“Salve ó Senhora Santa, Rainha Santíssima, Mãe de Deus, ó Maria… Em vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem”.
(São Francisco de Assis)
“A nossa celeste menina, tanto por causa de seu ofício de medianeira do mundo, como em vista de sua vocação para Mãe do Redentor, recebeu, desde o primeiro instante de sua vida, graça mais abundante que a de todos os Santos reunidos”
(Santo Afonso de Ligório)
Maria é filha de São Joaquim e Sant’Ana, no entanto, desde o início de sua existência esteve livre do pecado original, sem mácula, sem mancha, um dom de Deus concedido à Virgem Santíssima. Esse milagre foi exaltado pela própria Virgem Maria em seu Magnificat: “A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas”. (Lc 1, 47-48). Ela nunca esteve separada de Deus, pois era o seu plano desde o princípio torná-la Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo. Isso simboliza a sua Imaculada Conceição.
Maria sempre soube dar o seu SIM a Deus muito antes da visita do Anjo Gabriel, ainda no ventre de sua mãe, voltada unicamente para as coisas de Deus, seu entendimento e vontade estavam a serviço da fé, como nos afirma Santo Irineu:
“O nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria. O que uma fez por incredulidade o desfez a outra pela fé”.
(Santo Irineu)
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