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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

quinta-feira, 23 de julho de 2026

As Quinze Orações de Santa Brígida

As Quinze Orações de Santa Brígida


Foram ensinadas a ela por Jesus que lhe disse:

“Eu recebi 5.480 ferimentos em Meu Corpo durante a Paixão. Se você deseja honrar cada um deles diga as seguintes orações a cada dia durante um ano. Quando as orações estiverem terminadas você terá honrado cada uma das Minhas Feridas”.


Primeira Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração nós contemplamos  que Vós provastes que não tinha maior desejo que estar entre os homens, mesmo assumindo a natureza humana, com um grande amor para com o homem. Eu lembro de todos os sofrimentos de Vossa vida, especialmente Vossa Paixão. Eu lembro Oh Senhor que durante a última ceia com Vossos discípulos Vós lavastes seus pés e deste Vosso Precioso Sangue e Vosso Precioso Corpo, e enquanto os consolava predissestes Vossa Paixão. Recordamos a tristeza e a amargura que experimentastes em Vosso Espírito quando dissestes:

" Meu espírito está triste até morte". Eu lembro o medo, a angústia e a dor que sentistes em Vosso Corpoante o tormento da crucificação e quando tendo orado três vezes e banhado em sangue Vós fostes traído por Judas e preso por um povo de uma nação que havias escolhido e fostes acusado por falsas testemunhas e injustamente julgado por três juízes.

Nós recordamos nesta oração, que Vós fostes despojado de Vossas roupas e Vossa Face e Olhos cobertos com a coroa de espinhos e que fostes açoitado e uma cana colocada em vossas mãos e que fostes coberto de socos, pancadas, insultos e ofensas. Em memória desses sofrimentos e dores que sofrestes durante Vossa Paixão na Cruz me conceda antes de minha morte uma verdadeira e sincera contrição e a remissão dos meus pecados. Amém.


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Segunda Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos o horror e a tristeza que Vós suportastes quando Vossos inimigos O cercaram com milhares de insultos, socos, cuspadelas, pancadas, lacerações e outras crueldades e tormentos. Em consideração a esses tormentos e palavras insultuosas eu Vos peço que nos livre de todos os inimigos visíveis e invisíveis e me leve para Vós , debaixo de Vossa Proteção para a eterna salvação e perfeição. 

Amém


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Terceira Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos cada amarga dor que sofrestes quando os carrascos pregaram Vossas sagradas mãos e Vossos sagrados pés com os grandes pregos e não encontrando-Vos com tristeza suficiente, eles ainda aumentaram Vossas Chagas com lanças e com dor e sofrimento esticaram Vosso Corpo na Cruz e deslocaram Vossos Ossos puxando-Os para todos os lados. Eu imploro a Vós em memória deste mais sagrado sofrimento na Cruz que me conceda a graça de amá-LO para sempre. Amém


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Quarta Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus! Nesta oração, nós contemplamos as pancadas e hematomas na Vossa pele que Vós sofrestes na fraqueza de Vosso Corpo o qual foi distendido de tal modo que nunca houve dor como a Vossa . Da coroa em Vossa cabeça a sola dos Vossos Pés não havia um só local onde não fostes supliciado. E ainda sofrendo todos esses sofrimentos Vós ainda pedistes ao Pai pelos Vossos inimigos dizendo "Pai perdoai porque eles não sabem o que fazem."

Por esta grande misericórdia e em memória dos Vossos sofrimentos me conceda a graça de que a lembrança de Vossa Paixão possa efetuar em nós uma perfeita contrição e a remissão de todos os nossos pecados. Amém


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Quinta Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos a tristeza que Vós experimentastes ao antever aqueles que seriam condenados pelos seus pecados e sofrestes amargamente por estes desesperançados, perdidos e infelizes pecadores.

Através desse abismo de compaixão e piedade e especialmente através da bondade a qual mostrastes para o Bom Ladrão quando lhe diz: " Ainda hoje estarás Comigo no Paraíso " .

Eu peço que na hora de minha morte me mostre Vossa misericórdia. Amém.


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Sexta Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos a aflição que sofrestes quando, como um criminoso comum fostes levado e pregado na Cruz, com todos os parentes e amigos vos abandonando , exceto Vossa amada Mãe, a qual permaneceu junto de Vós durante toda a agonia e para qual entregastes ao Vosso discípulo fiel dizendo : "Mulher cuide de seu filho. Filho cuide de sua mãe"

Eu imploro que pela espada da agonia com a qual cortaram a alma de Vossa Santa Mãe, tenha compaixão de mim em todas as minhas aflições e tribulações, em espírito e corpo e me assista em todas as provações, em especial a da hora da minha morte. Amém.


