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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

Escreva para o e-mail: capelinhavirtual@gmail.com

Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

sábado, 17 de outubro de 2026

Santo Inácio de Antioquia

Santo Inácio de Antioquia

17 de outubro


Antioquia, a metrópole da Síria, terceira em ordem de grandeza do vasto império romano, teve como primeiro bispo o apóstolo Pedro, ao qual sucedeu Evódio e em seguida Inácio, o Teóforo, o que traz Deus, como ele gostava de ser chamado.

Coração ardente (Inácio deriva de Ignis=fogo), ele é lembrado, sobretudo pelas expressões de intenso amor a Cristo, por ele escritas durante a viagem de Antioquia a Roma, para onde foi como prisioneiro, vítima da perseguição de Trajano (98-117).

Nessa oportunidade, o santo bispo, escreveu sete cartas, dirigidas a várias igrejas e a São Policarpo.

Trazido acorrentado a Roma, onde terminou seus dias na arena, devorado por feras selvagens, tornou-se objeto de afetuosas atenções da parte de várias comunidades cristãs nas cidades por onde passou. Muitos se desdobraram para evitar-lhe a pena capital, mas Inácio desejava o martírio.

Os cristãos de Antioquia veneravam, desde a antiguidade, o seu sepulcro nas portas da cidade e já no século quarto celebravam sua memória em 17 de outubro.

As suas palavras ardentes de amor a Cristo e a Igreja ficaram na lembrança de todas as gerações futuras.

Foi um dos Padres Apostólicos (teve contato direto com os apóstolos).

Escreveu sete cartas célebres durante o percurso até Roma e foi o primeiro a utilizar a expressão "Igreja Católica".

As expressões Igreja Católica e Cristianismo são neologismos atribuídos à sua criação.


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Oração a Santo Inácio de Antioquia

Santo Inácio, que no caminho para o martírio escreveste com coragem inabalável, intercede por nós para que, nas provações da vida, possamos seguir o caminho de Cristo sem vacilar. 

Que ao enfrentar as feras no Coliseu viste além do sofrimento terreno e enxergaste a glória eterna concede-nos a graça de, assim como tu, abraçarmos nossas cruzes diárias com serenidade, compreendendo que em cada desafio há uma oportunidade de nos unirmos mais profundamente ao Senhor.

Dissipa nossos medos e fortalece nossa fé, para que, mesmo nas adversidades, possamos viver com alegria a esperança da ressurreição. 

Que tua entrega total inspire em nós um amor mais profundo por Deus, capaz de superar todas as tentações e adversidades. 

Concede-nos a coragem para testemunhar a fé com ousadia, assim como fizeste diante de teus algozes.

Roga ao Senhor que nos conceda o espírito de humildade e confiança que tu possuíste, para que, em cada decisão, possamos escolher o caminho que nos conduz à verdadeira vida. 

Que sejamos dignos de partilhar contigo a alegria eterna no céu, onde todos os mártires, vitoriosos em Cristo, reinam para sempre. 

Amém.


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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

300 anos do nascimento de São Geraldo Majella

Coroa de São Geraldo Majella 

300 anos do nascimento do santo 

1726 - 2026


Comece com o Sinal da Cruz:

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.


Oferecimento

Senhor Jesus Cristo, que escolhestes São Geraldo Majella como modelo de pureza, humildade e obediência, ofereço esta coroa em honra de Vosso servo fiel.

Que, pela sua intercessão, eu aprenda a amar-Vos de todo o coração e a confiar plenamente na Vossa providência. 

Amém.


Primeira dezena — Pela Pureza de São Geraldo

Recordemos a pureza do coração de São Geraldo, que viveu o amor de Deus sem mancha e guardou sua alma como templo do Espírito Santo.

Rezar-se: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

Jaculatória: São Geraldo, lírio de pureza, alcançai-nos um coração limpo diante de Deus.


Segunda dezena — Pela Obediência de São Geraldo

Lembremos a obediência heróica de São Geraldo, que via na vontade de Deus o paraíso do coração.

Rezar-se: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

Jaculatória: São Geraldo, obediente servo de Deus, ensinai-nos a amar a vontade divina em todas as coisas.


Terceira dezena — Pela Caridade de São Geraldo

Contemplemos a caridade ardente de São Geraldo, que via Cristo nos pobres e sofria com os aflitos.

Rezar-se: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

Jaculatória: São Geraldo, amigo dos pobres e consolo dos aflitos, fazei-nos generosos no amor.


Quarta dezena — Pela Fé de São Geraldo

Recordemos a fé viva de São Geraldo, que via Deus em tudo e esperava Nele mesmo nas provações.

Rezar-se: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

Jaculatória: São Geraldo, modelo de fé, ensinai-nos a confiar na providência divina.

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Quinta dezena — Pela Intercessão Materna de São Geraldo

Elevemos nossas súplicas pelas mães, gestantes e crianças, sob a proteção de São Geraldo, padroeiro das famílias.

Rezar-se: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

Jaculatória: São Geraldo, protetor das mães e das crianças, rogai por nós e por nossas famílias.



Oração Final

São Geraldo Majella, servo fiel de Deus, amigo dos pobres e modelo de pureza, olhai por nós que recorremos à vossa proteção. 

Ajudai-nos a viver com fé, humildade e amor, imitando vossas virtudes e confiando sempre na vontade divina. 

Intercedei por todos, para que encontremos força, saúde e paz sob o olhar da Santíssima Virgem Maria.

 Por Cristo, Nosso Senhor. 

Amém.


Encerra-se a Coroa com Sinal da Cruz

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. 

Amém.


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O Terço de Santa Edwiges

 O Terço de Santa Edwiges


Pela poderosa história de vida de Santa Edwiges, seu terço torna-se um refúgio espiritual não só para aqueles que se encontram endividados, mas para todos os que buscam um exemplo de vida inspirador. 

