Arquivo do blog





Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

Escreva para o e-mail: capelinhavirtual@gmail.com

Abraços,
Aparecida.





Faça-nos uma visita também no site:






1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
Mostrando postagens com marcador Santa Teresa de Ávila. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santa Teresa de Ávila. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Poema: Aspirações à vida eterna de Santa Teresa de Ávila

 

Poema: Aspirações à vida eterna 

A profunda espiritualidade de Santa Teresa



Vivo sem em mim viver

E tão alta vida espero,

Que morro de não morrer.

Vivo já fora de mim

Desde que morro de amor

Porque vivo no Senhor,

Que me escolheu para Si.

Quando o coração lhe dei,

com terno amor lhe gravei:

Que morro de não morrer.


Esta divina prisão,

do amor em que eu vivo,

fez a Deus ser meu cativo,

e livre meu coração;

e causa em mim tal paixão

ser eu de Deus a prisão,

Que morro de não morrer.


Ai que longa é esta vida!

Que duros estes desterros!

Este cárcere, estes ferros

onde a alma está metida!

Só de esperar a saída

me causa dor tão sentida,

Que morro de não morrer..


Ai! Como a existência é amarga

Sem o gozo do Senhor!

Se é doce o divino amor,

Não o é a espera tão larga:

Tire-me Deus esta carga

Tão pesada de sofrer,

Que morro de não morrer.


Só vivo pela confiança

De que um dia hei de morrer;

morrendo, o eterno viver

Tem por seguro a esperança.

Ó morte que a vida alcança,

Não tardes em me atender,

Que morro de não morrer.


Olha que o amor é bem forte!

Vida, não sejas molesta;

Vê, para ganhar-te resta

Só perder-te: – feliz sorte!

Venha já tão doce morte;

Venha sem mais se deter,

Que morro de não morrer.


Lá no céu, definitiva,

É que a vida é verdadeira;

Durante esta, passageira,

Não a goza a alma cativa.

Morte, não sejas esquiva;

Mata-me para eu viver,

Que morro de não morrer.


Vida, que posso eu dar

a meu Deus que vive em mim,

se não é perder-me enfim,

para melhor o gozar?

Morrendo, o quero alcançar,

pois nele está meu socorro,

Que morro de não morrer.


Se ausente de meu Deus ando,

Que vida há de ser a minha

Senão morte, mais mesquinha,

Que mais me vai torturando?

Tenho pena de mim, quando

Me vejo em tanto sofrer,

Que morro de não morrer.


Já de alívio não carece

O peixe em saindo da água,

Pois tem fim toda outra mágoa

Quando a morte se padece.

Pior que morrer parece

Meu lastimoso viver,

Que morro de não morrer.


Se me começo a aliviar

Ao ver-te no Sacramento,

Vem-me logo o sentimento

De não poder gozar.

Tudo aumenta o meu penar,

Por tão pouco assim te ver,

Que morro de não morrer.


Quando me alegro, Senhor,

Pela esperança em ver-te,

Penso que posso perder-te,

E se dobra a minha dor:

E vivo em tanto pavor,

Sem na espera esmorecer,

Que morro de não morrer.


Oh! Tira-me desta morte,

E dá-me, Deus meu, a vida;

Não me tenhas impedida

Por este laço tão forte.

Morro por ver-te, de sorte

Que sem ti não sei viver,

Que morro de não morrer.


Choro a minha morte já;

E lamento a minha vida,

Enquanto presa e detida

Por meus pecados está.

Ó meu Deus, quando será

Que eu possa mesmo dizer

Que morro de não morrer?


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

Santa Teresa de Ávila

 Santa Teresa de Ávila

15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.

Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.

Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.

Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.

Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.

Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da Vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”

Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 

É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.

As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


Oração de Santa Teresa de Ávila


Nada te perturbe,

Nada te espante.

Tudo passa,

Só Deus não muda.

A paciência tudo alcança.

Quem tem a Deus nada lhe falta,

Só Deus basta.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Santa Teresa de Ávila


Santa Teresa de Ávila

15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.

Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.

Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.

Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.

Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.

Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”

Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 

É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.

As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

domingo, 15 de outubro de 2017

Santa Teresa de Ávila-



Santa Teresa de Ávila
15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.
Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.
Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.
Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.
Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.
Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”
Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 
É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.
As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.



๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑



sábado, 15 de outubro de 2016

Santa Teresa de Ávila-



Santa Teresa de Ávila
15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.
Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.
Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.
Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.
Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.
Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”
Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 
É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.
As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.




