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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

domingo, 23 de agosto de 2026

Novena Milagrosa a Santa Rosa de Lima

 Novena Milagrosa a Santa Rosa de Lima


Todos os dias reza-se:

1 Pai-Nosso;

3 Ave-Marias, acrescentando a cada uma: "Ó Rosa de Lima, rogai por nós que recorremos a Vós.";

1 Glória ao Pai; e a

Oração Final:

Deus nosso Pai, Vós nos dai o exemplo dos santos, que nós imitando-os na terra, possamos sempre mais nos assemelhar à imagem de Vosso Filho e, um dia, habitar junto a Vós.

Concedei-me por intercessão de Santa Rosa de Lima, vossa fiel servidora nesta terra, a graça que hoje ardentemente vos suplico (faça seu pedido).

Para se viver neste mundo, é preciso que as pessoas sejam mais solidárias umas com as outras. Nunca se ouviu falar de um rico que levou toda sua fortuna para outro lado.


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1° Dia - Rosa, um Batismo Assumido

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que assumiste desde tenra idade a missão nascida de teu batismo, ensina-nos semelhante consciência cristã para que, também hoje, nos entreguemos de corpo e alma à causa do Senhor, que se faz presente em tantos irmãos sofredores. Amém.

Reza-se as orações.


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2° Dia - Rosa, Descendente dos Primeiros Evangelizadores

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que foste descendente dos primeiros evangelizadores que pisaram em terra latino-americanas, inspira à Igreja de nossos dias um novo ardor missionário e, ao mesmo tempo, uma maior caridade, para que nunca mais repitamos os excessos cometidos quando da primeira evangelização das Américas. Amém.

Reza-se as orações.


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3° Dia - Rosa Leiga Terceira Dominicana

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que assusmistes como ninguém tua vocação de leiga na Ordem Terceira Dominicana ensina aos batizados de nosso tempo semelhante consciência de seu papel e missão ao mundo de hoje: serem sempre mais sal e luz para um mundo cada vez mais secularizado. Amém.

Reza-se as orações.


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4° Dia - Rosa, Mística

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que descobristes na contemplação do mistério da cruz uma força para vencer toda e qualquer tentação egoísta, ensina a nossos líderes religiosos e agentes de pastoral semelhante vontade de, sempre mais, se aprofundarem nos caminhos da mística e da espiritualidade. Amém.

Reza-se as orações.


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5° Dia - Rosa, Mulher Orante

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que descobriste na oração uma força para vencer as adversidades da vida, ensina às mulheres de nosso tempo semelhante certeza, a fim de que, sempre mais, possam realizar no mundo sua vocação feminina. Amém.

Reza-se as orações.


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6° Dia - Rosa, Amiga dos Mais Pobres

Ó admirável Santa Rosa de Lima, exercestes como ninguém a caridade junto aos índios e negros mais pobres e necessitados. Desperta no coração de nossa Igreja viva semelhante vontade de servir ao Senhor naqueles que, em nossa sociedade, são os referidos de Deus. Que possamos descobrir juntos, soluções cristivas para erradicar a miséria. Amém.

Reza-se as orações.


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7° Dia - Rosa, Padroeira da América Latina

Ó admirável Santa Rosa de Lima, foste escolhida como Padroeira da América Latina, e teu povo tem um carinho todo especial por ti. Sê sempre modelo e encorajamento para nossa Igreja latino-americana que tenta, ser fiel ao Senhor nos irmãos menos favorecidos. Amém.

Reza-se as orações.


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8° Dia - Rosa, Protetora Contra os Insetos

Ó admirável Santa Rosa de Lima, quis a tradição popular atribuir a ti a proteção, contra pragas de insetos. Protege, ao seu tempo, nossas colheitas, plantações, contra tudo aquilo que possa causar dano e tristeza aos nossos sofridos agricultores. Amém.

Reza-se as orações.


