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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Santo Agostinho

Santo Agostinho

28 de agosto


Aurélius Augustine, Santo Agostinho nasceu na cidade de Tagaste, província de Souk Ahras, na época uma província romana no norte da África, na atual Argélia, filho de pai pagão, chamado Patrício e mãe católica, Santa Mônica.

Com onze anos de idade, foi enviado para a escola em uma pequena cidade da Numídia. Lá ele tornou-se familiarizado com a literatura latina, bem como práticas e crenças do paganismo, o que despertou-lhe o interesse pela filosofia e passou a ser um seguidor do maniqueísmo (sistema religioso que une elementos cristãos e pagãos). Com dezessete anos, foi  para Cartago continuar sua educação na retórica. Vivendo como um pagão intelectual, ele tomou uma concubina; numa tenra idade, ele desenvolveu uma relação estável com uma jovem em Cartago, com a qual teve um filho, Adeodato.

Lá permaneceu durante 9 anos ocupando o cargo de professor da cadeira municipal de retórica. Em 383 mudou-se para Roma onde amigos maniqueístas apresentaram-lhe o prefeito da cidade, Symmachus, que tinha sido solicitado a fornecer um professor de retórica imperial para o tribunal provincial em Milão. Agostinho ganhou o emprego e ocupou o cargo no final de 384.

Em Roma, ele relata ter completamente se afastado do maniqueísmo, e abraçou o movimento cético da Academia Neoplatônica. Sua mãe insistia para que ele se tornasse cristão e também seus próprios estudos sobre o neoplatonismo foram levando-o neste sentido, e seu amigo Simplicianus instou-o dessa forma também. Mas foi a oratória do bispo de Milão, Ambrósio, que teve mais influência sobre a conversão de Agostinho.

No verão de 386, após ter lido um relato da vida de António do Deserto, de Atanásio de Alexandria, que muito inspirou-lhe, Agostinho sofreu uma profunda crise pessoal. Decidiu se converter ao cristianismo católico, abandonar a sua carreira na retórica, encerrar sua posição no ensino, desistir de qualquer ideia de casamento, e dedicar-se inteiramente a servir a Deus e às práticas do sacerdócio.

A chave para esta transformação foi à voz de uma criança invisível, que ouviu enquanto estava em seu jardim em Milão, que cantava repetidamente, "Tolle, lege"; "tolle, lege" ("toma e lê"). Ele tomou o texto da epístola de Paulo aos romanos, e abriu ao acaso em 13:13-14, onde lê-se: "Não caminheis em glutonerias e embriaguez, nem em desonestidades e dissoluções, nem em contendas e rixas, mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não procureis a satisfação da carne com seus apetites". Ele narra em detalhes sua jornada espiritual em sua famosa Confissões (Confessions), que se tornou um clássico tanto da teologia cristã quanto da literatura mundial. 

Ambrósio batizou Agostinho, juntamente com seu filho, Adeodato, na vigília da Páscoa, em 387, em Milão. 

Em seu caminho de volta à África sua mãe morreu, e logo após também seu filho, deixando-o sozinho, sem família.

Após o regresso ao Norte da África, vendeu seu patrimônio e deu o dinheiro aos pobres. A única coisa com que ele ficou foi a casa da família, que se converteu em uma fundação monástica para si e um grupo de amigos.

Em 391, ele foi ordenado sacerdote em Hipona (atual Annaba, na Argélia). Em 396, foi eleito bispo,posição que ocupou até sua morte em 430.

Ele deixou o seu mosteiro, mas continuou a levar uma vida monástica na residência episcopal.  Deixou uma regra para seu mosteiro que o levou ser designado o "santo padroeiro do clero regular", isto é, sacerdotes que vivem por uma regra monástica.

Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza, porém, o conhecimento e as ideias eram de origem divina. Para o bispo nada era mais importante do que a fé em Jesus e em Deus. A Bíblia, deveria ser analisada, segundo ele, levando-se em conta os conhecimentos naturais de cada época. Defendia também a predestinação, conceito teológico que afirma que a vida de todas as pessoas é traçada anteriormente por Deus.

As obras de Santo Agostinho influenciaram muito o pensamento teológico da Igreja Católica na Idade Média.

Sua vida foi registrada pela primeira vez por seu amigo São Possídio, bispo de Calama, no seu Sancti Augustini Vita. Descreveu-o como homem de poderoso intelecto e um enérgico orador, que em muitas oportunidades defendeu a fé católica contra todos seus inimigos. Possídio também descreveu traços pessoais de Agostinho com detalhes, desenhando um retrato de um homem que comia com parcimônia, trabalhou incansavelmente, desprezou fofocas, rejeitou as tentações da carne, e que exerceu a prudência na gestão financeira conforme sua posição e autoridade de bispo. Sua vida não é tranquila: missa diária, prega até duas vezes ao dia, dá catequese, administra bens temporais, resolve questões de justiça (cerca, muro, dívidas e brigas de família) e atende aos pobres e órfãos.

Morreu em 28 de agosto de 420, durante um ataque de vândalos (povo bárbaro germânico) que destruíram toda a cidade. Somente a Catedral de Agostinho e a biblioteca ficaram intactas.

Agostinho foi canonizado por reconhecimento popular e reconhecido como Doutor da Igreja. 

É considerado o santo padroeiro dos cervejeiros, impressores, teólogos e de um grande número de cidades e dioceses. 

Uma das frases mais conhecidas do santo é : "Ter fé é acreditar nas coisas que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita.”


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Oração a Santo Agostinho

Tu, Senhor, que cuidas do mundo e escolhes os homens para anunciar a felicidade, concede-nos, que através de Santo Agostinho, Te encontremos em nós mesmos e caminhemos na perfeição do espírito.

Que sejamos capazes de amar a quem Te ama, ao amigo em Ti e ao inimigo por Ti; que nossa felicidade seja conhecer-Te, ainda que ignoremos tudo e fiquemos só contigo. 

Tu, Senhor, que iniciaste uma obra de perfeição em cada um de nós e nos deste a vocação e liberdade para cumprir nosso destino, faz presente Tua promessa em cada um de nós para que sejamos felizes portadores de Tua santidade e de Tua graça (peça a graça que deseja alcançar).

Por Jesus Cristo Nosso Senhor.

Amém.

Santo Agostinho, rogai por Nós!


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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Oração a Santa Mônica pelas mães, paz na família e conversão dos filhos

Oração a Santa Mônica pelas mães, paz na família e conversão dos filhos 


A ti recorro por ajuda e instruções, Santa Mônica, maravilhoso exemplo de firme oração pelos filhos. Em seus amorosos braços eu deposito meus filhos e minhas filhas (mencionar aqui os nomes), para que por meio de sua poderosa intercessão possam alcançar uma genuína conversão a Cristo Nosso Senhor.

 A ti também apelo para que peça a Nosso Senhor que conceda o mesmo espírito de oração incessante que te concedeu.

Ó Santa Mônica, que por meio de sua paciência e preces obteve de Deus a conversão de seu marido e a graça de viver em paz com ele, obtém para nós, suplicamos-lhe, a bênção de Deus onipotente, para que a verdadeira harmonia e paz reinem em nossas casas, e que todos os membros de nossas famílias possam alcançar a vida eterna.

Mãe exemplar do grande Agostinho, durante 30 anos rezou de modo perseverante por seu filho rebelde com amor, afeição, perdão, conselho e orações que clamavam ao céu. 

Intercede por todas as mães para que possam aprender a conduzir seus filhos a Deus e Sua Santa Igreja. Ensina-as como permanecer perto de seus filhos, inclusive daqueles filhos e filhas pródigos que tristemente se extraviaram. 

Tudo isto lhe peço para que interceda por mim e por minha família junto a Cristo Nosso Senhor. 

Amém.


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O Terço de Santa Mônica

O Terço de Santa Mônica 


É uma oração de perseverança dedicada especialmente a pais que rezam pela conversão e proteção dos filhos, inspirada na história da santa que converteu seu filho Santo Agostinho através de muitas lágrimas e preces.