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Sétima Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos o Vosso gesto de profundo amor na cruz quando disse " tenho sede" e Vós sofrestes sede pela salvação da raça humana !Eu peço que inflame os nossos corações de desejo de buscar a perfeição de nossas ações e extinguir em nós os desejos mundanos. Amém.


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Oitava Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos o amargo do fel e do vinagre que provastes na Cruz por nos amar. Nos dê a graça de receber Vosso Precioso Corpo e Sangue durante nossa vida e na hora de nossa morte possa ser um remédio de consolação para nossas almas. Amém


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Nona Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus! Nesta oração, nós contemplamos a dor que suportastes quando imerso em um oceano de amargura com a aproximação de Vossa morte, insultado pelo povo gritastes alto que estava abandonado pelo Vosso Pai dizendo: "Oh Meu Deus, Meu Deus porque me abandonastes?

Através desta angústia eu vos imploro que não me abandones no terror e nas dores da minha agonia. Amém


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Décima Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus! Nesta oração, nós contemplamos que para nos salvar, fostes imerso no abismo do sofrimento. Em consideração a enormidade das Suas Chagas, me ensine, através do amor puro, Vossos Mandamentos, os quais são uma estrada larga e fácil para aqueles que O amam. Amém


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Décima Primeira Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos que Vossas Chagas penetraram até a medula de Vossos Ossos e as profundezas de Vosso Ser. Leve-me para longe dos pecados e me esconda em Vossas Chagas. Amém


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Décima Segunda Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos as feridas que afligiram desde Vossa Cabeça até os Vossos Pés, torcidos e rasgados para o derramamento de Vosso Precioso Sangue. Ó grande e universal dor que sofrestes em Vossa carne por amor a nós! Que poderia fazer para nós que não O fizestes? Possa o fruto de Vosso sofrimento ser renascido em nossa alma pela lembrança de Vossa Paixão e possa Vosso amor aumentar em meu coração cada dia, até que eu O veja na eternidade. Vós que sois o tesouro real da bondade e da alegria, eu Vos peço que me conceda a graça do paraíso eterno. Amém.


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Décima Terceira Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos a dor que sofreu com toda sua fortaleza moral e física e estando completamente exausto, deixou cair Vossa cabeça dizendo : " Está tudo consumado".

Através desta angústia e aflição eu suplico que tenhais piedade de mim, na hora de minha morte quando minha mente estará em grande aflição e minha alma angustiada. Amém


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Décima Quarta Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos  a simples e humilde recomendação que fizestes de Vossa Alma ao Pai Eterno dizendo: "Pai, Em Suas Mãos recomendo Meu Espírito" e quando Vosso Corpo todo alquebrado e Vosso Coração não mais resistiu, expirastes . Por esta preciosa Morte eu suplico que me fortifique e me ajude a resistir ao demônio, às tentações da carne e aos desejos mundanos. Que eu possa viver por Vós e somente para Vós, eu peço que me receba na hora de minha morte. Amém


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Décima Quinta Oração

Recite um Pai Nosso e uma Ave Maria

Ó Jesus ! Nesta oração, nós contemplamos o abundante derramamento de Sangue que vertestes da ferida de Vosso Lado perfurado pela lança do soldado. Água e Sangue derramaram-se até não existir mais uma só gota e finalmente a Substância de Vosso Corpo e Ossos secaram.

Através desta terrível Paixão e através do derramamento de Vosso Precioso Sangue eu vos imploro que perfure meu coração de modo que minhas lágrimas de pena e de amor sejam meu alimento de dia e de noite e que eu possa me converter completamente para Vós , possa meu coração ser vosso perpétuo local de repouso, possa minha conversão Vos dar prazer, possa o final de minha vida ser tão preciosa que eu mereça alcançar o Paraíso e junto com os Santos e Anjos possa louvá-Lo para sempre.

Amém.


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Santa Brígida da Suécia

 Santa Brígida da Suécia 

23 de julho


Conhecida também como Santa Brigit, nasceu em 1302 no Castelo de Finsta, em Uppsala, Suécia, filha de Birger Persson, governador e  juiz provincial de Uppland e de Ingeborg Bengtsdotter, descendente da família real sueca.

Santa Brígida começou a ter visões, a maioria da crucificação, na idade de sete anos. Em 1316 com 13 anos ela casou-se com o príncipe Ulfo de Nércia, em um casamento arranjado, como era costume na época. Mãe de oito filhos, inclusive de Santa Catarina da Suécia, amiga e conselheira de vários padres e teólogos da época, era também a secretária da Rainha Blanche de Namur e em 1335 foi nesta posição que guiou e aconselhou a rainha e o rei Magnus II. 

Após a morte de Ulfo em 1344 ela foi em peregrinação a Compostela e passou a viver religiosamente, sempre com a oposição da corte. Abdicando do titulo de princesa, primeira na fila da sucessão real, se tornou uma cisterciense franciscana, visionária, mística e escritora. Descreveu suas revelações recebidas em visões, e essas visões se tornaram muito populares na idade média. 

Em 1346 fundou a ordem das Mais Sagradas Salvadoras (As Brigitniditinas) em Vadstena e recebeu a confirmação da Ordem do Papa Urbano V em 1370. A Ordem sobrevive ainda hoje com algumas casas. 

Ela foi conselheira de reis e dos papas Clemente VI, Urbano VI e Gregório XI, sempre os aconselhando a retornarem de Avignon para Roma. Ela sempre aconselhava a todos a meditarem na Paixão sobre Jesus Crucificado.

Santa Brígida, em uma de suas visões ouviu Jesus dizer a Maria: "Minha mãe , sabeis quanto vos amo. Pedi-me pois o que quiserdes. Ao Meu Coração não é possível repelir os seus rogos. Quando Eu estava sobre a terra, vós a melhor as mães, nunca me recusastes coisa alguma. Agora que estou no Céu é justo que satisfaça todos os seus pedidos".

Uma das mais incríveis visões de Santa Brígida foi aquela que Jesus mostrou a ela as 5.480 feridas da coroa dos espinhos, do chicote, dos pregos, das farpas da cruz e outras tantas que ninguém jamais podia imaginar; e ainda disse a ela as orações que hoje são conhecidas como as "15 Orações de Santa Brígida".

Faleceu em 23 de julho em Roma e foi enterrada em Vadstena, Suécia no convento que ela mesma fundou. Foi canonizada em 7 de outubro de 1391 pelo Papa Bonifácio IX.

Padroeira da Suécia e das viúvas, é também considerada protetora das famílias, da paz entre os povos e intercessora pela renovação da Igreja.


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Oração a Santa Brígida da Suécia

Ó Santa Brígida que fostes um modelo de oração, coragem e amor à Cruz de Cristo ensinai-nos a mergulhar no mistério da Paixão de Nosso Senhor e a servi-l'O nos nossos irmãos mais necessitados. 

Vós que vivestes plenamente as vocações de esposa, mãe e religiosa, rogai a Deus pelas nossas famílias. 

Concedei-nos uma fé ardente, verdadeira contrição de coração e a graça de cumprir sempre a vontade de Deus. 

Amém.

Santa Brígida, rogai por nós.


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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Orações a Santa Maria Madalena

Oração a Santa Maria Madalena I

Santa Maria Madalena, vós que ouvistes da boca de Jesus estas palavras: “Muito lhe foi perdoado porque muito amou… vai em paz, os teus pecados estão perdoados”, alcançai-me de Deus o perdão dos meus erros e pecados, deixai-me participar do ardente amor que inflamou o vosso coração, para que eu seja capaz de seguir a Cristo até o Calvário, se for preciso e assim, mais cedo ou mais tarde, tenha a felicidade de abraçar e beijar os pés do divino Mestre.

Como Jesus ressuscitado vos chamou pelo nome: “Maria!” ele chame também pelo meu nome (diga seu nome) e eu nunca mais me desvie do seu amor, com recaídas nos erros do meu passado.

Santa Maria Madalena, eu vos peço esta graça, por Cristo Nosso Senhor. 

Amém!


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Oração a Santa Maria Madalena II

Ó Santa Maria Madalena, a quem o Filho de Deus Todo-Poderoso concedeu a graça de ser purificada de todos os pecados e livre de todas as enfermidades, e que, por vossa fidelidade ao pé da cruz, assistindo ao Seu sofrimento e à Sua morte, fostes chamada para ser testemunha de Sua Ressurreição.

