Arquivo do blog





Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

Escreva para o e-mail: capelinhavirtual@gmail.com

Abraços,
Aparecida.





Faça-nos uma visita também no site:






1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
Mostrando postagens com marcador Dia de Finados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dia de Finados. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de novembro de 2025

Aspirações à vida eterna: Santa Teresa D'Ávila

Aspirações à vida eterna

Santa Teresa D'Ávila 


Vivo sem em mim viver

E tão alta vida espero,

Que morro de não morrer.


Vivo já fora de mim

Desde que morro de amor;

Porque vivo no Senhor,

Que me escolheu para Si.

Quando o coração lhe dei,

com terno amor lhe gravei:

Que morro de não morrer.


Esta divina prisão,

do amor em que eu vivo,

fez a Deus ser meu cativo,

e livre meu coração;

e causa em mim tal paixão

ser eu de Deus a prisão,

Que morro de não morrer.


Ai que longa é esta vida!

Que duros estes desterros!

Este cárcere, estes ferros

onde a alma está metida!

Só de esperar a saída

me causa dor tão sentida,

Que morro de não morrer..


Ai! Como a existência é amarga

Sem o gozo do Senhor!

Se é doce o divino amor,

Não o é a espera tão larga:

Tire-me Deus esta carga

Tão pesada de sofrer,

Que morro de não morrer.


Só vivo pela confiança

De que um dia hei de morrer;

morrendo, o eterno viver

Tem por seguro a esperança.

Ó morte que a vida alcança,

Não tardes em me atender,

Que morro de não morrer.


Olha que o amor é bem forte!

Vida, não sejas molesta;

Vê, para ganhar-te resta

Só perder-te: - feliz sorte!

Venha já tão doce morte;

Venha sem mais se deter,

Que morro de não morrer.


Lá no céu, definitiva,

É que a vida é verdadeira;

Durante esta, passageira,

Não a goza a alma cativa.

Morte, não sejas esquiva;

Mata-me para eu viver,

Que morro de não morrer.


Vida, que posso eu dar

a meu Deus que vive em mim,

se não é perder-me enfim,

para melhor o gozar?

Morrendo, o quero alcançar,

pois nele está meu socorro,

Que morro de não morrer.


Se ausente de meu Deus ando,

Que vida há de ser a minha

Senão morte, mais mesquinha,

Que mais me vai torturando?

Tenho pena de mim, quando

Me vejo em tanto sofrer,

Que morro de não morrer.


Já de alívio não carece

O peixe em saindo da água,

Pois tem fim toda outra mágoa

Quando a morte se padece.

Pior que morrer parece

Meu lastimoso viver,

Que morro de não morrer.


Se me começo a aliviar

Ao ver-te no Sacramento,

Vem-me logo o sentimento

De não poder gozar.

Tudo aumenta o meu penar,

Por tão pouco assim te ver,

Que morro de não morrer


Quando me alegro, Senhor,

Pela esperança em ver-te,

Penso que posso perder-te,

E se dobra a minha dor:

E vivo em tanto pavor,

Sem na espera esmorecer,

Que morro de não morrer.


Oh! Tira-me desta morte,

E dá-me, Deus meu, a vida;

Não me tenhas impedida

Por este laço tão forte.

Morro por ver-te, de sorte

Que sem ti não sei viver,

Que morro de não morrer.


Choro a minha morte já;

E lamento a minha vida,

Enquanto presa e detida

Por meus pecados está.

Ó meu Deus, quando será

Que eu possa mesmo dizer

Que morro de não morrer?


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


Reflexões sobre a morte: Santo Agostinho


 Compreender a morte não é algo simples. Para quem fica, passar pelo luto e aceitar a perda de alguém muito amado é um dos maiores desafios. 


Para refletir sobre o tema  10 frases de Santo Agostinho e seu poema "A morte não é nada", que podem nos consolar e promover acolhimento.


1) Reencontrarás o meu coração, reencontrarás nele a ternura purificada. Enxuga tuas lágrimas e não chores; se me amas: o teu sorriso é a minha paz.


2) O meu nome seja sempre a palavra familiar de antes: pronunciai-o sem o mínimo sinal de sombra ou de tristeza.


3) Aqueles que nos deixaram não estão ausentes; são invisíveis, têm seus olhos repletos de glória fixos em nossos repletos de lágrimas.