No crucifixo: Sinal da cruz e Credo

Na primeira conta grande: Pai Nosso

Nas três primeiras contas pequenas: Ave-Maria

Na segunda conta grande: Glória ao Pai

(Faça seu pedido)



Primeiro Mistério

No Primeiro Mistério contemplamos o casamento de Santa Mônica, sua vocação para a vida conjugal e a maternidade. E pedimos por todas as mulheres chamadas à vida de esposa e mãe. Que possam cumprir sua missão preciosa com amor, fé e perseverança.

Na conta grande: Pai Nosso

Nas contas pequenas

Santa Mônica, esperança das esposas, viúvas e mães que sofrem, interceda por mim e por minha família.

Glória ao Pai


Segundo Mistério

No Segundo Mistério contemplamos os sofrimentos de Santa Mônica com seu marido. E pedimos por todas esposas que padecem algum tipo de sofrimento por causa de seus maridos (violência, desprezo, abuso, alcoolismo e tantos outros).


Terceiro Mistério

No Terceiro Mistério contemplamos os sofrimentos de Santa Mônica com seus filhos, especialmente Santo Agostinho. E pedimos por todas as mães que sofrem por seus filhos, para que alcancem a cura e libertação de cada um.


Quarto Mistério

No Quarto Mistério contemplamos a conversão do marido e dos filhos de Santa Mônica, especialmente Santo Agostinho. E pedimos a conversão dos maridos e filhos de todas as mães que esperam essa graça de Deus.


Quinto Mistério

No Quinto Mistério contemplamos a perseverança e a fé de Santa Mônica, que não desistiu nem desanimou, rezando trinta anos por Santo Agostinho. E pedimos a graça da perseverança na fé e na oração confiante, sem desanimar.


Para encerrar o terço reze a Salve Rainha


Oração a Santa Mônica para pedir a libertação e conversão de um filho

Ó Santa Mônica, que pela oração e pelas lágrimas alcançastes de Deus a conversão de vosso marido e filhos, especialmente Santo Agostinho, olhai para o meu coração, amargurado pelo comportamento do meu filho desobediente, rebelde, viciado, infeliz ou inconformado, que tantas dores causa ao meu coração e a toda a família. 

Que vossas orações se juntem às minhas, para alcançar o bom Deus, a fim de que Ele ilumine o coração de meu filho(a) (dizer o nome), trazendo-o de volta ao bom caminho.

Santa Mônica, intercedei junto ao Pai do Céu para que Ele chame meu filho(a) de volta à casa paterna, tal como chamou o filho pródigo. 

Dai-me esta graça e eu lhe serei eternamente agradecido(a). 

Amém.

Santa Mônica e Santo Agostinho, rogai por nós.


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Santa Mônica

 

Santa Mônica

27 de agosto


Santa Mônica de Hipona, nasceu em 331 d.C., em Tagaste. Foi, segundo as tradições católicas, criada por uma escrava que cuidava dos filhos dos senhores. Dessa senhora recebeu "educação e rígidos ensinamentos religiosos".

Casou-se aos dezessete anos com Patrício. O casal ocupava razoável posição social, mas apesar disso Mônica não era feliz no casamento pois sofria com a infidelidade do marido, por isso começa a atingir o ideal cristão de boa esposa e mãe, já que nunca criou discórdia por esse motivo.

Foi mãe de Santo Agostinho, sendo ele, segundo o também Doutor da Igreja, o seu alicerce espiritual que o conduziu em direção à fé verdadeira, já que o converteu por insistência ao Cristianismo. Ele julgava ser a mãe a intermediária entre ele e Deus. Durante a adolescência de Agostinho até ao seu batismo, Mônica vivia entre lágrimas, lamentando a vida de alegadas heresias do filho, e orava fervorosamente para que ele encontrasse a verdadeira fé.

Agostinho atribuiu a um sonho de sua mãe o passo definitivo para sua conversão e a confirmação de sua vocação religiosa, desse modo Mônica se torna responsável pelo destino cristão do filho.

Morreu aos 56 anos, no ano de 387, mesmo ano da conversão de seu filho. Seu corpo foi descoberto em 1430 e transferido para Roma onde mais tarde uma igreja lhe foi dedicada. Mônica foi canonizada não por ter operado milagres ou por ser mártir, mas sim por ter sido, alegadamente, a responsável pela conversão de seu filho mostrando empenho em ensinar condutas cristãs como moral, pudor e mansidão, mostrando a intervenção feminina no interior da família, pois foi o meio, através da oração, que contribuiu para a vida religiosa do filho.

Os marinheiros que acompanhavam Agostinho em suas viagens mediterrâneas se confortavam orando à Mônica, pedindo a chegada a salvo.

Teve seu culto canonizado tradicionalmente pelo Papa Alexandre III no século XII (por volta de 1153), embora registros históricos e fontes eclesiásticas também mencionem formalizações de sua veneração ao longo dos séculos medievais. 

É a padroeira dos pais que buscam a conversão dos filhos, das mães cristãs e das famílias em dificuldade.


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Oração de Santa Mônica

Para pedir a conversão de um filho.


Ó Santa Mônica, que pela oração e pelas lágrimas, alcançastes de Deus a conversão de vosso filho transviado, depois santo, Santo Agostinho, olhai para o meu coração, amargurado pelo comportamento de meu filho desobediente, rebelde e inconformado, que tantos dissabores causou ao meu coração e a toda a família. Que vossas orações se juntem com as minhas, para comover o bom Deus, a fim que Ele faça meu filho voltar ao bom caminho.

Santa Mônica fazei que O Pai do Céu chame de volta aos bons costumes o filho pródigo. 

Dai-me esta alegria e eu serei sempre agradecido (a).

Santa Mônica, atendei-me.

Amém.


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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

São Zeferino

 São Zeferino, papa e mártir 

26 de agosto 


O Papa Zeferino exerceu um dos pontificados mais longos da Igreja de Cristo, de 199 a 217. 

Enfrentou um período difícil e tumultuado, com perseguições para os cristãos e de heresias que abalavam a Igreja mais que os próprios martírios. A confusão era generalizada, uns negavam a divindade de Jesus Cristo, outros se apresentavam como a própria revelação do Espírito Santo, profetizando e pregando o fim do mundo.

Mas, o Papa Zeferino que não era teólogo, foi muito sensato e, amparado pelo poder do Espírito Santo, se livrou dos hereges. Para isto, se uniu aos grandes sábios da época, como Santo Irineu, Hipólito e Tertuliano, dando um fim ao tumulto e livrando os cristãos da mentira e dos rigorismos.

O Papa Zeferino tinha uma grande aliado, o diácono Calisto, que seria o próximo papa. Ele determinou que Calisto organizasse cemitérios cristãos, onde os fiéis pudessem sepultar seus mortos e prestar homenagens aos mártires. Este trabalho foi a origem das catacumbas romanas, lugar histórico que testemunha grande parte da história cristã.

O Papa Santo Zeferino foi martirizado junto com o bispo Santo Irineu, no ano 217 e foi sepultado numa capela nas catacumbas que ele mandou construir em Roma, Itália.


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Oração a São Zeferino 

Deus eterno e Todo-Poderoso, quiseste que São Zeferino governasse todo o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. 

Guardai, por suas preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas, guiando-os no caminho da salvação. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Amém.


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terça-feira, 25 de agosto de 2026

São José de Calasans

 São José de Calasans 

25 de agosto 


"A vida sobre a Terra é uma luta” (Jó 7, 1). 

Quem poderia negar a grande verdade imortalizada nestas palavras do Santo Jó? Estamos neste mundo em estado de prova, num campo de batalha.

É no combate às dificuldades que se abatem sobre o homem, ameaçando fazê-lo sucumbir, que ele alcança a verdadeira humildade. E ao se reconhecer  necessitado do auxílio divino alcançará a promessa do Divino Redentor: “Ao vencedor concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como Eu venci e Me assentei com meu Pai no seu trono” (Ap 3, 21).


Assim foi a vida de São José de Calasanz: uma luta árdua e quase ininterrupta ao longo dos seus 92 anos de existência. Chamado à sublime vocação de educar as crianças para, por este meio, resgatar cidades inteiras, sua vida foi uma contínua batalha, tão mais dolorosa quanto as perseguições lhe advinham daqueles que mais obrigados estavam a apoiá-lo.

