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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
Mostrando postagens com marcador São João Batista. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Vinho Quente de São João: Receita e dicas



Especial São João: Vinho Quente

Receita Clássica, receita sem álcool, dicas, cultura, festa junina e "arraiá" quentinho 😍


Vinho quente é a bebida tradicional das festas juninas e das noites frias brasileiras: vinho tinto seco aquecido com cravo-da-índia, canela em pau, gengibre e açúcar, finalizado com maçã e laranja em rodelas.

A origem é europeia — Glühwein alemão, vin chaud francês, glögg escandinavo — no Brasil a bebida virou tradição em duas datas: junho, no "arraiá" e dezembro, na ceia de Natal. 

O segredo está em não deixar ferver depois que o vinho entra na panela, preservando assim o teor alcoólico e os aromas das especiarias.


Ingredientes

1 xícara (chá) de água

1 xícara (chá) de açúcar

6 cravos-da-índia

2 paus de canela

1 pedaço de 3 cm de gengibre fresco, fatiado

1 litro de vinho tinto seco

2 maçãs, cortadas em cubos

1 laranja, cortada em rodelas


Modo de Preparo

1. Em uma panela grande, adicione a água, o açúcar, os cravos-da-índia, os paus de canela e o gengibre fatiado. Leve ao fogo médio e mexa até que o açúcar dissolva completamente.

2. Deixe ferver por cerca de 5 minutos para que as especiarias liberem seus aromas.

3. Acrescente o vinho tinto à panela e mexa delicadamente. Adicione as maçãs e as rodelas de laranja.

4. Reduza o fogo e deixe cozinhar por mais 10 minutos, sem deixar ferver, para evitar a evaporação do álcool.

5. Retire do fogo e deixe descansar por 5 minutos para intensificar os sabores.

6. Coe a mistura para remover as especiarias e as frutas e sirva quente em xícaras ou copos resistentes ao calor.


Especiarias clássicas do vinho quente: proporção e função

As especiarias são a alma do vinho quente. Cada uma cumpre uma função aromática diferente e a proporção define se a bebida fica equilibrada ou dominada por uma nota só. A tabela abaixo mostra a base clássica e as especiarias opcionais, com a quantidade ideal para 1 litro de vinho:


Base clássica (obrigatória):

Cravo-da-índia: 6 unidades: calor picante, nota amadeirada

Canela em pau: 2 paus: doçura quente, base do perfil aromático

Gengibre fresco: 3 cm fatiado: picância cítrica, ajuda na digestão

Casca de laranja: 1 unidade (sem a parte branca): acidez perfumada, equilibra o doce


Especiarias (opcionais):

Anis-estrelado: 1 estrela: toque licoroso

Noz-moscada: 1 pitada ralada: profundidade

Cardamomo: 2 vagens amassadas: floral (tradição escandinava)

Pimenta-rosa: 5 grãos: picância suave

A regra de ouro: três especiarias-base obrigatórias (cravo, canela, gengibre) + uma a duas especiarias-coringa para personalizar. Mais que isso embaralha o paladar.


Dicas de preparo:

A diferença entre um vinho quente equilibrado e um vinho quente amargo está em três detalhes de execução que a maioria das receitas ignora:

Nunca deixe ferver depois de adicionar o vinho

Quando o vinho ultrapassa 78 °C (ponto de ebulição do álcool etílico), o álcool evapora junto com os aromas voláteis. O resultado é uma bebida com gosto de calda de açúcar. Mantenha o fogo no mínimo e olhe a panela: se subir vapor denso ou borbulhar nas bordas, abaixe imediatamente.

Cozinhe as especiarias antes de pôr o vinho.

Os 5 minutos iniciais de fervura na calda de água + açúcar + cravo + canela + gengibre são os que extraem os óleos essenciais. Pular essa etapa entrega um vinho "perfumado por fora" e sem profundidade.

Coe antes de servir.

Especiaria inteira na xícara amarga ao terceiro gole. Coe a mistura final removendo cravos, canela, gengibre e cascas, mantenha as rodelas de maçã e laranja apenas como decoração no copo, se desejar.

Para servir, prefira canecas de cerâmica ou xícaras grossas resistentes ao calor. Vidro fino racha; copo americano queima a mão.



Vinho quente com álcool X Vinho quente sem álcool 

A receita tradicional leva vinho tinto seco, mas a versão sem álcool com suco de uva integral é igualmente tradicional na festa junina brasileira, especialmente para crianças, gestantes e quem dirige depois da festa.

A escolha não muda o tempo de preparo nem a base de especiarias; muda apenas o líquido principal e o ajuste de açúcar.


Versão com álcool (receita tradicional)

Líquido principal: 1 litro de vinho tinto seco (cabernet sauvignon, merlot ou carmenère funcionam bem; evite vinhos doces ou frisantes)

Açúcar: 1 xícara (chá)

Teor alcoólico final: \~8-10% (parte do álcool evapora no cozimento mesmo sem fervura)

Quando preferir: ceia de Natal, festa junina adulta, jantar em noite fria

Quem deve evitar: crianças, gestantes, lactantes, pessoas em tratamento medicamentoso ou que vão dirigir


Versão sem álcool (vinho quente de suco de uva)

Líquido principal: 1 litro de suco de uva integral tinto (preferir 100% suco, sem adição de água ou açúcar)

Açúcar: ½ xícara (chá) — o suco já é mais doce que o vinho seco

Tempo de cozimento após adicionar o suco: 8 minutos (suficiente para incorporar as especiarias; mais que isso evapora água e concentra o açúcar demais)

Quando preferir: arraiá com crianças, ceia inclusiva, café da tarde de inverno

Dica: finalize com 1 colher (sopa) de suco de limão para equilibrar a doçura


Versão híbrida (meio a meio)

Para festas com público misto, faça 500 ml de vinho tinto seco + 500 ml de suco de uva integral. Reduz o teor alcoólico para \~4-5% e mantém o corpo da bebida. Ajuste o açúcar para ¾ de xícara.


Como conservar e reaquecer o vinho quente

Vinho quente pode ser feito com antecedência, inclusive fica mais saboroso depois de algumas horas de descanso, porque as especiarias continuam liberando aromas. A questão é como armazenar e reaquecer sem perder álcool, aroma e segurança alimentar.


Conservação na geladeira

Coe a bebida (retirando especiarias e frutas) e transfira para um recipiente de vidro com tampa hermética. Dura até 5 dias na geladeira, entre 2 °C e 8 °C. Se deixar as especiarias dentro do líquido em descanso prolongado, o sabor fica amargo no segundo dia.


Conservação no congelador

Vinho quente pode ser congelado por até 3 meses em pote de vidro ou silicone (deixe 2 cm de folga para expansão). Descongele na geladeira por 12 horas antes de reaquecer. Não recongele.


