descoberta e levada diante do Prefeito Elpídio, que lhe deu a possibilidade de se retratar renunciando sua fé.

A mulher não teve nenhuma dúvida em rejeitar a proposta, pelo contrário, confessou a sua firme fé em Jesus Cristo. 

Por essa reação, tomada como afronta, Sabina foi decapitada e seus bens confiscados.

II século d.C. foi um dos períodos mais sangrentos para as Comunidades cristãs, que, repetidamente, eram objeto de violências e abusos. 

As relíquias das duas mártires encontram-se na Basílica romana de Santa Sabina, no bairro do Aventino; a Basílica foi fundada, entre os anos 422 e 432, por Pedro de Ilíria, sobre as ruinas de um antigo Titulus Sabinae. 

Ali, em Santa Sabina, os Papas celebram a primeira estação da Quaresma e fazem a homilia na Quarta-Feira de Cinzas.

Naquele lugar, São Domingos fundou, em 1219, a Ordem dos Pregadores. 

Um dos filhos mais famosos dos Dominicanos é Santo Tomás, que foi docente naquele Convento, adjacente à Basílica.

No convento da Basílica de Santa Sabina, em Roma, existe uma laranjeira histórica plantada por São Domingos de Gusmão por volta de 1220. A lenda diz que a árvore descende da primeira laranjeira-amarga trazida da Espanha pelo santo, e ela fica ao lado do famoso Jardim das Laranjas (Giardino degli Aranci). A árvore original e suas sucessoras são cuidadas com muito carinho pelos frades há mais de oitocentos anos.

Santa Sabina é representada com um livro, uma palma e uma coroa, segundo uma das suas primeiras reproduções (século VI), que se encontra na Igreja de Santo Apolinário Novo, em Ravenna.

Padroeira de Roma, das crianças que têm dificuldade em andar, protetora contra hemorragias e contra chuvas violentas ou secas.


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Oração a Santa Sabina 

Ó Deus, que entre outros milagres de vosso poder, destes a Santa Sabina a vitória do martírio, concedei-nos propício, que, venerando o natalício da vossa Mártir, caminhemos para Vós, imitando os seus exemplos. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. 

Amém.


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Martírio de São João Batista

Martírio de São João Batista

29 de agosto

 

24 de junho: A Celebração do nascimento (Natividade) de São João Batista você encontra AQUI  e AQUI 

29 de agosto: Celebração do seu martírio e morte, uma das raras exceções na Igreja em que um santo possui duas datas litúrgicas principais.


A celebração de hoje está vinculada à dedicação da Igreja construída em Sebaste na Samaria, no túmulo de São João Batista, o Precursor de Cristo.

Com o nome de paixão, ou degolação, a celebração aparece já nos sacramentários romanos.

Sobre João Batista temos as narrações dos Evangelhos, especialmente de São Lucas, que nos fala de seu nascimento, sua vida no deserto, sua pregação, e de são Marcos que se refere a sua morte.

Pelo Evangelho e pela tradição podemos reconstruir a vida do Precursor.

O Batista, que tem essa alcunha por que “batizava” as pessoas para uma vida nova, levava vida austera e iniciou sua missão, no ano décimo quinto do imperador  Tibério (27 a.C.), convidando o povo para preparar os caminhos do Senhor, pois era necessária uma sincera conversão para acolhê-lo e uma mudança radical das disposições do espírito. 

Dirigindo-se a todas as classes sociais, despertou o entusiasmo entre o povo e o mau humor entre a aristocracia que ele reprovava.

Figura popular, negou categoricamente ser o Messias esperado, afirmando a superioridade de Jesus, que apontou aos seus seguidores por ocasião do batismo junto às margens do Rio Jordão e dizendo que sua figura, iria se desfazer, à medida que fosse se intensificando a luz  “Daquele do qual não é digno de desatar os nós das sandálias”.

O maior entre todos os profetas não cessou de fazer ouvir a sua voz onde fosse necessária para endireitar os sinuosos caminhos do mal.

Reprovou publicamente o comportamento pecaminoso de Herodes Antipas e de Herodíades, mas a suscetibilidade deles custou-lhe a dura prisão em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto.

Por ocasião de uma festa celebrada no local, a filha de Herodíades, Salomé, tendo dado um show de dança, entusiasmou Herodes. Como prêmio pediu instigada pela mãe a cabeça de João Batista, numa bandeja de prata, calando assim o Precursor de Jesus, a voz mais robusta dos arautos do iminente Evangelho.

Último profeta e primeiro Apóstolo, ele deu a vida pela sua missão, e por isso é venerado na Igreja como mártir.


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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Santo Agostinho

Santo Agostinho

28 de agosto


Aurélius Augustine, Santo Agostinho nasceu na cidade de Tagaste, província de Souk Ahras, na época uma província romana no norte da África, na atual Argélia, filho de pai pagão, chamado Patrício e mãe católica, Santa Mônica.

Com onze anos de idade, foi enviado para a escola em uma pequena cidade da Numídia. Lá ele tornou-se familiarizado com a literatura latina, bem como práticas e crenças do paganismo, o que despertou-lhe o interesse pela filosofia e passou a ser um seguidor do maniqueísmo (sistema religioso que une elementos cristãos e pagãos). Com dezessete anos, foi  para Cartago continuar sua educação na retórica. Vivendo como um pagão intelectual, ele tomou uma concubina; numa tenra idade, ele desenvolveu uma relação estável com uma jovem em Cartago, com a qual teve um filho, Adeodato.