Ele nasceu no povoado espanhol de Peralta de la Sal, nos confins de Aragão e Catalunha — quiçá em 1556, diz a tradição —, em piedosa família fidalga, cujo pai era o administrador da cidade.

Recebeu as primeiras letras de seus pais e, por volta de dez anos, foi estudar gramática e humanidades em Estadilla.

Alto e robusto, tinha a compleição perfeita para seguir a carreira das armas, desejada pelo pai, mas José o convenceu a deixá-lo estudar filosofia, na Universidade de Lérida então considerada como base de todas as carreiras. Sua vivacidade e inteligência levaram-no a brilhantes resultados o que agradou muito ao pai, que o incentivou a estudar direito civil e canônico e cuja proposta vinha ao encontro de seu grande desejo de ser sacerdote.

Em 1575 recebeu a primeira tonsura das mãos do Bispo de Urgel, diocese à qual pertencia sua terra natal, em cerimônia na Igreja do Santo Cristo, em Balaguer, e fez  voto de virgindade perpétua aos pés de uma imagem de Nossa Senhora.

Aos 20 anos foi estudar teologia na Universidade de Valência. A trágica morte de seu irmão mais velho fê-lo retornar para a casa paterna, onde teve de enfrentar novas batalhas. O pai desejava vê-lo perpetuar o nome da família e foi penoso para o Santo manter o voto que fizera. Nesse ínterim, faleceu também a mãe.

Vencidas todas as dificuldades, foi por fim ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 1583. 

Os primeiros anos de seu ministério estiveram cheios de importantes encargos que dizem muito acerca da excepcional maturidade, piedade e boa formação do jovem sacerdote. 

Em sua Diocese de origem, além de desempenhar com habilidade delicados encargos pastorais e diplomáticos, dedicou-se com afinco aos labores próprios da vida sacerdotal: atendia confissões, pregava, ensinava o catecismo, visitava os hospitais e assistia os encarcerados. 


Estando a serviço do Bispo de Urgel, começou a ouvir em seu interior uma clara voz:

— Vá para Roma.

E, em sonhos, parecia-lhe estar na Cidade Eterna, rodeado de crianças.

Contando com o apoio do seu diretor espiritual, partiu para Roma em fevereiro de 1592.

Ali começaram a se manifestar com mais brilho seus carismas. Liberava possessos, operava milagres e previa acontecimentos futuros por onde passava. 

Cinco anos de trabalho pastoral em Roma o puseram em contato com a juventude pobre desta cidade. Aquelas crianças “não sabiam sequer as coisas necessárias para salvar-se”. Esta infância abandonada comprometia as gerações futuras. De meninos bem educados em sua tenra idade se espera homens bons todo o curso da vida: “Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não há de se afastar”.

Procurou alguém que pudesse abraçar esta causa, mas as escolas estabelecidas não dispunham de recursos e os mestres de profissão não podiam trabalhar sem salário. Um dia, caminhando pelas ruas romanas, ouviu aquela mesma voz interior que o conduzira ao centro da Cristandade:

— Olhe, José.

Virando-se, viu um grupo de crianças e a voz lhe repetiu esta frase do Salmo: “É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão” (Sl 9, 35). Estava delineada a vontade divina a seu respeito.

Era lento para tomar decisões, porém, uma vez convencido dos desígnios de Deus tinha grande firmeza de caráter e indomável energia para vencer os obstáculos que encontrasse.

 Aconselhando-se e em meio às orações e mortificações, lembrou-se das sábias palavras de São Tomás: “Aqueles que foram eleitos por Deus para alguma coisa, Ele os prepara e dispõe de modo que sejam idôneos”. Não mais hesitou: toda a sua vida não havia sido senão uma preparação para esta obra.

Nascem as Escolas Pias no outono de 1597, no Trastévere, bairro pobre de Roma. Conseguiu a casa paroquial da Igreja de Santa Doroteia e, junto com mais três sacerdotes, começou a dar a instrução clássica — leitura, escritura, aritmética e gramática —, mas seu objetivo principal era a piedade e os bons costumes. Na primeira semana se apresentaram mais de 100 meninos.

Passavam-se os anos e as Escolas Pias se expandiram não só na Península Itálica, como em outros países. 

Em 1617, o Papa Paulo V erige a Congregação Paulina dos Clérigos Regulares Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias — logo conhecida como dos Escolápios — com votos simples. Nomeado superior geral, o padre Calasanz fez os votos nas mãos do Cardeal Benedetto Giustiniani, representando o Santo Padre, e adotou o nome de José da Mãe de Deus. 

Com a morte de Paulo V, em 1621, viajava de Bologna para Roma, a fim de participar do conclave, o Cardeal Alessandro Ludovisi, e hospedou-se na casa das Escolas Pias de Narni. Ali se encontrava São José, escrevendo as Constituições do Instituto, que previu a iminente elevação deste Cardeal ao Pontifício. Não errou o Santo: poucos dias depois ele foi eleito Papa sob o nome de Gregório XV. E em novembro deste mesmo ano aprovava as referidas Constituições, elevando a congregação a Ordem Religiosa, com votos solenes e perpétuos.

Não obstante, surgiram desejos de vingança da parte de uma minoria de religiosos que, por ambição e orgulho, não se enquadrava nas regras do instituto. Apesar de sua longa e santa vida, coalhada de milagres conhecidos, José chegou a ser preso pelo Santo Ofício e constituiu-se uma comissão cardinalícia para estudar o caso.

No meio das provações foi-lhe dado conhecer o porvir da Ordem, que seria destruída, mas renasceria para continuar sua missão na Igreja: “Espero que tudo o que se fez se desfaça com a ajuda de Deus, e que triunfará a verdade sobre a inveja. Tende constância, como os que amam o instituto, porque chegará o dia em que renascerá mais glorioso do que nunca”.

Sua única “vingança” consistiu em rezar por seus inimigos. “Nas grandes desgraças que nos vieram, seria grande loucura determo-nos nas causas segundas, que são os homens, não vendo a Deus que as envia para nosso maior bem”, disse em confidência a um de seus sacerdotes. “Quanto mais nos humilhemos, mais nos exaltará Deus”, afirmou nas vésperas da morte. Em seu processo de beatificação, declarou o Cardeal Crescenzi: “Não posso deixar de dizer que seu maior milagre foi a paciência”.

Em agosto de 1648, dois anos depois daqueles terríveis acontecimentos, chegou sua hora de despedir-se desta vida. A Providência o fazia beber o cálice das amarguras até o fim, pois lhe revelava todas as penúrias e dificuldades pelas quais passariam seus filhos espirituais nos próximos oito anos, até que a Ordem se restabelecesse. Contudo, Nossa Senhora o veio visitar e consolando-o prometeu auxiliá-lo em seu momento derradeiro, como o fizera em toda a sua vida.

No dia 25 de agosto de 1648 entregou sua alma ao Criador, multidões acorriam a vê-lo pela última vez e milagres se operavam em quantidade. A vox populi já o exaltava, antecipando o que a Igreja declararia 100 anos depois, ao concluir um processo com documentos e provas: José de Calasanz praticou  virtudes em grau heroico.

Atualmente, existem outras 11 congregações religiosas dedicadas à educação que reconhecem ter encontrado sua fonte de inspiração na Ordem Escolápia. “A semente que ele semeou há 400 anos, frutificou e se estendeu por todo o mundo. As Escolas Pias hoje estão implantadas em 26 países de quatro continentes, e os conceitos de gratuidade e universalização do ensino que preconizam são aceitos em quase todos os sistemas educativos”.

 Foi canonizado no dia 16 de julho de 1767 em Roma pelo Papa Clemente XIII. 

É o padroeiro universal das escolas populares cristãs e das escolas públicas.


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Oração a São José de Calasans 

Pai meu Calasanz

Meu mestre, luz e guia,

Olhai-me lá da glória,

Abençoai-me neste dia.

Alcançai-me do eterno

Inteligência e piedade,

O inteiro rendimento

à sua santa vontade.

Amém.


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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

4 Fortes Orações para São Bartolomeu

1. Oração de São Bartolomeu para cura de doenças de pele

(São Bartolomeu é tradicionalmente invocado para a proteção e cura de enfermidades cutâneas porque sofreu o martírio de ter a pele arrancada. 