Como reaquecer corretamente

No fogão: transfira para uma panela em fogo baixo, sem deixar ferver. Aqueça até atingir 70-75 °C (vapor subindo discreto, sem borbulhar). Leva 5-7 minutos.

No micro-ondas: use potência média (50%) em ciclos de 1 minuto, mexendo entre cada ciclo. Total: 2-3 minutos por xícara.


O que evitar: fervura em qualquer modo — destrói o álcool restante, evapora os óleos essenciais das especiarias e deixa a bebida com gosto adocicado plano.

Preparar com antecedência para a festa.

Para servir em uma festa de 15-20 pessoas, triplique a receita (3 litros de vinho + proporção das especiarias) e faça no dia anterior.

Deixe descansar com as especiarias dentro por 12 horas na geladeira, coe na hora de reaquecer e sirva. A bebida fica mais encorpada e o trabalho no dia da festa cai pela metade.


Festa junina: a versão brasileira do vinho quente europeu

Na festa junina, o vinho quente compete em popularidade com o quentão de cachaça (que substitui o vinho pela aguardente brasileira). É bebida de quadrilha à noite, fogueira acesa, paletó xadrez. A pegada brasileira é mais doce que a europeia — o açúcar é parte da receita, não opcional.


A receita brasileira é prima direta de três tradições:

Glühwein (Alemanha, Áustria) — vinho tinto + cravo, canela, casca de laranja e açúcar. Servido em Christkindlmärkte (mercados de Natal) desde a Idade Média.

Vin chaud (França) — versão francesa, mais discreta no açúcar, com mais foco na casca de laranja.

Glögg (Escandinávia) — leva também cardamomo, amêndoas e passas, e às vezes uma dose de  conhaque.

A versão brasileira tomou emprestadas as especiarias germânicas e o açúcar generoso, acrescentou maçã em cubos (provavelmente influência tropical pela disponibilidade da fruta) e firmou o gengibre fresco como assinatura — diferente das europeias, que costumam usar gengibre só ocasionalmente.

O gengibre possui propriedades anti-inflamatórias e pode ajudar na digestão, tornando esta bebida não apenas saborosa, mas também benéfica para a saúde.


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Novena de São João Batista

 Novena de São João Batista

O santo é reconhecido pelo próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mateus 11,11)


Oração inicial para todos os dias

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

Meditemos sobre a vida de São João Batista, que, vivendo na simplicidade, na oração e na penitência, pregou um batismo de conversão para os pecadores, buscando a paz e a partilha com os pobres. 

Meditemos à luz do Espírito Santo.

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra. Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas e gozemos sempre de sua consolação. 

Por Cristo, Senhor Nosso. 

Amém.


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Oração final para todos os dias

Glorioso São João Batista, que fostes santificado no seio materno, ao ouvir vossa mãe a saudação de Maria Santíssima; por intercessão da Virgem e pelos infinitos merecimentos de seu Divino Filho, de quem fostes precursor, anunciando-o como Mestre e apontando-o como o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, alcançai-nos a graça de darmos também nós testemunhos da verdade e selar até, se preciso for, com o próprio sangue, como o fizestes vós, ao ser martirizado. 

Abençoai todos os que vos invocam e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida, para que, verdadeiramente animados do vosso espírito, no estado em que Deus nos colocou, possamos um dia gozar convosco da bem-aventurança eterna. 

Amém.

São João Batista, rogai por nós e abençoai as nossas famílias!


Faça os pedidos da novena.

Rezar um Pai-Nosso, Ave-Maria e Gloria


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Oração Inicial para todos os dias 


1º Dia: O nascimento de São João Batista

São João Batista nasceu 6 meses antes do nascimento de Jesus. Era filho de Zacarias e Isabel, que eram “justos diante de Deus: obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor” (Lc 1,6).

O pai de João era idoso, e sua mãe não podia ter filhos, o que lhe trazia humilhação e desprezo. Por isso, os pais de João Batista simbolizam todas as famílias e comunidades pobres e humilhadas, que dependem apenas da misericórdia e do apoio de Deus, e por isso podem falar alegremente de Deus, como a mãe de João:

“Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública” (Lc 1,25).

São João Batista nasceu milagrosamente em Aim Karim, cidade de Israel que fica próximo do centro de Jerusalém. Seu pai era um sacerdote do templo de Jerusalém chamado Zacarias. Sua mãe foi Santa Isabel, prima de Maria Mãe de Jesus. São João Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.


Oração final para todos os dias


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Oração Inicial para todos os dias


2º Dia: A importância de São João Batista

São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. João Batista era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.


Oração final para todos os dias


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Oração Inicial para todos os dias


3º Dia: Nascimento milagroso de São João Batista

A mãe de João Batista, Santa Isabel, era idosa e nunca tinha engravidado. Todos a tinham como estéril. Mas, então, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias quando este prestava seu serviço de sacerdote no templo e anunciou que Isabel teria um filho e que este deveria se chamar João. Zacarias não acreditou e ficou mudo. Pouco tempo depois, Isabel engravidou como o Anjo havia dito.


Oração final para todos os dias


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Oração inicial para todos os dias


4º Dia: Isabel e a Ave-Maria

Nesse mesmo tempo, o anjo apareceu também a Maria e anunciou que ela seria a mãe do Salvador. Então, Maria foi visitar Isabel, pois o anjo lhe havia dito que Isabel estava grávida. Quando Maria chegou e saudou Isabel, João mexeu no ventre da mãe e Isabel fez aquela maravilhosa saudação a Maria santíssima: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! De onde me vem que a mãe do meu Senhor me visite? (Lc 1-41-43) Esta saudação de Isabel se tornou parte da oração da Ave Maria.


Oração final para todos os dias


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Oração inicial para todos os dias


5º Dia: Vida no deserto

Quando São João Batista ficou adulto, percebeu que chegara sua hora. Então, foi morar no deserto para rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem. Vivendo uma vida extremamente difícil e com muita oração, passou a ser conhecido como profeta, homem enviado por Deus. Ele sempre anunciava a vinda do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão.


Oração final para todos os dias


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Oração inicial para todos os dias


6º Dia: O Batismo de Jesus

Por causa de seu carisma, algumas vezes o povo pensava que São João Batista era o Messias, mas ele sempre dizia: Eu não sou o Cristo, eu não sou digno de desatar nem a correia de suas sandálias. (Jo. 1-27). 

Em outra passagem, ele disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo. (Jo.1-29).

 Quando Jesus, o verdadeiro Salvador, foi ao encontro de João Batista para ser batizado, São João disse: Eu é que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim? (Mt3-14), mas Jesus confirmou e São João Batista batizou Jesus que então começou sua vida pública.


