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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

terça-feira, 2 de junho de 2026

Santos Marcelino e Pedro

 Santos Marcelino e Pedro

02 de junho


Infinitas vezes na história confirmou-se o ditado: “O homem põe e Deus dispõe”, querendo significar que frequentemente Deus dispõe ao contrário do que o homem propôs. 

Foi o que aconteceu com os santos Marcelino e Pedro. Como que pressagiando a sua missão de transmitir a memória de inumeráveis mártires, São Dâmaso recolheu ainda menino a narração do carrasco dos santos Marcelino e Pedro. O algoz referiu que havia feito a decapitação dos dois no centro de um bosque justamente para não ficar nenhuma lembrança: ambos tiveram de cavar com as próprias mãos a superfície que ia banhar-se de sangue.

Os últimos três versos dos nove de que é constituído o canto 23 do papa Dâmaso, informam que os corpos desses mártires ficaram escondidos  numa límpida gruta, até que, impulsionada pela devoção, Lucila, piedosa matrona, deu-lhes digna sepultura. O martírio dera-se na terceira milha da antiga via Labicana, a hodierna Casilina. Constantino aí edificou uma igreja. Tendo sido violada pelos godos, o papa Virgílio a fez restaurar e introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no próprio cânon da Missa, assegurando-lhes assim a lembrança e a devoção da parte dos fiéis.

Onde a moderna via Labicana cruza com a via Merulana (a rua que vai de São João de Latrão a Santa Maria Maior) emerge desde 1751 a basílica dos Santos Marcelino e Pedro, edificada sobre alicerces que parecem remontar à segunda metade do século IV.

As grandes testemunhas de fé cristã são os mártires, homens e mulheres que não temeram derramar seu sangue em favor da fidelidade ao Cristo e a Igreja. 

A vida de São Pedro exorcista e São Marcelino nos inspiram a ter gestos e palavras de conforto aos sofredores e, sobretudo, dedicar nossas vidas para proclamar a Palavra santificadora do Evangelho.


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Oração aos Santos Pedro e Marcelino 

Ó Deus todo-poderoso, dá-me a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, crer em Ti, abandonar-me a Ti, confiar em Ti. 

Que a Tua vontade seja feita em mim e em todas as tuas criaturas. 

Livra-me de todo mal e dá-me um espírito de revelação para que realmente possa conhecer e amar teu Filho Jesus, o Salvador. 

Amém!

São Marcelino e São Pedro, rogai por nós!


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segunda-feira, 1 de junho de 2026

A descrição da Missa feita por São Justino

A famosa descrição da Missa feita por São Justino Mártir encontra-se em sua Primeira Apologia (escrita por volta do ano 155). 

Este é um dos relatos mais antigos e preciosos da Igreja, revelando que a estrutura básica da celebração já estava consolidada no século II.

O relato detalha os passos da Missa da seguinte forma:

Liturgia da Palavra: Os cristãos se reuniam no "dia do Sol" (domingo). Lia-se a "memória dos apóstolos" (os Evangelhos) ou os escritos dos profetas, seguido por uma exortação e instrução do presidente da assembleia.

Oração dos Fiéis: Após as leituras, todos se levantavam e elevavam orações em voz alta por si mesmos e por todos os homens.

O Ósculo da Paz: Terminadas as orações, os presentes davam-se o abraço (ou beijo) da paz.

Apresentação das Ofertas: Levavam ao que presidia pão e um cálice contendo água e vinho.

Oração Eucarística: O presidente elevava louvores e glórias ao Pai, através do Filho e do Espírito Santo, pronunciando uma longa ação de graças. Ao final, todo o povo respondia aclamando: "Amém".

A Comunhão: Os diáconos distribuíam o pão e o vinho consagrados ("eucaristizados") aos presentes e os levavam aos ausentes. 

Na mesma carta, São Justino enfatiza fortemente a fé da Igreja Primitiva na presença real de Jesus, explicando que o pão e o vinho consagrados não são considerados alimento ou bebida comum, mas a própria Carne e o Sangue de Jesus encarnado. 