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9° e Último Dia - Rosa, A Primeira Santa Latino-Americana

Ó admirável Santa Rosa de Lima, foste a primeira latino-americana elevada à honra dos altares. Desperta no coração dos cristãos deste continente semelhante vontade de seguir ao Senhor na santidade, sobretudo nos caminhos da caridade, do perdão, do amor, da justiça que se faz opção por causa do Evangelho. Amém.

Reza-se as orações.


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Oração a Santa Rosa de Lima

2  Orações a Santa Rosa de Lima


1. Oração  a Santa Rosa de Lima para uma boa morte

 Bendita e amada do Senhor, gloriosa Santa Rosa,

Por aquela felicidade que recebestes de por unir-vos a Deus preparar-vos uma santa morte,

 alcançai-me de sua divina Majestade a graça que purificando minha consciência, com os sofrimentos da enfermidade e com a confissão dos meus pecados,

 mereça dispor minha alma, confortá-la com o viático santíssimo do corpo de Jesus Cristo a fim de assegurar a tribulação da morte

E poder voar por ele à eterna bem-aventurança da gloria. 

Assim seja.


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2. Oração a Santa Rosa de Lima para pedir a fortaleza espiritual

Santa Rosa de Lima, pequena rosa do Peru, tu que soubeste amar verdadeiramente Jesus com um coração generoso e depreciastes as vaidades deste mundo para abraçar-te à sua cruz desde a tua mais terna infância;

Tu que entendestes que em meio às tribulações vêm as graças concedidas por Nosso Senhor e que são a verdadeira escada ao Céu;

Fazei com que amemos como tu, a Jesus e Maria, e a Santa Cruz, brindando este grande amor aos mais desvalidos, aos que necessitam de nossa misericórdia, de consolo, servindo-os como se fosse ao mesmíssimo Jesus;

Intercede por nossas almas para que, pela graça de Deus, levemos nossa cruz com alegria.

Ensina-nos a imitar tuas virtudes para que, seguindo teu exemplo, possamos gozar de tua amorosa proteção junto a Nossa Mãe Maria em todo nosso caminhar até o Céu, para ali dar glória a Deus pelos séculos dos séculos.

Por Cristo, nosso Senhor.

 Amém!


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Santa Rosa de Lima

 Santa Rosa de Lima

23 de agosto


Santa Rosa de Lima (1586 - 1617), foi uma mística da Ordem Terceira Dominicana canonizada pelo Papa Clemente X em 1671.

É a primeira santa da América e padroeira do Peru e da América. Nascida em Quives, província de Lima no ano de 1586, descendente de conquistadores espanhóis. Seu nome de batismo era Isabel Flores y Oliva, mas a extraordinária beleza da criança motivou a mudança do nome de Isabel para Rosa, ao que ela acrescentou o de Santa Maria. Seus pais eram Gaspar de Flores, espanhol arcabuz do Vice-Rei e Maria Oliva, limenha. Era a terceira dos onze filhos do casal.

Seus pais antes ricos tornaram-se pobres devido ao insucesso numa empresa de mineração e ela cresceu na pobreza, trabalhando na terra e na costura até altas horas da noite para ajudar no sustento da família. Cultivava as rosas de seu próprio jardim e as vendia no mercado e por isso é tida como patrona das floristas. Diz-se que tangia graciosa a viola e a harpa e tinha voz doce e melodiosa. Além de muito bela, Rosa era tida como a moça mais virtuosa e prendada de Lima.

Foi pretendida pelos jovens mais ricos e distintos de Lima e arredores, mas a todos rejeitou, por amar a Cristo como esposo. Em idade de casar, fez o voto de castidade e tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, após lutar contra o desejo contrário dos pais. Construiu uma cela estreita e pobre no fundo do quintal da casa dos pais e começou a ter vida religiosa, penitenciando seu corpo com jejuns e cilícios dolorosos, e conta-se que utilizava muitas vezes um aro de prata guarnecido com fincos, semelhante a uma coroa de espinhos. Foi extremamente bondosa e caridosa para com todos, especialmente para com os índios e negros, aos quais prestava os serviços mais humildes em caso de doença.