Oração final para todos os dias


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Oração inicial para todos os dias


7º Dia: Prisão e morte de João Batista

Nas pregações de São João ele não poupava o rei local, Herodes Antipas, Rei fantoche de Roma na Galileia. João denunciava a vida adúltera do rei e a vida desregrada de Herodes em seu governo.

São Marcos em seu evangelho narra que Salomé, filha de Herodíades, dançou para Herodes. O rei ficou deslumbrado com ela e disse que daria tudo o que lhe pedisse. Então Salomé fala com sua mãe e pede a cabeça de São João Batista numa bandeja. Herodes fez como havia prometido diante dos convivas. (Mar 6.14-29)


Oração final para todos os dias


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Oração Inicial para todos os dias


8º Dia: Devoção a São João Batista

São João Batista é o primeiro mártir da Igreja, e o último dos profetas. Sua festa é celebrada desde o começo da Igreja, no dia 24 de junho. Ele é venerado como profeta, santo, mártir, precursor do Messias e arauto da verdade, custe o que custar. Sua representação é mostrada batizando Jesus e segurando um bastão em forma de cruz.


Oração final para todos os dias


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Oração inicial para todos os dias


9º Dia: Oração a São João Batista

São João Batista, voz que clama no deserto: "endireitai os caminhos do Senhor, fazei penitência, porque no meio de vós esta quem não conheceis, e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias", ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas, para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciaste com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus, eis Aquele que tira o pecado do mundo". 

São João Batista rogai por nós. 

Amém.


Oração final para todos os dias


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Ladainha de São João Batista

 Ladainha de São João Batista 


Senhor, tende piedade de nós! (bis)

Cristo, tende piedade de nós! (bis)

Senhor, tende piedade de nós! (bis)


01.    São João Batista - Rogai por nós!

02.      Nosso glorioso padroeiro - Rogai por nós!

03.      Anunciado pelo anjo Gabriel - Rogai por nós!

04.      Purificado do pecado original - Intercedei por nós!

05.      Consagrado desde antes do nascimento - Rogai por nós!

06.      Cujo nascimento foi causa de alegria - Rogai por nós!

07.      Repleto do Espírito Santo - Rogai por nós!

08.      Maior entre os nascidos de mulher - Intercedei por nós!

09.      Precursor do Salvador - Rogai por nós!

10.      Preparador dos caminhos do Senhor - Rogai por nós!

11.      Voz que clama no deserto - Rogai por nós!

12.      Indicador do Cordeiro de Deus - Intercedei por nós!

13.      Profeta do Altíssimo - Rogai por nós!

14.      Profeta das Nações - Rogai por nós!

15.      Profeta da Justiça - Rogai por nós!

16.      Último dos Profetas - Intercedei por nós!

17.      Testemunho da Luz - Rogai por nós!

18.      Testemunho da Verdade - Rogai por nós!

19.      Amante da penitência - Rogai por nós!

20.      Indigno de desatar-lhe as sandálias - Intercedei por nós!

21.      Anunciador do batismo definitivo - Rogai por nós!

22.      Batizador do próprio autor do batismo - Rogai por nós!

23.      Defensor da família e do matrimônio - Rogai por nós!

24.      Santo mártir da justiça e da verdade - Intercedei por nós!


25.      Sede-nos propício - Ouvi-nos Senhor.

26.      Para que nos livreis de todo o mal - Ouvi-nos Senhor.

27.      Para que nos livreis de todo o pecado - Ouvi-nos Senhor.

28.      Para que nos livreis da morte eterna - Ouvi-nos Senhor.

29.      Pela vossa encarnação - Ouvi-nos Senhor.

30.      Pela vossa ressurreição - Ouvi-nos Senhor.

31.      Pela efusão do Espírito Santo - Ouvi-nos Senhor.

32.      Apesar de nossos pecados - Ouvi-nos Senhor.

33.      Jesus Filho de Deus Vivo - Ouvi-nos Senhor.


Cristo, ouvi-nos (bis)

Cristo, atendei-nos (bis)

Amém!


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São João Batista: Nascimento, ministério e morte

São João Batista: Nascimento, ministério e morte


João Batista (em aramaico: יוחנן בר זכריא; romaniz.: Yōḥannan bar Zəḵaryā; Judeia, século I a.C., c. 28–30) é uma das principais figuras do cristianismo, tendo sido um pregador e profeta itinerante cuja mensagem era baseada no arrependimento, pregando o batismo para a remissão dos pecados, e na anunciação da chegada do messias Jesus Cristo, motivo pelo qual é também conhecido como São João, o Precursor na Igreja Ortodoxa e em outras igrejas cristãs de tradições e ritos orientais.

 João Batista também é reverenciado como profeta no Islã, no Judaísmo Nazareno, na fé bahá'í, no druzismo e no mandeísmo, considerado pelo último como o messias e o profeta final. É amplamente acreditado como uma figura histórica no meio acadêmico e sua menção em todos os manuscritos conhecidos das Antiguidades dos Judeus de Josefo é considerada pela maioria dos pesquisadores como um texto autêntico, e não uma inserção posterior de escribas cristãos.

Nos Evangelhos João Batista é identificado como: o mensageiro enviado por Deus do qual o profeta Malaquias escreveu; "voz que clama no deserto" em Isaías; e o profeta Elias – em espírito e poder – que havia de vir antes da era messiânica.

João Batista é venerado por todas as igrejas apostólicas, pelas quais lhe são dados os títulos de santo e mártir. 

Toda a cristandade, conjuntamente com outras religiões abraâmicas, reverencia João como profeta, porém seus dois títulos mais famosos são "batista" e "precursor", o primeiro, mais popular no cristianismo ocidental, pela sua missão de batizar os arrependidos; e o segundo, mais usado no cristianismo oriental, devido ao seu papel como predecessor de Cristo.


Natividade de João Batista: Lucas é único dos evangelistas a fornecer o relato do nascimento de João, no primeiro capítulo de seu evangelho. Segundo a história, João era filho de Zacarias, sacerdote do Templo, e de Isabel, prima da Virgem Maria, da família de Arão. O casal viveu durante o tempo do rei Herodes da Judeia. Eles eram justos e devotos, seguiam rigorosamente os mandamentos da Lei mas, apesar de sua piedade, eram idosos e não tinham filhos. A falta de filhos na velhice era considerada uma vergonha para os judeus de sua época e Zacarias rezava para o nascimento de um filho.