E, como Santa Edwiges ajudou a tantos ao longo da história, podemos recorrer à sua intercessão cheios de confiança, na certeza de a graça da parte de Deus virá.


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Como rezar o Terço de Santa Edwiges


No início 

No crucifixo: Sinal da Cruz e Credo

Na primeira conta grande: Pai Nosso

Nas três primeiras contas pequenas: Ave-Maria

Na segunda conta grande: Glória ao Pai 


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Primeiro Mistério

No Primeiro Mistério contemplamos a infância de Santa Edwiges, a formação cristã que ela recebeu e que desabrochou no seu desapego e na ajuda concreta aos pobres e endividados. 

Na conta grande: Pai Nosso

Em todas as contas pequenas:

Ó Santa Edwiges, protetora dos pobres e endividados, socorrei-me neste momento difícil.

Peço a Deus a solução de meus problemas financeiros e a salvação de minha alma. Amém.

Reze o Glória ao Pai 



Segundo Mistério

No Segundo Mistério contemplamos o casamento de Santa Edwiges e como ela abraçou a vocação de esposa e mãe, cuidando da formação religiosa do marido e dos filhos. Pedimos a graça de viver bem a nossa vocação e de cuidar daqueles que nos foram confiados por Deus.



Terceiro Mistério

No Terceiro Mistério contemplamos a viuvez de Santa Edwiges e sua caridade para com as viúvas, as quais ela encaminhava para os conventos em tempos difíceis e enviava as crianças para escolas, onde aprendiam uma profissão. Pedimos por todas as viúvas e viúvos, para que Santa Edwiges os ajude, que não sejam desamparados e que consigam prosseguir firmes e fortes na fé, fazendo a vontade de Deus.



Quarto Mistério

No Quarto Mistério contemplamos o amor e o desapego de Santa Edwiges, que ingressou no mosteiro e usou de sua fortuna para socorrer os pobres, presos e endividados, proporcionando a eles um novo começo de vida. E pedimos a graça da libertação de todas as nossas dívidas



Quinto Mistério

No Quinto Mistério contemplamos a vida e a morte de Santa Edwiges. Lembramos seu testemunho de fé, de oração, de sacrifícios, de renúncias ao egoísmo e atenção aos pobres e sua morte santa. Pedimos, também, a graça de uma vida e uma morte santas.



Termine o terço rezando a Salve Rainha


Por fim reze a Oração a Santa Edwiges

Ó Santa Edwiges, vós que na terra fostes o amparo dos pobres, a ajuda dos desvalidos e o Socorro dos Endividados, e no Céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante vos peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de Deus o auxílio de que urgentemente preciso (fazer o pedido). 

Alcançai-me também a suprema graça da salvação eterna. Santa Edwiges, rogai por nós.

 Amém.


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Ladainha de Santa Edwiges

Ladainha de Santa Edwiges 


Santa Edwiges, rogai por nós.

Exemplo de vida cristã, rogai por nós.

Fiel discípula do Crucificado, rogai por nós

Particular serva da Mãe de Deus, rogai por nós.

Santa Edwiges, abrasada do amor divino, rogai por nós.

Santa Edwiges, modelo de oração confiante, rogai por nós.

Santa Edwiges, abençoada por Cristo da cruz, rogai por nós.

Santa Edwiges, transbordante de amor pela santa missa, rogai por nós.

Santa Edwiges, diligente leitora da sagrada escritura, rogai por nós.

Santa Edwiges, dedicada à santa vontade de Deus, rogai por nós.

Santa Edwiges, purificada por provação e tentação, rogai por nós.

Santa Edwiges, forte na tristeza e na opressão, rogai por nós.

Santa Edwiges, sempre cheia de gratidão para com Deus, rogai por nós.

Santa Edwiges, penitente incansável, rogai por nós.

Santa Edwiges, pobre no meio do fausto e esplendor, rogai por nós.

Santa Edwiges, devotada a Deus na morte do Bosso Filho, rogai por nós.

Santa Edwiges, modelo de esposa cristã, rogai por nós.

Santa Edwiges, mão e mestra piedosa da vossa prole, rogai por nós.

Santa Edwiges, modelo e proteção dos noivos, rogai por nós.

Santa Edwiges, protetora da família cristã, rogai por nós.

Santa Edwiges, mãe dos pobres, rogai por nós.

Santa Edwiges, irmã dos humildes e simples, rogai por nós.

Santa Edwiges, auxiliadora da viúvas e órfãos, rogai por nós.

Santa Edwiges, serva dos doentes e leprosos, rogai por nós.

Santa Edwiges, libertadora dos prisioneiros, rogai por nós.

Santa Edwiges, auxílio dos endividados, rogai por nós.

Santa Edwiges, intercessora da paz entre os homens, rogai por nós.

Santa Edwiges, glória da Santa Igreja, rogai por nós.

Santa Edwiges, agraciada com a morte celestial, rogai por nós.

Santa Edwiges, glorificada com inúmeros milagres, rogai por nós.

Santa Edwiges, proclamada no número dos eleitos, rogai por nós.

Amém.


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Iconografia de Santa Edwiges

 Iconografia de Santa Edwiges 


Vamos conhecer os vários símbolos importantes da imagem de Santa Edwiges que ajudam a contar sua história?


O hábito religioso de Santa Edwiges

Santa Edwiges é representada vestindo um hábito religioso. Isso acontece porque quando ficou viúva e com seus filhos criados, ela entrou para o Mosteiro de Trebnitz, na Polônia, passando a viver a vida religiosa. 

Porém, mesmo estando no mosteiro, ela não deixou de ajudar os pobres e endividados, usando o dinheiro de seu dote.

 A caridade foi a grande marca desta santa. Por causa de sua caridade, muitos foram libertados da prisão tendo suas dívidas pagas pela santa.


A coroa na mão de Santa Edwiges

A coroa na mão de Santa Edwiges tem dois significados. Primeiramente, simboliza sua origem nobre e rica. Edwiges nasceu numa família extremamente rica e nobre, mas isso não a fez distanciar-se dos pobres e necessitados. Pelo contrário, ela se tornou o anjo protetor deles. 