Segundo os relatos de seus biógrafos e dos amigos que a acompanharam, dentre eles seu confessor Frei Juan de Lorenzana, por sua piedade e devoção Santa Rosa recebeu de Deus o dom dos milagres. Era constantemente visitada pela Virgem Maria e pelo Menino Jesus, que quis repousar certa vez entre seus braços e a coroou com uma grinalda de rosas, que se tornou seus símbolo. Também é afirmado que tinha constantemente junto a si seu Anjo da Guarda, com quem conversava. Ainda em vida lhe foram atribuídos muitos favores; milagres de curas, conversões, propiciação das chuvas e até mesmo o impedimento da invasão de Lima pelos piratas holandeses em 1615.

Apesar de agraciada com experiências místicas fora do comum, nunca lhe faltou a cruz, a fim de que compartilhasse dos sofrimentos do Divino Mestre: sofrimentos provindos de duras incompreensões e perseguições e, nos últimos anos de vida, de sofrimentos físicos, agudas dores devidas à prolongada doença que a levou à morte em 24 de agosto de 1617, aos 31 anos de idade. Suas últimas palavras foram " Jesus está comigo!".  Seu sepultamento foi apoteótico e pranteado por todo o Vice Reino do Peru e seu túmulo tornou-se palco de milagres, bem como também os lugares onde viveu e trabalhou pela causa da Igreja.

Foi a primeira santa canonizada da América e proclamada padroeira da América Latina. Conta-se que o Papa Clemente relutava em elevá-la aos altares, mas foi convencido após presenciar uma milagrosa chuva de pétalas de rosa que caiu sobre ele, vinda do céu e que atribuiu a Santa Rosa de Lima.

Dela disse o Cardeal Ratzinger: “De certa forma, essa mulher é uma personificação da Igreja da América Latina: imersa em sofrimentos, desprovida de meios materiais e de um poder significativos, mas tomada pelo íntimo ardor causado pela proximidade de Jesus Cristo.” (Homilia no Santuário de Santa Rosa de Lima, Peru, em 19 de julho de 1986).

É considerada a padroeira da América Latina, do Peru, das Filipinas, dos jardineiros e das floristas. 


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Oração a Santa Rosa de Lima

Ó Santa Rosa, primeira flor de santidade do Novo Mundo, nós vos louvamos e bendizemos de todo o coração e com santa alegria.

Oh! Quando edificastes a Igreja de Deus, pela vossa pureza angelical, vossa paciência admirável e vosso ardente amor a Jesus no Santíssimo Sacramento.

Ó Santa Rosa, por Vossa preciosa virtude, com a piedosa intercessão, alcançai-nos a graça de guardar a virtude inestimável da Santa pureza do coração.

Daí-nos a graça de sofrer tudo por amor de Jesus e Maria, com paciência de termos sincera devoção e  ardente amor ao Sagrado Corpo e  Precioso Sangue de Jesus Cristo, na Santa Comunhão.

Rogai por nós, Santa Rosa, para que Jesus sempre esteja conosco na vida, na morte e por toda eternidade.

Amém.


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sábado, 22 de agosto de 2026

Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha 


Maria Santíssima é Rainha do céu e da terra não em sentido figurado ou simbólico, mas com toda propriedade e verdade, já que seu Filho é Senhor de todas as coisas.

Dentro da Oitava da Assunção da Virgem Maria, a Igreja celebra a memória de Nossa Senhora, Rainha do céu e da terra, como contemplamos no quinto mistério glorioso do Rosário, e o Evangelho proposto para essa celebração nos apresenta o episódio da Anunciação. S. Gabriel Arcanjo adentra o recinto em que Maria se encontra e, após saudá-la cheio de encanto, diz-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um filho […]. Ele será chamado Filho do Altíssimo.