Durante a semana em que servia no Templo, enquanto queimava incenso Zacarias recebeu uma profecia do arcanjo Gabriel, que anunciou a concepção sua esposa, mesmo em idade avançada. O anjo também revelou que o menino se chamaria João e que seria um grande profeta, que prepararia o caminho para o Messias. Inicialmente, Zacarias duvidou das palavras de Gabriel e ficou mudo como sinal de sua incredulidade, sendo incapaz de abençoar a multidão que o esperava fora do Templo. Gabriel então o advertiu que recuperaria a fala apenas quando o menino nascesse e fosse circuncidado. Depois que Maria descobriu que sua parente Isabel estava grávida, ela veio visitá-la, e aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo”.

João finalmente nasceu seis meses antes de seu primo Jesus. No oitavo dia em que teve que ser circuncidado, os vizinhos e parentes se reuniram e quiseram nomear o bebê Zacarias como o pai, porém ele escreveu numa tabuinha: “João é o seu nome”; e no momento seguinte conseguiu falar novamente. O Evangelho menciona brevemente a infância subsequente de João, dizendo que ele “esteve nos desertos até ao dia da sua aparição a Israel”.


 Ministério de João Batista: João iniciou sua pregação no décimo quinto ano do reinado do imperador romano Tibério, o que dataria a iniciação de seu ministério entre os anos 28 ou 29 d.c. À mesma época reinava Herodes como tetrarca da Galileia; Filipe, seu irmão, era governante da Itureia; Pôncio Pilatos já era procurador da Judeia e Caifás já atuava como sumo sacerdote de Israel.

 João levou um estilo de vida ascético no deserto a leste do Jordão, onde foi sua principal área de atuação ministerial. Como alguém que se absteve dos prazeres carnais, sua dieta era composta de gafanhotos kosher e mel silvestre, e suas roupas eram simples vestes de pelos de camelo e um cinto de couro. A pregação de João Batista, que era realizada por toda a circunvizinhança do Jordão, priorizava o apelo ao arrependimento sincero dos pecados pelo batismo, bem como a chegada do messias e a mensagem escatológica do julgamento de Deus. Suas palavras por muitas vezes acabavam por conflitar com os ensinamentos dos fariseus e saduceus, para quem os seus sermões eram constantemente dirigidos. O seu ministério com o tempo atraiu numerosos seguidores, que era batizados por ele nas águas do rio Jordão. Tornou-se tão popular e admirado que muitos dos seus discípulos imaginavam que ele seria o messias, o que foi negado por ele mesmo quando disse: "Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis. Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca". 


 O batismo de Cristo por João é um acontecimento narrado nos quatro evangelhos canônicos por ser um evento central na narrativa do Novo Testamento. 

Jesus, que havia crescido na cidade de Nazaré, na Galileia, decidiu ir ao encontro de seu primo. Apesar de sua natureza sem pecado, Jesus se apresentou a João para ser batizado, o que gerou uma surpresa inicial em João. 

Segundo o Evangelho de Mateus, João inicialmente relutou em batizar Jesus, afirmando que ele próprio é quem deveria ser batizado por Cristo. No entanto, Jesus insistiu, dizendo que o batismo era necessário para "cumprir toda a justiça". Essa expressão tem sido interpretada como a intenção de Jesus de se identificar com a humanidade pecadora e de seguir o plano de Deus para a salvação. Após a insistência de Jesus, João Batista consentiu e o batizou. De acordo com os relatos, assim que Jesus saiu da água, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma de pomba. Simultaneamente, uma voz do céu declarou: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo".


O batismo de Jesus por João Batista é um dos eventos mais representados na arte cristã, simbolizando a pureza, o início do ministério de Cristo, e a manifestação da Santíssima Trindade, com a voz do Pai, o Espírito Santo em forma de pomba, e o Filho sendo batizado. O episódio também tem implicações importantes para a doutrina cristã sobre a Trindade, sendo um dos raros momentos nos Evangelhos onde a presença simultânea do Pai, do Filho e do Espírito Santo é explicitamente mencionada.


Prisão e morte por decapitação de João Batista: O aprisionamento de João ocorreu a mando do rei Herodes Antipas, no sexto mês do ano 26 d.C. João foi levado para a fortaleza de Maquero, onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. Herodes prendeu João por causa das críticas que este fazia ao seu relacionamento com Herodias. João condenava abertamente o casamento de Herodes com Herodias considerado ilícito de acordo com as leis judaicas, já que Herodias ainda era esposa de Filipe. Herodias, ressentida com as acusações de João, procurava uma maneira de silenciá-lo definitivamente. João Batista foi aprisionado em Maqueronte, uma fortaleza, e durante seu tempo na prisão,  continuou a influenciar seus discípulos e até mesmo enviou alguns deles para perguntar a Jesus se Ele era "aquele que haveria de vir" ou se deveriam esperar outro (Mateus 11:2-3; Lucas 7:18-19). Esse questionamento é interpretado por alguns como um reflexo da expectativa messiânica da época e das dúvidas que surgiram durante o encarceramento de João.

Durante a celebração do aniversário de Herodes, Salomé, filha de Herodias, dançou diante de Herodes e seus convidados, agradando tanto o tetrarca que ele prometeu a conceder qualquer pedido, "até metade do meu reino" (Marcos 6:22-23; Mateus 14:6-7). Instigada por sua mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista em um prato. Embora Herodes tenha ficado perturbado com o pedido, ele não quis recusar publicamente devido ao juramento que havia feito na presença de seus convidados. Assim, ele ordenou que João fosse decapitado na prisão. Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.


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Terço de São João Batista

 Terço de São João Batista


Na cruz e nas primeiras contas reze

Credo, Pai Nosso, três Ave-Marias, Glória.

Faça (aqui) o seu pedido pela intercessão de São João Batista


Primeiro Mistério

No Primeiro Mistério contemplamos o Anúncio do nascimento de João Batista feito pelo Arcanjo Gabriel ao sacerdote Zacarias, pai de João. Zacarias e sua esposa Isabel eram de idade avançada e o milagre aconteceu (Lucas 1, 5-25)e o nascimento de São João Batista. (Lucas 1, 57-67)

Na conta grande:

Pai Nosso...

Nas dez contas pequenas reza-se:

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Glória ao Pai...


Segundo Mistério

No Segundo Mistério contemplamos a pregação de São João Batista anunciando a chegada do Salvador e pregando um batismo de arrependimento. (Lucas 3, 1-20)


Terceiro Mistério

No Terceiro Mistério contemplamos o Batismo de Jesus, realizado por São João Batista. (Mateus 3, 13-17)


Quarto Mistério

No Quarto Mistério contemplamos a prisão de São João Batista por denunciar o adultério e a vida corrupta de Herodes e Herodíades. (Mateus 14, 1-5)


Quinto Mistério

No Quinto Mistério contemplamos a morte de São João Batista, decapitado a mando de Herodes, vítima de um plano maligno armado por Herodíades. São João Batista foi um bem-aventurado de Jesus, perseguido por causa da justiça e da verdade. (Mateus 14, 6-12)


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Oração a São João Batista

Ó, glorioso São João Batista, príncipe dos profetas, precursor do divino redentor, primogênito da graça de Jesus e da intercessão de sua Santíssima mãe, que fostes grande diante do Senhor, pelos estupendos dons da graça de que fostes maravilhosamente enriquecido desde o seio materno, e por vossas admiráveis virtudes, alcançai-me de Jesus, ardentemente vos suplico, que me dê a graça de o amar e servir com extremado afeto e dedicação até a morte. 