Para pedir sua intercessão em casos de doenças de pele, faça a Oração a São Bartolomeu associada a um pedido de alívio e cura física.) 


"Glorioso São Bartolomeu, modelo sublime de virtude e puro frasco das graças do Senhor!

Proteja este seu servo que humildemente se ajoelha a seus pés e implora que tenha a bondade de pedir por mim junto ao trono do Senhor.

Vós que sofreste o tormento na própria pele, compreendeis a minha dor e o meu sofrimento físico.

São Bartolomeu, vós suplico que use todos os recursos para me proteger e aliviar esta aflição que agora atinge o meu corpo.

Derrame em mim suas graças para que eu tenha paciência, força e seja restaurado(a) em minha saúde, trabalhando sempre para a maior glória de Deus.

Rogai por mim, curai minhas feridas e concedei-me a graça que tanto necessito (faça seu pedido).

Amém.

 São Bartolomeu, rogai por nós."


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2. Oração para conquistar uma graça

Glorioso São Bartolomeu, modelo sublime de virtude e puro frasco das graças do Senhor!

 Proteja este seu servo que humildemente se ajoelha aos seus pés e implora que tenha a bondade de interceder por mim junto ao trono do Senhor. 

São Bartolomeu humildemente vós peço que use todos os recursos para me proteger dos perigos que diariamente me rodeiam, lance seu escudo protetor em minha volta e me proteja do meu egoísmo e de minha indiferença a Deus e ao meu vizinho.

São Bartolomeu, me inspire em imitá-lo em todas as minhas ações. 

Derrame em mim suas graças para que eu possa servir e ver a Cristo nos outros e trabalhar para a Vossa maior glória. 

Graciosamente obtenha de Deus os favores e as graças que eu muito necessito, nas minhas aflições da vida. Eu aqui invoco sua poderosa intercessão, confiante na esperança de que ouvirás minhas orações e que obtenha para mim essa especial graça e favor que eu reclamo de seu poder e bondade fraternal, e com toda a minha alma imploro que me conceda a graça (mencionar aqui a graça desejada) e também a graça da salvação de minha alma e para que eu viva e morra como filho de Deus, alcançando a doçura do Vosso amor e a eterna felicidade.
 Amém!


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3. Oração para ter paz e tranquilidade interior

Ó São Bartolomeu, me apresento a vós pedindo saúde emocional e a cura dos meus problemas nervosos. Ajuda-me, ó Santo homem de Deus, quando a nuvem negra de desespero ameaça meu pensamento.

 Vós que fostes atormentado por cruel martírio, têm pena da minha necessidade atual (peça o favor que é necessário)

São Bartolomeu intercede por nós que vivemos em um mundo agitado, onde ansiedades, medos, nervosismo e depressões nos cercam e ondas tempestuosas se agitam dentro de nós.

Ó São Bartolomeu! 

Restaure-nos a paz interior e a paz em nossos lares. 

Mostre-me que Deus está sempre comigo e me dê a graça de experimentar paz e tranquilidade em minha vida.

 Que, seguindo seus passos de santidade, possa imitar suas virtudes, vivendo uma vida inteira, sem as manchas dos erros ou corrupções deste mundo, para fazer merecer como vós a lisonja do Mestre e um dia desfrutar das obras abençoadas do povo santo.

Eu imploro por Deus Pai, em nome de Jesus Cristo Nosso Senhor, em união com o Espírito Santo. 

Amém!


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4. Ó glorioso São Bartolomeu, apóstolo fiel e corajoso seguidor de  Cristo, venho humildemente diante de ti, buscando tua poderosa intercessão.

 Tu, que foste chamado pelo próprio Jesus e cuja vida foi um exemplo de verdade e integridade, intercede por mim junto a Deus. 

Peço-te, São Bartolomeu, que me concedas a força e a coragem necessárias para enfrentar as provações da vida com fé inabalável

Tu, que enfrentaste o martírio com bravura e não renunciaste à tua fé, ajuda-me a permanecer firme nos caminhos do Senhor.

 Que eu possa, inspirado pelo teu exemplo, viver uma vida de verdadeira devoção e serviço ao próximo, sempre fiel aos ensinamentos de Cristo.

São Bartolomeu, patrono da coragem e da verdade, roga por mim para que eu possa superar todas as dificuldades e desafios com confiança na misericórdia divina. 

Protege-me contra as tentações e perigos que ameaçam minha alma, guiando-me sempre no caminho da justiça e da santidade.

Peço-te também que, por tua intercessão, eu possa alcançar as graças necessárias para minha vida espiritual e temporal (faça seus pedidos). Que eu possa sentir a presença de Deus em todos os momentos, fortalecendo minha fé e minha esperança.

Por tua poderosa intercessão, Santo Bartolomeu, que eu possa experimentar a paz e a proteção divina, e que minha vida seja um reflexo da luz e do amor de Cristo.

Amém.


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São Bartolomeu, Apóstolo

 São Bartolomeu, Apóstolo 

24 de agosto


São João Evangelista chamou-lhe Natanael (dom de Deus), enquanto os outros evangelistas (São Mateus, São Lucas e São Marcos) o designam por Bartolomeu – Bart-Tolomai, filho de Tolmai. De acordo com a tradição cristã, teria sido o esposo nas bodas de Canaã, em que Cristo realiza o seu primeiro milagre ao transformar a água em vinho.

Acompanha Jesus até a sua morte, participando e assistindo às suas pregações e milagres. Estava presente à beira do mar de Tiberíades quando Jesus, após a sua Ressurreição, apareceu a alguns dos seus apóstolos.

Atribui-se-lhe grande apostolado na Índia, na Arábia e na Armênia. Segundo a lenda, nesta última região, possuía o demônio um oráculo, prática que consistia em responder às perguntas dos seus seguidores pela voz do sibilo (bruxo) Astaroth. Todavia, quando São Bartolomeu entra no templo, logo a voz do demo emudece. O santo ordena então ao demônio que anuncie o nome de Jesus Cristo como o do verdadeiro Deus e destrua os ídolos pagãos existentes nos templos. E assim acontece.

Convidado por Astiage, que governava uma parte da Armênia,  para lá permanecer e pregar o Evangelho, o santo aceita o convite, mas Astiage, traiçoeiramente, manda esfolá-lo vivo e cortar-lhe a cabeça – lenda religiosa que nasce no século XIII, com a indicação do martírio em 24 de Agosto, se bem que a morte aponte, também, para a crucificação e afogamento.

O seu poder de exorcista permanece no imaginário religioso popular, daí resultando a devoção e as práticas relacionadas as possessões ou estados entendidos como demoníacos, atribuídos a entidades incorporadas nos pacientes, pesadelos ou terrores.

Várias são as versões para a trasladação das suas relíquias. Uma delas aponta para Lipari, a norte da Sicília, conquistada pelos Sarracenos em 838, que profanaram o seu túmulo, espalhando os ossos de São Bartolomeu pelas ruas.

Diz-nos ainda a tradição que, por inspiração do santo, seus ossos profanados brilharam de noite como estrelas, indicando o local onde se encontravam, tendo sido recolhidos, piedosamente, pelo monge grego Teodoro. As relíquias são levadas em 839 para Benevento (Nápoles), em cuja catedral lhe prepararam uma capela própria.

Em 25 de Agosto de 1338 voltam a ser trasladadas para uma suntuosa basílica. Destruída esta por um terremoto, os ossos do santo, encontrados intactos, regressam de novo à catedral. Numa outra variante, as relíquias repousam na Basílica de São Pedro, em Roma, enquanto outra indica que transitaram no ano 1000 para a Igreja de Santo Adalberto, igualmente em Roma.

Devido ao seu martírio, São Bartolomeu é o padroeiro daqueles que trabalham em peles: curtidores, luveiros e encadernadores.

É também o padroeiro dos  açougueiros.


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Oração a São Bartolomeu

Glorioso São Bartolomeu, modelo sublime de virtude e puro frasco das graças do Senhor! Proteja este seu servo que humildemente se ajoelha a seus pés e implora que tenha a bondade de pedir por mim junto ao trono do Senhor.