4) Se amas a vida e temes a morte, este mesmo temor da morte é como um inverno diário.


5) A nossa vida conserva todo o significado que sempre teve: é a mesma de antes; existe uma continuidade que não se rompe.


6) Aqueles que amamos e que perdemos não estão mais onde estavam antes, mas estão onde quer que estejamos.


7) Não podemos viver o quanto queremos, e morreremos mesmo se não quisermos.


8) Por que eu deveria estar fora de teus pensamentos e da tua mente, só porque estou fora da tua vista?


 9) Não estou distante, estou do outro lado, logo virando a esquina. Tranquiliza-te, está tudo bem.


10) Apenas fiz a passagem: é como se estivesse escondido no quarto ao lado.  O que éramos antes um para o outro o somos ainda.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


A morte não é nada.

(Santo Agostinho)


A morte não é nada.

Eu somente passei

para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.

O que eu era para vocês,

eu continuarei sendo.

Me deem o nome

que vocês sempre me deram,

falem comigo

como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo

no mundo das criaturas,

eu estou vivendo

no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene

ou triste, continuem a rir

daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.

Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado

como sempre foi,

sem ênfase de nenhum tipo.

Sem nenhum traço de sombra

ou tristeza.

A vida significa tudo

o que ela sempre significou,

o fio não foi cortado.

Porque eu estaria fora

de seus pensamentos,

agora que estou apenas fora

de suas vistas?

Eu não estou longe,

apenas estou

do outro lado do Caminho…

Você que aí ficou, siga em frente,

a vida continua, linda e bela

como sempre foi.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

Dia de Finados: Oração pelos falecidos

Dia de Finados 

 Oração pelos falecidos


Pai Santo, Deus Eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por (nome do falecido), que chamastes deste mundo.

 Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos Santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. 

Que sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos Santos no dia da ressurreição e da recompensa. 

Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno. Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa luz! Amém.

Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 

Amém! 

(Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

Frases bíblicas que trazem consolo no luto: Dia de Finados


 Frases bíblicas que trazem consolo no luto


A esperança na ressurreição, na vida eterna, na vida após a morte e em um reencontro é um consolo para a dor da perda. A promessa de que não haverá mais morte nem choro ou dor em um novo mundo é um conforto importante para muitos. 

A oração é um meio de expressar sentimentos e buscar Deus em momentos de dor, encontrando Nele refúgio e consolo. 

 A fé promove fortalecimento espiritual para continuar em meio à tristeza. 

Orações e meditações bíblicas ajudam a encontrar paz e força para superar o momento difícil. 

 

๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


 "O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido". (Salmo 34:18), 


"Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados" (Mateus 5:4) 


"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas são passadas.": (Apocalipse 21:4) 


"Há tempo para todo propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer...": (Eclesiastes 3:1-4) 


"Porque tu, Senhor, livraste a minha alma da morte; os meus olhos, das lágrimas; e os meus pés, da queda". (Salmo 116)


"Transformaste meu pranto em dança; tiraste minhas roupas de luto e me vestiste de alegria". (Salmo 30:11-12)


“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente.” (João 11:25-26)

 

“Mesmo quando eu andar pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me confortam.” (Salmo 23:4)


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

sábado, 2 de novembro de 2019

Finados



Finados
2 de novembro

O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos.  Neste dia, parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.
Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta que tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.
Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverência aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, onde  a colheita tinha se encerrado e sido armazenada para os meses  do inverno.
Na celebração do fim de um ano (31 de outubro) e início do outro ano (1º de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela  a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes  e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se inicia, o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de um novo  período.
Com o domínio desses povos pelo Império Romano, as culturas foram se misturando e expandindo, e  mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano,  em  Roma, na Itália.
Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos faziam preces por seus falecidos e visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores.
Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
Os muçulmanos creem que esta vida é apenas uma preparação para outra. Assim, seus rituais de despedida têm o objetivo de purificar o corpo.
Os judeus celebram o momento de partida com simplicidade, independentemente das condições financeiras de quem se foi.
Os budistas transmitem uma bonita lição de respeito e reverência a quem partiu. Para eles a morte é encerramento de um ciclo e o início de outro. E é também a chance de evoluir espiritualmente. Em uma cerimônia budista ninguém se desespera.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o dia é de luto,  os mexicanos comemoram este dia com muita festa., numa celebração de origem indígena, que honra os defuntos.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos, que eles creem  vem visitar seus parentes. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica.  Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano. Essa é uma festa muito animada e que recebe turistas de todos os lugares do mundo.