Fazei que, como vós, também eu, pobre pecador, seja testemunha do Cristo ressuscitado; concedei-me agradar a Deus pela fé e pelas obras e d’Ele alcançar, pela vossa intercessão, a graça que tanto necessito (pedir a graça).

Rogo-Vos, Santa Maria Madalena, pedir a Jesus que eu esteja sempre guardado pela Sua infinita misericórdia e que eu tenha cada vez mais força para resistir às tentações e rejeitar o pecado, para que um dia possa, no Céu, louvar eternamente a Divina Majestade. 

Amém.


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Oração a Santa Maria Madalena III

Santa Maria Madalena, ouvido atento aos ensinamentos de Cristo, amiga privilegiada de Nosso Senhor, vida entregue ao serviço de Jesus, presença adoradora aos pés da Cruz, Apóstola dos Apóstolos, interceda por nós para que sua presença em nosso Conjunto Pastoral nos torne testemunhas apaixonadas do amor de Cristo, fazendo com que nossa comunidade cresça em número e em santidade.

Ó pérola brilhante, vós que se beneficiastes da gentil misericórdia de Deus, seja nosso apoio e guia no caminho da santidade.

Amém.


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Santa Maria Madalena, Apóstola dos Apóstolos

 Santa Maria Madalena, Apóstola dos Apóstolos 

22 de julho


Pecadora, foi purificada por Cristo e, como prova de seu amor, sua gratidão e sua redenção, passou a acompanhá-lo e aos apóstolos, seguindo uma vida cristã e sendo testemunha de todas as fases da vida e pregação de Jesus, inclusive a crucificação, morte e ressurreição.

Santa Maria Madalena era natural de Magdala, rica cidade comercial da Galiléia, baseada na pesca e que tinha intenso contato com o mundo helênico.

A primeira referência sobre ela nos foi dada pelo Evangelho de São Lucas, que narra o seguinte fato. Convidado por Simão, o Fariseu, para comer em sua casa, estando Jesus à mesa, uma mulher pecadora que havia na cidade levou uma redoma de alabastro (alabastro, espécie de pequeno vaso arredondado com a boca estreita usado para queimar perfume e óleo) cheia de bálsamo. E pondo-se a seus pés, começou a regar-lhes com lágrimas os pés e os enxugou com os próprios cabelos. E lhe beijou os pés e os ungiu com o bálsamo. E quando viu isto, o fariseu que o havia convidado disse consigo: se este homem fosse profeta bem saberia quem e qual a mulher que o toca, porque é pecadora. (Lucas, 7:37-39).

Havia ali uma brilhante sociedade, tudo o que Jerusalém poderia oferecer de melhor, tanto do ponto de vista da fortuna, como da inteligência. Eles se reuniam em volta de Cristo, especialmente convidado, para comentarem o Sermão da Montanha, que o Nazareno acabara de fazer. A conversa estava animada, quando a porta se abriu e seguiu-se a cena registrada por São Lucas. Por meio de uma parábola Jesus explicou que Madalena merecia ser perdoada porque muito amou. E, diante do assombro geral, o Mestre, falou: Mulher, teus pecados estão perdoados. Tua fé te salvou. Vá em paz e não peques mais.

Com um único gesto de amor, toda a sua vida de pecadora foi resgatada pelo próprio Redentor. Maria tornou-se daí em diante a confidente e leal discípula, e sua vocação foi a de seguir Jesus passo a passo. Ela o acompanhou no caminho do Calvário e permaneceu aos pés da cruz, vendo o seu Deus desfigurado. No primeiro dia depois do sábado, ao raiar do Sol, junto com Maria, mãe de Tiago, e Salomé, correu ao Sepulcro com as mãos cheias de bálsamo para colocar no túmulo de Jesus, e o encontrou vazio. Elas viram um rapaz, vestido de roupas brancas, sentado no local e ele lhes disse: Não tenhais medo. Se procurais Jesus de Nazaré que foi crucificado, ele ressuscitou, não está mais aqui. Ide e dizei aos discípulos que ele vai adiante de vós esperar-vos na Galiléia. (Marcos, 16:55-57). E voltando-se, viu o Senhor de pé, mas não o reconheceu, pensando ser o jardineiro. Somente ao ouvir o seu nome do próprio Jesus é que ela caiu de joelhos e disse: “Rabi!” (Mestre!).