Sabemos que na tradição dinástica oriunda da casa de Davi — ou seja, a partir de Salomão (cf. 1Rs 2, 19) —, o rei de Israel governava ao lado, não da esposa, mas da mãe, a quem se concedia um trono, além do título de “Rainha Mãe”. 

Daí que a Virgem Santíssima seja chamada com toda razão e verdade Rainha do céu e da terra, pois seu Filho, tem poder sobre todas as criaturas, do céu, da terra e dos abismos. 

Amada por Deus com especialíssima predileção, a Virgem mereceu, pela singular humildade com que transcorreram seus dias, ser proclamada bem-aventurada por todas as gerações e reconhecida como a “Mulher revestida do sol” vista por S. João, com “a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12, 1).


São antiqüíssimas, sempre rezadas e cantadas pelo povo cristão, as antífonas marianas que invocam Maria como Rainha do céu e da terra, dos anjos e das criaturas.

Durante o tempo pascal, a mais conhecida antífona que celebra a ressurreição de Jesus começa com estas palavras: “Rainha do céu, alegrai-vos, porque o Senhor ressuscitou como disse!”.

Uma das orações aprendidas ao lado da Ave-Maria, é a “Salve Rainha, Mãe de misericórdia”, que a Liturgia das Horas canta na Oração da Noite e a piedade popular com ela encerra a oração do Rosário.

Uma terceira antífona, também cantada na Oração da Noite, começa com estes versos: “Ave, Rainha do céu! Ave, dos anjos Senhora!”. 

Quantas vezes invocamos Maria como Rainha na Ladainha: Rainha dos Patriarcas e dos Profetas, Rainha dos Confessores, das Virgens e dos Mártires, Rainha dos Anjos e dos Santos!

Também as liturgias do Oriente celebram festivamente a realeza de Maria. A leitura no hino “Akátistos”: “Vou elevar um hino à Rainha e Mãe, de quem, ao celebrar, me aproximarei com alegria, para cantar com exultação as suas glórias... Ó Senhora, a nossa língua não te pode louvar dignamente, porque tu, que deste à luz a Cristo nosso Rei, foste exaltada acima dos Serafins… Salve, Rainha do mundo, salve, Maria, Senhora de todos nós!”.


Desde os primeiros séculos, a poesia cristã e a liturgia cantaram a dignidade régia da Mãe de Deus. Como a luz do dia vem do sol, a realeza de Maria vem de sua maternidade divina. 

 Para a piedade popular, há uma lógica: rei o filho, rainha a mãe. Por que  haveria de ser rainha aquela que o próprio Deus escolhera para ser a mãe do “Rei dos reis e senhor dos senhores” (Ap 19,16).

Com a proclamação do dogma da Assunção corporal de Maria ao céu, o título de Rainha e Senhora do universo, vem espontâneo aos teólogos, aos pregadores e aos papas. 

Para encerrar o Ano Santo de 1954, decretado pelo Papa Pio XII para celebrar o primeiro centenário do dogma da Imaculada Conceição, o Santo Padre escreveu a encíclica “Ad caeli Reginam” sobre a realeza de Maria e instituiu para toda a Igreja a festa de Nossa Senhora Rainha. 

Mais tarde, o Papa Paulo VI escreveria na excepcional Exortação Apostólica sobre o Culto à Virgem Maria: “A solenidade da Assunção tem um prolongamento festivo na celebração da Realeza da bem-aventurada Virgem Maria, que ocorre oito dias mais tarde, e na qual se contempla aquela que, sentada ao lado do Rei dos Séculos, resplandece como Rainha e intercede como Mãe”.