São Bartolomeu, use todos os recursos para me proteger dos perigos que diariamente me rodeiam! Lance seu escudo protetor em minha volta e me proteja do meu egoísmo e de minha indiferença a Deus e ao meu vizinho.

São Bartolomeu , me inspire em imitá-lo em todas as minhas ações. Derrame em mim suas graças para que eu possa servir e ver a Cristo nos outros e trabalhar para a Vossa maior gloria.

Graciosamente obtenha de Deus os favores e as graças que eu muito necessito, nas minhas misérias e aflições da vida. Eu aqui invoco sua poderosa intercessão, confiante na esperança que ouvirás minhas orações e que obtenha para mim esta especial graça e favor que eu reclamo de seu poder e bondade fraternal, e com toda a minha alma imploro que me conceda a graça ...(mencionar aqui a graça desejada), e ainda a graça da salvação de minha alma e para que eu viva e morra como filho de Deus, alcançando a doçura do Vosso amor e a eterna felicidade.

Amém.


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domingo, 23 de agosto de 2026

Novena Milagrosa a Santa Rosa de Lima

 Novena Milagrosa a Santa Rosa de Lima


Todos os dias reza-se:

1 Pai-Nosso;

3 Ave-Marias, acrescentando a cada uma: "Ó Rosa de Lima, rogai por nós que recorremos a Vós.";

1 Glória ao Pai; e a

Oração Final:

Deus nosso Pai, Vós nos dai o exemplo dos santos, que nós imitando-os na terra, possamos sempre mais nos assemelhar à imagem de Vosso Filho e, um dia, habitar junto a Vós.

Concedei-me por intercessão de Santa Rosa de Lima, vossa fiel servidora nesta terra, a graça que hoje ardentemente vos suplico (faça seu pedido).

Para se viver neste mundo, é preciso que as pessoas sejam mais solidárias umas com as outras. Nunca se ouviu falar de um rico que levou toda sua fortuna para outro lado.


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1° Dia - Rosa, um Batismo Assumido

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que assumiste desde tenra idade a missão nascida de teu batismo, ensina-nos semelhante consciência cristã para que, também hoje, nos entreguemos de corpo e alma à causa do Senhor, que se faz presente em tantos irmãos sofredores. Amém.

Reza-se as orações.


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2° Dia - Rosa, Descendente dos Primeiros Evangelizadores

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que foste descendente dos primeiros evangelizadores que pisaram em terra latino-americanas, inspira à Igreja de nossos dias um novo ardor missionário e, ao mesmo tempo, uma maior caridade, para que nunca mais repitamos os excessos cometidos quando da primeira evangelização das Américas. Amém.

Reza-se as orações.


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3° Dia - Rosa Leiga Terceira Dominicana

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que assusmistes como ninguém tua vocação de leiga na Ordem Terceira Dominicana ensina aos batizados de nosso tempo semelhante consciência de seu papel e missão ao mundo de hoje: serem sempre mais sal e luz para um mundo cada vez mais secularizado. Amém.

Reza-se as orações.


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4° Dia - Rosa, Mística

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que descobristes na contemplação do mistério da cruz uma força para vencer toda e qualquer tentação egoísta, ensina a nossos líderes religiosos e agentes de pastoral semelhante vontade de, sempre mais, se aprofundarem nos caminhos da mística e da espiritualidade. Amém.

Reza-se as orações.


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5° Dia - Rosa, Mulher Orante

Ó admirável Santa Rosa de Lima, tu que descobriste na oração uma força para vencer as adversidades da vida, ensina às mulheres de nosso tempo semelhante certeza, a fim de que, sempre mais, possam realizar no mundo sua vocação feminina. Amém.

Reza-se as orações.


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6° Dia - Rosa, Amiga dos Mais Pobres

Ó admirável Santa Rosa de Lima, exercestes como ninguém a caridade junto aos índios e negros mais pobres e necessitados. Desperta no coração de nossa Igreja viva semelhante vontade de servir ao Senhor naqueles que, em nossa sociedade, são os referidos de Deus. Que possamos descobrir juntos, soluções cristivas para erradicar a miséria. Amém.

Reza-se as orações.


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7° Dia - Rosa, Padroeira da América Latina

Ó admirável Santa Rosa de Lima, foste escolhida como Padroeira da América Latina, e teu povo tem um carinho todo especial por ti. Sê sempre modelo e encorajamento para nossa Igreja latino-americana que tenta, ser fiel ao Senhor nos irmãos menos favorecidos. Amém.

Reza-se as orações.


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8° Dia - Rosa, Protetora Contra os Insetos

Ó admirável Santa Rosa de Lima, quis a tradição popular atribuir a ti a proteção, contra pragas de insetos. Protege, ao seu tempo, nossas colheitas, plantações, contra tudo aquilo que possa causar dano e tristeza aos nossos sofridos agricultores. Amém.

Reza-se as orações.


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9° e Último Dia - Rosa, A Primeira Santa Latino-Americana

Ó admirável Santa Rosa de Lima, foste a primeira latino-americana elevada à honra dos altares. Desperta no coração dos cristãos deste continente semelhante vontade de seguir ao Senhor na santidade, sobretudo nos caminhos da caridade, do perdão, do amor, da justiça que se faz opção por causa do Evangelho. Amém.

Reza-se as orações.


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Oração a Santa Rosa de Lima

2  Orações a Santa Rosa de Lima


1. Oração  a Santa Rosa de Lima para uma boa morte

 Bendita e amada do Senhor, gloriosa Santa Rosa,

Por aquela felicidade que recebestes de por unir-vos a Deus preparar-vos uma santa morte,

 alcançai-me de sua divina Majestade a graça que purificando minha consciência, com os sofrimentos da enfermidade e com a confissão dos meus pecados,

 mereça dispor minha alma, confortá-la com o viático santíssimo do corpo de Jesus Cristo a fim de assegurar a tribulação da morte

E poder voar por ele à eterna bem-aventurança da gloria. 

Assim seja.


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2. Oração a Santa Rosa de Lima para pedir a fortaleza espiritual

Santa Rosa de Lima, pequena rosa do Peru, tu que soubeste amar verdadeiramente Jesus com um coração generoso e depreciastes as vaidades deste mundo para abraçar-te à sua cruz desde a tua mais terna infância;

Tu que entendestes que em meio às tribulações vêm as graças concedidas por Nosso Senhor e que são a verdadeira escada ao Céu;

Fazei com que amemos como tu, a Jesus e Maria, e a Santa Cruz, brindando este grande amor aos mais desvalidos, aos que necessitam de nossa misericórdia, de consolo, servindo-os como se fosse ao mesmíssimo Jesus;

Intercede por nossas almas para que, pela graça de Deus, levemos nossa cruz com alegria.

Ensina-nos a imitar tuas virtudes para que, seguindo teu exemplo, possamos gozar de tua amorosa proteção junto a Nossa Mãe Maria em todo nosso caminhar até o Céu, para ali dar glória a Deus pelos séculos dos séculos.

Por Cristo, nosso Senhor.

 Amém!


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Santa Rosa de Lima

 Santa Rosa de Lima

23 de agosto


Santa Rosa de Lima (1586 - 1617), foi uma mística da Ordem Terceira Dominicana canonizada pelo Papa Clemente X em 1671.

É a primeira santa da América e padroeira do Peru e da América. Nascida em Quives, província de Lima no ano de 1586, descendente de conquistadores espanhóis. Seu nome de batismo era Isabel Flores y Oliva, mas a extraordinária beleza da criança motivou a mudança do nome de Isabel para Rosa, ao que ela acrescentou o de Santa Maria. Seus pais eram Gaspar de Flores, espanhol arcabuz do Vice-Rei e Maria Oliva, limenha. Era a terceira dos onze filhos do casal.

Seus pais antes ricos tornaram-se pobres devido ao insucesso numa empresa de mineração e ela cresceu na pobreza, trabalhando na terra e na costura até altas horas da noite para ajudar no sustento da família. Cultivava as rosas de seu próprio jardim e as vendia no mercado e por isso é tida como patrona das floristas. Diz-se que tangia graciosa a viola e a harpa e tinha voz doce e melodiosa. Além de muito bela, Rosa era tida como a moça mais virtuosa e prendada de Lima.