Alguns hagiólogos contam que após a ascensão, Madalena mudou-se para Éfeso, permanecendo com Maria Mãe de Jesus e São João.

Uma lenda conta que desembarcou nas costas da Provença com Lázaro e Marta e retirou-se para Marselha, onde morreu em 22 de julho, data em que se comemora sua festa.

O local tornou-se centro de peregrinação.

Santa Maria Madalena é considerada um exemplo de arrependimento e de fé, e foi esta fé que a salvou.

Uma das santas mais populares, é geralmente representada ajoelhada junto a cruz, onde Jesus expirou, enxugando as lágrimas com um lenço ou então com um alabastro de óleo nas mãos.

É a padroeira das cabeleireiras, podólogos, pecadores penitentes, prostitutas arrependidas, fabricantes de óleos para o corpo e perfumistas.


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Oração de Santa Maria Madalena


Ó Maria Madalena, tende de nós compaixão, recompensai nosso afeto com a vossa intercessão. 

Ó vós que tanto amastes o Divino Salvador, pedi-lhe que se o ofendermos nos perdoe. 

Sede, com Deus Benigno, nossa constante advogada, na celestial morada. 

Favorecei-nos Senhor,  vos pedimos pelos merecimentos da Santa Maria Madalena, de quem atendestes as súplicas purificando-a dos pecados. 

Vós, que sendo Deus, viveis e reinais com o Pai, na união do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 

Amém. 


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terça-feira, 21 de julho de 2026

Oração a São Lourenço de Brindisi pela Coragem na Fé

Oração a São Lourenço de Brindisi pela Coragem na Fé


Sao Lourenço de Brindisi, apóstolo incansável e mestre da palavra, invocamos tua intercessão em nossos dias de dúvida e aflição. Tu, que enfrentaste os desafios de um mundo dividido pela fé com sabedoria e destemor, concede-nos a graça de perseverar na verdade e na caridade. Em tua missão como pregador e diplomata, mostraste o caminho da paz e da reconciliação, guiando muitos de volta à luz do Evangelho.

Pelo poder do Espírito Santo, que sempre te inspirou, pedimos que ilumines nossos corações, para que sejamos instrumentos de unidade e portadores de esperança. Em momentos de confusão e descrença, ajuda-nos a manter firmes os princípios da fé que tu defendeste com tanto ardor.

São Lourenço, que tua vida de serviço nos encoraje a sermos defensores incansáveis da verdade, sempre com humildade e compaixão pelos que encontram dificuldades no caminho da fé. Ensina-nos a ouvir a voz do Espírito, tal como fizeste, e a agir com a mesma coragem e sabedoria.

Rogamos para que intercedas por nós junto ao Senhor, concedendo-nos sabedoria e força em nossa jornada.

Amém.


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São Lourenço de Brindisi, homem de Deus e Pacificador

 

São Lourenço de Brindisi

21 de julho 


São Lourenço de Brindisi, nascido Júlio César Russo, em 1559 na cidade de Brindisi, Itália, recebeu dos fervorosos pais ótimas raízes religiosas. Já na primeira infância demonstrava piedade incomum, possuindo também inteligência acima da média.

Por isso, a admiração dos franciscanos, mesmo os mais observantes, do convento de São Paulo Eremita em Brindisi, para onde foi encaminhado aos quatro anos para receber sólida formação, diante da sua seriedade, concentração e brilhantismo nos estudos.

Com apenas seis anos, memorizava e declamava várias páginas de textos, iniciando o estudo da Bíblia. Também repetida com exatidão, desembaraço e espírito os sermões ouvidos, e por tal motivo frequentemente os frades o chamavam para pregar nos Capítulos do convento. Por sua fama, quis ouvi-lo o Arcebispo Dom Francisco Alcander, disfarçando-se entre os fiéis para deixá-lo à vontade.

Ao final da prédica, encantado com a sabedoria e desenvoltura do menino, abençoou-o e lhe concedeu ampla licença para pregar em toda a diocese, especialmente no púlpito da catedral, para isso convocando o povo pelo toque dos sinos.

Aos oito anos entrou para a escola dos meninos oblatos, espécie de pequeno seminário dos frades franciscanos, pouco depois da morte do pai. Ali também os seus dons o destacaram, mas seus sábios formadores não o enalteciam publicamente, para evitar-lhe a vaidade. Aprendeu as ciências humanas e a divina, incluindo a humildade, saindo naturalmente de uma pregação para fazer serviços como varrer o pátio e esfregar o assoalho.