Na encíclica, o Papa Pio XII cita, logo no início, ao menos doze Santos Padres que se referem à soberania da Mãe de Deus sobre toda a criação, com diferentes expressões, mas todas querendo dizer a plenitude de glória e poder de Maria: Senhora, Senhora de todos os que habitam os céus e a terra, Senhora de todas as criaturas, Senhora coroada com um diadema de ouro, Rainha, Rainha do gênero humano, Rainha eterna junto ao Filho do Rei, Rainha do mundo, Rainha do universo, mais eminente que todos os reis.

Numa de suas bulas, o Papa Xisto IV chamou Maria de “Rainha sempre vigilante, a interceder junto do Rei, que ela gerou”. Lembra ainda o Papa Bento XIV, que afirmou que o Sumo Rei confiou a Maria, em certo modo, seu próprio império. Depois, o Papa lembra alguns Santos, conhecidos por sua teologia mariana. Por exemplo,  Santo Afonso de Ligório (1787), que escreveu no clássico livro sobre as Glórias de Maria: “Porque a Virgem Maria foi elevada até ser a Mãe do Rei dos Reis, com justa razão a distingue a Igreja com o título de Rainha”.

Escreveu Pio XII na mesma encíclica de 1954 que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também por ter sido associada, pela vontade de Deus, a Jesus Cristo na obra da salvação.

 Isenta de qualquer culpa pessoal ou hereditária, e sempre unida ao Filho, ela o ofereceu no Calvário ao Eterno Pai, sacrificando seu amor de mãe em benefício de toda a humanidade manchada pelo pecado. Por isso, assim como Jesus é Rei não só por ser o Filho de Deus, mas também por ser o nosso Redentor, assim pode-se afirmar que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também porque associou-se a Cristo na redenção do gênero humano. 

“Maria participa da dignidade real – ensina Pio XII – porque desta união com Cristo Rei deriva para ela tão esplendente sublimidade, que supera a excelência de todas as coisas criadas. Desta mesma união com Cristo nasce o poder real, pelo qual ela pode dispor dos tesouros do Reino do Redentor divino”. O Reino de Maria é vasto como o de seu Filho, porque nada se exclui de seu domínio.

Pio XII cita ainda uma belíssima passagem da bula “Ineffabilis Deus” da proclamação do dogma da Imaculada Conceição por Pio IX: “Deus fez a maravilha de a enriquecer, acima de todos os anjos e santos, de tal abundância de todas as graças celestiais hauridas dos tesouros da divindade, que ela – imune de toda a mancha do pecado  – apresenta tal plenitude de inocência e santidade, que não se pode conceber maior abaixo de Deus, nem ninguém a pode compreender plenamente senão Deus”.

Ao instituir a festa da realeza de Maria, Pio XII, em boa hora, chamou a atenção para um possível mal-entendido, que poderia também acontecer com o Reinado de Cristo. A realeza de Maria não deve ser considerada em analogia com as realidades da vida política moderna. O reino de Maria conhece uma só aspiração: o dom completo de si na sua mais alta e total generosidade”.

A festa da realeza de Maria a princípio era celebrada no dia 31 de maio, como conclusão do mês em muitos países dedicado a Maria, com suas belíssimas noites marianas e ladainhas cantadas onde introduziu-se o costume da coroação de Nossa Senhora. A reforma litúrgica introduzida pelo Concílio Vaticano II preferiu celebrar no dia 31 de maio o mistério da Visitação e passou a festa de Nossa Senhora Rainha para o dia 22 de agosto, dentro da oitava da solenidade da Assunção de Maria ao Céu.

No dia 22 de agosto lemos na Liturgia das Horas, um trecho de uma homilia de Santo Amadeu, do século XII. O texto escolhido termina assim: “Ao ser levada aos céus a Virgem das virgens por Deus e seu Filho, o Rei dos reis, no meio da exultação dos anjos, da alegria dos arcanjos e das aclamações de todo o céu, cumpriu-se a profecia do Salmista que diz ao Senhor: Está à tua direita a rainha recoberta de vestes de ouro” (Sl 45,10.15).