Você pode conferir a contextualização completa e o testemunho deste importante documento histórico da Igreja conferindo o Catecismo da Igreja Católica (Parágrafos 1344-1345).

São Justino afirma que Jesus Cristo é a encarnação de todo o Logos Divino e, portanto, verdade fundamental, O propósito da vinda de Cristo ao mundo foi ensinar às pessoas a verdade e salvá-las do poder dos demônios. Na terceira parte da Primeira Apologia , Justino descreve vividamente o método dos primeiros cristãos de celebrar a Eucaristia e administrar o batismo .

A descrição concreta que Justino faz das celebrações sacramentais do batismo e da Eucaristia permanece uma fonte principal para a história da Igreja Primitiva. Justino serve, além disso, como um testemunho crucial do status da igreja no século II. Corpus do Novo Testamento, mencionando os três primeiros Evangelhos e citando e parafraseando as cartas de Paulo e 1 Pedro; ele foi o primeiro escritor conhecido a citar os Atos dos Apóstolos.


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São Justino e a Origem da Missa

São Justino e a Origem da Missa 

A Santa Missa é, antes de mais nada, a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, o grande evento Pascal. A Missa está ligada a Última Ceia, porém Jesus estava ali celebrando a Páscoa judaica. Desde cedo os cristãos foram organizando a sua celebração da Eucaristia juntando essas duas realidades.

Nessa descrição datada da primeira metade do século segundo, se delineia os principais elementos da Santa Missa tal com a conhecemos hoje. Percebe-se já naquele tempo a primazia do Domingo sobre o Sábado como o dia mais solene para a Santa Missa, devido a Ressurreição de Cristo.  Esse texto de São Justino (†165), no qual se percebe o fervor eucarístico da Igreja nascente assim como o desejo de explicar os mistérios da Santa Missa.


Partes da Missa

A Missa é celebrada em duas partes: Celebração da Palavra e Celebração da Eucarística.

A primeira parte é mais missionária. A Celebração da Palavra é um pouco para todo mundo. Desde os primeiros cristãos, essa parte era mais aberta. Todo mundo participava da Celebração da Palavra, quando o padre terminava a homilia, um diácono surgia dizendo “Fora aos catecúmenos” (catecúmeno vem do latim - catechumenu e do grego - katechoúmenos - que é aquele que se prepara e se instrui para receber o batismo). Da expressão dita pelo diácono ao final da Celebração da Palavra ite, missa est - do latim, vocês estão dispensados, surgiu o nome Missa, para todas as celebrações cristãs.

Terminada a primeira parte da Missa, ficava apenas a comunidade dos fiéis para celebrar a segunda parte, que é a Liturgia Eucarística. Ou seja, a segunda parte da Missa é reservada apenas aos que realmente tenham fé e saibam o que está sendo celebrado, a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.


Como surgiu a tradição das partes da Missa?

A Páscoa judaica era celebrada fazendo a leitura das Sagradas Escrituras, em Lc 4, 16-19 Jesus participa de uma dessas celebrações na Sinagoga lendo uma passagem do livro de Isaías (Is 61, 1-2) e logo em seguida a explica. Dessa celebração judaica que vem toda a Liturgia da Palavra, que é toda a primeira parte da Santa Missa.

Logo em seguida, vem a Celebração Eucarística propriamente dita, o Sacrifício Eucarístico. É a refeição de Jesus Cristo com seus discípulos, porém, num conjunto maior, num conjunto de oração, de um sacrifício de louvor. Eucaristia, do grego Eucharístia quer dizer isso, ação de graças.

Desde o início os cristãos foram formando os seus textos de oração eucarística - não existia o Missal como hoje em dia -, mas as pessoas tinham um esquema mental de como rezar e isso nós herdamos, de certa forma, do povo judeu. A Liturgia Eucarística está totalmente montada na tradição judaica.