Com o falecimento da mãe teve que se mudar para Veneza com 14 anos, aos cuidados de um tio virtuoso, Pedro Rossi, que dirigia uma escola particular preparatória à Universidade de São Marcos, e o incentivou para uma vida de santificação. Júlio decidiu entrar para o convento dos freis capuchinhos.

Jejuava três vezes por semana, dormia pouco e sobre tábuas, usava cilício e disciplinava-se frequentemente. Foi admitido como noviço em Verona, um período que lhe trouxe provações espirituais e físicas, com várias doenças, mas sofria com serenidade por amor a Deus e a Nossa Senhora, a Quem fizera sua consagração.

Estudou Latim, Hebraico, Grego, História, Filosofia e Teologia, e chegou a memorizar toda a Bíblia. Foi encarregado de pregar antes mesmo da sua ordenação sacerdotal, conseguindo muitas conversões tanto antes quanto depois. Estudou Filosofia na Universidade de Pádua para receber com 23 anos a ordem presbiteral, que ocorreu em 1582.

Em 1586 foi para Veneza como mestre dos noviços da Ordem; em 1587, foi eleito Superior do Convento de Bassano del Grappa; em 1590, Vigário Provincial da Toscana e depois de Veneza; em 1596, Vigário Geral da Ordem (um dos mais elevados cargos); e como Provincial da Suíça visitou as províncias transalpinas da mesma.

Nesta função, viajou a pé, por vezes mais de 40 quilômetros por dia, sob sol, chuva ou neve, durante um ano, na França, Holanda e Espanha onde zelou energicamente pela austeridade tradicional da Ordem. No Império Austro-Húngaro fundou três conventos, em Praga, Viena e Gratz.

Como Capelão das tropas imperiais e conselheiro do chefe do exército romano, Filipe Emanuel de Lorena, na guerra contra a invasão dos turcos muçulmanos, levava apenas uma cruz de madeira com várias relíquias incrustadas, animando a todos e pregando, e realizando milagres (com testemunhos oculares), como fazer voltar as balas inimigas contra eles próprios, fazendo o Sinal da Cruz.

Como embaixador do Papa Paulo V intermediou a paz entre vários governantes católicos, evitando guerras fratricidas, e por isso recebeu do Sumo Pontífice em 1606 permissão oficial para pregar em qualquer lugar sem necessidade da autorização dos bispos locais. E de fato convertia multidões, como em Nápoles, Mântua, Gênova, Pádua, Verona, Milão; e por falar perfeitamente hebreu, converteu também muitos judeus de Roma.

Lourenço foi fundamental na formação de uma Liga Católica, obtendo a adesão de vários governantes católicos, para combater a Liga Protestante. Polemizando com os hereges, escreveu um manual extraordinariamente bem feito, a partir dos textos originais gregos e hebreus da Bíblia, em confronto com as obras de Lutero, demolindo suas ideias.

Suas atividades eram frequentemente acompanhadas de milagres: curas de cegos, paralíticos e surdos. Até lenços tocados por ele tinham poder de curar. Constam 97 milagres em vida no seu processo de canonização.

Suas duas maiores devoções eram: Nossa Senhora, de Quem afirmava: “...aquele que se confia a Maria, que se entrega a Maria, não será jamais abandonado, nem neste mundo nem no outro”, e para Quem escreveu um livro, Mariale, do qual se disse ser o melhor e mais completo sobre a Virgem; e a Sagrada Eucaristia, “o centro não somente de sua vida espiritual, mas de toda sua existência”.

Frequentemente entrava em êxtase na celebração da missa, e mesmo nos seus últimos anos, sofrendo muito com a gota, fazia questão de celebrar, e durante este tempo conseguia ficar de pé. Terminando, voltavam as dores e era preciso ser carregado de volta ao leito.

Faleceu em 21 de julho de 1619, data do seu aniversário de 60 anos, após um ataque agudo de gota e febre, quando estava em missão na cidade de Lisboa, Portugal.

Sua obra é gigantesca: pregador, administrador, diplomata, cruzado, apologista, taumaturgo, escritor, arauto de paz entre os governantes católicos e paladino contra os hereges, bem querido por regentes eclesiásticos e civis, foi venerado ainda em vida como santo.

Depois da morte, passou a ser chamado de Lourenço de Brindisi para não causar confusão com São Lourenço mártir. 