Na encíclica “Sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho” (1987), o Papa João Paulo lembra que em Maria realizou-se plenamente a verdade que ‘servir ao Rei é reinar’. Maria, serva do Senhor, tem parte no Reinado do Filho. “A glória de servir não cessa de ser a sua exaltação real: elevada ao céu, não suspende o serviço salvífico em que se exprime sua mediação materna”. 

De sorte que ser Rainha do céu e da terra não é apenas a posição mais alta conquistada por uma criatura humana, mas é também para a humanidade a garantia de uma intercessora generosa, de uma medianeira das graças divinas, de uma advogada segura, de uma dispensadora dos tesouros divinos. 

A realeza de Maria é essencialmente materna, exclusivamente benéfica.

Do Papa Pio XII a seguir trecho da oração que ele escreveu ao anunciar a festa litúrgica de Nossa Senhora Rainha: “Queremos exaltar a vossa realeza com legítimo orgulho de filhos e reconhecê-la como devida à suma excelência de todo o vosso ser, Ó suavíssima e verdadeira Mãe daquele que é Rei por direito próprio, por herança e por conquista. Reinai, Ó Mãe e Senhora, mostrando-nos o caminho da santidade, dirigindo-nos e assistindo-nos para que dele nunca nos afastemos. Reinai sobre as inteligências, para que não procurem senão a verdade; sobre as vontades para que sigam somente o bem; sobre os corações para que amem unicamente o que vós mesma amais".


Fonte: https://templariodemaria.com/santo-do-dia-22-de-agosto-nossa-senhora-rainha/


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe

Mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.

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Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha

22 de agosto


Nossa Senhora sempre foi reconhecida pela Igreja Católica como Rainha. É proclamada, pela Igreja, Rainha por doze vezes: Rainha dos anjos, dos patriarcas, dos profetas, dos apóstolos, dos confessores, das virgens, dos mártires, de todos os Santos, do Santíssimo Rosário, da paz, concebida sem pecado original e levada aos céus.

Ainda é proclamada Rainha da Misericórdia de Deus (ao filho Ele deixou a justiça e a ela concedeu a misericórdia), pois seu maior exemplo e trabalho é exercer a compaixão e alcançar o perdão de Deus para os homens. Também é considerada pela igreja católica como Rainha do Céu e da Terra por ter a função de repartir os tesouros da misericórdia que Deus lhe concedeu.


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe, mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X

 

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X


São Pio X é um Papa recordado por suas demonstrações de humildade e caridade com os mais necessitados, seu firme desejo por manter sã a doutrina da Igreja ante o erro do modernismo e por aplicar importantes reformas. “A doutrina católica nos ensina que o primeiro dever da caridade não está na tolerância das convicções errôneas, por mais sinceras que sejam, nem da indiferença teórica e prática pelo erro ou o vício, em que vemos mergulhados nossos irmãos, mas no zelo pela sua restauração intelectual e moral, não menos que por seu bem-estar material”, escreveu São Pio X em sua encíclica Notre Charge Apostolique. 


1. Alguns milagres ocorreram por sua intercessão durante sua vida

Em uma audiência, o Papa Pio X segurou um rapaz paralisado. O jovem se soltou dos braços do Pontífice e começou a correr alegre pela sala, por ter sido curado. Em outra ocasião, havia um casal  lhe escreveu uma carta pedindo sua ajuda para curar seu filho. O Pontífice lhes escreveu dizendo que esperassem, jejuassem e rezassem. Dois dias depois, a criança estava curada. Também uma religiosa que sofria de tuberculose avançada lhe pediu por sua saúde. A resposta do Papa foi “sim”, enquanto colocava suas mãos sobre a cabeça da religiosa. Naquela mesma tarde, o médico determinou que ela estava completamente curada.