O segundo significado da cora é seu casamento com um príncipe, o que fez dela uma princesa. Uma princesa dona de um dote milionário, que foi usado para o bem dos pobres e endividados. Naquele tempo, os endividados iam para a prisão e suas famílias caíam na miséria. Quando Santa Edwiges saudava uma dívida, ela não só libertava um pai de família da prisão, mas reconstruía uma família, resgatava sua dignidade e a retirava da miséria. A coroa na mão de santa Edwiges representa a fortuna e o dinheiro usados a serviço do Reino de Deus, para o bem do próximo. É o símbolo da riqueza abençoada por Deus.



O livro na mão de Santa Edwiges

O livro na mão de santa Edwiges representa sua formação religiosa e a formação religiosa que ela transmitiu a seu marido e seus filhos. E a coroa de Santa Edwiges estando sobre o livro significa que a sua riqueza estava apoiada e fundada sobre a fé, a caridade ensinada na Bíblia e os mandamentos de Deus. Quando a riqueza é apoiada na fé e na obediência à Palavra de Deus, ela se transforma num bem para muitas pessoas. Esse é o testemunho de Santa Edwiges.


A igreja na mão de Santa Edwiges

Santa Edwiges também é representada segurando uma igreja em sua mão direita o que significa algo muito concreto que ela fez: com o dote recebido de seu marido, ela financiou a construção de igrejas e conventos na Polônia e na Alemanha. 

Financiando essas construções, além de prestar culto a Deus, ela proporcionava empregos e sustento para um incontável número de trabalhadores e pais de família. 

Por isso, Santa Edwiges é conhecida também como a protetora das famílias.


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Ladainha de São Geraldo Majella

Ladainha de São Geraldo Majella 


Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.

Deus Filho, redentor do mundo, tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Mãe do Perpétuo Socorro, rogai por nós.

São José, pai adotivo de Cristo, rogai por nós.

Santo Afonso, fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, rogai por nós.



São Geraldo Majella, rogai por nós.

São Geraldo, enriquecido com graças extraordinárias desde a juventude, rogai por nós.

São Geraldo, modelo perfeito de um servo fiel, rogai por nós.

São Geraldo, o padrão luminoso das classes trabalhadoras, rogai por nós.

São Geraldo, grande amante da oração e trabalho, rogai por nós.

São Geraldo, Serafim de amor para com o Santíssimo Sacramento, rogai por nós.

São Geraldo, imagem viva do Salvador crucificado, rogai por nós.

São Geraldo, o cliente zeloso da Imaculada Virgem Maria, rogai por nós.

São Geraldo, espelho brilhante da inocência e da penitência, rogai por nós.

São Geraldo, modelo admirável de obediência heroica, rogai por nós.

São Geraldo, vítima silenciosa da calúnia infame, rogai por nós.

São Geraldo, grande diante de Deus pela tua humildade profunda, rogai por nós.

São Geraldo, verdadeiramente sábio pela tua simplicidade infantil, rogai por nós.

São Geraldo, sobrenaturalmente iluminado em mistérios divinos, rogai por nós.

São Geraldo, unicamente preocupado em agradar a Deus, rogai por nós.

São Geraldo, promotor de zelo da conversão dos pecadores, rogai por nós.

São Geraldo, conselheiro sábio na escolha da vocação, rogai por nós.

São Geraldo, guia iluminado na direção das almas, rogai por nós.

São Geraldo, amigo íntimo dos pobres e dos aflitos, rogai por nós.

São Geraldo, um refúgio seguro na doença e na tristeza, rogai por nós.

São Geraldo, protetor maravilhoso de crianças não batizadas, rogai por nós.

São Geraldo, intercessor cheio de compaixão em cada necessidade, rogai por nós.

São Geraldo, honra e glória da Ordem Redentorista, rogai por nós.



Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor.



Rogai por nós, São Geraldo Majella, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.


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Oração dos 300 anos do nascimento de São Geraldo Majella

Oração dos 300 anos de São Geraldo Majella 

Ano Jubilar tricentenário do nascimento do santo 

1726 - 2026


Oração dos 300 anos de São Geraldo Majella é a prece criada para celebrar o Ano Jubilar tricentenário do nascimento do santo ocorrido em 06 de abril de 1726.


https://santuariosaogeraldo.org.br/noticia/oracao-dos-300-anos-de-sao-geraldo/


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Oração dos 300 anos de São Geraldo Majella 

Pai Eterno,

nós vos louvamos e agradecemos pela vida de São Geraldo Majella

que nasceu há 300 anos para ser luz, sinal de esperança na Igreja e no mundo.


Jesus Redentor,

nós queremos vos seguir, a exemplo de São Geraldo Majella,

abraçando a cruz de cada dia com amor e humildade a serviço dos mais abandonados, principalmente os pobres.


Espírito Santo,

iluminai a nossa mente e o nosso coração para discernir e fazer a vontade de Deus com alegria.

 Ensinai-nos a ser irmãos e, com São Geraldo, promover a fraternidade e a paz.


Maria, Mãe do Perpétuo Socorro,

vós que estais na comunhão dos santos com São Geraldo, rogai pelos

missionários redentoristas para que perseverem na vocação e na missão, 

abençoai as famílias e despertai no coração dos jovens o desejo de seguir a Jesus na vida religiosa consagrada.

Amém.


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São Geraldo Majella

  

São Geraldo Majella

16 de outubro


Nascido em 1726, era o mais jovem de cinco filhos do casal Domingos Majella e Benedita Galella. Tinha 12 anos quando aprendeu a profissão humilde de alfaiate, que seu pai que havia falecido exercia.

Em 1745 sentiu-se atraído pela Congregação do Santíssimo Redentor, fundada havia quinze anos por Santo Afonso de Ligório onde foi aceito e durante o tempo de seu postulantado recebeu grandes luzes do Espírito Santo.