Alcançai-me também, meu excelso protetor, singular devoção a Virgem Maria Santíssima, que por amor de vós foi com pressa à casa de vossa mãe Isabel, para serdes livre do pecado original e cheio dos dons do Espírito Santo. 

Se me conseguirdes esta graça (faça aqui o seu pedido) como muito espero de vossa grande bondade e poderoso valimento, estou certa de que, amando até a morte a Jesus e a Maria, salvarei minha alma e no céu convosco e com todos os anjos e santos amarei e louvarei a Jesus e a Maria eternamente. 

Amém.

São João Batista, rogai por nós.




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São João Batista, o precursor de Jesus, tem seu nascimento celebrado no dia 24 de junho, uma das festas juninas. Jesus disse que 'João é o maior dos profetas' (Lucas 7, 26-28), ele apresentou Jesus, a quem chamou de 'Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo' (João 1, 29-36).

São João Batista é o padroeiro da amizade porque, ainda no ventre de sua mãe, conheceu Jesus, que estava no ventre de Maria e estremeceu de alegria. Isso aconteceu na Visitação. Ele é também o padroeiro daqueles que denunciam injustiças e são perseguidos por causa da verdade e da fé.

João é chamado de 'Batista' porque batizava o povo pregando o arrependimento em vista da vinda iminente do Messias. Ele anunciou a chegada de Jesus, 'preparou o caminho do Senhor', aplainando as colinas e elevando os vales. Foi a voz que grita no deserto anunciando a chegada do Salvador.

São João Batista foi morto por defender a verdade, a moral, a virtude. Por isso, seu terço contempla os mistérios de sua vida e seu martírio, levando-nos a um profundo contato com Deus.


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Oração a São João Batista Glorioso

Oração a São João Batista Glorioso


São João Batista, que fostes santificado no seio materno, ao ouvir vossa mãe a saudação de Maria Santíssima, e canonizado ainda em vida pelo mesmo Jesus Cristo que declarou solenemente não haver entre os nascidos de mulheres nenhum maior que vós; por intercessão da Virgem e pelos infinitos merecimentos de seu Divino Filho, de quem fostes precursor, anunciando-o como Mestre e apontando-o como o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, alcançai-nos a graça de darmos também nós testemunho da verdade e selar até, se preciso for, com o próprio sangue, como o fizestes vós, degolado iniquamente por ordem de um rei cruel e sensual, cujos desmandos e caprichos havíeis justamente denunciado.

Abençoai todos os que vos invocam e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida, para que, verdadeiramente animados do vosso espírito, no estado em que Deus nos colocou, possamos um dia gozar convosco da bem-aventurança eterna. 

Amém.


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São João Batista

São João Batista

24 de junho


Considerado como aquele que preparou o caminho para a vinda de Jesus,  João foi um filho muito desejado por Isabel e Zacarias, ambos já com idade avançada. Segundo a tradição, o anjo Gabriel foi quem deu a notícia a Zacarias dizendo que Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa "Deus é propício".

Antes do seu nascimento Maria, mãe de Jesus, foi visitar sua prima. Conta-se que ao ouvir a saudação de Maria, Isabel sentiu o filho mexer em seu ventre, ficou repleta do Espírito Santo e dirigiu-lhe uma saudação inspirada, “Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre”.

Ainda jovem, João perdeu seu pai e passou a cuidar de sua mãe. Quando Isabel morreu, ele doou os seus pertences e retirou-se para o deserto, usando roupas de peles de animais, alimentando-se de gafanhotos e mel.

Em seus sermões, pregava a vinda do Messias, usava palavras firmes, incentivando o arrependimento, a conversão e o batismo.

João pregava que o Reino de Deus estaria ao alcance de todos e essas palavras reuniam em sua volta centenas de pessoas sedentas da promessa que o seu jugo estava próximo do fim.

Foi um pregador heróico que falava ao povo expondo os líderes iníquos e as suas transgressões, chamando-os de “raça de víboras”.  Quando o assemelhavam a Elias, era porque este tinha o mesmo aspecto, o mesmo caráter resoluto e  a mais alta moralidade e assim como o seu antecessor, não queria simpatia. Ele pregava a mudança e costumava apontar o indicador, tal como Elias o tinha feito anteriormente, e isto o categorizou como profeta.

Anunciava a vinda do Messias esclarecendo com humildade: "Eu não sou o Cristo" (Jo 3,28) e "Não sou digno de desatar a correia de sua sandália" (Jo 1,27).

O apelido de Batista veio do costume de batizar com água no rio Jordão. Ele batizou o próprio Jesus, seu primo, e o apresentou ao povo com esses dizeres: "Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo" (Jo 1, 29).

A Bíblia nos conta que, mesmo sem ter pecado algum, Jesus esteve com João para também ser batizado, assim como os outros que ali aguardavam. Por um momento, João Batista hesitou, afinal, estava diante do filho de Deus, mas, logo, comoveu-se com o exemplo de confissão de Cristo. Jesus também nutria uma admiração muito grande por João Batista, o que pode ser comprovado nas escrituras sagradas, no livro deMateus 11, 7-11 e 14-15: “Na verdade vos digo que, entre os nascidos de mulher, não apareceu nenhum maior do que João, o Batista. E, se quereis aceitá-lo ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos, ouça!” , disse Jesus às multidões. 

Tendo censurado Herodes por viver com a mulher de seu irmão, João foi preso no castelo de Macheros (Palestina) e degolado em 29 de agosto do ano 31, por ordem do rei, que desejava satisfazer um pedido de sua enteada Salomé.


Dizem que ele nasceu numa noite muito bonita e sua mãe Isabel, para avisar Maria, mandou erguer um mastro em sua casa, acendendo uma fogueira. Por esse motivo, onde a festa é celebrada, levantam-se mastros e o principal elemento da comemoração é a fogueira.

A devoção ao santo foi trazida para o Brasil pelos portugueses, que transmitiram ainda o gosto por efeitos de luzes proporcionadas pelos balões, fogos de artifício e fogueiras. Pregador de alta moral e ascético, São João é festejado pelo povo como um santo amável, com farta alimentação, músicas, danças e bebidas.

