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Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

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Abraços,
Aparecida.





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1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html
Mostrando postagens com marcador São Francisco de Paula. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Duas Orações Poderosas a São Francisco de Paula

 

Oração a São Francisco de Paula para alcançar graça especial 


Ó glorioso São Francisco de Paula, que tanto vos aprofundastes na humildade, único alicerce de todas as virtudes, alcançando, através dela, um grande prestígio junto a Deus, a tal ponto de jamais Lhe tardar pedido algum de graça que prontamente não vos fosse concedido.

Aqui venho aos vossos pés para suplicar-vos que elimine do meu coração toda soberba e vaidade e, em seu lugar, floresçam os preciosos frutos da humildade, para que eu possa ser verdadeiro devoto e imitador vosso e merecer o grande patrocínio que, de vossa eficaz intercessão, espero e rogo me alcanceis de Deus a graça de que tanto necessito, não sendo contra a vontade do Altíssimo (pedido).

Amém.


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 Oração a São Francisco de Paula


Amado São Francisco de Paula, que renunciaste ao mundo para viver em plena comunhão com Deus, humildemente te pedimos que nos ajudes a trilhar o caminho da santidade e da simplicidade. Com tua intercessão, que possamos fortalecer nossa fé e abraçar uma vida de oração e penitência, afastando-nos das tentações terrenas e dedicando-nos ao serviço amoroso ao próximo.

Santo devoto e misericordioso, inspira-nos a praticar a caridade em todas as nossas ações e a sermos generosos com aqueles que necessitam de apoio e compaixão. Que teu exemplo de humildade nos ensine a confiar plenamente na providência divina, mesmo nos momentos de maior desafio e incerteza.

São Francisco, intercede por nós para que tenhamos a coragem de seguir nossos ideais cristãos com fervor e determinação. Ajuda-nos a reconhecer a presença de Cristo em nossos irmãos e irmãs, e a viver de acordo com os ensinamentos do Evangelho. Que sejamos instrumentos de paz e luz no mundo, guiados pela sabedoria e amor de Deus.

Por tua intercessão, pedimos a graça (faça seu pedido) e um coração puro e livre de orgulho.

 Que possamos encontrar em ti a inspiração para vivermos plenamente nossa vocação cristã, servindo sempre com alegria e amor.

Amém.


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Milagres de São Francisco de Paula

Milagres de São Francisco de Paula


São Francisco de Paula (1416-1507), conhecido como "O Eremita da Caridade" e fundador da Ordem dos Mínimos, é famoso por milagres extraordinários, incluindo a travessia do Estreito de Messina com seu manto, ressurreições de mortos, cura de enfermos e a multiplicação de alimentos. 

Os milagres marcaram a vida do frade desde menino no convento. Certo dia o sacristão mandou-o precipitadamente buscar brasas para o turíbulo, mas sem indicar-lhe como. Ele, com toda simplicidade, trouxe-as em seu hábito, sem que este se queimasse. De outra feita, encarregado da cozinha, colocou os alimentos na panela e esta sobre o carvão, esquecendo-se contudo de acendê-lo. Foi depois para a igreja rezar e entrou em êxtase, olvidando-se da hora. Quando alguém, que passara pela cozinha e vira o fogo apagado, chamou-o perguntando se a refeição estava pronta, Francisco, sem titubear, respondeu que sim. E chegando à cozinha, encontrou o fogo aceso e os alimentos devidamente cozidos.

Travessia no Manto: Ao ter a passagem negada por um barqueiro, Francisco estendeu seu manto sobre as águas do Estreito de Messina e atravessou o mar com um companheiro.

Ressurreições: Relatos indicam que ele ressuscitou um operário chamado Domenico Sapio, que foi esmagado por um pinheiro, e também o filho do Barão de Belmonte.

Controle sobre a Natureza: O santo era conhecido por domar animais selvagens e, em um relato, ressuscitou um peixe chamado Antonela, que havia sido cozido, pedindo que voltasse à vida por caridade.

Multiplicação de Alimentos: Assim como Francisco de Assis, realizou o milagre de multiplicar pães e vinhos para alimentar os necessitados.