Foi pretendida pelos jovens mais ricos e distintos de Lima e arredores, mas a todos rejeitou, por amar a Cristo como esposo. Em idade de casar, fez o voto de castidade e tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, após lutar contra o desejo contrário dos pais. Construiu uma cela estreita e pobre no fundo do quintal da casa dos pais e começou a ter vida religiosa, penitenciando seu corpo com jejuns e cilícios dolorosos, e conta-se que utilizava muitas vezes um aro de prata guarnecido com fincos, semelhante a uma coroa de espinhos. Foi extremamente bondosa e caridosa para com todos, especialmente para com os índios e negros, aos quais prestava os serviços mais humildes em caso de doença.

Segundo os relatos de seus biógrafos e dos amigos que a acompanharam, dentre eles seu confessor Frei Juan de Lorenzana, por sua piedade e devoção Santa Rosa recebeu de Deus o dom dos milagres. Era constantemente visitada pela Virgem Maria e pelo Menino Jesus, que quis repousar certa vez entre seus braços e a coroou com uma grinalda de rosas, que se tornou seus símbolo. Também é afirmado que tinha constantemente junto a si seu Anjo da Guarda, com quem conversava. Ainda em vida lhe foram atribuídos muitos favores; milagres de curas, conversões, propiciação das chuvas e até mesmo o impedimento da invasão de Lima pelos piratas holandeses em 1615.

Apesar de agraciada com experiências místicas fora do comum, nunca lhe faltou a cruz, a fim de que compartilhasse dos sofrimentos do Divino Mestre: sofrimentos provindos de duras incompreensões e perseguições e, nos últimos anos de vida, de sofrimentos físicos, agudas dores devidas à prolongada doença que a levou à morte em 24 de agosto de 1617, aos 31 anos de idade. Suas últimas palavras foram " Jesus está comigo!".  Seu sepultamento foi apoteótico e pranteado por todo o Vice Reino do Peru e seu túmulo tornou-se palco de milagres, bem como também os lugares onde viveu e trabalhou pela causa da Igreja.

Foi a primeira santa canonizada da América e proclamada padroeira da América Latina. Conta-se que o Papa Clemente relutava em elevá-la aos altares, mas foi convencido após presenciar uma milagrosa chuva de pétalas de rosa que caiu sobre ele, vinda do céu e que atribuiu a Santa Rosa de Lima.

Dela disse o Cardeal Ratzinger: “De certa forma, essa mulher é uma personificação da Igreja da América Latina: imersa em sofrimentos, desprovida de meios materiais e de um poder significativos, mas tomada pelo íntimo ardor causado pela proximidade de Jesus Cristo.” (Homilia no Santuário de Santa Rosa de Lima, Peru, em 19 de julho de 1986).

É considerada a padroeira da América Latina, do Peru, das Filipinas, dos jardineiros e das floristas. 


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Oração a Santa Rosa de Lima

Ó Santa Rosa, primeira flor de santidade do Novo Mundo, nós vos louvamos e bendizemos de todo o coração e com santa alegria.

Oh! Quando edificastes a Igreja de Deus, pela vossa pureza angelical, vossa paciência admirável e vosso ardente amor a Jesus no Santíssimo Sacramento.

Ó Santa Rosa, por Vossa preciosa virtude, com a piedosa intercessão, alcançai-nos a graça de guardar a virtude inestimável da Santa pureza do coração.

Daí-nos a graça de sofrer tudo por amor de Jesus e Maria, com paciência de termos sincera devoção e  ardente amor ao Sagrado Corpo e  Precioso Sangue de Jesus Cristo, na Santa Comunhão.

Rogai por nós, Santa Rosa, para que Jesus sempre esteja conosco na vida, na morte e por toda eternidade.

Amém.


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sábado, 22 de agosto de 2026

Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha 


Maria Santíssima é Rainha do céu e da terra não em sentido figurado ou simbólico, mas com toda propriedade e verdade, já que seu Filho é Senhor de todas as coisas.

Dentro da Oitava da Assunção da Virgem Maria, a Igreja celebra a memória de Nossa Senhora, Rainha do céu e da terra, como contemplamos no quinto mistério glorioso do Rosário, e o Evangelho proposto para essa celebração nos apresenta o episódio da Anunciação. S. Gabriel Arcanjo adentra o recinto em que Maria se encontra e, após saudá-la cheio de encanto, diz-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um filho […]. Ele será chamado Filho do Altíssimo.

Sabemos que na tradição dinástica oriunda da casa de Davi — ou seja, a partir de Salomão (cf. 1Rs 2, 19) —, o rei de Israel governava ao lado, não da esposa, mas da mãe, a quem se concedia um trono, além do título de “Rainha Mãe”. 

Daí que a Virgem Santíssima seja chamada com toda razão e verdade Rainha do céu e da terra, pois seu Filho, tem poder sobre todas as criaturas, do céu, da terra e dos abismos. 

Amada por Deus com especialíssima predileção, a Virgem mereceu, pela singular humildade com que transcorreram seus dias, ser proclamada bem-aventurada por todas as gerações e reconhecida como a “Mulher revestida do sol” vista por S. João, com “a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12, 1).


São antiqüíssimas, sempre rezadas e cantadas pelo povo cristão, as antífonas marianas que invocam Maria como Rainha do céu e da terra, dos anjos e das criaturas.

Durante o tempo pascal, a mais conhecida antífona que celebra a ressurreição de Jesus começa com estas palavras: “Rainha do céu, alegrai-vos, porque o Senhor ressuscitou como disse!”.

Uma das orações aprendidas ao lado da Ave-Maria, é a “Salve Rainha, Mãe de misericórdia”, que a Liturgia das Horas canta na Oração da Noite e a piedade popular com ela encerra a oração do Rosário.

Uma terceira antífona, também cantada na Oração da Noite, começa com estes versos: “Ave, Rainha do céu! Ave, dos anjos Senhora!”. 

Quantas vezes invocamos Maria como Rainha na Ladainha: Rainha dos Patriarcas e dos Profetas, Rainha dos Confessores, das Virgens e dos Mártires, Rainha dos Anjos e dos Santos!

Também as liturgias do Oriente celebram festivamente a realeza de Maria. A leitura no hino “Akátistos”: “Vou elevar um hino à Rainha e Mãe, de quem, ao celebrar, me aproximarei com alegria, para cantar com exultação as suas glórias... Ó Senhora, a nossa língua não te pode louvar dignamente, porque tu, que deste à luz a Cristo nosso Rei, foste exaltada acima dos Serafins… Salve, Rainha do mundo, salve, Maria, Senhora de todos nós!”.


Desde os primeiros séculos, a poesia cristã e a liturgia cantaram a dignidade régia da Mãe de Deus. Como a luz do dia vem do sol, a realeza de Maria vem de sua maternidade divina. 

 Para a piedade popular, há uma lógica: rei o filho, rainha a mãe. Por que  haveria de ser rainha aquela que o próprio Deus escolhera para ser a mãe do “Rei dos reis e senhor dos senhores” (Ap 19,16).

Com a proclamação do dogma da Assunção corporal de Maria ao céu, o título de Rainha e Senhora do universo, vem espontâneo aos teólogos, aos pregadores e aos papas. 

Para encerrar o Ano Santo de 1954, decretado pelo Papa Pio XII para celebrar o primeiro centenário do dogma da Imaculada Conceição, o Santo Padre escreveu a encíclica “Ad caeli Reginam” sobre a realeza de Maria e instituiu para toda a Igreja a festa de Nossa Senhora Rainha. 

Mais tarde, o Papa Paulo VI escreveria na excepcional Exortação Apostólica sobre o Culto à Virgem Maria: “A solenidade da Assunção tem um prolongamento festivo na celebração da Realeza da bem-aventurada Virgem Maria, que ocorre oito dias mais tarde, e na qual se contempla aquela que, sentada ao lado do Rei dos Séculos, resplandece como Rainha e intercede como Mãe”.

