Sábado Santo
Sábado de Aleluia
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo e o último dia da Semana Santa.
Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia
Os católicos praticam jejum com abstinência de carne e consumo limitado de peixe. Em alguns lugares, a manhã do Sábado de Aleluia é dedicada à "Celebração das Dores de Maria", onde se recorda a "hora da Mãe", sem missa.
No Sábado Santo, é celebrada a Vigília Pascal depois do anoitecer, dando início à Páscoa.
O Sábado remonta à Criação, passa pelo Êxodo e vai até ao fim do Apocalipse.
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A liturgia da Solene Vigília Pascal possui quatro partes essenciais, devendo sempre ser celebrada na noite de sábado para o Domingo da Ressurreição. Este é o motivo de ser chamado de Vigília Pascal pois, como Igreja, permanecemos em Vigília, aguardando a feliz ressurreição de Cristo, no terceiro dia.
Nesta noite há a benção do fogo novo e o acendimento do Círio Pascal; Proclamação da Páscoa do Senhor, que é um hino antiquíssimo, o Exultet; a Liturgia da Palavra, com a narração de toda história da salvação em sete leituras e salmos, junto à Epístola e Evangelho; o Glória e o Aleluia, solenemente entoados; a liturgia batismal, fazendo com que nos associemos à morte e ressurreição de Cristo pelo Batismo; e, enfim, a solene celebração do Santo Sacrifício da Missa.
A benção do fogo e o Círio Pascal
A liturgia da Vigília Pascal inicia-se fora da Igreja, às escuras, indicando as trevas em que o mudo fica na ausência de Cristo. A única luz que brilha é a de uma fogueira, que será abençoada nesta noite santa. A benção da luz, ou lucernário, indica o Cristo Ressuscitado, que ilumina as trevas.
Após a benção do fogo, o sacerdote abençoa o Círio Pascal, que é uma vela gigante, feita de cera de abelha. Essa vela representa o próprio Cristo, e permanecerá na Igreja nos 50 dias do Tempo Pascal, sendo usada nas celebrações sacramentais como batismo e crisma. É com essa luz que entramos na Igreja, acendendo nossas velas, e iluminando a noite com a luz do Cristo ressuscitado.
O Círio é marcado com alguns símbolos: primeiramente, o sinal da Cruz, símbolo da vitória sobre o pecado e a morte; o alfa e ômega, representam o Cristo como princípio e fim da criação; o ano civil em vigor é inscrito também, indicando que a Cristo pertence o tempo e a eternidade. Além disso, são cravados 5 cravos de incenso no círio, sinais das chagas de Cristo.
O Círio vai à frente, iluminando as trevas, como a coluna luminosa do Antigo Testamento, que abre os caminhos rumo à Terra Prometida.
Oitava de Páscoa
A Páscoa do Senhor Jesus é de tamanha magnitude que não se celebra somente em um dia. A oitava da Páscoa são os primeiros oito dias do Tempo Pascal em que se celebra, verdadeiramente, a cada dia, a Páscoa do Senhor como um único dia.
A alegria da ressurreição é tamanha que a Igreja não se contém e se rejubila vários dias consecutivos, celebrando de forma solene, a ressurreição de Cristo.
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