O dia de Finados propriamente dito, só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França.
Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos, também pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIV esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos.
Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma face emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje, o Dia de Finados é um dos feriados mais universais. São cerca de mil anos de celebração pela fé na ressurreição.
Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
Em nosso país ainda é um dia triste e de saudades. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. Assim como a semente que ao cair na terra morre e dessa morte brota a nova vida, cremos que a morte é simplesmente a passagem para  a vida eterna. O fundamento para nossa fé em torno da vida nova que começa na morte está na ressurreição de Cristo. Deus ressuscitou seu filho Jesus.
Nesse dia vamos principalmente refletir sobre os aspectos fundamentais da vida humana em sua plenitude e sobre a forma como encaramos a morte,  então convidamos todos a fazerem suas preces e  manterem uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que  ainda não compreenderam essa nova situação e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.

A grande lição da morte deveria ser o que plantamos de amor. Portanto, lembrem-se com amor e carinho de quem partiu. Agradeça por aquela pessoa ter feito parte da sua vida. Reze e fique em paz.


Paz, luz  e bem para todos.

๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Finados-



Finados
2 de novembro

O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos.  Neste dia, parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.
Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta que tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.
Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverência aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, onde  a colheita tinha se encerrado e sido armazenada para os meses  do inverno.
Na celebração do fim de um ano (31 de outubro) e início do outro ano (1º de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela  a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes  e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se inicia, o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de um novo  período.
Com o domínio desses povos pelo Império Romano, as culturas foram se misturando e expandindo, e  mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano,  em  Roma, na Itália.
Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos faziam preces por seus falecidos e visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores.
Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
Os muçulmanos creem que esta vida é apenas uma preparação para outra. Assim, seus rituais de despedida têm o objetivo de purificar o corpo.
Os judeus celebram o momento de partida com simplicidade, independentemente das condições financeiras de quem se foi.
Os budistas transmitem uma bonita lição de respeito e reverência a quem partiu. Para eles a morte é encerramento de um ciclo e o início de outro. E é também a chance de evoluir espiritualmente. Em uma cerimônia budista ninguém se desespera.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o dia é de luto,  os mexicanos comemoram este dia com muita festa., numa celebração de origem indígena, que honra os defuntos.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos, que eles creem  vem visitar seus parentes. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica.  Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano. Essa é uma festa muito animada e que recebe turistas de todos os lugares do mundo.

O dia de Finados propriamente dito, só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França.
Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos, também pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIV esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos.
Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma face emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje, o Dia de Finados é um dos feriados mais universais. São cerca de mil anos de celebração pela fé na ressurreição.
Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
Em nosso país ainda é um dia triste e de saudades. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. Assim como a semente que ao cair na terra morre e dessa morte brota a nova vida, cremos que a morte é simplesmente a passagem para  a vida eterna. O fundamento para nossa fé em torno da vida nova que começa na morte está na ressurreição de Cristo. Deus ressuscitou seu filho Jesus.
Nesse dia vamos principalmente refletir sobre os aspectos fundamentais da vida humana em sua plenitude e sobre a forma como encaramos a morte,  então convidamos todos a fazerem suas preces e  manterem uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que  ainda não compreenderam essa nova situação e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.

A grande lição da morte deveria ser o que plantamos de amor. Portanto, lembrem-se com amor e carinho de quem partiu. Agradeça por aquela pessoa ter feito parte da sua vida. Reze e fique em paz.


