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Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
Mostrando postagens com marcador O Precursor do Messias. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de junho de 2026

São João Batista: Nascimento, ministério e morte

São João Batista: Nascimento, ministério e morte


João Batista (em aramaico: יוחנן בר זכריא; romaniz.: Yōḥannan bar Zəḵaryā; Judeia, século I a.C., c. 28–30) é uma das principais figuras do cristianismo, tendo sido um pregador e profeta itinerante cuja mensagem era baseada no arrependimento, pregando o batismo para a remissão dos pecados, e na anunciação da chegada do messias Jesus Cristo, motivo pelo qual é também conhecido como São João, o Precursor na Igreja Ortodoxa e em outras igrejas cristãs de tradições e ritos orientais.

 João Batista também é reverenciado como profeta no Islã, no Judaísmo Nazareno, na fé bahá'í, no druzismo e no mandeísmo, considerado pelo último como o messias e o profeta final. É amplamente acreditado como uma figura histórica no meio acadêmico e sua menção em todos os manuscritos conhecidos das Antiguidades dos Judeus de Josefo é considerada pela maioria dos pesquisadores como um texto autêntico, e não uma inserção posterior de escribas cristãos.

Nos Evangelhos João Batista é identificado como: o mensageiro enviado por Deus do qual o profeta Malaquias escreveu; "voz que clama no deserto" em Isaías; e o profeta Elias – em espírito e poder – que havia de vir antes da era messiânica.

João Batista é venerado por todas as igrejas apostólicas, pelas quais lhe são dados os títulos de santo e mártir. 

Toda a cristandade, conjuntamente com outras religiões abraâmicas, reverencia João como profeta, porém seus dois títulos mais famosos são "batista" e "precursor", o primeiro, mais popular no cristianismo ocidental, pela sua missão de batizar os arrependidos; e o segundo, mais usado no cristianismo oriental, devido ao seu papel como predecessor de Cristo.


Natividade de João Batista: Lucas é único dos evangelistas a fornecer o relato do nascimento de João, no primeiro capítulo de seu evangelho. Segundo a história, João era filho de Zacarias, sacerdote do Templo, e de Isabel, prima da Virgem Maria, da família de Arão. O casal viveu durante o tempo do rei Herodes da Judeia. Eles eram justos e devotos, seguiam rigorosamente os mandamentos da Lei mas, apesar de sua piedade, eram idosos e não tinham filhos. A falta de filhos na velhice era considerada uma vergonha para os judeus de sua época e Zacarias rezava para o nascimento de um filho.

Durante a semana em que servia no Templo, enquanto queimava incenso Zacarias recebeu uma profecia do arcanjo Gabriel, que anunciou a concepção sua esposa, mesmo em idade avançada. O anjo também revelou que o menino se chamaria João e que seria um grande profeta, que prepararia o caminho para o Messias. Inicialmente, Zacarias duvidou das palavras de Gabriel e ficou mudo como sinal de sua incredulidade, sendo incapaz de abençoar a multidão que o esperava fora do Templo. Gabriel então o advertiu que recuperaria a fala apenas quando o menino nascesse e fosse circuncidado. Depois que Maria descobriu que sua parente Isabel estava grávida, ela veio visitá-la, e aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo”.

João finalmente nasceu seis meses antes de seu primo Jesus. No oitavo dia em que teve que ser circuncidado, os vizinhos e parentes se reuniram e quiseram nomear o bebê Zacarias como o pai, porém ele escreveu numa tabuinha: “João é o seu nome”; e no momento seguinte conseguiu falar novamente. O Evangelho menciona brevemente a infância subsequente de João, dizendo que ele “esteve nos desertos até ao dia da sua aparição a Israel”.


 Ministério de João Batista: João iniciou sua pregação no décimo quinto ano do reinado do imperador romano Tibério, o que dataria a iniciação de seu ministério entre os anos 28 ou 29 d.c. À mesma época reinava Herodes como tetrarca da Galileia; Filipe, seu irmão, era governante da Itureia; Pôncio Pilatos já era procurador da Judeia e Caifás já atuava como sumo sacerdote de Israel.