Em 1754, quando a Lacedônia sofreu uma epidemia, São Geraldo realizou milagres edificantes que converteram muitas pessoas.

Entregou-se a prática de austeras mortificações e escreveu nessa ocasião muitas palavras sobre o sofrimento e sobre a vontade de Deus.

Chamado de “Pai dos pobres” morreu aos vinte e nove anos, dos quais cinco como redentorista. 


Padroeiro da maternidade: sendo popularmente conhecido como o "Santo das Mães" é frequentemente procurado por mulheres com dificuldades para engravidar, recebendo pedidos de intercessão para gestações tranquilas, o bem-estar dos filhos, proteção durante a gravidez e parto feliz.

Existem muitos testemunhos e obras literárias que documentam a devoção a São Geraldo em sua conexão com a maternidade como o livro "São Geraldo, em Tuas Mãos Minha Gestação".


Padroeiro da resiliência, dos que buscam a cura de enfermidades e daqueles que são falsamente acusados de algo.

 Ele é conhecido pela fé profunda e apesar da saúde frágil e de ter sido injustamente acusado,  sua  resiliência se manifestou na capacidade de vencer as dificuldades próprias de sua natureza frágil e todas as outras que enfrentou em sua vida.


Protetor dos pobres: Sua vida foi marcada pela entrega aos desígnios de Deus e pela proximidade com os mais necessitados. 

Ele é lembrado pela sua humildade, simplicidade e desapego das coisas materiais, vivendo uma vida dedicada ao serviço dos irmãos. 

Sua admiração pela pobreza voluntária e sua capacidade de servir e atender aos pobres o tornam um exemplo de santidade e um intercessor especial para os menos afortunados. 


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Oração a São Geraldo Majella


Ó São Geraldo, nós nos alegramos pela felicidade de vossa glória. Nós bendizemos a Deus pelos dons sublimes de vossa graça a vós dispensados com tanta largueza. Nós vos felicitamos por haverdes correspondido fielmente a tanta bondade do Senhor.

Ó São Geraldo, ajudai-nos a imitar vossa fidelidade à Vontade Divina: vosso amor a Jesus Sacramentado: vossa devoção singular a Maria Santíssima; vosso espírito de penitência; a pureza de vossa vida e, enfim, vossa grande caridade para com os pobres, para com as mães e para com os mais abandonados.

Ó São Geraldo, socorrei-nos em todas as nossas precisões espirituais e materiais. Alcançai-nos uma piedosa conformidade nas agruras, doenças e sofrimentos da vida. Abençoai as mães, de quem sois o especial padroeiro. Alcançai-nos de Deus muitas vocações sacerdotais e religiosas. Orai pela Igreja de Jesus Cristo e pelo Santo Padre, o Papa. 

Assim seja.

Amém.


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Santa Edwiges

 

Santa Edwiges

16 de outubro


 Nascida na Alemanha, no período medieval, Edwiges por muito tempo viveu em meio ao luxo e à riqueza, já que era filha de nobres. Esse fato, entretanto, não impediu esta mulher de optar por uma vida simples e humilde, colocando-se a serviço do senhor e de seus desígnios.

Aos 12 anos de idade, Edwiges se casou com o príncipe da Silésia (atualmente uma região que fica na Polônia), com quem teve 6 filhos, sendo que 2 morreram ainda pequenos. Como esposa dedicada e zelosa, fez questão de cuidar da educação religiosa dos filhos e também do marido.

Serva do Senhor, Edwiges sempre se submetia a sacrifícios em nome de sua devoção, comendo nas quartas e nas sextas-feiras apenas  pão e água e alimentando-se muito pouco nos demais dias da semana.

Ela sempre ingeria uma quantidade de nutrientes que atendesse às necessidades do seu organismo, porém, na Quaresma, alimentava-se só para não perder os sentidos e evitar desmaios.

 O único objetivo de vida de Santa Edwiges foi o de auxiliar a construção do reino de DEUS aqui na Terra.

Edwiges era penitente até nas vestes. No tempo em que a nobreza se vestia com luxo excessivo, a santa tinha muita simplicidade e se agasalhava pouco no rigoroso inverno polonês. Andava sempre descalça nos pavimentos gelados do palácio e, na igreja, permanecia sempre de joelhos. Certa vez, uma criada que a acompanhava estava quase morrendo de frio, quando colocou os pés no lugar onde Edwiges havia estado e  sentiu um grande calor, que subitamente a fez melhorar.

Edwiges influenciava seu marido nas decisões políticas que ele tomava, interferindo até mesmo na elaboração de leis. Ela opinava da maneira que considerava mais justa, visando melhorar a condição de vida da população da qual seu esposo governava. Além disso, com o apoio dele, foram construídas igrejas, conventos, hospitais, mosteiros e escolas naquele reinado.

Em uma quarta-feira de Quaresma, o marido de Edwiges esbravejou ao ver que sobre a mesa só havia água, sendo que ele gostava muito de beber vinho. Então, mesmo não havendo mais vinho, a dedicada esposa ofereceu-lhe uma taça, na qual continha um líquido que se mostrou como vinho. O marido bebeu e ficou muito satisfeito.

Esse foi o primeiro de uma série de acontecimentos que se pode chamar de milagres, que Edwiges realizou.

Como em vida a santa já havia auxiliado muitas pessoas, também dos céus, perto de DEUS, seu poder de intercessão é muito grande. Alguns milagres de Edwiges na Terra são notórios, como a cura de muitas irmãs do monastério.

Quando completou 32 anos de idade, Edwiges fez voto de castidade. Decisão esta respeitada por seu marido.

Quando ficou viúva, iniciou seus primeiros passos rumo à santidade. Decidiu transferir-se para o Mosteiro de Trebnitz, na PolÔnia, onde passou a morar. Com o mínimo de sua renda, vivia a serviço do próximo, ajudando os necessitados, em especial  os endividados.

