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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

São Brás-

                                                                                 



São Brás
03 de Fevereiro


Nasceu em Sabaste, na Armênia, no final do século III. Originário de família rica recebeu uma educação cristã, vindo a se tornar bispo de Sabaste ainda bem jovem. Era médico e aproveitava sua profissão para ajudar, tanto os ricos como os pobres, a qualquer hora do dia ou da noite. A ele recorriam diversas pessoas buscando auxílio para suas aflições, principalmente para os males da garganta. Muitas curas maravilhosas são atribuídas à sua fé e santidade. 
Perseguido por Agrícola, governador da Capadócia (atual Armênia), refugiou-se em uma caverna, no monte Argeu, onde se tornou amigo dos animais selvagens, curando suas feridas e doenças.
Agradecidos,  leões, tigres e ursos lhe traziam comida. Encontrado por caçadores, foi levado até o governador. Como não quis renegar o cristianismo, foi trancado numa cela para morrer de fome. Bondosa mulher, que havia sido ajudada por São Brás, levou-lhe comida secretamente, salvando-o da morte certa. Foi então pendurado num mastro e sua pele rasgada com pontas de ferro. Por esse motivo é também considerado protetor dos cardadores (pessoas que trabalham com ferramentas que possuem pontas de ferro utilizadas para desembaraçar fibras têxteis). Após ter suportado este suplício, teve a cabeça decepada no ano 316.
A devoção a São Brás, iniciada na Igreja Grega, principalmente na Rússia, onde ele é invocado contra as doenças dos animais, tomou incremento na igreja Latina após a transladação de suas relíquias para o Ocidente, pelos cruzados.
É considerado protetor contra engasgues e as moléstias de garganta por ter salvo uma criança, retirando uma espinha de peixe que atravessara sua garganta, sufocando-a. O gesto mais comum no Brasil, quando uma pessoa está engasgada, é bater nas suas costas dizendo: “São Brás, São Brás”, até que desapareça o problema. Ainda hoje existe o costume da benção de São Brás, em que o sacerdote benze os fieis com duas velas cruzadas.
Devido a essa devoção, várias são as imagens do Santo Bispo na arte religiosa popular brasileira, nas quais ele é representado com a mitra  de bispo na cabeça, o báculo, que simboliza sua autoridade episcopal, na  mão direita, e duas velas cruzadas na mão esquerda.




A oração mais conhecida, dirigida a  São Brás


O bem-aventurado São Brás, que recebestes de Deus o poder de proteger os homens contra as doenças da garganta e outros males, afastai de mim a doença que me aflige,  conservai a minha garganta sã e perfeita para que eu possa falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus e agradecer a vós meu protetor.
Amém.


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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nossa Senhora dos Navegantes-

                                                                               



Nossa Senhora dos Navegantes
02 de Fevereiro


Ela é representada de pé, dentro de uma barca, tendo nos braços o Menino Jesus, porque nas procissões marítimas em seu louvor sua imagem é levada dentro de uma embarcação. Maria geralmente é comparada à Estrela do Mar, que protege os navegantes, mostrando-lhes o melhor abrigo e também o porto da salvação.
Este culto teve início durante a Idade Média, no tempo das Cruzadas, quando os cristãos atravessavam o Mediterrâneo em demanda da Palestina, a fim de defenderem os lugares santos da profanação dos infiéis. Eles tinham na memória as terríveis travessias marítimas enfrentadas pelas frágeis embarcações da época. Por isso recorriam ao patrocínio de Maria quando se viam à mercê das ondas.
No tempo das grandes navegações, esta devoção desenvolveu-se ainda m ais entre os navegantes portugueses e espanhóis, que se aventuravam no oceano imenso e desconhecido. Antes da partida das caravelas os viajantes assistiam à Santa Missa e imploravam a proteção da Mãe dos Navegantes nas perigosas jornadas de além-mar.
A invocação de Nossa Senhora dos Navegantes é muito usada entre os pescadores, homens modestos que diariamente enfrentam o furor das ondas à procura do sustento para suas famílias. A prova disso é que os mais conhecidos santuários da Padroeira estão situados em áreas de pescaria. Em todos esses núcleos pesqueiros a festa da Padroeira é celebrada com animadas procissões marítimas, precedidas da embarcação que leva a Virgem Maria. Existe um sincretismo entre a santa católica Nossa Senhora dos Navegantes e a orixá da mitologia africana Iemanjá. Em alguns momentos, inclusive, festas em homenagem às duas se fundem. No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá, tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro. Costuma-se festejar o dia que lhes é dedicado, com uma grande procissão fluvial durante o qual os devotos atiram aos rios flores, fitas e guirlandas, como oferenda à Protetora dos Navegantes.