 João levou um estilo de vida ascético no deserto a leste do Jordão, onde foi sua principal área de atuação ministerial. Como alguém que se absteve dos prazeres carnais, sua dieta era composta de gafanhotos kosher e mel silvestre, e suas roupas eram simples vestes de pelos de camelo e um cinto de couro. A pregação de João Batista, que era realizada por toda a circunvizinhança do Jordão, priorizava o apelo ao arrependimento sincero dos pecados pelo batismo, bem como a chegada do messias e a mensagem escatológica do julgamento de Deus. Suas palavras por muitas vezes acabavam por conflitar com os ensinamentos dos fariseus e saduceus, para quem os seus sermões eram constantemente dirigidos. O seu ministério com o tempo atraiu numerosos seguidores, que era batizados por ele nas águas do rio Jordão. Tornou-se tão popular e admirado que muitos dos seus discípulos imaginavam que ele seria o messias, o que foi negado por ele mesmo quando disse: "Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis. Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca". 


 O batismo de Cristo por João é um acontecimento narrado nos quatro evangelhos canônicos por ser um evento central na narrativa do Novo Testamento. 

Jesus, que havia crescido na cidade de Nazaré, na Galileia, decidiu ir ao encontro de seu primo. Apesar de sua natureza sem pecado, Jesus se apresentou a João para ser batizado, o que gerou uma surpresa inicial em João. 

Segundo o Evangelho de Mateus, João inicialmente relutou em batizar Jesus, afirmando que ele próprio é quem deveria ser batizado por Cristo. No entanto, Jesus insistiu, dizendo que o batismo era necessário para "cumprir toda a justiça". Essa expressão tem sido interpretada como a intenção de Jesus de se identificar com a humanidade pecadora e de seguir o plano de Deus para a salvação. Após a insistência de Jesus, João Batista consentiu e o batizou. De acordo com os relatos, assim que Jesus saiu da água, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma de pomba. Simultaneamente, uma voz do céu declarou: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo".


O batismo de Jesus por João Batista é um dos eventos mais representados na arte cristã, simbolizando a pureza, o início do ministério de Cristo, e a manifestação da Santíssima Trindade, com a voz do Pai, o Espírito Santo em forma de pomba, e o Filho sendo batizado. O episódio também tem implicações importantes para a doutrina cristã sobre a Trindade, sendo um dos raros momentos nos Evangelhos onde a presença simultânea do Pai, do Filho e do Espírito Santo é explicitamente mencionada.


Prisão e morte por decapitação de João Batista: O aprisionamento de João ocorreu a mando do rei Herodes Antipas, no sexto mês do ano 26 d.C. João foi levado para a fortaleza de Maquero, onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. Herodes prendeu João por causa das críticas que este fazia ao seu relacionamento com Herodias. João condenava abertamente o casamento de Herodes com Herodias considerado ilícito de acordo com as leis judaicas, já que Herodias ainda era esposa de Filipe. Herodias, ressentida com as acusações de João, procurava uma maneira de silenciá-lo definitivamente. João Batista foi aprisionado em Maqueronte, uma fortaleza, e durante seu tempo na prisão,  continuou a influenciar seus discípulos e até mesmo enviou alguns deles para perguntar a Jesus se Ele era "aquele que haveria de vir" ou se deveriam esperar outro (Mateus 11:2-3; Lucas 7:18-19). Esse questionamento é interpretado por alguns como um reflexo da expectativa messiânica da época e das dúvidas que surgiram durante o encarceramento de João.

Durante a celebração do aniversário de Herodes, Salomé, filha de Herodias, dançou diante de Herodes e seus convidados, agradando tanto o tetrarca que ele prometeu a conceder qualquer pedido, "até metade do meu reino" (Marcos 6:22-23; Mateus 14:6-7). Instigada por sua mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista em um prato. Embora Herodes tenha ficado perturbado com o pedido, ele não quis recusar publicamente devido ao juramento que havia feito na presença de seus convidados. Assim, ele ordenou que João fosse decapitado na prisão. Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.