O precursor do Messias é representado de várias maneiras na iconografia católica

Ainda menino, segurando um cordeiro que anuncia a vinda de Jesus, ou então menino ao lado de Jesus e Maria;  adulto, seminu, com o corpo coberto por uma pele de carneiro, ou um pano rústico, apontando para o céu com o braço direito, tendo às vezes na mão uma longa cruz e também um carneirinho ao seu lado. Em diversos quadros ele está batizando Jesus Cristo no rio Jordão.

 Sua imagem aparece com freqüência na arte popular e pode ser venerada em quase todas as igrejas, tanto do período colonial , quanto nas mais modernas.

É padroeiro de várias cidades brasileiras, dentre elas, a de São João de Bocaina, próxima a Jaú, no Estado de São Paulo, possuidora de bela matriz, edificada no início do século XX, e em cujo interior podem-se admirar belíssimos painéis de Benedito Calixto, narrando a vida de São João Batista, e a cidade de São João del Rey, uma das mais antigas vilas de Minas Gerais, famosa pelo seu artesanato em prata e estanho, assim como pelas suas igrejas, ornamentadas com esculturas de Aleijadinho e pinturas de Manuel da Costa Ataíde.        

São João é venerado em muitas religiões. No judaísmo e no islamismo como profeta, no espiritismo como a reencarnação de Elias e na umbanda e candomblé como o orixá XangÔ.

São João Batista é o protetor dos hóspedes, hoteleiros e dos prisioneiros.

Ao contrário de outros santos, homenageados em datas que coincidem com os dias de suas mortes, São João Batista é comemorado no dia de seu nascimento, 24 de junho.


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Oração de São João Batista

São João Batista, voz que clama no deserto: “Endireitai os caminhos do Senhor ... fazei  penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual não sou digno de desatar os cordões das sandálias”, ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: “Eis o cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo”.

 São João, pregador da penitência, rogai por nós.

 São João, precursor do Messias, rogai por nós. 

São João, alegria do povo, rogai por nós.

Amém.

 

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segunda-feira, 1 de junho de 2026

As festas juninas e a fé católica

 

As festas juninas e a fé católica


A sementinha do que hoje é a Capelinha Virtual Blogspot teve início com homenagens aos santos juninos Santo Antônio, São João Batista e São Pedro.

O mês de junho é marcado, em todo o Brasil, por festas que misturam alegria popular, comidas típicas, danças e tradições religiosas — muitas delas centradas na figura dos santos juninos. 

Conhecidas como “festas juninas”, essas celebrações têm origens profundamente enraizadas na fé católica, tendo como ponto alto as comemorações litúrgicas de três grandes santos: Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. 

Mais do que festas folclóricas, elas têm um significado espiritual que merece ser redescoberto.


Por que junho é um mês tão festivo?

Junho coincide com o início da colheita em muitas regiões do Brasil e que historicamente motivou festas de agradecimento. Ao longo do tempo, essas celebrações cristianizadas ganharam um caráter litúrgico e espiritual com a inclusão dos santos do mês. Assim, a colheita dos frutos se uniu à colheita espiritual das virtudes desses grandes homens de Deus.


Como a Igreja vê as festas juninas?

A Igreja reconhece na fé popular um importante instrumento de evangelização. O Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia. afirma que essas manifestações “podem favorecer uma verdadeira experiência de Deus”. Por isso, as festas juninas são valorizadas quando conservam seu núcleo religioso, prestando culto aos santos e promovendo a vivência cristã.


Festa junina, uma festa católica.

Conheça os três santos juninos

1) Santo Antônio: martelo dos hereges e amigo dos pobres

Santo Antônio de Lisboa, também conhecido como Santo Antônio de Pádua, foi um frade franciscano do século XIII, notável por sua sabedoria teológica e capacidade de pregação. 

Recebeu o título de “Doutor Evangélico” e ficou conhecido como o “martelo dos hereges”, tamanha era sua habilidade em defender a fé católica com caridade e firmeza.

Ao mesmo tempo, Santo Antônio era conhecido por sua ternura com os pobres, sua simplicidade de vida e amor à Palavra de Deus. A tradição popular o associa às causas matrimoniais, sendo chamado de “santo casamenteiro”, mas essa ligação surgiu muito tempo depois de sua morte, como expressão do carinho do povo e dos muitos testemunhos de intercessão recebidos por seu intermédio.

Entre as devoções populares ligadas a Santo Antônio, destacam-se a tradicional Trezena de Santo Antônio, rezada nos treze dias que antecedem sua festa (13 de junho), e o costume do pão de Santo Antônio, símbolo de sua caridade para com os pobres. Muitos fiéis guardam esse pão em casa, pedindo sua intercessão para nunca faltar o alimento. Em algumas paróquias, o pão é abençoado e distribuído durante a missa, e há quem o carregue na carteira ou o coloque na despensa como sinal de proteção e providência.

Mais sobre a vida de Santo Antônio de Pádua clicando AQUI



2) São João Batista: o Precursor do Cordeiro

São João Batista é o único santo, fora a Virgem Maria, cujo nascimento é celebrado liturgicamente pela Igreja.

Seu nascimento, em 24 de junho, é motivo de grande festa, pois ele foi o enviado por Deus para preparar o caminho do Messias. Como precursor de Cristo, sua vida foi marcada por austeridade, verdade e humildade.

A tradicional fogueira de São João remete a uma tradição oral cristã, segundo a qual Santa Isabel teria acendido uma fogueira para avisar a Virgem Maria sobre o nascimento de seu filho. As danças, os fogos e a alegria dessa festa expressam o regozijo pela proximidade do Salvador, anunciado por João. Em algumas regiões, as quadrilhas típicas, embora de origem secular, podem ser vividas com espírito comunitário e cristão, como expressão de alegria e fraternidade.

Confira AQUI mais sobre a história de São João Batista.



3) São Pedro: a rocha da Igreja

Simão Pedro foi escolhido por Cristo para ser o Apóstolo Chefe da Igreja.  Sua solenidade é celebrada em 29 de junho, junto com São Paulo, como testemunho do nascimento da Igreja Apostólica.

A devoção popular a São Pedro é intensa, especialmente entre os pescadores, pois ele era pescador de profissão antes de ser chamado por Jesus. Em muitas regiões do Brasil, há procissões marítimas, bênção das chaves e celebrações litúrgicas que recordam o papel confiado por Cristo a Pedro como guardião da fé e pedra visível da unidade da Igreja.

Quer conhecer mais sobre a vida de São Pedro? Clique AQUI.



O que aprendemos com os santos juninos?

Cada um desses santos nos ensina a viver com mais profundidade nossa fé:


Santo Antônio nos inspira a buscar a verdade com caridade e a viver a generosidade para com os necessitados. Sua vida nos convida à simplicidade, à proximidade com os pobres e à valorização da Palavra de Deus como alimento para a alma.