Antes do encerramento da festividade católica acontece um dos momentos mais marcantes da festa de Nossa Senhora dos Navegantes. As embarcações param e são recepcionadas por umbandistas que carregam a imagem, proporcionando um encontro ecumênico assistido da orla por várias pessoas.




Oração à Nossa Senhora dos Navegantes


Nossa Senhora dos Navegantes. Mãe de Deus Criador do céu, da terra, dos rios, lagos e mares, protegei-me em todas minhas viagens. Que ventos, tempestades, borrascas, rios e ressacas não perturbem minha embarcação. Que monstro nenhum nem incidentes imprevistos causem alteração e atraso á minha viagem, nem me desviem da rota traçada. Virgem Maria, Senhora dos Navegantes, minha vida é a travessia de um mar furioso. As tentações, os fracassos e as desilusões são ondas impetuosas que ameaçam afundar minha frágil embarcação no abismo do desânimo e do desespero. Nossa Senhora dos navegantes, nas horas de perigo eu penso em vós, e o medo desaparece; o ânimo e a disposição de lutar e de vencer tornam a me fortalecer. Com a vossa proteção e a benção de vosso Filho, a embarcação da minha vida há de ancorar segura e tranqüila no porto da eternidade. Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós! Amém.



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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

São João Bosco-



São João Bosco
31 de janeiro


Padre italiano, nasceu em Murialdo, Castelnuovo, na Itália, em 15 de agosto de 1815, numa família de camponeses, que, com o próprio trabalho ganhava o pão de cada dia. Quando tinha 9 anos, sua mãe quis enviá-lo para a escola de Castelnuovo, porém seu irmão mais velho se opôs, pois precisava dele para o trabalho no campo. Foi nesta época que João Bosco teve um sonho que marcou sua vida. Ele viu uma tumultuada reunião de crianças que blasfemavam e brigavam entre si. João tentou apartá-los com socos palavras ásperas. Naquele momento apareceu um homem com vestes luminosas, que lhe disse: “Não é com pancadas, mas com mansidão, que VC poderá guiá-los”.  Ao lado estava uma bela senhora, que acrescentou: “Cresça humilde, forte e robusto”.
Afinal, vencendo inúmeras dificuldades, iniciou seus estudos na escola pública, entrando depois para o seminário de Turim, onde se ordenou sacerdote em 1841. Dom Bosco descobriu que algumas crianças se submetiam a empregos miseráveis para poderem sobreviver e outras, por falta de alternativa, acabavam errando pelas ruas sem destino e em degradação. Fundou então o Oratório festivo, onde reunia jovens abandonados nos domingos e dias santos, proporcionando-lhes educação e instrução religiosa. O Oratório festivo foi substituído em 1859 pela Congregação Salesiana, aprovada em 1874, que tinha por finalidade a educação da juventude.
Durante 15 anos cuidou das crianças abandonadas num bairro pobre de Turim, onde instalou a casa mãe da Pia Sociedade de São Francisco de Sales, homenageando o santo que deveria servir de modelo aos afiliados. Os irmãos não usavam hábito religioso e a educação era feita em asilos, escolas de artes e ofícios, granjas agrícolas e missões, de preferência gratuitas. A obra de Dom Bosco se espalhou pelo mundo, inclusive no Brasil, seguindo os ideais de seu fundador, considerado um dos grandes educadores do século XIX.
São João Bosco tomou como protetora Nossa senhora Auxiliadora, que se tornou o orago e a padroeira de todas as igrejas salesianas. Fundou também a Congregação das Irmãs de Maria Auxiliadora, em 1872. Morreu em Turim, em 1888 e foi canonizado em 1934.
Sua festa é celebrada em 31 de janeiro.