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São João Batista

São João Batista

24 de junho


Considerado como aquele que preparou o caminho para a vinda de Jesus,  João foi um filho muito desejado por Isabel e Zacarias, ambos já com idade avançada. Segundo a tradição, o anjo Gabriel foi quem deu a notícia a Zacarias dizendo que Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa "Deus é propício".

Antes do seu nascimento Maria, mãe de Jesus, foi visitar sua prima. Conta-se que ao ouvir a saudação de Maria, Isabel sentiu o filho mexer em seu ventre, ficou repleta do Espírito Santo e dirigiu-lhe uma saudação inspirada, “Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre”.

Ainda jovem, João perdeu seu pai e passou a cuidar de sua mãe. Quando Isabel morreu, ele doou os seus pertences e retirou-se para o deserto, usando roupas de peles de animais, alimentando-se de gafanhotos e mel.

Em seus sermões, pregava a vinda do Messias, usava palavras firmes, incentivando o arrependimento, a conversão e o batismo.

João pregava que o Reino de Deus estaria ao alcance de todos e essas palavras reuniam em sua volta centenas de pessoas sedentas da promessa que o seu jugo estava próximo do fim.

Foi um pregador heróico que falava ao povo expondo os líderes iníquos e as suas transgressões, chamando-os de “raça de víboras”.  Quando o assemelhavam a Elias, era porque este tinha o mesmo aspecto, o mesmo caráter resoluto e  a mais alta moralidade e assim como o seu antecessor, não queria simpatia. Ele pregava a mudança e costumava apontar o indicador, tal como Elias o tinha feito anteriormente, e isto o categorizou como profeta.

Anunciava a vinda do Messias esclarecendo com humildade: "Eu não sou o Cristo" (Jo 3,28) e "Não sou digno de desatar a correia de sua sandália" (Jo 1,27).

O apelido de Batista veio do costume de batizar com água no rio Jordão. Ele batizou o próprio Jesus, seu primo, e o apresentou ao povo com esses dizeres: "Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo" (Jo 1, 29).

A Bíblia nos conta que, mesmo sem ter pecado algum, Jesus esteve com João para também ser batizado, assim como os outros que ali aguardavam. Por um momento, João Batista hesitou, afinal, estava diante do filho de Deus, mas, logo, comoveu-se com o exemplo de confissão de Cristo. Jesus também nutria uma admiração muito grande por João Batista, o que pode ser comprovado nas escrituras sagradas, no livro deMateus 11, 7-11 e 14-15: “Na verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não apareceu nenhum maior do que João, o Batista. E, se quereis aceitá-lo ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos, ouça!” , disse Jesus às multidões. 

Tendo censurado Herodes por viver com a mulher de seu irmão, João foi preso no castelo de Macheros (Palestina) e degolado em 29 de agosto do ano 31, por ordem do rei, que desejava satisfazer um pedido de sua enteada Salomé.


Dizem que ele nasceu numa noite muito bonita e sua mãe Isabel, para avisar Maria, mandou erguer um mastro em sua casa, acendendo uma fogueira. Por esse motivo, onde a festa é celebrada, levantam-se mastros e o principal elemento da comemoração é a fogueira.

A devoção ao santo foi trazida para o Brasil pelos portugueses, que transmitiram ainda o gosto por efeitos de luzes proporcionadas pelos balões, fogos de artifício e fogueiras. Pregador de alta moral e ascético, São João é festejado pelo povo como um santo amável, com farta alimentação, músicas, danças e bebidas.

O precursor do Messias é representado de várias maneiras na iconografia católica

Ainda menino, segurando um cordeiro que anuncia a vinda de Jesus, ou então menino ao lado de Jesus e Maria;  adulto, seminu, com o corpo coberto por uma pele de carneiro, ou um pano rústico, apontando para o céu com o braço direito, tendo às vezes na mão uma longa cruz e também um carneirinho ao seu lado. Em diversos quadros ele está batizando Jesus Cristo no rio Jordão.