Na encíclica, o Papa Pio XII cita, logo no início, ao menos doze Santos Padres que se referem à soberania da Mãe de Deus sobre toda a criação, com diferentes expressões, mas todas querendo dizer a plenitude de glória e poder de Maria: Senhora, Senhora de todos os que habitam os céus e a terra, Senhora de todas as criaturas, Senhora coroada com um diadema de ouro, Rainha, Rainha do gênero humano, Rainha eterna junto ao Filho do Rei, Rainha do mundo, Rainha do universo, mais eminente que todos os reis.

Numa de suas bulas, o Papa Xisto IV chamou Maria de “Rainha sempre vigilante, a interceder junto do Rei, que ela gerou”. Lembra ainda o Papa Bento XIV, que afirmou que o Sumo Rei confiou a Maria, em certo modo, seu próprio império. Depois, o Papa lembra alguns Santos, conhecidos por sua teologia mariana. Por exemplo,  Santo Afonso de Ligório (1787), que escreveu no clássico livro sobre as Glórias de Maria: “Porque a Virgem Maria foi elevada até ser a Mãe do Rei dos Reis, com justa razão a distingue a Igreja com o título de Rainha”.

Escreveu Pio XII na mesma encíclica de 1954 que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também por ter sido associada, pela vontade de Deus, a Jesus Cristo na obra da salvação.

 Isenta de qualquer culpa pessoal ou hereditária, e sempre unida ao Filho, ela o ofereceu no Calvário ao Eterno Pai, sacrificando seu amor de mãe em benefício de toda a humanidade manchada pelo pecado. Por isso, assim como Jesus é Rei não só por ser o Filho de Deus, mas também por ser o nosso Redentor, assim pode-se afirmar que Maria é Rainha não só por ser a Mãe de Deus, mas também porque associou-se a Cristo na redenção do gênero humano. 

“Maria participa da dignidade real – ensina Pio XII – porque desta união com Cristo Rei deriva para ela tão esplendente sublimidade, que supera a excelência de todas as coisas criadas. Desta mesma união com Cristo nasce o poder real, pelo qual ela pode dispor dos tesouros do Reino do Redentor divino”. O Reino de Maria é vasto como o de seu Filho, porque nada se exclui de seu domínio.

Pio XII cita ainda uma belíssima passagem da bula “Ineffabilis Deus” da proclamação do dogma da Imaculada Conceição por Pio IX: “Deus fez a maravilha de a enriquecer, acima de todos os anjos e santos, de tal abundância de todas as graças celestiais hauridas dos tesouros da divindade, que ela – imune de toda a mancha do pecado  – apresenta tal plenitude de inocência e santidade, que não se pode conceber maior abaixo de Deus, nem ninguém a pode compreender plenamente senão Deus”.

Ao instituir a festa da realeza de Maria, Pio XII, em boa hora, chamou a atenção para um possível mal-entendido, que poderia também acontecer com o Reinado de Cristo. A realeza de Maria não deve ser considerada em analogia com as realidades da vida política moderna. O reino de Maria conhece uma só aspiração: o dom completo de si na sua mais alta e total generosidade”.

A festa da realeza de Maria a princípio era celebrada no dia 31 de maio, como conclusão do mês em muitos países dedicado a Maria, com suas belíssimas noites marianas e ladainhas cantadas onde introduziu-se o costume da coroação de Nossa Senhora. A reforma litúrgica introduzida pelo Concílio Vaticano II preferiu celebrar no dia 31 de maio o mistério da Visitação e passou a festa de Nossa Senhora Rainha para o dia 22 de agosto, dentro da oitava da solenidade da Assunção de Maria ao Céu.

No dia 22 de agosto lemos na Liturgia das Horas, um trecho de uma homilia de Santo Amadeu, do século XII. O texto escolhido termina assim: “Ao ser levada aos céus a Virgem das virgens por Deus e seu Filho, o Rei dos reis, no meio da exultação dos anjos, da alegria dos arcanjos e das aclamações de todo o céu, cumpriu-se a profecia do Salmista que diz ao Senhor: Está à tua direita a rainha recoberta de vestes de ouro” (Sl 45,10.15).

Na encíclica “Sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho” (1987), o Papa João Paulo lembra que em Maria realizou-se plenamente a verdade que ‘servir ao Rei é reinar’. Maria, serva do Senhor, tem parte no Reinado do Filho. “A glória de servir não cessa de ser a sua exaltação real: elevada ao céu, não suspende o serviço salvífico em que se exprime sua mediação materna”. 

De sorte que ser Rainha do céu e da terra não é apenas a posição mais alta conquistada por uma criatura humana, mas é também para a humanidade a garantia de uma intercessora generosa, de uma medianeira das graças divinas, de uma advogada segura, de uma dispensadora dos tesouros divinos. 

A realeza de Maria é essencialmente materna, exclusivamente benéfica.

Do Papa Pio XII a seguir trecho da oração que ele escreveu ao anunciar a festa litúrgica de Nossa Senhora Rainha: “Queremos exaltar a vossa realeza com legítimo orgulho de filhos e reconhecê-la como devida à suma excelência de todo o vosso ser, Ó suavíssima e verdadeira Mãe daquele que é Rei por direito próprio, por herança e por conquista. Reinai, Ó Mãe e Senhora, mostrando-nos o caminho da santidade, dirigindo-nos e assistindo-nos para que dele nunca nos afastemos. Reinai sobre as inteligências, para que não procurem senão a verdade; sobre as vontades para que sigam somente o bem; sobre os corações para que amem unicamente o que vós mesma amais".


Fonte: https://templariodemaria.com/santo-do-dia-22-de-agosto-nossa-senhora-rainha/


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe

Mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.

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Nossa Senhora Rainha

Nossa Senhora Rainha

22 de agosto


Nossa Senhora sempre foi reconhecida pela Igreja Católica como Rainha. É proclamada, pela Igreja, Rainha por doze vezes: Rainha dos anjos, dos patriarcas, dos profetas, dos apóstolos, dos confessores, das virgens, dos mártires, de todos os Santos, do Santíssimo Rosário, da paz, concebida sem pecado original e levada aos céus.

Ainda é proclamada Rainha da Misericórdia de Deus (ao filho Ele deixou a justiça e a ela concedeu a misericórdia), pois seu maior exemplo e trabalho é exercer a compaixão e alcançar o perdão de Deus para os homens. Também é considerada pela igreja católica como Rainha do Céu e da Terra por ter a função de repartir os tesouros da misericórdia que Deus lhe concedeu.


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Oração a Nossa Senhora Rainha

Ó Maria sem pecado concebida

A mais preciosa menina, Rainha das maravilhas

Ajuda-me neste dia a ser sempre teu verdadeiro filho

Para chegar um dia ao Deus da vida

És Rainha do céu e da terra, gloriosa Rainha do Universo

A quem invocamos de dia e de noite, não só com o doce nome de Mãe, mas também com o de Rainha, como te saúdam no céu com alegria e amor todos os Anjos e Santos

Nossa Senhora Rainha, Celeste Aurora, enviai a vossa luz divina

Para ajudar-me nesta situação (faça seu pedido)

Amém.


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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X

 

5 Fatos sobre a vida do Papa São Pio X


São Pio X é um Papa recordado por suas demonstrações de humildade e caridade com os mais necessitados, seu firme desejo por manter sã a doutrina da Igreja ante o erro do modernismo e por aplicar importantes reformas. “A doutrina católica nos ensina que o primeiro dever da caridade não está na tolerância das convicções errôneas, por mais sinceras que sejam, nem da indiferença teórica e prática pelo erro ou o vício, em que vemos mergulhados nossos irmãos, mas no zelo pela sua restauração intelectual e moral, não menos que por seu bem-estar material”, escreveu São Pio X em sua encíclica Notre Charge Apostolique. 


1. Alguns milagres ocorreram por sua intercessão durante sua vida

Em uma audiência, o Papa Pio X segurou um rapaz paralisado. O jovem se soltou dos braços do Pontífice e começou a correr alegre pela sala, por ter sido curado. Em outra ocasião, havia um casal  lhe escreveu uma carta pedindo sua ajuda para curar seu filho. O Pontífice lhes escreveu dizendo que esperassem, jejuassem e rezassem. Dois dias depois, a criança estava curada. Também uma religiosa que sofria de tuberculose avançada lhe pediu por sua saúde. A resposta do Papa foi “sim”, enquanto colocava suas mãos sobre a cabeça da religiosa. Naquela mesma tarde, o médico determinou que ela estava completamente curada.