2. É conhecido como o “Papa da Eucaristia”

Bento XVI recordou que São Pio X dizia que o “verdadeiro espírito cristão tem a sua fonte primária e indispensável na participação concreta nos mistérios sacrossantos e na oração pública e solene da Igreja”. “Por isso, recomendava a aproximação frequente dos Sacramentos, favorecendo a recepção diária da Sagrada Comunhão, bem preparados, e antecipando oportunamente a Primeira Comunhão das crianças ‘quando começam a raciocinar’”, acrescentou. Naquele tempo, os fiéis comungavam raramente. A comunhão diária era considerada como algo extraordinário e indevido.


3. Pela primeira vez abriu o refeitório papal às visitas

No século XIX foi um escândalo que o Papa Pio X deixasse de jantar sozinho e convidasse amigos e conhecidos para comer com ele. Embora tenhamos visto essa atitude no Papa Francisco, foi Pio X quem rompeu a tradição de que os Pontífices comessem sozinhos. Muitos anos antes, quando patriarca de Veneza, dispensou grande parte de seus empregados e não permitia que ninguém, exceto suas irmãs, preparasse sua comida.


4. Redigiu um catecismo para a Itália

“Outro ramo importante foi o da formação doutrinal do Povo de Deus. Desde os anos em que era pároco, tinha redigido pessoalmente um catecismo e, durante o Episcopado em Mântua, trabalhara a fim de que se chegasse a um catecismo único, se não universal, pelo menos italiano”, comentou Bento XVI em 2010. Como autêntico pastor, o Papa Pio X tinha compreendido que a situação da época, entre outras coisas pelo fenômeno da emigração, “tornava necessário um catecismo ao qual cada fiel pudesse fazer referência, independentemente do lugar e das circunstâncias de vida”. “Como pontífice, preparou um texto de doutrina cristã para a Diocese de Roma, depois se difundiu em toda a Itália e no mundo. Este Catecismo, chamado ‘de Pio X’ foi para muitas pessoas uma guia segura na aprendizagem das verdades relativas à fé pela sua linguagem simples, clara e específica, e pela eficácia da sua exposição”, acrescentou.


5. Ele era italiano, mas seus pais eram poloneses

O Papa Pio X nasceu em 2 de junho de 1835, em Riese (Itália), de pais que emigraram para a Itália depois da ocupação da Prússia, onde receberam asilo político. Seu pai, originário de Wielkopolska (Polônia), se chamava Jan Krawiec, um alfaiate que teve que mudar seu nome para Giovanni Battista Sarto. O sobrenome Sarto significa sastre (alfaiate) na Itália, por isso, Giuseppe escolheu este nome porque representava sua profissão. Anos mais tarde, sua esposa e ele deram à luz Giuseppe Melchiorre Sarto, o Papa São Pio X que abriu o Vaticano aos refugiados e sem-teto e que como o Papa Francisco no século XXI,  criou um espaço para que pessoas necessitadas se refugiassem no Vaticano. Tal ação ocorreu depois do terremoto ocorrido em 28 de dezembro de 1908, que afetou a cidade de Messina, e o Papa permitiu que se abrisse a casa de Santa Marta (junto à Basílica de São Pedro) para os refugiados e pessoas sem lar.


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São Pio X

 São Pio X

21 de agosto 


Seu nome era Giuseppe Sarto e nasceu em Riese, povoado de Veneza, Itália, em 1835. Ainda menino sofreu a perda de seu pai e quis deixar os estudos para ajudar sua mãe. Ela, porém, o impediu. Então, continuou estudando no seminário graças a uma bolsa.

Após ser ordenado, foi nomeado vigário, pároco, cônego, Bispo de Mantua e Cardeal de Veneza, estando nove anos em cada cargo. Brincando, dizia que só lhe faltavam nove anos de Papa. 

Em 1903, quando o Papa Leão XIII morreu, os Cardeais se reuniram no Conclave e tinham como favorito o Cardeal Rampolla de Tíndaro que declinou ante o veto formal do imperador Francisco José, da Áustria. Foi assim que a balança se inclinou para Sarto, que foi eleito papa escolhendo o nome de Pio X e governou por 11 anos.