São João Batista nos recorda a importância do testemunho autêntico, da penitência e da coragem em anunciar a verdade mesmo em tempos adversos. Seu estilo de vida austero e sua humildade em apontar o Cristo como o verdadeiro Salvador nos ensina que a santidade passa por nos esvaziarmos de nós mesmos para dar lugar à presença de Deus em nossas vidas.

São Pedro nos encoraja à confiança na misericórdia de Deus e à fidelidade ao chamado, mesmo após as quedas. Ele nos mostra que a fraqueza humana, quando acolhida com arrependimento sincero, pode se tornar rocha firme nas mãos do Senhor.


Como celebrar com fé e alegria

As festas juninas podem ser ocasião de crescimento espiritual se forem vividas com sentido católico. Algumas sugestões práticas:

Rezar a Trezena de Santo Antônio.

Participar das missas e novenas em honra aos santos juninos.

Acender a fogueira de São João com orações em família.

Receber o pão de Santo Antônio, pedindo a intercessão do santo pela providência.

Conversar sobre a vida dos santos juninos.

Evitar excessos nas festas, cultivando a alegria equilibrada e o verdadeiro espírito comunitário.

Celebrar junho com fé é deixar que a tradição cristã ilumine nossas alegrias, fortalecendo os laços familiares, a caridade fraterna e a confiança na intercessão dos santos.


Aqui na Capelinha Virtual Blogspot vamos celebrar esse mês junino com muita fé, amor, felicidade, caridade e empatia juntinho com vocês que estão sempre por aqui e já são de 🏡 casa 😁. 

Sejam sempre todos MUITO bem-vindos 😚.

Que  Deus abençoe a todos grandemente! ❤️🙏


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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Martírio de São João Batista

 Martírio de São João Batista

29 de agosto


A celebração de hoje está vinculada à dedicação da Igreja construída em Sebaste na Samaria, no túmulo de São João Batista, o Precursor de Cristo.

Com o nome de paixão, ou degolação, a festa aparece já nos sacramentários romanos.

Sobre João Batista temos as narrações dos evangelhos, especialmente de são Lucas, que nos fala de seu nascimento, sua vida no deserto, sua pregação, e de são Marcos que se refere a sua morte.

Pelo evangelho e pela tradição podemos reconstruir a vida do Precursor.

O Batista, que tem essa alcunha por que “batizava” as pessoas para uma vida nova,  levava vida austera e iniciou sua missão, no ano décimo quinto do imperador  Tibério (27 a.C.), convidando o povo para preparar os caminhos do Senhor, pois era necessária uma sincera conversão para acolhê-lo, uma mudança radical das disposições do espírito. Dirigindo-se a todas as classes sociais, despertou o entusiasmo entre o povo e o mau humor entre a aristocracia que ele reprovava.

Figura popular negou categoricamente ser o Messias esperado, afirmando a superioridade de Jesus, que apontou aos seus seguidores por ocasião do batismo junto às margens do Rio Jordão e dizendo que sua figura, iria se desfazer, à medida que fosse se intensificando a luz  “daquele do qual não é digno de desatar os nós das sandálias”.

O maior entre todos os profetas não cessou de fazer ouvir a sua voz onde fosse necessária para endireitar os sinuosos caminhos do mal.

Reprovou publicamente o comportamento pecaminoso de Herodes Antipas e de Herodíades, mas a suscetibilidade deles custou-lhe a dura prisão em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto.

Por ocasião de uma festa celebrada no local, a filha de Herodíades, Salomé, tendo dado um show de dança, entusiasmou Herodes. Como prêmio pediu instigada pela mãe a cabeça de João Batista, numa bandeja de prata, calando assim o Precursor de Jesus, a voz mais robusta dos arautos do iminente evangelho.

É o único santo que se celebra duas vezes: no nascimento em 24 de Junho e no dia de sua morte 29 de Agosto.

Último profeta e primeiro apóstolo, ele deu a vida pela sua missão, e por isso é venerado na Igreja como mártir.

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

São João Batista




São João Batista- Protetor dos Doentes
24 de junho


História
O Anúncio do Nascimento

Nos tempos de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote de nome Zacarias, da classe de Abias, sua mulher, descendente de Abraão, chamava-se Isabel. Ambos eram justos diante de Deus e observavam irrepreensivelmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Mas não tinham filhos, porque Isabel era estéril e ambos de idade avançada. Ora, exercendo Zacarias diante de Deus as funções de sacerdote, na ordem da sua classe, coube-lhe por sorte, segundo o costume em uso entre os sacerdotes, entrar no santuário do Senhor e aí oferecer o perfume. Todo o povo estava de fora, à hora da oferenda do perfume. Apareceu-lhe então um anjo do Senhor, em pé, à direita do altar. Vendo-o, Zacarias foi tomado pelo temor. Mas o anjo disse-lhe: “Não temas, Zacarias, porque foi ouvida sua oração: Isabel, sua mulher, dar-te-á um filho, e lhe dará o nome de João. Ele será para ti motivo de felicidade e orgulho, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; porque será grande diante do Senhor e não beberá nem vinho nem cerveja,  desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo; ele converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus, e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao senhor um povo bem disposto.”
Mas Zacarias duvidou e assim perdeu a voz.
Quando João, o porta-voz da redenção nasceu, e Zacarias escreveu: “Seu nome é João”, o sacerdote recuperou imediatamente a fala e entoou esplêndido hino de amor e agradecimento.
São João Batista , embora concebido no Pecado Original, foi dele purificado antes de nascer, quando sua mãe, Isabel, foi visitada pela Santíssima Virgem Maria, que por sua vez trazia no ventre o Salvador Jesus.
Por isso, São João Batista é o único santo cujo nascimento se comemora na Liturgia, além da Virgem Maria, que já foi concebida isenta de todo pecado.
Seu nascimento é uma espécie de Natal antecipado. E sua vida de pregador prepara a chegada de Cristo.
São João batista nasceu em 24 de junho, alguns meses antes de Jesus.
São João Batista é filho de Isabel, prima da Virgem Maria.
João anunciou a vinda do Messias e foi chamado de precursor  pelo povo judeu.
Foi ele quem batizou Jesus.



A infância de João e Jesus

A carpintaria de José, pai de Jesus, já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas e perguntavam, a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. Maria e Isabel avistaram seus filhos lado a lado, banhados pelos derradeiros raios vespertinos. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se trocava entre eles. Falavam de assuntos celestiais, da vontade de Deus junto a ambos. “João partirá primeiro.” Disse Jesus. Seria o Precursor, isto é: o preparador do caminho.
Aquele que falava ao deserto. Dos corações. Aquele que foi chamado “A Voz que clama no deserto”. Arrependei-vos, porque  é chegado o reino dos céus.