2. É conhecido como o “Papa da Eucaristia”

Bento XVI recordou que São Pio X dizia que o “verdadeiro espírito cristão tem a sua fonte primária e indispensável na participação concreta nos mistérios sacrossantos e na oração pública e solene da Igreja”. “Por isso, recomendava a aproximação frequente dos Sacramentos, favorecendo a recepção diária da Sagrada Comunhão, bem preparados, e antecipando oportunamente a Primeira Comunhão das crianças ‘quando começam a raciocinar’”, acrescentou. Naquele tempo, os fiéis comungavam raramente. A comunhão diária era considerada como algo extraordinário e indevido.


3. Pela primeira vez abriu o refeitório papal às visitas

No século XIX foi um escândalo que o Papa Pio X deixasse de jantar sozinho e convidasse amigos e conhecidos para comer com ele. Embora tenhamos visto essa atitude no Papa Francisco, foi Pio X quem rompeu a tradição de que os Pontífices comessem sozinhos. Muitos anos antes, quando patriarca de Veneza, dispensou grande parte de seus empregados e não permitia que ninguém, exceto suas irmãs, preparasse sua comida.


4. Redigiu um catecismo para a Itália

“Outro ramo importante foi o da formação doutrinal do Povo de Deus. Desde os anos em que era pároco, tinha redigido pessoalmente um catecismo e, durante o Episcopado em Mântua, trabalhara a fim de que se chegasse a um catecismo único, se não universal, pelo menos italiano”, comentou Bento XVI em 2010. Como autêntico pastor, o Papa Pio X tinha compreendido que a situação da época, entre outras coisas pelo fenômeno da emigração, “tornava necessário um catecismo ao qual cada fiel pudesse fazer referência, independentemente do lugar e das circunstâncias de vida”. “Como pontífice, preparou um texto de doutrina cristã para a Diocese de Roma, depois se difundiu em toda a Itália e no mundo. Este Catecismo, chamado ‘de Pio X’ foi para muitas pessoas uma guia segura na aprendizagem das verdades relativas à fé pela sua linguagem simples, clara e específica, e pela eficácia da sua exposição”, acrescentou.


5. Ele era italiano, mas seus pais eram poloneses

O Papa Pio X nasceu em 2 de junho de 1835, em Riese (Itália), de pais que emigraram para a Itália depois da ocupação da Prússia, onde receberam asilo político. Seu pai, originário de Wielkopolska (Polônia), se chamava Jan Krawiec, um alfaiate que teve que mudar seu nome para Giovanni Battista Sarto. O sobrenome Sarto significa sastre (alfaiate) na Itália, por isso, Giuseppe escolheu este nome porque representava sua profissão. Anos mais tarde, sua esposa e ele deram à luz Giuseppe Melchiorre Sarto, o Papa São Pio X que abriu o Vaticano aos refugiados e sem-teto e que como o Papa Francisco no século XXI,  criou um espaço para que pessoas necessitadas se refugiassem no Vaticano. Tal ação ocorreu depois do terremoto ocorrido em 28 de dezembro de 1908, que afetou a cidade de Messina, e o Papa permitiu que se abrisse a casa de Santa Marta (junto à Basílica de São Pedro) para os refugiados e pessoas sem lar.


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São Pio X

 São Pio X

21 de agosto 


Seu nome era Giuseppe Sarto e nasceu em Riese, povoado de Veneza, Itália, em 1835. Ainda menino sofreu a perda de seu pai e quis deixar os estudos para ajudar sua mãe. Ela, porém, o impediu. Então, continuou estudando no seminário graças a uma bolsa.

Após ser ordenado, foi nomeado vigário, pároco, cônego, Bispo de Mantua e Cardeal de Veneza, estando nove anos em cada cargo. Brincando, dizia que só lhe faltavam nove anos de Papa. 

Em 1903, quando o Papa Leão XIII morreu, os Cardeais se reuniram no Conclave e tinham como favorito o Cardeal Rampolla de Tíndaro que declinou ante o veto formal do imperador Francisco José, da Áustria. Foi assim que a balança se inclinou para Sarto, que foi eleito papa escolhendo o nome de Pio X e governou por 11 anos.

Um de seus primeiros atos como Pontífice foi recorrer à constituição “Commissum nobis”, a fim de terminar com o suposto direito de qualquer poder civil para interferir em uma eleição papal.

Redigiu e aprovou decretos sobre o Sacramento da Eucaristia, nos quais recomendava e elogiava a comunhão diária, com a possibilidade de que as crianças se aproximassem para recebê-la a partir do momento que entendessem quem está na Santa Hóstia Consagrada. Isto foi o suficiente para que passasse a ser chamado o “Papa da Eucaristia”.

Sempre defendeu os fracos e oprimidos como fez ao denunciar os maus entendimentos aos quais eram submetidos os indígenas nas plantações de borracha do Peru. Visitava cada domingo os pátios, esquinas ou praças do Vaticano para pregar e explicar o Evangelho do dia.

Seu pontificado foi excepcionalmente fecundo pela organização interna da Igreja. Promoveu a renovação litúrgica, derrubou as barreiras seculares que separavam a Cúria da prática pastoral, codificou o direito canônico e favoreceu a instrução religiosa com o catecismo.

Dotado de equilíbrio e discrição, de prudência e força, sorridente e perspicaz trocava uma palavra com todos sem regras protocolares.

Gostava de se definir como um pobre vigário da roça. 

Durante uma audiência pública, um participante lhe mostrou seu braço paralisado e lhe pediu que o curasse. O Papa se aproximou sorridente, tocou o braço e disse: “Sim, sim”. E o homem ficou curado. Entretanto, sempre foi modesto e singelo. Quando alguém o chamava de “padre santo”, ele corrigia sorrindo: “Não se diz santo, mas Sarto”, em alusão ao seu sobrenome de família.

Depois de tê-la profetizado, em 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial. “Esta será a última aflição que me manda o Senhor. Com gosto daria minha vida para salvar meus pobres filhos desta terrível calamidade”, disse. Poucos dias depois morreu em 20 de agosto.

Pobre entre os pobres era conhecido como o papa da amabilidade.

“Nasci pobre, vivi na pobreza e quero morrer pobre”, deixou escrito em seu testamento.

Foi canonizado em 1954 pelo Papa Pio XII e foi o primeiro Papa a ser elevado os altares depois de Pio V em 1672.

São Pio X é o padroeiro dos peregrinos enfermos e dos catequistas.


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Oração a São Pio X 

(Composta pelo papa Pio XII)


Ó Santo Pontífice, fiel servo do Senhor e humilde discípulo do divino Mestre.

 Na dor e na alegria, nos trabalhos e nas solicitudes, experimentado pastor do rebanho de Cristo, volvei o vosso olhar sobre nós.

 Árduos são os tempos em que vivemos e duras as fadigas que de nós exigem. 

A Santa Igreja, Esposa de Cristo, confiada aos vossos cuidados, está de novo em angústias terríveis e os vossos filhos se vêem ameaçados por inúmeros perigos na alma e no corpo. 

 O espírito do mundo, qual leão enfurecido, rodeia-nos buscando a quem devorar. Não são poucos os que caem nas suas garras. Têm olhos e não vêem. Têm ouvidos e não ouvem. Fecham os olhos à luz da eterna verdade, preferindo dar ouvidos às vozes que insinuam mensagens enganadoras. 

 Vós que fostes na terra grande animador e guia do povo de Deus, sede auxílio e intercessor nosso e de todos os que se professam seguidores de Cristo. 

 Vós, cujo coração se rompeu quando o mundo se precipitou em sanguinolenta luta, socorrei a humanidade, a cristandade, exposta presentemente a semelhantes abalos. 

 Obtende-nos da misericórdia divina o dom da paz duradoura e, como aproximação, o retorno dos espíritos àquele sentido de fraternidade, que somente pode dar aos homens e as nações a justiça e a concórdia desejadas por Deus. 

Assim seja.


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