Lá permaneceu durante 9 anos ocupando o cargo de professor da cadeira municipal de retórica. Em 383 mudou-se para Roma onde amigos maniqueístas apresentaram-lhe o prefeito da cidade, Symmachus, que tinha sido solicitado a fornecer um professor de retórica imperial para o tribunal provincial em Milão. Agostinho ganhou o emprego e ocupou o cargo no final de 384.

Em Roma, ele relata ter completamente se afastado do maniqueísmo, e abraçou o movimento cético da Academia Neoplatônica. Sua mãe insistia para que ele se tornasse cristão e também seus próprios estudos sobre o neoplatonismo foram levando-o neste sentido, e seu amigo Simplicianus instou-o dessa forma também. Mas foi a oratória do bispo de Milão, Ambrósio, que teve mais influência sobre a conversão de Agostinho.

No verão de 386, após ter lido um relato da vida de António do Deserto, de Atanásio de Alexandria, que muito inspirou-lhe, Agostinho sofreu uma profunda crise pessoal. Decidiu se converter ao cristianismo católico, abandonar a sua carreira na retórica, encerrar sua posição no ensino, desistir de qualquer ideia de casamento, e dedicar-se inteiramente a servir a Deus e às práticas do sacerdócio.

A chave para esta transformação foi à voz de uma criança invisível, que ouviu enquanto estava em seu jardim em Milão, que cantava repetidamente, "Tolle, lege"; "tolle, lege" ("toma e lê"). Ele tomou o texto da epístola de Paulo aos romanos, e abriu ao acaso em 13:13-14, onde lê-se: "Não caminheis em glutonerias e embriaguez, nem em desonestidades e dissoluções, nem em contendas e rixas, mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não procureis a satisfação da carne com seus apetites". Ele narra em detalhes sua jornada espiritual em sua famosa Confissões (Confessions), que se tornou um clássico tanto da teologia cristã quanto da literatura mundial. 

Ambrósio batizou Agostinho, juntamente com seu filho, Adeodato, na vigília da Páscoa, em 387, em Milão. 

Em seu caminho de volta à África sua mãe morreu, e logo após também seu filho, deixando-o sozinho, sem família.

Após o regresso ao Norte da África, vendeu seu patrimônio e deu o dinheiro aos pobres. A única coisa com que ele ficou foi a casa da família, que se converteu em uma fundação monástica para si e um grupo de amigos.

Em 391, ele foi ordenado sacerdote em Hipona (atual Annaba, na Argélia). Em 396, foi eleito bispo,posição que ocupou até sua morte em 430.

Ele deixou o seu mosteiro, mas continuou a levar uma vida monástica na residência episcopal.  Deixou uma regra para seu mosteiro que o levou ser designado o "santo padroeiro do clero regular", isto é, sacerdotes que vivem por uma regra monástica.

Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza, porém, o conhecimento e as ideias eram de origem divina. Para o bispo nada era mais importante do que a fé em Jesus e em Deus. A Bíblia, deveria ser analisada, segundo ele, levando-se em conta os conhecimentos naturais de cada época. Defendia também a predestinação, conceito teológico que afirma que a vida de todas as pessoas é traçada anteriormente por Deus.

As obras de Santo Agostinho influenciaram muito o pensamento teológico da Igreja Católica na Idade Média.

Sua vida foi registrada pela primeira vez por seu amigo São Possídio, bispo de Calama, no seu Sancti Augustini Vita. Descreveu-o como homem de poderoso intelecto e um enérgico orador, que em muitas oportunidades defendeu a fé católica contra todos seus inimigos. Possídio também descreveu traços pessoais de Agostinho com detalhes, desenhando um retrato de um homem que comia com parcimônia, trabalhou incansavelmente, desprezou fofocas, rejeitou as tentações da carne, e que exerceu a prudência na gestão financeira conforme sua posição e autoridade de bispo. Sua vida não é tranquila: missa diária, prega até duas vezes ao dia, dá catequese, administra bens temporais, resolve questões de justiça (cerca, muro, dívidas e brigas de família) e atende aos pobres e órfãos.

Morreu em 28 de agosto de 420, durante um ataque de vândalos (povo bárbaro germânico) que destruíram toda a cidade. Somente a Catedral de Agostinho e a biblioteca ficaram intactas.

Agostinho foi canonizado por reconhecimento popular e reconhecido como Doutor da Igreja. 

É considerado o santo padroeiro dos cervejeiros, impressores, teólogos e de um grande número de cidades e dioceses. 

Uma das frases mais conhecidas do santo é : "Ter fé é acreditar nas coisas que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita.”


Quer conhecer 10 Frases de Santo Agostinho para Devocional?

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Oração a Santo Agostinho

Tu, Senhor, que cuidas do mundo e escolhes os homens para anunciar a felicidade, concede-nos, que através de Santo Agostinho, Te encontremos em nós mesmos e caminhemos na perfeição do espírito.

Que sejamos capazes de amar a quem Te ama, ao amigo em Ti e ao inimigo por Ti; que nossa felicidade seja conhecer-Te, ainda que ignoremos tudo e fiquemos só contigo. 

Tu, Senhor, que iniciaste uma obra de perfeição em cada um de nós e nos deste a vocação e liberdade para cumprir nosso destino, faz presente Tua promessa em cada um de nós para que sejamos felizes portadores de Tua santidade e de Tua graça (peça a graça que deseja alcançar).

Por Jesus Cristo Nosso Senhor.

Amém.

Santo Agostinho, rogai por Nós!


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