A vida cristã de João Batista

Antes mesmo de Jesus, João Batista já pregava publicamente às margens do rio Jordão. Ficou conhecido pela prática de purificação através da imersão na água, o batismo; tendo  inclusive batizado o próprio Cristo nas águas desse rio, tornando-se por isso, uma tradição no cristianismo.
João era valoroso pregador, amigo da Justiça e da Verdade. Vestia-se de peles de animais  e alimentava-se  de mel silvestre e frutas. Usando um cinto largo a volta da cintura e o seu cajado de pastor de ovelhas. Operário, de primeira hora é o símbolo da Verdade. Exprimindo a austera  que antecede a espontaneidade. João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer com Jesus, o santuário de sua realização. Foi por essa razão que Jesus disse: “Dos nascidos de mulher, João é o maior de todos”.
Chamado Batista porque por ele, o povo era batizado no rio Jordão, confessando os seus pecados. Porém ele os alertava dizendo “Raça de víboras” quem vos induziu  a fugir da ira vindoura? Produzi frutos de arrependimento, e não presumais de vós mesmos, dizendo: “Temos por Pai a Abraão, porque eu vos digo, que mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também está posto o machado a raiz das árvores. Toda árvore que não produz bons frutos, é cortada e lançada ao fogo”.


Testemunho de João Batista

Quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas lhe perguntaram: Quem és tu? Ele fez esta declaração que confirmou sem hesitar: Eu não sou o Cristo. Pois, então, quem és? Perguntaram-lhe eles: És tu Elias? Disse ele: Não o sou.
É tu o profeta? Ele respondeu: Não.
Perguntaram-lhe de novo: Diga-nos, afinal, quem és, para que possamos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?
Ele respondeu: Eu sou a voz que clama no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor, como o disse o profeta Isaías (40,3).
Alguns dos emissários eram fariseus. Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado.


O Batismo de Jesus

João viu Jesus que vinha a ele e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo. É este de quem eu disse: Depois de mim virá um homem, que me é superior, porque existe antes de mim. Eu não o conhecia, mas, se vim batizar em água, é para que ele se torne conhecido em Israel. (João havia declarado: Vi o espírito descer do céu na forma de uma pomba e repousar sobre  ele.) Eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo. Eu o vi e dou testemunho de que ele é o Filho de Deus. (João 1, 29-34)


Pregação de João Batista

João percorria toda a região do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados. Uma voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Todo vale será aterrado, e todo monte e outeiro serão arrasados; tornar-se-á direito o que estiver torto, e os caminhos escabrosos serão aplainados.
Todo homem  verá a salvação de Deus. Dizia, pois ao povo que vinha para ser batizado por ele. Pois vos digo: Deus tem poder para destas pedras suscitar filhos a Abraão. O machado já está posto à raiz das árvores. E toda árvore que não der fruto bom será cortada e lançada ao fogo. Perguntava-lhe a multidão: Que devemos fazer? Ele respondia: Quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo.
Também publicanos vieram para ser batizados, e perguntaram-lhe: Mestre, que devemos fazer? Ele lhes respondeu: Não exijais mais do que vos foi ordenado.
Do mesmo modo, os soldados lhe perguntavam: E nós, que devemos fazer? Respondeu-lhes: Não pratiqueis violência nem defraudeis a ninguém, e contentai-vos com o vosso soldo. Ora, como o povo estivesse na expectativa, e como todos perguntassem em seus corações se talvez João fosse Cristo, ele tomou a palavra, dizendo a todos: Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias: ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. Ele tem a pá na mão e limpará a sua eira, e recolherá o trigo ao seu celeiro, mas queimará as palhas em um fogo inextinguível. É assim que ele anunciava ao povo a boa nova, e dirigia-lhe ainda muitas outras exortações. (Lucas 3,1-18).


Segundo a lenda, Maria e Isabel, grávidas, combinaram que quando Isabel tivesse o bebê avisaria Maria acendendo uma fogueira que pudesse ser avistada, à distância, no deserto da Judéia, onde viviam. Assim sendo quando nasceu São João, Santa Isabel cumpriu a promessa que fizera a Nossa Senhora e acendeu a fogueira para avisá-la do nascimento do bebê.
Ele está relacionado com o lendário fogo das fogueiras e sua adoração era tradicional na Península Ibérica, que foi trazida ao Brasil pelos jesuítas.


Em alguns lugares as festas juninas são conhecidas como festas joaninas ou festas de São João. É protetor dos casados e enfermos, protege também contra dores de cabeça e de garganta.
Na Idade Média, o santo se tornou popular quando os cavaleiros e guerreiros cristãos que defendiam Jerusalém dos muçulmanos o adotaram como patrono.




Oração de São João Batista para guiar os caminhos

São João Batista, voz que clama no deserto: “Endireitai os caminhos do Senhor. Fazei penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias”, ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: “Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo.”
São João, pregador da penitência, rogai por nós.
São João, precursor do Messias, rogai por nós.
São João, alegria do povo, rogai por nós.
Amém

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sábado, 1 de junho de 2019

Arraial da Capelinha Virtual


                                                                             


O mês de junho é caracterizado por danças, comidas típicas, cores, tecidos de chita, bandeirinhas e muitas tradições de cada região.
É um mês de muitas festas, comemorações e alegria.
Toda essa atmosfera surge para celebrar os padroeiros da festa junina: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Santos que são muito solicitados para resolver questões de todo o tipo.

Durante as festas, que ocorrem entre 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio e dia 29, dia de São Pedro, acontecem quadrilhas, forrós, leilões, bingos e casamentos caipiras.
Foi nesse clima festivo, entre comidas típicas; bolo de fubá, curau cremoso de milho, pipoca quentinha, quentão, doce de abóbora, batata doce, canjica com amendoim, arroz doce e guaraná, entre outras tantas guloseimas e gostosuras que nós há muitos e muitos anos atrás iniciamos nossa caminhada rumo à Capelinha Virtual Blogspot, bloguito que VCS hoje conhecem.
Nós iniciamos nosso projeto comemorando os santos juninos!

Neste mês VCS vão conhecer um pouco mais da história, curiosidades, orações e vidas destes santos juninos.
Escolha seu santo junino de devoção, faça seu pedido e alimente sua fé nessa festa junina.
Sejam muito bem-vindos para nos acompanhar nesta jornada histórica, cultural e de fé.

E ahhhhhh logo mais tem post com a Trezena de Santo Antônio!
Para quem precisa de uma ou várias graças venha se unir a nós nesse momento de fé, esperança e confiança.


Bem-vindos  ao nosso “Arraiá”!


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