sexta-feira, 14 de outubro de 2016

São Calisto I-



São Calisto I
14 de outubro


Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem a Roma são as catacumbas.
Particularmente célebres e freqüentadas são as de São Calisto, definidas pelo papa João XXIII como “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”.
Numa área de 120.000 metros quadrados, com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existiam não menos que 20 quilômetros de corredores.
Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização,primeiro como diácono do papa Zeferino e depois como papa.
Mas além das dimensões este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que aí foram sepultados. Particularmente célebres são a cripta de santa Cecília e a dos papas Ponciano, Antero e Fabiano. Pode parecer estranho, por isso, que falte aí aquele que a construiu, Calisto. O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na Basílica de Santa Maria In Trastevere, que foi construída por determinação do papa Júlio, na metade do século IV, intitulada também de São Calisto.
No Trastevere, nasceu Calisto, na segunda metade do século II. Lá teve de fazer girar uma roda de moinho para compensar o patrão e a comunidade por dano sofrido. Outra dura condenação, a flagelação e a deportação. Resgatado pela comunidade cristã, colaborou com o papa Vitor e om Zeferino, até que sucedeu a este no ano 217.
A sua eleição provocou o cisma de Hipólito, que reprovava a sua origem servil e sobretudo a sua demasiada condescendência para com os pecadores.
Morreu mártir por ocasião de uma revolta popular.


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