Curas e Milagres: Ele curava leprosos, cegos e paralíticos com o sinal da cruz, sendo também conhecido por interceder pela fertilidade de mulheres.

Não há espécie de doenças que ele não tenha curado, de sentidos e membros do corpo humano sobre os quais não tenha exercido a graça e o poder que Deus lhe havia dado. Ele restituiu a vista a cegos, a audição a surdos, a palavra aos mudos, o uso dos pés e mãos a mutilados e a vida a mortos. Não houve jamais mal, por maior e mais incurável que parecesse, que pudesse resistir à sua voz ou ao seu toque. Acorria-se a ele de todas as partes, não só um a um, mas em grandes grupos e às centenas, como se ele fosse o Anjo Rafael e um médico descido do Céu e, segundo o testemunho daqueles que o acompanhavam, ninguém jamais retornou descontente, mas cada um bendizia a Deus de ter recebido o cumprimento do que desejava.

O Milagre do Fogo: Relata-se que ele acendia a panela com legumes apenas com o sinal da cruz para alimentar seus discípulos. 

Dotado do dom da profecia, segundo um de seus biógrafos, dele se pode dizer, que nenhuma de suas predições deixou de se cumprir.

São Francisco de Paula é lembrado por sua vida de extrema penitência, pobreza e defesa dos pobres contra os poderosos.

O coroamento de todas as suas virtudes consistia numa admirável simplicidade.


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São Francisco de Paula

 São Francisco de Paula

2 de abril


São Francisco de Paula  nasceu em 27 de março de 1416, filho de modestos agricultores na pequena cidade de Paula, na Calábria. Giácomo, o pai, tirava do campo o sustento da família e santificava-se na oração, jejum, penitência e boas obras. Sua esposa, Viena, era também virtuosa, secundando-o em suas boas disposições.

Mas não tinham filhos. Pediam-no ao Céu, sobretudo a São Francisco de Assis, de quem eram devotos. Prometeram dar seu nome ao primeiro filho que tivessem. O Santo de Assis deixou-se comover, e nasceu o menino tão desejado.

A alegria, entretanto, foi de pouca duração, pois o recém-nascido Francisco teve um abcesso maligno no olho esquerdo, que lhe ameaçava a visão. Tiago e Viena recorreram de novo ao Santo: seria possível que ele tivesse atendido seus rogos pela metade? Prometeram agora, caso o menino sarasse e tão logo a idade o permitisse, vestirem-no com o hábito franciscano, deixando-o durante um ano em um convento.

Apareceu-lhe então um frade franciscano, lembrando que chegara a hora de seus pais cumprirem a promessa feita. Os pais aquiesceram e levaram o menino, com seu pequeno hábito, para o convento franciscano de São Marcos, no qual todo o rigor da regra era observado. Francisco, embora não fosse obrigado a isso, começou a observar a regra com tanta exatidão, que se tornou modelo até para os frades mais experimentados nas práticas religiosas.

Milagres marcaram a vida do frade-menino no convento. Certo dia o sacristão mandou-o precipitadamente buscar brasas para o turíbulo, mas sem indicar-lhe como. Ele, com toda simplicidade, trouxe-as em seu hábito, sem que este se queimasse. De outra feita, encarregado da cozinha, colocou os alimentos na panela e esta sobre o carvão, esquecendo-se contudo de acendê-lo. Foi depois para a igreja rezar e entrou em êxtase, olvidando-se da hora. Quando alguém, que passara pela cozinha e vira o fogo apagado, chamou-o perguntando se a refeição estava pronta, Francisco, sem titubear, respondeu que sim. E chegando à cozinha, encontrou o fogo aceso e os alimentos devidamente cozidos.

Aos catorze anos, pediu aos pais que o deixassem viver como eremita. Francisco queria solidão. Por isso, um dia desapareceu e subiu uma montanha rochosa, onde encontrou uma pequena gruta que transformou, durante seis anos, em sua morada. Vivendo exclusivamente para Deus, na contemplação e penitência, alimentava-se de raízes e ervas silvestres. Segundo a tradição de sua Ordem, recebeu ali o hábito monástico das mãos de um Anjo.