Oração de São João Bosco

São João Bosco, pai e mestre dos jovens, que tanto trabalhaste por eles, particularmente pelos mais pobres e marginalizados a fim de que se tornassem honestos cidadãos e bons cristãos; desperta em nós o amor à nossa juventude, o cuidado pelos nossos filhos e filhas, a dedicação às crianças, adolescentes e jovens abandonados, o esforço por conduzí-los a Jesus por meio de uma eficiente catequese, de reuní-los em comprometidos grupos juvenis, de lançá-los no trabalho missionário para que se tornem autênticos discípulos/as de Cristo e testemunhem com coragem o Evangelho.
Protege a nossa juventude, suscita o compromisso dos nossos leigos/as, suscita vocações sacerdotais e religiosas que se consagrem inteiramente ao Reino de Cristo.
Contigo, Dom Bosco, interceda por nós Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai
São João Bosco, rogai por nós!


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sábado, 25 de janeiro de 2014

São Paulo, Apóstolo-

                                                                                



São Paulo
25 de janeiro


Natural de Tarso, na Cilícia, Saulo era judeu, descendente da tribo de Benjamim. Além de cidadão romano, possuía grande inteligência, sentimentos nobres, aliados a uma força de vontade inquebrantável. Quando Jesus pregava na Palestina, ele era discípulo do célebre Gamaliel de quem recebia formação rabínica e estudava os Livros Sagrados, possuindo um zelo ardente pela lei de Moisés e pelas tradições do povo hebreu, sendo rígido no cumprimento das rigorosas normas dos fariseus, classe religiosa dominante na época, onde pretendia se tornar um dos principais sacerdotes do Templo de Salomão.
O crescimento rápido da Igreja de Jesus de Nazaré e o aumento espantoso do número de adeptos do Cristo Crucificado despertaram-lhe um ódio mortal aos cristãos, por ele considerados traidores da pátria. Não hesitou em combatê-los de todas as maneiras possíveis. Foi testemunha do martírio de Santo Estevão, o primeiro mártir,  e, não satisfeito, pediu ao príncipe dos sacerdotes autorização para prender os seguidores de Cristo na região de Damasco.
No caminho de Damasco, já perto daquela cidade, apareceu uma luz, vinda do céu, que ofuscou sua visão e fez com que caísse do cavalo. Ao mesmo tempo surgiu uma voz, que dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Ele respondeu: “Quem sois vós, Senhor?” Ouviu então: “Eu sou Jesus, a quem persegues.” Assustado e trêmulo, disse: “Senhor, que quereis que eu faça?” O Senhor respondeu: “Levanta-te e entra na cidade. Lá te será dito o que tens que fazer.”
Os homens que o acompanhavam, atônitos, ouviam sua voz, mas não viam ninguém. Saulo levantou-se e abriu os olhos, mas estava cego. Foi levado pelos companheiros a Damasco, onde passou 3 dias sem ver, sem comer nem beber. Havia em Damasco um discípulo chamado Ananias e o Senhor lhe ordenou que impusesse as mãos sobre Saulo para ele recuperar a visão. Ananias lembrou que Saulo havia ido a Damasco para matar cristãos, mas Jesus respondeu-lhe: “Este homem é um instrumento da minha escolha para levar meu nome às nações e aos reis, assim como aos filhos de Israel.”
Ananias então impôs-lhe as mãos e disse-lhe que o Senhor havia aparecido no caminho para levar-lhe o Espírito Santo. No mesmo instante o ex-judeu convicto passou a ver, levantou-se e foi batizado com o nome de Paulo. Começou a pregar a doutrina cristã, porém todos desconfiavam dele. Passou 3 anos na Arábia, fazendo penitência e, quando voltou os judeus queriam matá-lo. Avisado da conspiração, conseguiu escapar, ajudado por amigos, escondido em um cesto, descido à noite por uma janela.
Chegando a Jerusalém, Paulo tentou aproximar-se dos apóstolos, mas eles o temiam. Foi necessária a intervenção de Barnabé, que lhes contou o que havia acontecido no caminho de Damasco. Desde então Paulo teve toda a liberdade para falar em nome do Senhor. São Paulo seguiu para Tarso, sua terra natal, onde pregou a doutrina de Cristo e depois, em companhia de Barnabé, dirigiu-se para Antioquia, local em que fundaram a primeira comunidade cristã. Em seguida foi para a ilha de Chipre e para Atenas. Ali, ao ver um altar com a inscrição “Ao Deus desconhecido”, disse ao povo da cidade grega: “Aquele Deus, a quem venerais sem conhecer, é o que venho vos anunciar”.
Após pregar em Corinto, Éfeso e Mileto, foi preso e transferido para Roma. Na viagem, porém, devido a uma grande tempestade, o navio ancorou em Malta, local em que ficou 3 meses e fez várias conversões. Passados 2 anos de cativeiro em Roma, viajou pela Espanha e Oriente Médio. Contudo, quando retornou à Cidade Eterna durante o governo de Nero, sofreu o martírio junto com São Pedro, mas, pelo fato de ser cidadão romano, foi degolado.
Sobre seu túmulo o imperador Constantino mandou erguer um templo. No final do século IV, Teodósio iniciou a construção da belíssima basílica de São Paulo “Extra-Muros”, terminada pelo papa Leão I, no século seguinte. Decorada com magníficos mosaicos, era uma das maravilhas da arquitetura religiosa medieval.
São Paulo, denominado o Apóstolo dos Gentios – aquele que foi enviado para disseminar o Evangelho para o povo não-judeu -  é considerado o maior divulgador da doutrina cristã nos tempos primitivos, através de suas pregações e das 14 epístolas, escritas por ele a particulares e a diversas igrejas.
É festejado em 29 de junho, junto com São Pedro, e também no dia 25 de janeiro, quando se comemora sua conversão.
São Paulo é representado como apóstolo, segurando um livro simbolizando suas epístolas (cartas).