 Sua imagem aparece com freqüência na arte popular e pode ser venerada em quase todas as igrejas, tanto do período colonial , quanto nas mais modernas.

É padroeiro de várias cidades brasileiras, dentre elas, a de São João de Bocaina, próxima a Jaú, no Estado de São Paulo, possuidora de bela matriz, edificada no início do século XX, e em cujo interior podem-se admirar belíssimos painéis de Benedito Calixto, narrando a vida de São João Batista, e a cidade de São João del Rey, uma das mais antigas vilas de Minas Gerais, famosa pelo seu artesanato em prata e estanho, assim como pelas suas igrejas, ornamentadas com esculturas de Aleijadinho e pinturas de Manuel da Costa Ataíde.        

São João é venerado em muitas religiões. No judaísmo e no islamismo como profeta, no espiritismo como a reencarnação de Elias e na umbanda e candomblé como o orixá XangÔ.

São João Batista é o protetor dos hóspedes, hoteleiros e dos prisioneiros.

Ao contrário de outros santos, homenageados em datas que coincidem com os dias de suas mortes, São João Batista é comemorado no dia de seu nascimento, 24 de junho.


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Oração de São João Batista

São João Batista, voz que clama no deserto: “Endireitai os caminhos do Senhor ... fazei  penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual não sou digno de desatar os cordões das sandálias”, ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: “Eis o cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo”.

 São João, pregador da penitência, rogai por nós.

 São João, precursor do Messias, rogai por nós. 

São João, alegria do povo, rogai por nós.

Amém.

 

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Martírio de São João Batista-



Martírio de São João Batista
29 de agosto


A celebração de hoje está vinculada à dedicação da Igreja construída em Sebaste na Samaria, no túmulo de São João Batista, o Precursos de Cristo.
Com o nome de paixão, ou degolação, a festa aparece já nos sacramentários romanos.
Sobre João Batista temos as narrações dos evangelhos, especialmente de são Lucas, que nos fala de seu nascimento, sua vida no deserto, sua pregação, e de são Marcos que se refere a sua morte.
Pelo evangelho e pela tradição podemos reconstruir a vida do Precursor.
O Batista, que tem essa alcunha por que “batizava” as pessoas para uma vida nova,  levava vida austera e iniciou sua missão, no ano décimo quinto do imperador  Tibério (27 a.C.), convidando o povo para preparar os caminhos do Senhor, pois era necessária uma sincera conversão para acolhê-lo, uma mudança radical das disposições do espírito. Dirigindo-se a todas as classes sociais, despertou o entusiasmo entre o povo e o mau humor entre a aristocracia que ele reprovava.
Figura popular negou categoricamente ser o Messias esperado, afirmando a superioridade de Jesus, que apontou aos seus seguidores por ocasião do batismo junto às margens do Rio Jordão e dizendo que sua figura, iria se desfazer, à medida que fosse se intensificando a luz  “daquele do qual não é digno de desatar os nós das sandálias”.
O maior entre todos os profetas não cessou de fazer ouvir a sua voz onde fosse necessária para endireitar os sinuosos caminhos do mal.
Reprovou publicamente o comportamento pecaminoso de Herodes Antipas e de Herodíades, mas a suscetibilidade deles custou-lhe a dura prisão em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto.
Por ocasião de uma festa celebrada no local, a filha de Herodíades, Salomé, tendo dado um show de dança, entusiasmou Herodes. Como prêmio pediu instigada pela mãe a cabeça de João Batista, numa bandeja de prata, calando assim o Precursor de Jesus, a voz mais robusta dos arautos do iminente evangelho.
Último profeta e primeiro apóstolo, ele deu a vida pela sua missão, e por isso é venerado na Igreja como mártir.


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