Um de seus primeiros atos como Pontífice foi recorrer à constituição “Commissum nobis”, a fim de terminar com o suposto direito de qualquer poder civil para interferir em uma eleição papal.

Redigiu e aprovou decretos sobre o Sacramento da Eucaristia, nos quais recomendava e elogiava a comunhão diária, com a possibilidade de que as crianças se aproximassem para recebê-la a partir do momento que entendessem quem está na Santa Hóstia Consagrada. Isto foi o suficiente para que passasse a ser chamado o “Papa da Eucaristia”.

Sempre defendeu os fracos e oprimidos como fez ao denunciar os maus entendimentos aos quais eram submetidos os indígenas nas plantações de borracha do Peru. Visitava cada domingo os pátios, esquinas ou praças do Vaticano para pregar e explicar o Evangelho do dia.

Seu pontificado foi excepcionalmente fecundo pela organização interna da Igreja. Promoveu a renovação litúrgica, derrubou as barreiras seculares que separavam a Cúria da prática pastoral, codificou o direito canônico e favoreceu a instrução religiosa com o catecismo.

Dotado de equilíbrio e discrição, de prudência e força, sorridente e perspicaz trocava uma palavra com todos sem regras protocolares.

Gostava de se definir como um pobre vigário da roça. 

Durante uma audiência pública, um participante lhe mostrou seu braço paralisado e lhe pediu que o curasse. O Papa se aproximou sorridente, tocou o braço e disse: “Sim, sim”. E o homem ficou curado. Entretanto, sempre foi modesto e singelo. Quando alguém o chamava de “padre santo”, ele corrigia sorrindo: “Não se diz santo, mas Sarto”, em alusão ao seu sobrenome de família.

Depois de tê-la profetizado, em 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial. “Esta será a última aflição que me manda o Senhor. Com gosto daria minha vida para salvar meus pobres filhos desta terrível calamidade”, disse. Poucos dias depois morreu em 20 de agosto.

Pobre entre os pobres era conhecido como o papa da amabilidade.

“Nasci pobre, vivi na pobreza e quero morrer pobre”, deixou escrito em seu testamento.

Foi canonizado em 1954 pelo Papa Pio XII e foi o primeiro Papa a ser elevado os altares depois de Pio V em 1672.

São Pio X é o padroeiro dos peregrinos enfermos e dos catequistas.


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Oração a São Pio X 

(Composta pelo papa Pio XII)


Ó Santo Pontífice, fiel servo do Senhor e humilde discípulo do divino Mestre.

 Na dor e na alegria, nos trabalhos e nas solicitudes, experimentado pastor do rebanho de Cristo, volvei o vosso olhar sobre nós.

 Árduos são os tempos em que vivemos e duras as fadigas que de nós exigem. 

A Santa Igreja, Esposa de Cristo, confiada aos vossos cuidados, está de novo em angústias terríveis e os vossos filhos se vêem ameaçados por inúmeros perigos na alma e no corpo. 

 O espírito do mundo, qual leão enfurecido, rodeia-nos buscando a quem devorar. Não são poucos os que caem nas suas garras. Têm olhos e não vêem. Têm ouvidos e não ouvem. Fecham os olhos à luz da eterna verdade, preferindo dar ouvidos às vozes que insinuam mensagens enganadoras. 

 Vós que fostes na terra grande animador e guia do povo de Deus, sede auxílio e intercessor nosso e de todos os que se professam seguidores de Cristo. 

 Vós, cujo coração se rompeu quando o mundo se precipitou em sanguinolenta luta, socorrei a humanidade, a cristandade, exposta presentemente a semelhantes abalos. 

 Obtende-nos da misericórdia divina o dom da paz duradoura e, como aproximação, o retorno dos espíritos àquele sentido de fraternidade, que somente pode dar aos homens e as nações a justiça e a concórdia desejadas por Deus. 

Assim seja.


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