Surgindo jovens discípulos, esse eremita de dezenove anos obteve do bispo local licença para construir um mosteiro no alto de um monte próximo a Paula. Essa foi a origem da Ordem dos Mínimos, fundada pelo Santo em 1435. Essa construção, como outras posteriores, foram testemunhas de inúmeros milagres. Enormes pedras saíam do lugar à sua simples voz, pesadas árvores e pedras tornavam-se leves para serem removidas ou transportadas, alimentos que mal davam para um trabalhador alimentavam muitos. Com isso, mesmo pessoas doentes iam participar das construções e se viam curadas.

“Não há espécie de doenças que ele não tenha curado, de sentidos e membros do corpo humano sobre os quais não tenha exercido a graça e o poder que Deus lhe havia dado. Ele restituiu a vista a cegos, a audição a surdos, a palavra aos mudos, o uso dos pés e mãos a mutilados e a vida a mortos. Não houve jamais mal, por maior e mais incurável que parecesse, que pudesse resistir à sua voz ou ao seu toque. Acorria-se a ele de todas as partes, não só um a um, mas em grandes grupos e às centenas, como se ele fosse o Anjo Rafael e um médico descido do Céu  e, segundo o testemunho daqueles que o acompanhavam, ninguém jamais retornou descontente, mas cada um bendizia a Deus de ter recebido o cumprimento do que desejava.

Outro caso famoso foi o da ressurreição de um homem que havia sido enforcado três dias antes pela justiça. Restituiu-lhe não só a vida do corpo, como também a da alma.

Mas o fato mais extraordinário, e que segundo se sabe só ocorreu com Francisco, foi o de ter ele ressuscitado duas vezes uma mesma pessoa.

Um certo Tomás de Yvre, habitante de Paterne, trabalhando na construção do convento dessa cidade, foi esmagado por uma árvore. Levado ao Santo, este restituiu-lhe a vida. Tempos depois, caiu ele do alto do campanário e o Santo restituiu-lhe novamente a vida.

Foi durante esse tempo que lhe apareceu o Arcanjo São Miguel, seu protetor e da nascente Ordem, trazendo-lhe uma espécie de ostensório em que aparecia o sol num fundo azul e a palavra Caridade, que o Arcanjo recomendou que o Santo tomasse como emblema de sua Ordem. Francisco passava as noites em prece, mal dormindo sobre umas pranchas. Observava uma quaresma perpétua, às vezes comendo a cada oito dias, tendo mesmo passado uma quaresma toda sem alimento, à imitação de Nosso Senhor. Seu hábito era de um tecido grosseiro, que ele portava de dia e de noite, mas que nem por isso deixava de exalar agradável odor. Seu rosto, sempre tranqüilo e ameno, parecia não se ressentir das austeridades que praticava nem dos efeitos da idade, pois era cheio, sereno e rosado.

Conhecido por seus muitos milagres, um dos mais impressionantes  foi quando certa vez atravessou o estreito de Messina andando sobre seu manto.

O coroamento de todas as suas virtudes consistia numa admirável simplicidade.

Ele era dotado do dom da profecia. Segundo um de seus biógrafos, dele se pode dizer,  que nenhuma de suas predições deixou de se cumprir.

Embora analfabeto, pregava com sabedoria e tinha em grau heróico a virtude da sabedoria e as virtudes cardeais – prudência, justiça, temperança e fortaleza –, brilhavam elas em seu modo de ser e agir, como também em suas palavras.

O santo faleceu na Sexta-feira Santa do ano de 1507, aos 91 anos de idade. Seu corpo permaneceu incorrupto até 1562. Nesse ano, durante as Guerras de Religião, os protestantes calvinistas – como o Santo havia predito – invadiram o convento de Plessis, onde estava enterrado, tiraram seu corpo do sepulcro e,  queimaram-no com a madeira de um grande crucifixo da igreja.

Foi canonizado pelo papa Leão X, em 1518, e é o padroeiro dos marinheiros, marítimos , navegantes, viajantes, peixeiros e eremitas. Também é invocado por casais que desejam ter filhos.

É chamado de "O Eremita da Caridade" .