São Lourenço de Brindisi é considerado padroeiro dos estudantes, dos pregadores e daqueles que trabalham pela paz. Como Doutor da Igreja, é lembrado pelo seu vasto conhecimento bíblico, poliglota e pela sua habilidade como diplomata e pacificador entre reinos usando a palavra de Deus e a diplomacia (em vez de espadas) para evitar conflitos. 

São Lourenço de Brindisi foi canonizado em 8 de fevereiro de 1881 pelo Papa Leão XIII na Basílica de São Pedro, em Roma. O frade capuchinho e diplomata italiano também foi agraciado com o título de Doutor da Igreja pelo Papa João XXIII em 1959.


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Oração a São Lourenço de Brindisi 

Ó Deus, que, para a Vossa glória e a salvação dos homens, destes a São Lourenço de Bríndisi o espírito de conselho e fortaleza, concedei-nos, pelo mesmo espírito, conhecer o que devemos praticar e, por Sua intercessão, que sejamos fiéis à Sua doutrina e a proclamemos em nossas ações. 

Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Amém.


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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Santo Aurélio

Santo Aurélio 

20 de Julho 


Santo Aurélio foi bispo de Cartago, na África, em tempos de Santo Agostinho.

Grande adversário do paganismo, contra ele lutou sem descanso. Naqueles idos, o culto dos mártires servia de pretexto principalmente para orgias e Aurélio conseguiu rapidamente que tais excessos fossem substituídos por piedosas vigílias.

Foi este bispo que rogou a Santo Agostinho, para esclarecer os seus fiéis, que escrevesse algo contra a ociosidade monástica. O "De opere monachorum" apareceu por volta do ano 400.

De opere monachorum (Sobre a Obra dos Monges) é um tratado escrito por Santo Agostinho por volta do ano 400 d.C., a pedido de Aurélio, bispo de Cartago. 

A obra defende a necessidade do trabalho manual para os monges, refutando a ideia de que o trabalho físico seria incompatível com a vida espiritual. Para fundamentar seu argumento, o bispo de Hipona analisa passagens bíblicas chave:

Mateus 6:25-34 (o cuidado com a providência divina e as aves do céu): Agostinho explica que confiar em Deus não isenta o homem do esforço diário, pois Deus dá os recursos, mas é preciso trabalhar para obtê-los.

Tessalonicenses 3:10: Ele argumenta que o Apóstolo Paulo estabeleceu uma regra clara que se aplica tanto às necessidades físicas quanto às espirituais. O texto também aborda um problema prático da época: monges que usavam o pretexto da contemplação para fugir das atividades cotidianas, gerando tensões com os cristãos leigos que sustentavam a comunidade.


O donatismo, cisma que caiu sobre a Igreja africana (movimento cismático considerado herético no cristianismo primitivo, originado no Norte da África no início do século IV, liderado pelo bispo Donato de Casa Nigra que defendia os sacramentos só seriam válidos se fossem administrados por clérigos moralmente puros e sem pecados) foi atacado com sucesso por Aurélio. 

A fim de agir e de governar do melhor modo possível, o bispo de Cartago recorreu aos concílios provinciais. Ao primeiro, em 393, reunido em Hipona, porque cidade mais calma do que Cartago, seguiram-se trinta e seis outros, todos presididos pelo santo bispo com autoridade, mas caracterizando-se pela simplicidade e moderação.

Faleceu Aurélio, o santo bispo de Cartago, a 20 de julho de 430, um mês e alguns dias antes de Santo Agostinho, morto aos 28 de agosto do mesmo ano. Com o grande bispo de Hipona, Aurélio foi dos mais firmes sustentáculos da Igreja. São Fulgêncio inscreveu-o entre os grandes Doutores.


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Oração a Santo Aurélio 

Ó Deus, que destes a Santo Aurélio a graça de pastorear o Vosso rebanho com sabedoria, caridade e humildade, concedei-nos, por sua intercessão, a luz do discernimento para sempre caminharmos nos Vossos caminhos.

Afastai de nossas mentes e corações as dúvidas e as tentações, e dai-nos a força necessária para combater o mal e defender a verdade. 

Que o exemplo de sua vida dedicada à salvação das almas nos inspire a sermos instrumentos de paz, pureza e amor em nossa família e em nossa comunidade.

Santo Aurélio, modelo de pastor e amigo dos santos, rogai por nós e por nossas necessidades.

Amém.


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