Certa vez, durante uma visita a um presídio, ela descobriu que muitos ainda estavam ali por não terem como pagar suas dívidas. Ao socorro desses desesperados, Edwiges saldava o que deviam e assim garantia a liberdade de muitos. 

Canonizada em março de 1267, Santa Edwiges se tornou a padroeira dos pobres, dos endividados e protetora das famílias.

A festa em louvor a Santa Edwiges é celebrada em 16 de outubro.


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Oração a Santa Edwiges


Santa Edwiges, vós que fostes o amparo dos pobres, a  ajuda dos desvalidos e o socorro dos endividados, e no céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante vos peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de DEUS o auxílio de que urgentemente preciso (faça o pedido). 

Alcançai-me também a suprema graça da salvação eterna. 

Santa Edwiges, rogai por nós.

Amém.


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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Novena à Milagrosa Virgem do Rosário da Pompeia #2

 

Novena à Milagrosa Virgem do Rosário da Pompeia #2


Só faça esta oração para alcançar uma graça que realmente necessite. 

Pede-se a graça e reza-se 9 quintas-feiras seguidas, enviando 1 cópia a cada quinta-feira com o propósito de propagar esta novena. 

A Virgem Milagrosa concede a graça antes de terminar a novena por mais difícil que esta seja.

 


Milagrosa Virgem da Pompeia, acolhei-me à vossa proteção e amparo. 

Entrego-me completamente à vossa vontade e em prova de meu afeto ofereço a vós esta luz (acender uma vela) que acenderei às quintas-feiras em vossa honra e consolai-me em minhas aflições. 

Suplico-vos pela honra que tivestes em hospedar ao salvador do mundo, Jesus Cristo, intercedei pela felicidade de minha família para que sempre invoquem a Deus em suas aflições. 

Suplico-vos que sejais misericordiosa afastando as dificuldades que nos rodeiam e que me concedais as graças que vos peço se for para maior glória de Deus e salvação do mundo.

Amém.


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Agradeço a Nossa Senhora do Rosário da Pompeia que em vários momentos difíceis de minha vida, esteve presente com seu amor, carinho, proteção e amparo, auxiliando-me e concedendo-me as graças que supliquei.

Divulgo em agradecimento por todas as graças alcançadas e bençãos recebidas ❤️

Gratidão!


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Poema: Aspirações à vida eterna de Santa Teresa de Ávila

 

Poema: Aspirações à vida eterna 

A profunda espiritualidade de Santa Teresa



Vivo sem em mim viver

E tão alta vida espero,

Que morro de não morrer.

Vivo já fora de mim

Desde que morro de amor

Porque vivo no Senhor,

Que me escolheu para Si.

Quando o coração lhe dei,

com terno amor lhe gravei:

Que morro de não morrer.


Esta divina prisão,

do amor em que eu vivo,

fez a Deus ser meu cativo,

e livre meu coração;

e causa em mim tal paixão

ser eu de Deus a prisão,

Que morro de não morrer.


Ai que longa é esta vida!

Que duros estes desterros!

Este cárcere, estes ferros

onde a alma está metida!

Só de esperar a saída

me causa dor tão sentida,

Que morro de não morrer..


Ai! Como a existência é amarga

Sem o gozo do Senhor!

Se é doce o divino amor,

Não o é a espera tão larga:

Tire-me Deus esta carga

Tão pesada de sofrer,

Que morro de não morrer.


Só vivo pela confiança

De que um dia hei de morrer;

morrendo, o eterno viver

Tem por seguro a esperança.

Ó morte que a vida alcança,

Não tardes em me atender,

Que morro de não morrer.


Olha que o amor é bem forte!

Vida, não sejas molesta;

Vê, para ganhar-te resta

Só perder-te: – feliz sorte!

Venha já tão doce morte;

Venha sem mais se deter,

Que morro de não morrer.


Lá no céu, definitiva,

É que a vida é verdadeira;

Durante esta, passageira,

Não a goza a alma cativa.

Morte, não sejas esquiva;

Mata-me para eu viver,

Que morro de não morrer.


Vida, que posso eu dar

a meu Deus que vive em mim,

se não é perder-me enfim,

para melhor o gozar?

Morrendo, o quero alcançar,

pois nele está meu socorro,

Que morro de não morrer.


Se ausente de meu Deus ando,

Que vida há de ser a minha

Senão morte, mais mesquinha,

Que mais me vai torturando?

Tenho pena de mim, quando

Me vejo em tanto sofrer,

Que morro de não morrer.


Já de alívio não carece

O peixe em saindo da água,

Pois tem fim toda outra mágoa

Quando a morte se padece.

Pior que morrer parece

Meu lastimoso viver,

Que morro de não morrer.


Se me começo a aliviar

Ao ver-te no Sacramento,

Vem-me logo o sentimento

De não poder gozar.

Tudo aumenta o meu penar,

Por tão pouco assim te ver,

Que morro de não morrer.


Quando me alegro, Senhor,

Pela esperança em ver-te,

Penso que posso perder-te,

E se dobra a minha dor:

E vivo em tanto pavor,

Sem na espera esmorecer,

Que morro de não morrer.


Oh! Tira-me desta morte,

E dá-me, Deus meu, a vida;

Não me tenhas impedida

Por este laço tão forte.

Morro por ver-te, de sorte

Que sem ti não sei viver,

Que morro de não morrer.


Choro a minha morte já;

E lamento a minha vida,

Enquanto presa e detida

Por meus pecados está.

Ó meu Deus, quando será

Que eu possa mesmo dizer

Que morro de não morrer?


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As moradas de Santa Teresa de Ávila

As moradas de Santa Teresa de Ávila 


Santa Teresa d’Ávila foi uma mística extraordinária cujas experiências incluíam visões, êxtases e um profundo senso de união com Deus.

