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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

Escreva para o e-mail: capelinhavirtual@gmail.com

Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
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sábado, 1 de novembro de 2025

Ladainha de Todos os Santos

 Ladainha de Todos os Santos



Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Deus Pai do Céu, tende piedade de nós.

Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, rogai por nós.

Santa Mãe de Deus, rogai por nós.

Santa Virgem das Virgens, rogai por nós.

São Miguel, rogai por nós.

São Gabriel, rogai por nós.

São Rafael, rogai por nós.

Todos os Santos Anjos e Arcanjos, rogai por nós.

Todas as santas ordens de Espíritos bem-aventurados, rogai por nós.

São João Batista, rogai por nós.

São José, rogai por nós.

Todos os santos Patriarcas e Profetas, rogai por nós.

São Pedro, rogai por nós.

São Paulo, rogai por nós.

Santo André, rogai por nós.

São João, rogai por nós.

Todos os santos Apóstolos e Evangelistas, rogai por nós.

Todos os santos Discípulos do Senhor, rogai por nós.

Santo Estêvão, rogai por nós.

São Lourenço, rogai por nós.

São Vicente, rogai por nós.

Todos os santos Mártires, rogai por nós.

São Silvestre, rogai por nós.

São Gregório, rogai por nós.

Santo Agostinho, rogai por nós.

Todos os santos Pontífices e Confessores, rogai por nós.

Todos os santos Doutores, rogai por nós.

Santo Antão, rogai por nós.

São Bento, rogai por nós.

São Domingos, rogai por nós.

São Francisco, rogai por nós.

Todos os santos Sacerdotes e Levitas, rogai por nós.

Todos os santos Monges e Eremitas, rogai por nós.

Santa Maria Madalena, rogai por nós.

Santa Inês, rogai por nós.

Santa Cecília, rogai por nós.

Santa Águeda, rogai por nós.

Santa Anastácia, rogai por nós.

Todas as santas Virgens e Viúvas, rogai por nós.

Todos os Santos e Santas de Deus, intercedei por nós.

Sede-nos propício, perdoai-nos, Senhor.

Sede-nos propício, ouvi-nos, Senhor.

De todo mal, livrai-nos, Senhor.

De todo pecado, livrai-nos, Senhor.

Da morte eterna, livrai-nos, Senhor.

Pelo mistério da vossa santa Encarnação, livrai-nos, Senhor.

Pela vossa Vinda, livrai-nos, Senhor.

Pelo vosso Nascimento, livrai-nos, Senhor.

Pelo vosso Batismo e santo Jejum, livrai-nos, Senhor.

Pela vossa Cruz e Paixão, livrai-nos, Senhor.

Pela vossa Morte e Sepultura, livrai-nos, Senhor.

Pela vossa santa Ressurreição, livrai-nos, Senhor.

Pela vossa admirável Ascensão, livrai-nos, Senhor.

Pela vinda do Espírito Santo Consolador, livrai-nos, Senhor.

No dia do Juízo, livrai-nos, Senhor.

Pecadores que somos, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que nos perdoeis, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis governar e conservar a vossa santa Igreja, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis conservar na santa religião o Sumo Pontífice e todas as ordens a hierarquia eclesiástica, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis humilhar os inimigos da santa Igreja, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis conceder a paz e a verdadeira concórdia aos reis e príncipes cristãos, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis confortar-nos e conservar-nos em vosso santo serviço, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis retribuir, com os bens sempiternos, a todos os nossos benfeitores, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis dar e conservar os frutos da terra, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis conceder o descanso eterno a todos os fiéis defuntos, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Para que vos digneis atender-nos, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.


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Dia de Todos os Santos

Dia de Todos os Santos

1º de novembro


 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.

Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.

Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.

Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.

Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”

                                                                                                                     

O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.

Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.

O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.

Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.

Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.

Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.

Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.

Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.

Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.

É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.

Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.


Na nossa página inicial do blog, aqui, um editorial completo!

            

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Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.

A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Dia de Todos os Santos



Todos os Santos
1º de novembro

 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

            

Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Todos os Santos-



Todos os Santos
1º de novembro

 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”

O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.



Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Todos os Santos-



Todos os Santos
1º de novembro

 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

            

Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!



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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Todos os Santos-



Todos os Santos
1º de novembro

 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

            

Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!



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domingo, 1 de novembro de 2015

Dia de Todos Os Santos-

                                                                                


Dia de Todos Os Santos
1º de Novembro

 Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

Na página inicial do blog (aqui) um editorial completo.

Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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sábado, 1 de novembro de 2014

Dia de Todos os Santos-



Dia de Todos Os Santos
1º de Novembro


Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

Na nossa página inicial do blog, aqui,  um editorial completo.

           
Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dia de Todos Os Santos-



Dia de Todos Os Santos
1º de Novembro


Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

Na nossa página inicial do blog um editorial completo

           


Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!



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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia de Todos os Santos-




Todos os Santos
1º de novembro


Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

Na nossa página inicial do blog um editorial completo

           


Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


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