Tradição Litúrgica

A tradição litúrgica vem desde o ano de 155, quando São Justino escreve uma carta ao imperador romano Antonino Pio (138-161) descrevendo como é a Missa. 

Nessa descrição, São Justino descreve que os cristãos se reúnem no dia primeiro dia da semana, o domingo, pois foi o dia da Ressurreição de Cristo (Mc 16,2). A palavra domingo vem do latim Dominicus, dia do Senhor (antes era chamado de dia do Sol, por causa dos deuses pagãos). 

Segue a transcrição da carta de São Justino:

“No dia ‘do Sol’, como é chamado, reúnem-se num mesmo lugar os habitantes, quer das cidades, quer dos campos.

Leem-se, na medida em que o tempo o permite, ora os comentários dos Apóstolos, ora os escritos dos Profetas.

Depois, quando o leitor terminou, o que preside toma a palavra para aconselhar e exortar à imitação de tão sublimes ensinamentos.

A seguir, pomo-nos todos de pé e elevamos nossas preces por nós mesmos (...) e por todos os outros, onde quer que estejam, a fim de sermos de fato justos por nossa vida e por nossas ações, e fiéis de sermos de fato justos por nossa vida e por nossas ações, e fiéis aos mandamentos, para assim obtermos a salvação eterna.

Quando as orações terminaram, saudamo-nos uns aos outros com um ósculo de paz. 

Em seguida, leva-se àquele que preside pão e um cálice de água e de vinho misturados e ele tomando-os dá louvores e glória ao Pai do universo pelo nome de seu Filho e pelo Espírito Santo, e pronuncia uma ação de graças em razão dos dons que dele nos vêm.

 Quando o presidente termina as orações e a ação de graças, o povo presente aclama dizendo: Amém…

 Uma vez dadas as graças e feita a aclamação pelo povo, os que entre nós se chamam diáconos oferecem a cada um dos assistentes parte do pão, do vinho e da água "eucaristizados" sobre os quais se disse a ação de graças, e levam-na também aos ausentes. 

Este alimento se chama entre nós Eucaristia, não sendo lícito participar dele senão ao que crê ser verdadeiro o que foi ensinado por nós e já se tiver lavado no banho [batismo] da remissão dos pecados e da regeneração, professando o que Cristo nos ensinou. Porque não tomamos estas coisas como pão e bebida comuns, mas da mesma forma que Jesus Cristo, nosso Senhor, se fez carne e sangue por nossa salvação, assim também se nos ensinou que por virtude da oração do Verbo, o alimento sobre o qual foi dita a ação de graças – alimento de que, por transformação, se nutrem nosso sangue e nossas carnes – é a carne e o sangue daquele mesmo Jesus encarnado. E foi assim que os Apóstolos, nas memórias por eles escritas, chamadas Evangelhos, nos transmitiram ter-lhe sido ordenado fazer, quando Jesus, tomando o pão e dando graças, disse: “Fazei isto em memória de mim, isto é o meu corpo”. E igualmente, tomando o cálice e dando graças, disse: “Este é o meu sangue”, o qual somente a eles deu a participar…

Terminadas as orações e as ações de graças, todo o povo presente manifesta-se numa aclamação dizendo: Amém.

Erguemo-nos, então, e elevamos em conjunto as nossas preces. O presidente também, na medida de sua capacidade, faz elevar a Deus suas preces e ações de graças, respondendo todo o povo “Amém”. 

Os que têm, e querem, dão o que lhes parece, conforme sua livre determinação, sendo a coleta entregue ao presidente, que assim auxilia os órfãos e viúvas, os enfermos, os pobres, os encarcerados, os forasteiros, constituíndo´se, numa palavra, o provedor de quantos se acham em necessidade.”


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Nota-se na carta de São Justino toda a estrutura da Santa Missa, estando presente a leitura das escrituras, a homilia, a oração eucarística e a distribuição da Sagrada Comunhão. 