Sua obra mais conhecida é As Moradas do Castelo Interior onde a Santa descreve um caminho seguro de comunhão com Deus.

O itinerário dentro do Castelo até o encontro com o Rei, é uma viagem de autoconhecimento, purificação e conversão.

Santa Teresa propõe nesse itinerário que saiamos da vida de pecado para a vida mística, passando pela via purgativa, a iluminativa e enfim chegando à vida unitiva.


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As “moradas” de Santa Teresa

São 7 moradas ao todo e em cada uma delas devemos nos apoiar em Deus e confiar que Ele nos ajudará.

As primeiras moradas correspondem ao início da vida espiritual, são o fundamento da vida mística; as do meio são o inicio da vida mística; e as últimas, o encontro definitivo com o Mestre. 


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Primeira Morada: A entrada no Castelo


Entramos no Castelo quando decidimos buscar a Deus largando o pecado mortal e desejando conhecer o Mestre.

São quatro os frutos da primeira morada: A liberdade, a humildade, o desprendimento e a caridade.


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A Segunda, Terceira e Quarta Morada:

Abandono do mundo e compreensão de Deus


Nessas três moradas é possível aprofundar a vida espiritual e o caminho de santidade. Nelas nos afastamos aos poucos do pecado.

Na segunda morada rompemos nossa relação com o mundo e escolhemos à Deus.

Na terceira morada passamos pelo autoconhecimento.

Na quarta morada é a compreensão do mistério de amor de Deus. 

Até a quarta morada cada um de nós pode chegar através do esforço e determinação. Mas, a partir da quinta, somente entram os escolhidos por Deus para a vida mística.

É importante ressaltar que é possível ser santo já na quarta morada, pois ela é a última da via purgativa

É Deus quem nos faz passar de uma morada à outra, quando quer e da forma que quer. Até que na quinta morada passamos por uma transição.


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Quinta Morada: Cristo que vive


A partir de agora não depende mais de nós lutarmos contra o pecado, mas unicamente de Deus para progredirmos na vida espiritual. 

Na quinta morada vivemos a frase de São Paulo: 

“Já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim!” (Gálatas 2,20).


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Sexta Morada: A presença de Deus


Já estamos no caminho da perfeição, abandonamos há tempos o pecado e as faltas, já é Cristo que vive em nós, e agora iniciamos os compromissos espirituais.

A sexta morada é marcada muitas vezes pela sensação da Noite Escura, sentimento de ausência de Deus, mas também essa sensação se alterna com uma experiência muito profunda da presença de Cristo. É possível, nessa morada, encontrar os famosos êxtases.

Jesus se une a nós em nossa debilidade humana para transformá-la.


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Sétima Morada: União perfeita com o Rei


Na sétima morada a alma se une definitivamente com Deus.

Através dessa união tudo se transforma e se renova o desejo de assumir a própria condição e os próprios compromissos terrenos de maneira ainda mais concreta.

Deus retira o véu dos olhos da Alma e Se apresenta a ela, de modo intelectual. É o estágio final da vida Mística a completa união com Deus e Criador.


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O caminho das Moradas é um caminho de espiritualidade que começa na conversão e culmina na união completa da alma com Deus.

 É um lindo e difícil caminho. 

Um caminho particular para cada pessoa.

Pode-se por exemplo estar na quarta camada, mas cair no pecado e voltar ao início, pode-se ser santo ainda nas primeiras moradas. Ou, caso Deus deseje, a alma pode alcançar a sétima morada.

É um caminho de espiritualidade e a oração nos serve de inspiração e referência para buscarmos sempre as coisas do Alto, fugir do pecado e abraçar as virtudes.


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Santa Teresa de Ávila

 Santa Teresa de Ávila

15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.

Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.

Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.

Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.

Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.

Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da Vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”

Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 

É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.

As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.


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Oração de Santa Teresa de Ávila


Nada te perturbe,

Nada te espante.

Tudo passa,

Só Deus não muda.

A paciência tudo alcança.

Quem tem a Deus nada lhe falta,

Só Deus basta.


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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

São Calisto I, o Papa das Catacumbas

 São Calisto I

14 de outubro


Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem a Roma são as catacumbas.

Particularmente célebres e frequentadas as de São Calisto são definidas pelo papa João XXIII como “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”.

Numa área de 120.000 metros quadrados, com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existiam não menos que 20 quilômetros de corredores.

Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização,primeiro como diácono do papa Zeferino e depois como papa.

Mas além das dimensões este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que aí foram sepultados. Particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a dos papas Ponciano, Antero e Fabiano. Pode parecer estranho, por isso, que falte aí aquele que a construiu, Calisto. O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na Basílica de Santa Maria In Trastevere, que foi construída por determinação do papa Júlio, na metade do século IV, intitulada também de São Calisto.

No Trastevere, nasceu Calisto, na segunda metade do século II. Lá teve de fazer girar uma roda de moinho para compensar o patrão e a comunidade por dano sofrido. Outra dura condenação, a flagelação e a deportação. Resgatado pela comunidade cristã, colaborou com o papa Vitor e om Zeferino, até que sucedeu a este no ano 217.

A sua eleição provocou o cisma de Hipólito, que reprovava a sua origem servil e sobretudo a sua demasiada condescendência para com os pecadores.

Morreu mártir por ocasião de uma revolta popular.

É o padroeiro dos cervejeiros.


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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Santo Eduardo

 Santo Eduardo

13 de outubro


Eduardo, rei da Inglaterra de 1043 a 1066, deixou uma forte lembrança no seu povo, veneração essa que atravessou os séculos e deve ser procurada não só em sábias providências administrativas, como a abolição de pesadas taxas que oprimiam o povo, mas, sobretudo em seu temperamento manso e generoso, nunca uma indelicadeza ou palavra de repreensão ou gesto de ira teve ele com ninguém, em sua vida particular ou com o mais humilde de seus súditos.

Casou-se um ano antes de ser coroado, com Edith Godwin,a filha de seu adversário mais terrível.