Leia agora um dos mais conhecidos e admirados trechos das cartas do apóstolo Paulo de Tarso-

“Ainda que eu falasse a língua dos homens e a dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
Ainda que eu tivesse o dom de profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor  é paciente,  é benigno; o amor não é invejoso,não arde em ciúmes,  não trata com leviandade, não se ensoberbece; Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não se ressente do mal, Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se  com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca, jamais há de acabar;  ainda que as profecias sejam destruídas, cessem  as línguas  ou seja abolida a ciência.
Agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estas três virtudes. Porém o maior delas é o amor.

Coríntios, Capítulo 13, versículos 1-8


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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Santa Inês-



Santa Inês
21 de janeiro


Santa Inês, nascida em Roma no ano de 281, é uma Virgem Mártir, venerada  pela Igreja Católica Apostólica Romana e por outras denominações cristãs.
Nobre, descendia da poderosa família Cláudia e desde pequena foi educada pelos pais na fé cristã. Cresceu virtuosa e decidiu consagrar sua pureza a Deus, resistindo às investidas dos jovens mais ricos da nobreza romana, desejosos de seu amor.
Tinha 13 anos quando foi cobiçada, por sua extraordinária beleza, riqueza e virtude, pelo jovem Fúlvio, filho do Prefeito de Roma, Simprônio. Como o rejeitou, Inês foi levada a julgamento e obrigada a manter o fogo sagrado aceso de um templo dedicado à Vesta, deusa romana do lar e do fogo, o que recusou-se a fazer, dizendo: "Se recusei seu filho, que é um homem vivo, como pode pensar que eu aceite prestar honras a uma estátua que nada significa para mim? Meu esposo, Jesus Cristo, não é desta terra. Sou jovem, é verdade, mas a fé não se mede pelos anos e sim pelos sentimentos. Deus mede a alma, não a idade. Quanto aos deuses, podem até ficar furiosos, que eu não os temo. Meu Deus é amor."
Por isso foi condenada a ser exposta nua num prostíbulo no Circo Agnolo (hoje praça Navona, onde se ergue a Basílica de Santa Inês in Agone). Diz a história que, introduzida no local da desonra, uma luz celestial a protegeu e ninguém ousou aproximar-se dela. Seus cabelos cresceram maravilhosamente cobrindo seu corpo. Ao ser defendida por um anjo guardião, um dos seus lascivos pretendentes caiu morto, mas a santa, apiedada, orou a Deus e o ressuscitou. Temeroso, o Prefeito Simprônio passou o caso ao seu cruel substituto, Aspásio. Após novo interrogatório, a menina foi condenada a morrer queimada. As chamas também não a tocaram, voltando-se contra seus algozes e matando muitos deles. Foi por fim decapitada, a mando do imperador Diocleciano, no ano de 317.
Seus pais sepultaram seu corpo num terreno próximo da Via Nomentana, onde a princesa Constantina, filha do imperador Constantino mandou erguer a majestosa basílica de Santa Inês Fora dos Muros, palco de grandes milagres por intermédio da santa virgem.