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As festas juninas e a fé católica

 

As festas juninas e a fé católica


A sementinha do que hoje é a Capelinha Virtual Blogspot teve início com homenagens aos santos juninos Santo Antônio, São João Batista e São Pedro.

O mês de junho é marcado, em todo o Brasil, por festas que misturam alegria popular, comidas típicas, danças e tradições religiosas — muitas delas centradas na figura dos santos juninos. 

Conhecidas como “festas juninas”, essas celebrações têm origens profundamente enraizadas na fé católica, tendo como ponto alto as comemorações litúrgicas de três grandes santos: Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. 

Mais do que festas folclóricas, elas têm um significado espiritual que merece ser redescoberto.


Por que junho é um mês tão festivo?

Junho coincide com o início da colheita em muitas regiões do Brasil e que historicamente motivou festas de agradecimento. Ao longo do tempo, essas celebrações cristianizadas ganharam um caráter litúrgico e espiritual com a inclusão dos santos do mês. Assim, a colheita dos frutos se uniu à colheita espiritual das virtudes desses grandes homens de Deus.


Como a Igreja vê as festas juninas?

A Igreja reconhece na fé popular um importante instrumento de evangelização. O Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia. afirma que essas manifestações “podem favorecer uma verdadeira experiência de Deus”. Por isso, as festas juninas são valorizadas quando conservam seu núcleo religioso, prestando culto aos santos e promovendo a vivência cristã.


Festa junina, uma festa católica.

Conheça os três santos juninos

1) Santo Antônio: martelo dos hereges e amigo dos pobres

Santo Antônio de Lisboa, também conhecido como Santo Antônio de Pádua, foi um frade franciscano do século XIII, notável por sua sabedoria teológica e capacidade de pregação. 

Recebeu o título de “Doutor Evangélico” e ficou conhecido como o “martelo dos hereges”, tamanha era sua habilidade em defender a fé católica com caridade e firmeza.

Ao mesmo tempo, Santo Antônio era conhecido por sua ternura com os pobres, sua simplicidade de vida e amor à Palavra de Deus. A tradição popular o associa às causas matrimoniais, sendo chamado de “santo casamenteiro”, mas essa ligação surgiu muito tempo depois de sua morte, como expressão do carinho do povo e dos muitos testemunhos de intercessão recebidos por seu intermédio.

Entre as devoções populares ligadas a Santo Antônio, destacam-se a tradicional Trezena de Santo Antônio, rezada nos treze dias que antecedem sua festa (13 de junho), e o costume do pão de Santo Antônio, símbolo de sua caridade para com os pobres. Muitos fiéis guardam esse pão em casa, pedindo sua intercessão para nunca faltar o alimento. Em algumas paróquias, o pão é abençoado e distribuído durante a missa, e há quem o carregue na carteira ou o coloque na despensa como sinal de proteção e providência.

Mais sobre a vida de Santo Antônio de Pádua clicando AQUI



2) São João Batista: o Precursor do Cordeiro

São João Batista é o único santo, fora a Virgem Maria, cujo nascimento é celebrado liturgicamente pela Igreja.

Seu nascimento, em 24 de junho, é motivo de grande festa, pois ele foi o enviado por Deus para preparar o caminho do Messias. Como precursor de Cristo, sua vida foi marcada por austeridade, verdade e humildade.

A tradicional fogueira de São João remete a uma tradição oral cristã, segundo a qual Santa Isabel teria acendido uma fogueira para avisar a Virgem Maria sobre o nascimento de seu filho. As danças, os fogos e a alegria dessa festa expressam o regozijo pela proximidade do Salvador, anunciado por João. Em algumas regiões, as quadrilhas típicas, embora de origem secular, podem ser vividas com espírito comunitário e cristão, como expressão de alegria e fraternidade.

Confira AQUI mais sobre a história de São João Batista.