Eduardo e a rainha Edith, cultos, dedicados à oração e à meditação, fizeram de comum acordo voto de virgindade.

Nascido em 1004, ainda menino teve de tomar o caminho do exílio e viveu de 1014 a 1041 na Normandia, com os parentes maternos. Neste período fez voto de ir a Roma em peregrinação, se a Divina Providência o reconduzisse à pátria. Quando isto aconteceu, Eduardo teria cumprido piedosamente a promessa, mas foi dispensado pelo papa de cumpri-la. A soma necessária a viagem foi distribuída uma parte entre os pobres e outra parte destinada à restauração do mosteiro de Westminster, que foi solenemente inaugurada em 28 de dezembro de 1065.

Já gravemente doente o rei morreu em 5 de janeiro de 1066 e foi sepultado na igreja da abadia. Ao seu sepulcro começaram logo as peregrinações de devotos.

Em 1102, o seu corpo permanecia intacto e em 7 de fevereiro de 1161 o papa Alexandre III o incluiu no elenco dos santos.

É o padroeiro dos casamentos difíceis.


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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Iconografia de Nossa Senhora Aparecida

Iconografia de Nossa Senhora Aparecida 


O que cada símbolo significa na devoção:

Inicialmente Nossa Senhora Aparecida é Nossa Senhora da Conceição. A imagem encontrada no rio é uma representação da Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora da Conceição, iconografia comum no Brasil colonial. 

É por isso que o nome completo da padroeira é Nossa Senhora da Conceição Aparecida: o “Aparecida” veio depois, do modo como ela foi encontrada, "aparecida" nas águas do rio.

A escultura é atribuída a Frei Agostinho de Jesus, monge beneditino que trabalhou em São Paulo no século XVII, e é obra de estilo barroco, feito de maneira simples, como se fazia na época.


A cor escura: 

A imagem é de terracota, argila cozida de tom naturalmente escuro que provavelmente se acentuou pelo tempo em que a imagem ficou nas águas do rio Paraíba do Sul e, depois, pela fumaça das velas de gerações de devotos. A cor vem do próprio barro e do tempo, e não de pintura ou de símbolo acrescentado.


A fita, cíngulo ou cordão que envolve a cintura de Maria: 

Uma leitura difundida entre os devotos vê na fita um sinal de que Maria espera o Menino Jesus, e ela aparece também em outras imagens que representam Maria à espera de Jesus.


As mãos postas: 

Maria está de mãos postas, em oração contínua. Assim como rezou durante toda a vida, continua a elevar as mãos aos céus para interceder junto a Deus pelos filhos que recebeu de Cristo do alto da cruz, quando Ele disse ao discípulo João: “Eis aí a tua mãe” (Jo 19,26-27).


 Meia-Lua sob os pés: 

Inspirada na "Mulher do Apocalipse", representa a vitória sobre as trevas e o reflexo da luz de Cristo (o Sol).


A serpente esmagada sob os pés da imagem, simboliza o triunfo do bem sobre o mal.


 Nuvens e Anjo: 

A base da estátua traz anjos e nuvens, indicando a origem divina e a ascensão ao céu.


Três flores na cabeça:

 As pequenas rosas esculpidas nos cabelos remetem à Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.


O manto e a coroa: 

Nem o manto bordado nem a coroa fazem parte da escultura original, que é a figura em terracota de mãos postas. Ambos foram acrescentados pela devoção do povo ao longo dos séculos. A coroação canônica aconteceu em 1904, por decreto do Papa São Pio X, com a coroa de ouro oferecida pela Princesa Isabel. Em 1930, o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil.


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Para ter uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no seu lar qual tamanho escolher e onde colocá-la em casa?

A medida certa depende do lugar onde a imagem vai ficar e da distância de quem reza diante dela. 

Antes de escolher, meça a altura livre da prateleira, do nicho ou do oratório. 

Deixe alguns centímetros de folga acima da coroa, para a imagem não ficar apertada.

Para a casa, a faixa de 20 a 30 cm é a que mais funciona: aparece na estante, no oratório ou em qualquer móvel em harmonia com o ambiente.

 De 12 a 15 cm serve para cabeceira, nicho pequeno e para presentear; de 40 cm para cima, para um canto de oração dedicado a mãezinha do céu.


Abaixo estão os modelos, o que cada símbolo da imagem significa e onde colocá-la.

 As representações de Nossa Senhora Aparecida seguem todas a mesma iconografia, o que muda é o recorte da cena e o acabamento.


Manto:

A imagem clássica, com o manto bordado que a devoção acrescentou ao longo dos séculos. É a que a maioria das pessoas tem na memória, e a escolha mais natural para quem quer a Aparecida que viu na casa dos avós.


Bandeiras:

Traz a imagem com as bandeiras que acompanham as procissões e romarias. Carrega o traço popular da devoção brasileira e representa a fé que sai à rua. Costuma agradar quem tem ligação com romaria ou com a devoção comunitária.


Basílica:

Apresenta a imagem junto do Santuário Nacional. É a peça de quem já peregrinou a Aparecida ou pretende peregrinar, porque guarda o lugar e não apenas a figura.


História de Aparecida:

Peça maior, de 42 cm, que representa a cena do encontro no rio: os pescadores, a rede, o momento em que a imagem aparece. Conta a história inteira num objeto só, e por isso funciona bem em canto de oração dedicado.


Medalhão de parede:

Para quem não tem superfície livre é uma solução  artesanal para casa pequena e de parede que pede um ponto de devoção sem ocupar móvel.


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Como rezar o Terço em Louvor a Nossa Senhora Aparecida passo a passo

Terço em Louvor a Nossa Senhora Aparecida 

Como rezar o terço passo a passo 


Entreguemos cheios de amor e confiança as nossas vidas, as nossas famílias, o povo brasileiro e o nosso Brasil, aos cuidados da Mãe Aparecida

Aprenda como rezar o Terço de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e confie suas intenções à Mãe querida de todos os brasileiros

 

O Terço de Nossa Senhora Aparecida se reza com o terço comum. 