A história conta que oito dias depois da morte, apareceu em grande glória aos pais que rezavam em seu túmulo, segurando um cordeirinho branco e cercada de muitas virgens e anjos e anunciou-lhes sua grande felicidade no céu.
Também conhecida como Santa Inês de Roma ou Santa Agnes, a sua festa canônica realiza-se a 21 de Janeiro. Centenas de igrejas são nomeadas em sua honra. A mais célebre está em Roma, Sant'Agnese fuori le mura, acima mencionada. Exames forenses realizados no crânio da jovem que se encontrava no tesouro de relíquias do "Sancta Sanctorum" da Basílica de Latrão recentemente comprovam que se trata realmente de uma menina de 13 anos. Hoje, a cabeça de Santa Inês se encontra na Igreja de Santa Inês em Agonia (Sant'Agnese in Agone), localizada na Praça Navona, em Roma.
Nos quadros é representada frequentemente com um cordeiro junto a si, até porque o seu nome provém do latim "agnus" (cordeiro) e um lírio, símbolo da pureza.
É a padroeira da castidade, dos jardineiros, moças, noivos, vítimas de violação e virgens.




Oração à Santa Inês

Ó dulcíssimo Senhor Jesus Cristo, fonte de todas as virtudes, amigo das almas virginais, vencedor fortíssimo das ciladas dos poderosos, severíssimo extirpador de todos os vícios, lançai propício vosso olhar para a minha fraqueza, e pela intercessão de vossa Santíssima Mãe, a Virgem Maria e de Santa Inês,  concedei o auxílio da vossa divina graça.
Fazei que eu saiba valorizar todas as coisas terrestres sem deixar de amar aquelas celestiais, resistir aos vícios e nunca consentir nas tentações, seguir constante a virtude, não buscar as honras, fugir aos prazeres, chorar os pecados cometidos, afastar-me as ocasiões de pecado, evitar as más companhias, tratar com os bons e perseverar no bem, para que, com o auxílio da vossa graça, mereça possuir a coroa da vida eterna com Santa Inês e com todos os santos, por toda a eternidade, no vosso reino.
Amém.

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São Sebastião-



São Sebastião
20 de janeiro


Nascido em Narbona, no século III, provavelmente em 250, foi educado em Milão. Alistou-se como legionário e devido à sua bravura  foi nomeado chefe da Guarda Pretoriana pelo imperador Diocleciano. Aproveitava-se de sua situação privilegiada para converter à fé cristã soldados e prisioneiros. Denunciado ao imperador, este tentou demovê-lo de sua fé, oferecendo-lhe altos cargos e presentes. Como Sebastião não se deixou intimidar pelas tentadoras ofertas, o monarca sentiu-se traído e ordenou que ele fosse despido, atado a uma árvore e morto a flechadas.
Deixado sem vida, uma viúva, chamada Irene, chegou ao local para dar-lhe sepultura digna e notou que o mártir ainda respirava. Retirou as flechas do seu corpo e tratou de suas feridas. Curado, Sebastião voltou a se encontrar com o imperador e reprovou a sua crueldade. Foi então preso e morto com pauladas e bolas de chumbo, diante da população, no dia 20 de janeiro de 288, em Roma. Para evitar que o corpo fosse alvo de veneração pública, ele foi atirado em vala comum. Uma piedosa mulher, Luciana, encontrou-o e, retirando-o de lá, o sepultou em uma catacumba que teve o seu nome.