3) São Pedro: a rocha da Igreja

Simão Pedro foi escolhido por Cristo para ser o Apóstolo Chefe da Igreja.  Sua solenidade é celebrada em 29 de junho, junto com São Paulo, como testemunho do nascimento da Igreja Apostólica.

A devoção popular a São Pedro é intensa, especialmente entre os pescadores, pois ele era pescador de profissão antes de ser chamado por Jesus. Em muitas regiões do Brasil, há procissões marítimas, bênção das chaves e celebrações litúrgicas que recordam o papel confiado por Cristo a Pedro como guardião da fé e pedra visível da unidade da Igreja.

Quer conhecer mais sobre a vida de São Pedro? Clique AQUI.



O que aprendemos com os santos juninos?

Cada um desses santos nos ensina a viver com mais profundidade nossa fé:


Santo Antônio nos inspira a buscar a verdade com caridade e a viver a generosidade para com os necessitados. Sua vida nos convida à simplicidade, à proximidade com os pobres e à valorização da Palavra de Deus como alimento para a alma.

São João Batista nos recorda a importância do testemunho autêntico, da penitência e da coragem em anunciar a verdade mesmo em tempos adversos. Seu estilo de vida austero e sua humildade em apontar o Cristo como o verdadeiro Salvador nos ensina que a santidade passa por nos esvaziarmos de nós mesmos para dar lugar à presença de Deus em nossas vidas.

São Pedro nos encoraja à confiança na misericórdia de Deus e à fidelidade ao chamado, mesmo após as quedas. Ele nos mostra que a fraqueza humana, quando acolhida com arrependimento sincero, pode se tornar rocha firme nas mãos do Senhor.


Como celebrar com fé e alegria

As festas juninas podem ser ocasião de crescimento espiritual se forem vividas com sentido católico. Algumas sugestões práticas:

Rezar a Trezena de Santo Antônio.

Participar das missas e novenas em honra aos santos juninos.

Acender a fogueira de São João com orações em família.

Receber o pão de Santo Antônio, pedindo a intercessão do santo pela providência.

Conversar sobre a vida dos santos juninos.

Evitar excessos nas festas, cultivando a alegria equilibrada e o verdadeiro espírito comunitário.

Celebrar junho com fé é deixar que a tradição cristã ilumine nossas alegrias, fortalecendo os laços familiares, a caridade fraterna e a confiança na intercessão dos santos.


Aqui na Capelinha Virtual Blogspot vamos celebrar esse mês junino com muita fé, amor, felicidade, caridade e empatia juntinho com vocês que estão sempre por aqui e já são de 🏡 casa 😁. 

Sejam sempre todos MUITO bem-vindos 😚.

Que  Deus abençoe a todos grandemente! ❤️🙏


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São Justino

 

São Justino

1º de junho


Justino nasceu na Samaria no início do século II por volta do ano 100. Seus pais eram pagãos, de origem grega, e lhe deram uma excelente educação em filosofia, literatura e história.

Pertence a categoria dos pensadores que em cada período da história da Igreja prova e justifica a fé cristã. Um filósofo cristão e um cristão filósofo como foi acertadamente definido o itinerário de sua conversão a Cristo passa pela experiência estóica, pitagórica, aristotélica e neoplatônica, daí o desenlace inevitável e a adesão ao cristianismo.

Ele mesmo disse que insatisfeito pelas respostas dadas pelas filosofias várias, retirou-se para o deserto para meditar e que um senhor, a quem tinha confidenciado sua desilusão, respondeu-lhe que nenhuma filosofia poderia satisfazer seu espírito humano, porque a razão sozinha é incapaz de garantir a posse plena da verdade sem o auxílio de Deus.

Justino se dedicou a ler as Sagradas Escrituras e encontrou maravilhosos ensinamentos que antes não tinha conseguido em nenhum outro livro. Tinha cerca de 30 anos quando se converteu ao Cristianismo e tornou-se seu propagador.