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domingo, 2 de abril de 2017

São Francisco de Paula-



São Francisco de Paula
2 de abril


São Francisco de Paula  nasceu em 27 de março de 1416, filho de modestos agricultores na pequena cidade de Paula, na Calábria. Giácomo, o pai, tirava do campo o sustento da família e santificava-se na oração, jejum, penitência e boas obras. Sua esposa, Viena, era também virtuosa, secundando-o em suas boas disposições.
Mas não tinham filhos. Pediam-no ao Céu, sobretudo a São Francisco de Assis, de quem eram devotos. Prometeram dar seu nome ao primeiro filho que tivessem. O Santo de Assis deixou-se comover, e nasceu o menino tão desejado.
A alegria, entretanto, foi de pouca duração, pois o recém-nascido Francisco teve um abcesso maligno no olho esquerdo, que lhe ameaçava a visão. Tiago e Viena recorreram de novo ao Santo: seria possível que ele tivesse atendido seus rogos pela metade? Prometeram agora, caso o menino sarasse e tão logo a idade o permitisse, vestirem-no com o hábito franciscano, deixando-o durante um ano em um convento.
Apareceu-lhe então um frade franciscano, lembrando que chegara a hora de seus pais cumprirem a promessa feita. Os pais aquiesceram e levaram o menino, com seu pequeno hábito, para o convento franciscano de São Marcos, no qual todo o rigor da regra era observado. Francisco, embora não fosse obrigado a isso, começou a observar a regra com tanta exatidão, que se tornou modelo até para os frades mais experimentados nas práticas religiosas.
Alguns milagres marcaram a vida do frade-menino no convento. Certo dia o sacristão mandou-o precipitadamente buscar brasas para o turíbulo, mas sem indicar-lhe como. Ele, com toda simplicidade, trouxe-as em seu hábito, sem que este se queimasse. De outra feita, encarregado da cozinha, colocou os alimentos na panela e esta sobre o carvão, esquecendo-se contudo de acendê-lo. Foi depois para a igreja rezar e entrou em êxtase, olvidando-se da hora. Quando alguém, que passara pela cozinha e vira o fogo apagado, chamou-o perguntando se a refeição estava pronta, Francisco, sem titubear, respondeu que sim. E chegando à cozinha, encontrou o fogo aceso e os alimentos devidamente cozidos.
Aos catorze anos, pediu aos pais que o deixassem viver como eremita. Francisco queria solidão. Por isso, um dia desapareceu e subiu uma montanha rochosa, onde encontrou uma pequena gruta que transformou, durante seis anos, em sua morada. Vivendo exclusivamente para Deus, na contemplação e penitência, alimentava-se de raízes e ervas silvestres. Segundo a tradição de sua Ordem, recebeu ali o hábito monástico das mãos de um Anjo.
Surgindo jovens discípulos, esse eremita de dezenove anos obteve do bispo local licença para construir um mosteiro no alto de um monte próximo a Paula. Essa foi a origem da Ordem dos Mínimos, fundada pelo Santo em 1435. Essa construção, como outras posteriores, foram testemunhas de inúmeros milagres.Enormes pedras saíam do lugar à sua simples voz, pesadas árvores e pedras tornavam-se leves para serem removidas ou transportadas, alimentos que mal davam para um trabalhador alimentavam muitos. Com isso, mesmo pessoas doentes iam participar das construções e se viam curadas.
“Não há espécie de doenças que ele não tenha curado, de sentidos e membros do corpo humano sobre os quais não tenha exercido a graça e o poder que Deus lhe havia dado. Ele restituiu a vista a cegos, a audição a surdos, a palavra aos mudos, o uso dos pés e mãos a mutilados e a vida a mortos. Não houve jamais mal, por maior e mais incurável que parecesse, que pudesse resistir à sua voz ou ao seu toque. Acorria-se a ele de todas as partes, não só um a um, mas em grandes grupos e às centenas, como se ele fosse o Anjo Rafael e um médico descido do Céu  e, segundo o testemunho daqueles que o acompanhavam, ninguém jamais retornou descontente, mas cada um bendizia a Deus de ter recebido o cumprimento do que desejava.
Outro caso famoso foi o da ressurreição de um homem que havia sido enforcado três dias antes pela justiça. Restituiu-lhe não só a vida do corpo, como também a da alma.
Mas o fato mais extraordinário, e que segundo se sabe só ocorreu com Francisco, foi o de ter ele ressuscitado duas vezes uma mesma pessoa.
Um certo Tomás de Yvre, habitante de Paterne, trabalhando na construção do convento dessa cidade, foi esmagado por uma árvore. Levado ao Santo, este restituiu-lhe a vida. Tempos depois, caiu ele do alto do campanário e o Santo restituiu-lhe novamente a vida.
Foi durante esse tempo que lhe apareceu o Arcanjo São Miguel, seu protetor e da nascente Ordem, trazendo-lhe uma espécie de ostensório em que aparecia o sol num fundo azul e a palavra Caridade, que o Arcanjo recomendou que o Santo tomasse como emblema de sua Ordem. Francisco passava as noites em prece, mal dormindo sobre umas pranchas. Observava uma quaresma perpétua, às vezes comendo a cada oito dias, tendo mesmo passado uma quaresma toda sem alimento, à imitação de Nosso Senhor. Seu hábito era de um tecido grosseiro, que ele portava de dia e de noite, mas que nem por isso deixava de exalar agradável odor. Seu rosto, sempre tranqüilo e ameno, parecia não se ressentir das austeridades que praticava nem dos efeitos da idade, pois era cheio, sereno e rosado.
Conhecido por seus muitos milagres, um dos mais impressionantes  foi quando certa vez atravessou o estreito de Messina andando sobre seu manto.
O coroamento de todas as suas virtudes consistia numa admirável simplicidade.
Ele era dotado do dom da profecia. Segundo um de seus biógrafos, dele se pode dizer,  que nenhuma de suas predições deixou de se cumprir.
Embora analfabeto, pregava com sabedoria e tinha em grau heróico a virtude da sabedoria e as virtudes cardeais – prudência, justiça, temperança e fortaleza –, brilhavam elas em seu modo de ser e agir, como também em suas palavras.
O santo faleceu na Sexta-feira Santa do ano de 1507, aos 91 anos de idade. Seu corpo permaneceu incorrupto até 1562. Nesse ano, durante as Guerras de Religião, os protestantes calvinistas – como o Santo havia predito – invadiram o convento de Plessis, onde estava enterrado, tiraram seu corpo do sepulcro e,  queimaram-no com a madeira de um grande crucifixo da igreja.
Assim, foi o Santo praticamente martirizado depois de sua morte.
Foi canonizado pelo papa Leão X, em 1518, e é o padroeiro dos marinheiros.


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sábado, 2 de abril de 2016

São Francisco de Paula-

                                                                                 



São Francisco de Paula
2 de abril


São Francisco de Paula  nasceu em 27 de março de 1416, filho de modestos agricultores na pequena cidade de Paula, na Calábria. Giácomo, o pai, tirava do campo o sustento da família e santificava-se na oração, jejum, penitência e boas obras. Sua esposa, Viena, era também virtuosa, secundando-o em suas boas disposições.
Mas não tinham filhos. Pediam-no ao Céu, sobretudo a São Francisco de Assis, de quem eram devotos. Prometeram dar seu nome ao primeiro filho que tivessem. O Santo de Assis deixou-se comover, e nasceu o menino tão desejado.
A alegria, entretanto, foi de pouca duração, pois o recém-nascido Francisco teve um abcesso maligno no olho esquerdo, que lhe ameaçava a visão. Tiago e Viena recorreram de novo ao Santo: seria possível que ele tivesse atendido seus rogos pela metade? Prometeram agora, caso o menino sarasse e tão logo a idade o permitisse, vestirem-no com o hábito franciscano, deixando-o durante um ano em um convento.
Apareceu-lhe então um frade franciscano, lembrando que chegara a hora de seus pais cumprirem a promessa feita. Os pais aquiesceram e levaram o menino, com seu pequeno hábito, para o convento franciscano de São Marcos, no qual todo o rigor da regra era observado. Francisco, embora não fosse obrigado a isso, começou a observar a regra com tanta exatidão, que se tornou modelo até para os frades mais experimentados nas práticas religiosas.
Alguns milagres marcaram a vida do frade-menino no convento. Certo dia o sacristão mandou-o precipitadamente buscar brasas para o turíbulo, mas sem indicar-lhe como. Ele, com toda simplicidade, trouxe-as em seu hábito, sem que este se queimasse. De outra feita, encarregado da cozinha, colocou os alimentos na panela e esta sobre o carvão, esquecendo-se contudo de acendê-lo. Foi depois para a igreja rezar e entrou em êxtase, olvidando-se da hora. Quando alguém, que passara pela cozinha e vira o fogo apagado, chamou-o perguntando se a refeição estava pronta, Francisco, sem titubear, respondeu que sim. E chegando à cozinha, encontrou o fogo aceso e os alimentos devidamente cozidos.
Aos catorze anos, pediu aos pais que o deixassem viver como eremita. Francisco queria solidão. Por isso, um dia desapareceu e subiu uma montanha rochosa, onde encontrou uma pequena gruta que transformou, durante seis anos, em sua morada. Vivendo exclusivamente para Deus, na contemplação e penitência, alimentava-se de raízes e ervas silvestres. Segundo a tradição de sua Ordem, recebeu ali o hábito monástico das mãos de um Anjo.
Surgindo jovens discípulos, esse eremita de dezenove anos obteve do bispo local licença para construir um mosteiro no alto de um monte próximo a Paula. Essa foi a origem da Ordem dos Mínimos, fundada pelo Santo em 1435. Essa construção, como outras posteriores, foram testemunhas de inúmeros milagres.Enormes pedras saíam do lugar à sua simples voz, pesadas árvores e pedras tornavam-se leves para serem removidas ou transportadas, alimentos que mal davam para um trabalhador alimentavam muitos. Com isso, mesmo pessoas doentes iam participar das construções e se viam curadas.
“Não há espécie de doenças que ele não tenha curado, de sentidos e membros do corpo humano sobre os quais não tenha exercido a graça e o poder que Deus lhe havia dado. Ele restituiu a vista a cegos, a audição a surdos, a palavra aos mudos, o uso dos pés e mãos a mutilados e a vida a mortos. Não houve jamais mal, por maior e mais incurável que parecesse, que pudesse resistir à sua voz ou ao seu toque. Acorria-se a ele de todas as partes, não só um a um, mas em grandes grupos e às centenas, como se ele fosse o Anjo Rafael e um médico descido do Céu  e, segundo o testemunho daqueles que o acompanhavam, ninguém jamais retornou descontente, mas cada um bendizia a Deus de ter recebido o cumprimento do que desejava.
Outro caso famoso foi o da ressurreição de um homem que havia sido enforcado três dias antes pela justiça. Restituiu-lhe não só a vida do corpo, como também a da alma.
Mas o fato mais extraordinário, e que segundo se sabe só ocorreu com Francisco, foi o de ter ele ressuscitado duas vezes uma mesma pessoa.
Um certo Tomás de Yvre, habitante de Paterne, trabalhando na construção do convento dessa cidade, foi esmagado por uma árvore. Levado ao Santo, este restituiu-lhe a vida. Tempos depois, caiu ele do alto do campanário e o Santo restituiu-lhe novamente a vida.
Foi durante esse tempo que lhe apareceu o Arcanjo São Miguel, seu protetor e da nascente Ordem, trazendo-lhe uma espécie de ostensório em que aparecia o sol num fundo azul e a palavra Caridade, que o Arcanjo recomendou que o Santo tomasse como emblema de sua Ordem. Francisco passava as noites em prece, mal dormindo sobre umas pranchas. Observava uma quaresma perpétua, às vezes comendo a cada oito dias, tendo mesmo passado uma quaresma toda sem alimento, à imitação de Nosso Senhor. Seu hábito era de um tecido grosseiro, que ele portava de dia e de noite, mas que nem por isso deixava de exalar agradável odor. Seu rosto, sempre tranqüilo e ameno, parecia não se ressentir das austeridades que praticava nem dos efeitos da idade, pois era cheio, sereno e rosado.
Conhecido por seus muitos milagres, um dos mais impressionantes  foi quando certa vez atravessou o estreito de Messina andando sobre seu manto.
O coroamento de todas as suas virtudes consistia numa admirável simplicidade.
Ele era dotado do dom da profecia. Segundo um de seus biógrafos, dele se pode dizer,  que nenhuma de suas predições deixou de se cumprir.
Embora analfabeto, pregava com sabedoria e tinha em grau heróico a virtude da sabedoria e as virtudes cardeais – prudência, justiça, temperança e fortaleza –, brilhavam elas em seu modo de ser e agir, como também em suas palavras.
O santo faleceu na Sexta-feira Santa do ano de 1507, aos 91 anos de idade. Seu corpo permaneceu incorrupto até 1562. Nesse ano, durante as Guerras de Religião, os protestantes calvinistas – como o Santo havia predito – invadiram o convento de Plessis, onde estava enterrado, tiraram seu corpo do sepulcro e,  queimaram-no com a madeira de um grande crucifixo da igreja.
Assim, foi o Santo praticamente martirizado depois de sua morte.
Foi canonizado pelo papa Leão X, em 1518, e é o padroeiro dos marinheiros.


Oração a São Francisco de Paula

Pai de bondade, derramai sobre nós o precioso  dom com que premiastes São Francisco de Paula, para que possamos, com firmeza, enfrentar os desafios de cada dia.
Amém.

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia de São Francisco de Paula-



São Francisco de Paula
2 de abril


Nascido em Paula, na Calábria, em 1416, numa família pobre mas piedosa, recebeu o nome de Francisco por causa de uma promessa feita por seus pais a São Francisco de Assis, por ocasião de seu nascimento.
Entrou para um colégio franciscano de sua cidade, onde, junto com as ciências, recebeu ensinamentos da vida religiosa, mas aos 13 anos abandonou o mundo e retirou-se para o deserto, dedicando-se a Deus e à penitência. Alguns devotos a ele se juntaram e  poucos anos depois, fundou uma comunidade denominada por ele Ordem dos Mínimos, erigindo um convento, com a aprovação do arcebispo de Cosenza. Seus adeptos seguiam uma vida austera e, além dos votos de pobreza, obediência e castidade, faziam também o de um rigoroso jejum, durante a quaresma.
Célebre pelo seu amor a Jesus Cristo e pela sua caridade, foram-lhe atribuídos diversos milagres, entre eles o de ressuscitar mortos. Contam que possuía também o dom da profecia, prevendo a tomada de Constantinopla pelos turcos, assim como o de ler o coração dos homens e desviar tentativas de suicídio.
Sua fama era tão grande que o rei da França Luís XV, já enfermo, pediu ao papa que lhe enviasse o santo religioso a fim de prepará-lo para a morte. O monarca ficou tão impressionado com a sabedoria do monge que o nomeou conselheiro espiritual de seu filho Carlos VIII e mandou construir, especialmente para ele, um mosteiro em Plessis-les-Tours, onde o santo terminou seus dias a 2 de abril de 1507, com 91 anos.
Foi canonizado pelo papa Leão X, em 1519.
São Francisco de Paula é representado vestindo o hábito preto dos frades Mínimos e usando sandálias nos pés. Tem sobre o peito um resplendor, onde está escrita a palavra Charitas (caridade). Olha carinhosamente para  os céus e segura na mão  um cajado, símbolo de abade da ordem.


Oração a São Francisco de Paula


Glorioso São Francisco de Paula, que na vida soubestes abraçar a humildade e a pobreza, e por este caminho chegastes ao céu,  como filhos queremos vos pedir:
Que a harmonia e a paz reinem em todas as Famílias;
Que  saibamos  caminhar no bom caminho, lutando e vencendo as tentações do mundo moderno;
Que  nunca percamos  a pureza de coração e tenhamos  uma vida digna e feliz;
Que as pessoas mais favorecidas saibam olhar e repartir com os que tem menos;
Que as pessoas que sofrem nunca caiam no desânimo e desespero sentindo-se abandonadas;
Que em nosso coração nunca haja lugar para inimizades, ódio e vingança, mas que saibamos viver dia a dia o vosso conselho de fiel seguidor de Jesus: "Amai a paz e conservai-a a todo custo, porque somos todos filhos de Deus, da Paz e do Amor".
São Francisco de Paula, alcançai a graça que mais necessitamos para termos uma vida feliz aqui na terra e um dia vivermos eternamente convosco e na companhia de Jesus no céu.
 Amém!

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