Paz, luz  e bem para todos.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Finados-


Finados
2 de novembro

O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos.  Neste dia, parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.
Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta que tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.
Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverência aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, onde  a colheita tinha se encerrado e sido armazenada para os meses  do inverno.
Na celebração do fim de um ano (31 de outubro) e início do outro ano (1º de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela  a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes  e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se inicia, o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de um novo  período.
Com o domínio desses povos pelo Império Romano, as culturas foram se misturando e expandindo, e  mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano,  em  Roma, na Itália.
Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos faziam preces por seus falecidos e visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores.
Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
Os muçulmanos creem que esta vida é apenas uma preparação para outra. Assim, seus rituais de despedida têm o objetivo de purificar o corpo.
Os judeus celebram o momento de partida com simplicidade, independentemente das condições financeiras de quem se foi.
Os budistas transmitem uma bonita lição de respeito e reverência a quem partiu. Para eles a morte é encerramento de um ciclo e o início de outro. E é também a chance de evoluir espiritualmente. Em uma cerimônia budista ninguém se desespera.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o dia é de luto,  os mexicanos comemoram este dia com muita festa., numa celebração de origem indígena, que honra os defuntos.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos, que eles creem  vem visitar seus parentes. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica.  Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano. Essa é uma festa muito animada e que recebe turistas de todos os lugares do mundo.

O dia de Finados propriamente dito, só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França.
Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos, também pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIV esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos.
Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma face emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje, o Dia de Finados é um dos feriados mais universais. São cerca de mil anos de celebração pela fé na ressurreição.
Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
Em nosso país ainda é um dia triste e de saudades. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. Assim como a semente que ao cair na terra morre e dessa morte brota a nova vida, cremos que a morte é simplesmente a passagem para  a vida eterna. O fundamento para nossa fé em torno da vida nova que começa na morte está na ressurreição de Cristo. Deus ressuscitou seu filho Jesus.
Nesse dia vamos principalmente refletir sobre os aspectos fundamentais da vida humana em sua plenitude e sobre a forma como encaramos a morte,  então convidamos todos a fazerem suas preces e  manterem uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que  ainda não compreenderam essa nova situação e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.

A grande lição da morte deveria ser o que plantamos de amor. Portanto, lembrem-se com amor e carinho de quem partiu. Agradeça por aquela pessoa ter feito parte da sua vida. Reze e fique em paz.


Paz, luz  e bem para todos.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia de Finados-




Finados
2 de novembro


O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos.  Neste dia, parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.

Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta que tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.
Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverência aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, onde  a colheita tinha se encerrado e sido armazenada para os meses  do inverno.
Na celebração do fim de um ano (31 de outubro) e início do outro ano (1º de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela  a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes  e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se inicia, o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de um novo  período.

Com o domínio desses povos pelo Império Romano, as culturas foram se misturando e expandindo, e  mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano,  em  Roma, na Itália.
Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos faziam preces por seus falecidos e visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores.

Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
Os muçulmanos creem que esta vida é apenas uma preparação para outra. Assim, seus rituais de despedida têm o objetivo de purificar o corpo.
Os judeus celebram o momento de partida com simplicidade, independentemente das condições financeiras de quem se foi.
Os budistas transmitem uma bonita lição de respeito e reverência a quem partiu. Para eles a morte é encerramento de um ciclo e o início de outro. E é também a chance de evoluir espiritualmente. Em uma cerimônia budista ninguém se desespera.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o dia é de luto,  os mexicanos comemoram este dia com muita festa., numa celebração de origem indígena, que honra os defuntos.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos, que eles creem  vem visitar seus parentes. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica.  Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano. Essa é uma festa muito animada e que recebe turistas de todos os lugares do mundo.

O dia de Finados propriamente dito, só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França.
Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos, também pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIV esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos.
Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma face emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje, o Dia de Finados é um dos feriados mais universais. São cerca de mil anos de celebração pela fé na ressurreição.
Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
Em nosso país ainda é um dia triste e de saudades. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. Assim como a semente que ao cair na terra morre e dessa morte brota a nova vida, cremos que a morte é simplesmente a passagem para  a vida eterna. O fundamento para nossa fé em torno da vida nova que começa na morte está na ressurreição de Cristo. Deus ressuscitou seu filho Jesus.
Nesse dia vamos principalmente refletir sobre os aspectos fundamentais da vida humana em sua plenitude e sobre a forma como encaramos a morte,  então convidamos todos a fazerem suas preces e  manterem uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que  ainda não compreenderam essa nova situação e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.

A grande lição da morte deveria ser o que plantamos de amor. Portanto, lembrem-se com amor e carinho de quem partiu. Agradeça por aquela pessoa ter feito parte da sua vida. Reze e fique em paz.


Paz e bem para todos.



ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ'ଂ◦...༓...◦ଂ' ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