Começa com o sinal da cruz, o Creio, um Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória.

 Em cada um dos cinco mistérios, que lembram episódios da história da devoção, reza-se um Pai-Nosso e dez vezes a jaculatória a Aparecida. 

Termina com a Salve-Rainha.


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Comece invocando a presença da Santíssima Trindade

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Reze

1 Creio

1 Pai Nosso

3 Ave Marias

1 Glória ao Pai


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De onde vêm os cinco mistérios deste terço?

São cinco episódios da história de Aparecida, relatos da piedade popular, guardados pelo Santuário: as velas que se reacenderam, as correntes que caíram dos pulsos de Zacarias, o cavaleiro barrado na escadaria, a menina cega de Jaboticabal e o menino paralítico de Queluz.

 

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Primeiro Mistério do Terço de Nossa Senhora Aparecida 

O Milagre das Velas

O primeiro milagre atribuído à imagem se deu numa noite serena e silenciosa enquanto a família e vizinhos rezavam o terço. Era costume, naquela época, as famílias vizinhas se reunirem aos sábados para rezar o terço e outras orações, e entoar cânticos em louvor da Imaculada Conceição de Maria. Duas velas se apagaram sem que ninguém as soprasse, e se acenderam sem que pessoa alguma colocasse fogo nelas.

A luz daquelas velas, que se reacenderam miraculosamente naquela noite, iluminou seus corações e despertou neles grande amor e devoção para com Nossa Senhora. Logo grande número de fiéis afluíam ao local para render graças à Virgem Imaculada.


Na conta maior reze 1 Pai Nosso

Nas dez contas menores (10x):

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, iluminai as nossas noites e os nossos corações.


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Segundo Mistério do Terço de Nossa Senhora Aparecida 

Caem as Correntes

Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, havia fugido de uma fazenda no Paraná e foi capturado no Vale do Paraíba. Estava sendo levado de volta, preso por correntes e argolas em torno dos pulsos e do pescoço, quando passaram perto da capelinha da Aparecida. Zacarias, cheio de confiança no poder e na bondade de Nossa Mãe do Céu, pediu para rezar diante da imagem. Rezou com tanta fé, que as argolas e a corrente lhe caíram milagrosamente aos pés! Seu senhor, quando soube do milagre, deu-lhe logo a liberdade. Zacarias tornou-se um dos maiores devotos da Senhora Aparecida e um entusiasmado propagador da devoção a Ela.


Na conta maior reze 1 Pai Nosso

Nas dez contas menores (10x):

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, iluminai as nossas noites e os nossos corações.


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Terceiro Mistério do Terço de Nossa Senhora Aparecida

O Sacrilégio Punido

Após a Independência do Brasil, o encontro dos romeiros e a devoção a Nossa Senhora Aparecida foi crescendo cada vez mais. Porém, o ódio dos maus também aumentava. Um homem sem fé e inimigo da religião veio de Cuiabá com a sacrílega intenção de entrar a cavalo na igreja e derrubar a milagrosa Imagem. A Virgem, porém, não permitiu o sacrilégio: as patas do cavalo ficaram presas nas pedras da escadaria. Até hoje pode ver-se a marca de uma das ferraduras, gravada numa pedra que se conserva na Sala dos Milagres da Basílica Nova.


Na conta maior reze 1 Pai Nosso

Nas dez contas menores (10x):

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, iluminai as nossas noites e os nossos corações.


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Quarto Mistério do Terço de Nossa Senhora Aparecida

A Cura da Menina Cega

Dona Gertrudes Vaz morava com sua filha em Jaboticabal, no interior de São Paulo. Um irmão dela, chamado Malaquias, ia sempre em peregrinação a Aparecida, e depois contava para a sobrinha os milagres que ali se operavam. A menina pedia à mãe para irem também em peregrinação. Mas como eram muito pobres, não tinham recursos para a longa viagem. Confiando, porém, na Virgem Aparecida, elas se puseram um dia a caminho, pedindo esmolas para se manterem. Depois de semanas de viagem, ao chegarem próximo de Aparecida, de repente, a menina, que era cega de nascimento, exclama com simplicidade:

– Olha mãe! Aquilo não será a igreja de Nossa Senhora Aparecida?

Muito emocionada, a mãe pergunta:

– Minha filha, você está enxergando?

– Perfeitamente, mamãe! – respondeu a menina. De repente veio uma luz que clareou a minha vista. 

Este caso deu-se no ano de 1874.


Na conta maior reze 1 Pai Nosso

Nas dez contas menores (10x):

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, iluminai as nossas noites e os nossos corações.


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O Quinto Mistério do Terço de Nossa Senhora Aparecida

O Pequeno Paralítico

Narra um Missionário Redentorista do começo do século: “A imagem de Nossa Senhora Aparecida que levamos conosco parece exercer uma atração especial, pois muito e piedosamente se rezava diante dela. Depois da volta dos missionários, veio de Barra Mansa uma notícia sobre o milagre, acontecido durante a renovação da missão em Queluz, em outubro de 1903.

“Um menino de 10 a 11 anos, quase paralítico, foi a Queluz durante a renovação, para pedir esmolas. Um dos missionários, com a esmola, deu-lhe o conselho de fazer uma novena a Nossa Senhora Aparecida. O pequeno seguiu o conselho e após alguns dias, estava andando livremente; veio até Aparecida cumprir sua promessa”.


Na conta maior reze 1 Pai Nosso

Nas dez contas menores (10x):

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, iluminai as nossas noites e os nossos corações.


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Como terminar o terço

Depois da quinta dezena, reza-se a Salve-Rainha e termina-se com o sinal da cruz.


Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! 

A vós bradamos, os degredados filhos de Eva. 

A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.

 Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei.

 E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre. 

Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria. 

Rogai por nós, santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. 

Amém.


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