Para proclamar ao mundo sua descoberta escreveu  suas duas Apologias com as quais aprendemos como era o Cristianismo na época e como eram celebrados os ritos litúrgicos, a administração do batismo e a celebração da eucaristia e outras oito obras, a mais famosa delas o célebre “Diálogo com Trifão”.

Chama-se apologista quem escreve em defesa de algo. E Justino escreveu várias apologias ou defesas do cristianismo que depois ensinou na Ásia Menor e Roma.

Fundou uma escola em Roma, onde ensinava gratuitamente aos alunos a nova religião, considerada como a verdadeira filosofia e arte de viver de forma correta.

Foi denunciado e condenado por não ter negado a sua fé. Morreu decapitado em 165, durante a perseguição do imperador romano Marco Aurélio.

São Justino foi um filósofo leigo e mártir considerado “o mais importante dos padres apologistas do segundo século”, segundo o Papa Emérito Bento XVI.

É considerado padroeiro dos filósofos.


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Oração a São Justino 


Ó Deus, que destes a São Justino, vosso mártir, a graça de encontrar, na loucura da cruz, a sabedoria incomparável de Jesus Cristo, concedei-nos, por sua intercessão, que, rejeitando os erros que nos rodeiam, mantenhamos sempre a firmeza da fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Amém.


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domingo, 31 de maio de 2026

Oração a Santíssima Trindade

 

Oração a Santíssima Trindade 

 São Justino 


Adoro-vos, Eterno Divino Pai, em cada alma em que o Vosso Espírito fez o seu templo e o Vosso Filho o seu trono e altar e vós, ó Pai, fizestes a Vossa morada e o Vosso céu.

Creio e adoro a vossa benevolência infinita com que vos dignais nos enviar o Vosso Filho e com o Filho nos enviais o Vosso Espírito, e Vós mesmo vindes habitar na alma em graça.

Ó adorável Trindade, dignai-vos suscitar numerosos apóstolos e evangelistas da vossa graça, deste mistério supremo que é a vossa divina inabitação nas almas em graça, das divinas missões invisíveis do Verbo e do Espírito em cada novo grau de graça e com esses da vossas renovadas vindas e moradas, ó Pai, com novos e mais altos efeitos de graça.

Ó adorável Trindade, que todo o mundo seja repleto de vossas casas de oração, que todo o mundo seja o grande templo da vossa religião revelada, mas que sobretudo cada alma seja o Vosso santuário santíssimo, consagrado pelo Sangue de Jesus, santificado pelo fogo do Espírito Santo e habitado perpetuamente por Vós, ó Trindade.

Ó meu Deus e meu tudo! Ó Pai, Filho e Espírito Santo! A Vossa vontade se cumpra, o Vosso amor triunfe, a Vossa gloria resplandeça em mim e em todos, sempre mais como em Vós mesmo, ó meu Deus e meu tudo!

Amém.


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Oração a Santíssima Trindade

 

Oração a Santíssima Trindade 


Esta é uma poderosa invocação católica de proteção e libertação. 

Ela pede a intervenção do Pai, do Filho e do Espírito Santo para quebrar barreiras, afastar o mal e neutralizar qualquer intenção negativa.


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Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos.

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos adoro, louvo e consagro todo o meu ser a Vós.

 Rogo agora pela Vossa Força Divina e Milagrosa para que quebreis e afasteis do meu caminho todos aqueles que me desejam o mal, as ciladas, os invejosos e os inimigos visíveis e invisíveis.

Senhor Jesus Cristo, que com Vosso Preciosíssimo sangue derramado na cruz vencestes o mundo e o pecado, protegei-me contra todas as setas do adversário. 

Que nenhum mal me toque, que nenhuma maldição me alcance e que todos os laços e armadilhas armados contra mim sejam desfeitos pelo Vosso Poder.

Eterno Pai, enviai Vossos anjos para caminharem à minha frente e guardarem os meus passos.

Divino Espírito Santo, iluminai minha mente, meus caminhos e minhas decisões, para que eu ande sempre em paz e protegido(a) sob a Vossa graça.

Amém.


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