                                                                                   


Mais tarde em 680, suas relíquias foram transportadas para uma basílica, erguida no tempo do imperador Constantino. Naquela época grassava terrível peste na cidade e após a transladação a epidemia desapareceu. Por isso São Sebastião é o padroeiro contra a peste. Também é considerado o defensor das moléstias contagiosas, é invocado nas epidemias, nas guerras e na escassez de alimentos. É tido como padroeiro da agropecuária e protetor contra a violência.
Sua representação iconográfica é seminu, atado a uma árvore e com o corpo coberto de flechas ou de chagas produzidas por elas.
Suas imagens aparecem tanto na arte popular, como na erudita, em esculturas e pinturas de santeiros e de grandes mestres.
Uma das músicas mais importantes do clássico compositor Claude Debussy é “O martírio de São Sebastião”, estreada em Paris, em 1911.




Oração de São Sebastião


Onipotente e eterno Deus que pela intercessão de São Sebastião, vosso glorioso mártir, encorajastes os cristãos encarcerados, e livrastes cidades inteiras do contágio da peste, atendei as nossas humildes súplicas, socorrei-nos em nossas necessidades, aliviai-nos das nossas angústias, reanimai os encarcerados, curai os doentes e livrai-nos do contágio.
Pelos méritos de São Sebastião, atendei-nos Senhor.
Amém.


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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Santo Antão-



Santo Antão
17 de janeiro


Santo Antão é um santo cristão que viveu no século III no Egito e que é considerado o fundador do monasticismo cristão. É também conhecido como Santo Antão do Deserto,  Santo Antão do Egipto, Santo Antão- o Grande, Santo Antão- o Eremita, Santo Antão- o Anacoreta ou ainda O Pai de Todos os Monges.
A sua vida foi relatada por Santo Atanásio de Alexandria, na Vita Antonii. Segundo este, teria nascido em 251,  no  Egito, e falecido em 356, portanto com cento e cinco anos de idade.
Cristão fervoroso, com cerca de vinte anos tomou o Evangelho à letra e distribuiu todos os seus bens pelos pobres, partindo em seguida para viver no deserto. Aí, segundo o relato de Atanásio, e tal como sucedera com Jesus, foi tentado pelo diabo, mas por muito mais que os quarenta dias que durou a Jesus, não hesitando os demônios em atacá-lo. Porém, Antão resistiu às tentações e não se deixou seduzir pelas tentadoras visões que se multiplicavam à sua volta.
O seu nome ganhou  fama e ele começou a ser  visitado no deserto por inúmeros peregrinos.
Em 311 viajou até a Alexandria para ajudar os cristãos perseguidos por Maximino Daia. Foi considerado santo em vida, capaz de realizar milagres. Levou muitos à conversão.
A vida de Santo Antão e as suas tentações inspiraram numerosos artistas, designadamente Hieronymus Bosch, Pieter Brueghel, Dali, Max Ernst, Matthias Grünewald, Diego Velázquez e Gustave Flaubert.
Os religiosos que, tornando-se monges, escolheram o modo de vida solitário de Antão, chamaram-se eremitas ou anacoretas, opondo-se aos cenobitas que escolheram viver em comunidades monásticas.
Em 1095, foi fundada uma ordem à qual foi atribuído o seu nome: os Antonianos.
O mais reconhecido Padre do Deserto e um dos maiores Padres da Igreja é celebrado no dia 17 de Janeiro e é considerado o protetor dos animais domésticos.



Oração à Santo Antão

Ó Deus que permitistes que mesmo na solidão de uma gruta, no deserto, o demônio pertubasse Santo Antão, com tentações, mas lhe destes a força necessária  para vencê-las, enviai-me do céu, o vosso socorro, porque vivo num ambiente de tentações que me agridem, pelo rádio,  TV,  cinema,  bailes, revistas, propagandas e más companhias.
Santo Antão, ficai sempre ao meu lado, vós que vencestes o demônio, na aparência de um bicho imundo, me dê forças para resistir a tentação.
Nessa hora socorrei-me Santo Antão.
Amém.

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