Oração de Santa Teresa de Ávila

Nada te perturbe,
Nada te espante.
Tudo passa,
Só Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem tem a Deus nada lhe falta,
Só Deus basta.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Santa Teresa de Ávila-




Santa Teresa de Ávila
15 de outubro


Uma das figuras mais relevantes da história da espiritualidade cristã é sem dúvida Santa Teresa de Ávila, monja carmelita espanhola que teve a coragem de reformar a antiga Ordem do Carmelo, fundando novas famílias religiosas.
Nasceu na cidade de Ávila, em 28 de março de 1515. Seu pai, Alonso Sanchez de Cepeda, fidalgo castelhano, educou os filhos com austeridade e religiosas noções de honra. Estimava os livros dos santos e de heróis medievais. Influenciada por essas leituras, aos 7 anos Teresa tentou fugir de casa para se tornar mártir, aos 10, pensava em ser freira, mas a partir dos 14 anos gostava de ser cortejada e admirada e só pensava nos adornos para aumentar sua beleza e nas divertidas reuniões com amigos e amigas. A menina havia perdido a mãe, e Alonso decidiu confiar a filha aos cuidados das freiras agostinianas  de Ávila. Ali Teresa sentiu os primeiros sintomas da doença que transformaria sua vida, e o pai levou-a de volta para casa, atribuído as crises à severidade do convento.
Durante esta doença percebeu seu desejo de abandonar o mundo e servir a Deus na solidão do claustro. Ante a oposição paterna, Teresa fugiu de casa e entrou para o convento carmelita da Encarnação de Ávila. Ali viviam 150 monjas, mais mundanas do que contemplativas. Teresa não se sentiu bem neste grande mosteiro. No fundo do seu coração percebia o chamado de Deus para uma vida de mais penitência, oração e fraternidade.
Sentia a dificuldade de se dedicar a Cristo no meio de tantas pessoas, no entanto nunca desejou abandonar o Carmelo devido à sua grande devoção e amor profundo à Virgem Maria.. Por muito tempo Teresa pensou em instituir uma pequena comunidade de carmelitas, de vida simples e austera. Levou em frente esse projeto, enfrentando inúmeras dificuldades. Confiando no Senhor Crucificado e na própria perseverança, em 1562 conseguiu fundar a Congregação das Carmelitas Descalças, que desejavam viver, sem mitigações, a primitiva regra do Carmelo.
Em 1576, no seio da ordem, houve um grande movimento contra a reforma. Foram proibidas novas fundações e Teresa foi obrigada a se recolher em um dos conventos. Quando parecida fracassada sua instituição, o rei Felipe II interveio, a perseguição diminuiu e quatro anos depois o papa Gregório XIII declarou autônoma a Província Carmelita Descalça. Essa obra sobre-humana não teria tido resultado se não fosse a providência divina e a firma vontade de Teresa, aliada a uma excepcional inteligência e profundos conhecimentos teológicos.
Teresa de Ávila foi uma grande e culta mulher, de invejável iniciativa, que sabia amar e se fazer amar,. Conquistava a todos, fossem eles reis ou bispos, ricos ou pobres. Sua obra de reforma e seu trabalho de escritora encheram os 20 últimos anos de sua vida. Por ocasião da fundação de seu primeiro mosteiro, escreveu o Livro da vida, contendo confissões espirituais e tímidos pronunciamentos de sua vida. O Caminho da perfeição é dirigido a um grupo de monjas contemplativas e Moradas do castelo interior, seu melhor livro, refere-se aos diversos níveis de sua relação com Deus. Uma de suas mais belas poesias, escrita no final de sua vida, mostra o desejo ardente de sua alma juntar-se a Deus. “Vivo porque hei de morrer/ morrendo, que hei de viver/ assegura-me a esperança/ morte, que a vida se alcança/ vem, não tardes a descer/ que morro, por não morrer.”
Faleceu no dia 4 de outubro de 1582, com 67 anos, em Alba de Tormes, mas é festejada no dia 15, devido à mudança no calendário feita pelo papa Gregório XIII, abolindo dez dias para acertar o calendário civil com o solar. Em 1970 foi declarada Doutora da Igreja pelo papa Paulo VI. 
É a protetora das pessoas que sofrem de doenças do coração e padroeira dos professores.
As imagens de Santa Teresa de Ávila, vestida de freira carmelita, com um livro na mão esquerda e uma pena na direita, os olhos voltados para o céu, encontram-se nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, assim como na Ordem Terceira. Em algumas gravuras ela tem na mão direita uma pena e está ajoelhada no genuflexório, sobre o qual aparece um livro, olhando para Jesus Crucificado e iluminada por raios emitidos pelo espírito Santo, sob a forma de pomba.





Oração de Santa Teresa de Ávila

Nada te perturbe,
Nada te espante.
Tudo passa,
Só Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem tem a Deus nada lhe falta,
Só Deus basta.



*  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *