Arquivo do blog





Se quiser fazer um comentário, contar um pouco da sua história de fé, este blog e o site da capelinha virtual foram criados com o objetivo não só de falar aos seus corações, mas também de ouvir o que vai no coração das pessoas.

Escreva para o e-mail: capelinhavirtual@gmail.com

Abraços,
Aparecida.





Faça-nos uma visita também no site:






1000 Orações para Santo Antônio de Pádua

1000 Orações para Santo Antônio de Pádua
Em 13 de junho, dia em que comemoramos nosso amado Santo Antônio de Pádua, queremos convidar VCS leitores(as) do blog e visitantes a se unirem a nós para começarmos uma longa jornada em que faremos uma homenagem ao nosso santinho com 1.000 orações de seu Responso.

Se VC tem um pedido especial para fazer, junte-se a nós e deixe aqui a sua oração.

Se VC teve uma graça alcançada, junte-se a nós, e use esse espaço para agradecer a benção que recebeu.

Deixo aqui registrado todo o meu amor pela bondade infinita de Santo Antônio de Pádua e agradeço todas as graças que me foram concedidas por sua intercessão.

Sejam bem-vindos(as)!
Vamos nos unir num laço de amor, fé e gratidão!!!



Acesse o link abaixo e participe desta linda homenagem a Santo Antônio de Pádua:

Santa Apolônia - 1000 Orações


Agradecemos a todos que participaram da jornada em homenagem à Santa Apolônia, a VCS que com amor, fé e gratidão vieram deixar aqui registrado através das 1.000 orações o seu agradecimento a nossa amada santinha.

Acesse o link abaixo e conheça essa jornada:

Nossa Senhora do Caravaggio - 1000 Ave-Marias


1ooo Ave-Marias para Nossa Senhora do Caravaggio

Uma homenagem linda que a devota M. Aparecida fez à Nossa Senhora do Caravaggio, postando 1000 Ave-Marias em agradecimento e homenagem. Acompanhe no link abaixo toda essa jornada à nossa Santa muito amada.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia

1000 Pai-Nossos

Obrigada à você que participou da campanha 1000 Pai-Nossos à Santa Rita de Cássia. É com fé, determinação e muito amor que deixamos registrado aqui nosso carinho e gratidão à nossa Santa muito amada.

Acesse o link abaixo e confira toda essa jornada:



http://capelinhavirtual.blogspot.com.br/2013/05/1000-pais-nossos-santa-rita-de-cassia.html

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Santa Gertrudes-



Santa Gertrudes
16 de novembro


A vida de Santa Gertrudes não podia ser mais  simples. 
Com  a  idade  de cinco  anos  foi entregue pelos pais ao convento de Hefta, na Saxônia, para ser educada e no convento brotou, em sua alma, a vocação claustral ali permanecendo até à morte. Quase nada se sabe de sua vida no dia a dia, além daquilo que ela mesma deixou escrito, não como dados biográficos mas como  revelações  e  aspectos  elucidativos  de  sua  espiritualidade.
Em 1281, aos  25 anos, teve a primeira visão que a introduziu na vida mística. O conteúdo de suas visões e revelações era o  conhecimento do amor de Cristo em relação aos homens. Sua espiritualidade era cristocêntrica. O amor à humanidade de Cristo levou-a a descobrir a devoção ao   Sagrado Coração de Jesus, precedendo as grandes revelações de Santa Margarida Maria Alacoque.
Alma profundamente contemplativa, a ocupação predileta de Santa Gertrudes era meditar a sagrada paixão e morte de Cristo e cultuar Jesus presente no sacrário. Intimamente ligada ao amor de Jesus era sua devoção à Maria Santíssima que venerava e invocava com confiança filial. Os êxtases e revelações divinas não a dispensavam das práticas de mortificação e penitência, pois cotidianamente castigava seu corpo e o purificava de todo apego às coisas terrenas.
Ela própria recolheu suas revelações num livro com o título: Mensageiro do divino amor, que faz de Santa Gertrudes uma das maiores místicas ao lado de Santa Teresa d’Ávila e de São João da Cruz.
Faleceu em 1301 com 46 anos de idade.
                                                                                        



Oração de Santa Gertrudes


Ó Deus, que preparastes para vós uma grande morada no coração da virgem Santa Gertrudes, iluminai, por suas preces, as trevas do nosso coração, para que experimentemos em nós a alegria da vossa presença e a força da vossa graça. Ó Santa Gertrudes, vós que tinha  terna devoção à humanidade de Cristo, velai aos que a vós recorrermos com sincero arrependimento das nossas faltas, ajuda-nos a dizer sempre sim ao plano de Deus para nossa vida e daqueles a quem apresento-vos em minha prece. Ó Santa Gertrudes, vós que fostes uma das primeiras devotas do Culto ao Coração de Jesus, conceda-me a graça de me sentir todo inteiro nos corações Sagrados de Jesus e Maria. Olhai por todos os que tem fome de Deus e de Pão, protegei nossas crianças, orientai a juventude, conservai o amor no coração de todos, amparai os doentes e idosos, conservai a Paz nos lares e protegei-nos hoje e sempre. Amém.

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o Sinal da Cruz


*  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *

Santa Margarida da Escócia-



Santa Margarida da Escócia
16 de novembro


Uma rainha tão boa para os súditos que, embora estrangeira, foi profundamente amada por eles. Uma mulher tão cheia de fé que soube mostrar como uma coroa real pode unir-se à coroa da fé.
Através do exemplo de sua vida pessoal levou um país inteiro ao cristianismo, desde a sua época até hoje. Assim foi a rainha Margarida, a Santa protetora do povo escocês.
Nascida em 1046, na Hungria, era uma mulher da nobreza, de grande devoção cristã, culta, inteligente e possuidora de sutil  diplomacia. As questões políticas levaram-na a se asilar na Escócia, onde conheceria seu futuro marido.
Não demorou muito para que o rei Malcom III se encantasse com a sua delicada e nobre figura, de personalidade forte e frágil ao mesmo tempo e a pedisse em casamento. Margarida tinha então vinte e três anos e aceitou, porque assim agindo compreendeu que poderia melhor levar a mensagem de Cristo ao povo escocês, ainda pagão. Seu marido não era uma pessoa má nem violenta, mas sim um pouco rude e ignorante. Não sabia ler, por isso tinha grande respeito por sua mulher instruída. Beijava o livro de orações que ela lia junto dele com devoção e sempre pedia seus conselhos. A rainha pacientemente e pouco a pouco o alfabetizou, sem nunca se sobrepor à sua autoridade. Ela era discreta, modesta e humildemente respeitosa à sua condição de chefe de um povo e uma nação.
Quando o rei Malcom III foi tocado pela fé, se converteu e foi batizado. Essa atitude do rei mudou completamente o destino do país, pois o povo também se converteu.  O rei, passou a ter uma visão cristã na compreensão dos problemas de seus súditos e os tratou com total consideração, respeito, bondade e justiça.
No palácio, a rainha partilhava diariamente em sua própria mesa com órfãos, viúvas, idosos,  doentes e desamparados. Diz a tradição, que para cuidar dos enfermos, que curava apenas com o poder de suas orações, ela construiu um lugar parecido com uma casa-hospital para dar mais conforto aos necessitados. O rei compartilhava  das obras beneficentes em socorro e amparo aos excluídos. Fundaram muitas igrejas, mosteiros e conventos.  Segundo a história da Escócia, foi um período de reinado justo, próspero e feliz para o povo e para a nação.
A rainha Margarida tinha apenas quarenta e seis anos quando foi acometida de grave doença. E resistiu pouco tempo depois que recebeu notícia de morte do seu marido que caiu combatendo no castelo de Aluwick.
 Morreu no dia 16 de novembro de 1093, na cidade de Edimburgo, e foi sepultada em Dunferline, Escócia.
 Venerada ainda em vida pela santidade, foi canonizada em 1251 pelo Papa Inocêncio IV.
 O culto que celebra Santa Margarida da Escócia, a protetora dos pobres e enfermos, com grande festa, ocorre no dia de sua morte, em todo o mundo católico.


                                                            
Oração a Santa Margarida da Escócia


“Ó celestial padroeira da Escócia e minha santa padroeira, eu exulto o vosso nome. Orai sempre a Deus por mim, fortalecei minha fé. Consagrai minhas virtudes, protegei-me nos conflitos e, no final, mantende-vos firma ao meu lado e advogai por mim, Santa Margarida da Escócia, perante Cristo, meu juiz e salvador. Que eu possa derrotar o inimigo maligno e alcançar a glória eterna para que um dia eu contemple a beleza divina.
 Amém.”


.•´¨`•.¸¸.•´¨`•.¸¸.•´¨`•.¸¸.••.¸

domingo, 11 de novembro de 2012

São Martinho de Tours-




São Martinho de Tours
11 de novembro


São Martin de Tours é mais conhecido como São Martinho e é um dos santos que tem mais igrejas, templos e capelas em sua homenagem em todo o mundo. Somente na França ele tem cerca de 3700 paróquias com o seu nome, e é de longe o santo mais popular do país.  Seu nome é dado a milhares de localidades, povoados e vilas em toda a Europa, nas Américas e em todos os países do mundo.
A sua vida foi uma verdadeira cruzada contra os pagãos e em favor do cristianismo.
A igreja de San Martin em Tours é hoje um santuário onde milhares vão em peregrinação no dia de sua festa.
Martinho nasceu por volta do ano 316,  em Panônia, atual Hungria. Nos primeiros anos da juventude, contra a vontade dos pais, quis tornar-se cristão. Porém, seu pai que era oficial  contraria a decisão do filho, alistando-o no Exército Romano.
Apesar disso, Martinho conciliou a carreira militar com um estilo de vida simples, entregando aos pobres praticamente todos os seus bens. Numa época em que a sociedade era dividida em classes e níveis sociais distintos,  soldados da sua graduação tinham direitos a vários escravos. Martinho, no entanto, insistiu em ter um só, a quem tratava por igual, partilhando com ele comida e amizade.
É precisamente nessa época, que ocorre o famoso episódio do pobre e do manto. Num dia muito frio, enquanto a companhia de Martinho marchava para Amiens, na Gália, viu um mendigo semi nu tiritando de frio.  Martinho  que já havia doado tudo o que possuía, decidiu cortar a meio o seu manto, oferecendo ao pobre uma das partes. Reza a lenda que, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente Martinho continuou o seu caminho quando de repente a tempestade desapareceu e deu lugar a um sol brilhante. Diz-se que Deus, para recordar o seu ato de generosidade, proporciona em meados do outono  belos dias de sol, a que o povo chama «Verão de S. Martinho».
Durante a noite, o próprio Jesus apareceu-lhe em sonho usando o pedaço de manto que dera ao mendigo e agradeceu a Martinho por tê-lo aquecido no frio. Dessa noite em diante, ele decidiu que deixaria as fileiras militares para dedicar-se à religião.
Com vinte e dois anos, já estava batizado, provavelmente pelo bispo de Amiens, afastado da vida da Corte e do exército. Tornou-se monge e discípulo do famoso bispo de Poitiers, santo Hilário, que o ordenou diácono. Quando voltou do exílio, em 360,  Martinho fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orientação que Martinho construiu o primeiro mosteiro da França e da Europa ocidental, em Ligugé, atual França.
Martinho liderou a conversão de muitos e muitos habitantes da região rural. Com seus monges, ele visitava as aldeias pagãs, pregava o Evangelho, derrubava templos e ídolos e construía igrejas. Onde recebia um terreno doado, fundava um mosteiro. Com os monges evangelizando pelo exemplo da caridade cristã, logo todo o povo se convertia. Dizem os escritos que, nessa época, havia recebido dons místicos, operando muitos prodígios em beneficio dos pobres e doentes que tanto amparava.
Após uma década em Ligugé, São Martin foi, em 371, aclamado por unanimidade pelo povo para ser o novo bispo de Tours.
Mas não abandonou sua peregrinação apostólica: visitava todas as paróquias, zelava pelo culto e não desistiu de converter pagãos e exercer exemplarmente a caridade. Nas proximidades da cidade, fundou outro mosteiro, chamado de  Abadia dos Marmoutier. E sua influência não se limitou a Tours, tendo se expandido por toda a França, tornando-o querido e amado por todo o povo.
Martinho exerceu o bispado por vinte e cinco anos.
Grande evangelizador, verdadeiramente pastor, instruiu o clero e defendeu a causa dos pobres e oprimidos.
Enviado a Roma e a Condes fundou mais centros religiosos.
 Morreu, aos oitenta e um anos, na cidade de Candes, no dia 8 de novembro de 397. Sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours.
Venerado como são Martinho de Tours, ele se tornou o primeiro santo não mártir a receber culto oficial da Igreja e também um dos santos mais populares da Europa medieval, perdendo somente para a Virgem Maria.
 São Martin foi agraciado com muitos dons e graças e muitos milagres são atribuídos a sua intercessão.
"Senhor, se o vosso povo precisa de mim, não vou fugir do trabalho. Seja feita a vossa vontade", dizia Martinho, bispo de Tours, aos oitenta e um anos de idade.




Oração a São Martinho de Tours

Glorioso São Martinho, nosso amigo e protetor, que ao dividir vosso manto com o mendigo que padecia de frio na neve encontrastes o próprio Jesus Nosso Senhor, ajudai-nos, a  partilhar o que temos com os  pobres que encontramos em nosso caminho, reconhecendo nelas a imagem de nosso divino mestre.
Ó Bom Jesus, por intercessão de São Martinho dai-nos os dons da caridade e do amor fraterno que nos fazem servir com desprendimento aos vossos filhos  excluídos dessa terra.
Que Assim Seja.
Amém.


ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ'ଂ◦...༓...◦ଂ' ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ

sábado, 10 de novembro de 2012

São Leão Magno-




São Leão Magno
10 de novembro


O Papa Leão I, cognominado o Grande, também conhecido como São Leão Magno foi papa de 29 de setembro de 440 até 10 de novembro de 461. É um doutor da Igreja e um dos Padres latinos.
É celebrado pela Igreja Católica e Anglicana no dia 10 de novembro. É, juntamente com o Papa Gregório I, e com o Papa Nicolau I, um dos Sumos Pontífices que passaram à história com o cognome Magno (ou o Grande).
De acordo com o Liber Pontificalis, era natural da Toscânia. Em 431, como um diácono, ocupando uma posição suficientemente importante para trocar cartas com Cirilo de Alexandria e o Papa Celestino I. Quando o Papa Sixto III morreu (11 de agosto de 440), Leão foi unanimemente eleito pelo povo para sucedê-lo.
O seu pontificado, de rara longevidade nos tempos iniciais da Igreja, foi pródigo em importantes acontecimentos, de entre os quais se destacam o encontro em 452 com Átila. Em 451, os hunos assolaram o norte da Península Itálica, saqueando e matando. O imperador do Ocidente não logrou defender o seu território. Leão enfrentou decididamente Átila, o rei dos hunos, em 452. No encontro com ele, em Mântua, pelo poder da sua personalidade, conseguiu que Átila, finalmente, firmasse um acordo de paz.
No entanto, Roma foi pilhada depois pelos Vândalos. Quando, em 455, os vândalos, comandados pelo rei Genserico, se encontraram às portas de Roma, sem que nenhum exército imperial trouxesse ajuda, os olhares se voltaram para Leão Magno. Ele se dirigiu ao acampamento dos inimigos. Embora não lograsse impedir de todo o saque da cidade, alcançou, contudo, que ficasse preservada a vida da população. Leão conseguiu impedir a tortura de muitos cidadãos romanos nessa invasão.
Em 446, Leão declarou que "o cuidado da Igreja universal deve convergir para a cadeira de Pedro.” Esta doutrina foi reafirmada no Concílio de Calcedónia em 451 por Leão I (através de seus emissários). Leão I impôs a uniformidade da prática pastoral, corrigiu abusos e resolveu disputas. Igualmente ficou marcado pela defesa do conceito teológico fundamental de que Jesus Cristo teve duas naturezas distintas, a humana e a divina. Devido à sua coragem e às suas posições inflexíveis, o povo romano o apelidou de "Leão de Tribo de Judá", em referência à passagem no capítulo 5º do Livro do Apocalipse de São João: "Então um dos Anciãos me falou: Não chores! O Leão da tribo de Judá, o descendente de Davi, achou meio de abrir o livro e os sete selos." (Ap 5,5).




Oração de São Leão Magno

Ó Senhor, que neste dia revelaste o Vosso Filho Unigênito aos gentios guiados por uma estrela, a nós, que já Vos conhecemos pela fé, levai-nos a contemplar face a face, a Vossa Glória.
Ó Senhor, reconheço nos Magos que Te adoraram, as primícias da nossa vocação e da nossa Fé, e celebro com a alma comovida o princípio da nossa esperança feliz.
Foi, então, quando começamos a entrar na posse da nossa herança eterna.
Abriram-se-nos, então, os mistérios da Escritura que nos falam de Ti, e a Verdade, difundiu a sua Luz sobre todos os povos.
Quero, pois, venerar este santíssimo dia em que Tu, Autor da nossa salvação, Te manifestaste, e adoro a onipotência d’Aquele que os Magos veneraram, recém-nascido no presépio.
E, tal como eles Te ofereceram os dons tirados dos seus tesouros misticamente significados, assim eu quero tirar do meu coração, dons que sejam dignos de Ti, meu Deus!
Amém.


๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑๑

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

São Zacarias e Santa Isabel-




São Zacarias e Santa Isabel
5 de novembro


Neste dia recordamos a vida do casal que teve na Palavra de Deus o principal testemunho de sua santidade, já que eram os pais de João Batista, o precursor de Jesus Cristo. Pelo próprio relato bíblico descobrimos que viviam na aldeia de Ain-Karim e que tinham laços de parentesco com a Sagrada Família de Nazaré.
"Havia no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da classe de Ábias; a sua mulher pertencia à descendência de Aarão e se chamava Isabel" (Lc 1, 6).
Conta-nos o evangelista São Lucas que eram anciãos e não tinham filhos. Sendo assim recorreram à força da oração, por isso conseguiram a graça que superou as expectativas. Anunciado pelo Anjo Gabriel e assistido por Nossa Senhora nasceu João Batista; um menino com papel singular na História da Salvação da humanidade: "pois ele será grande perante o Senhor...e será repleto do Espírito Santo. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus" (Lc1, 15s).
São Lucas relata no primeiro capítulo do seu Evangelho as circunstâncias do cumprimento da profecia; a visita de Maria à sua prima Isabel, a qual, também plena do Espírito Santo, saudou-a como bendita entre as mulheres (Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, às pressas, a uma cidade da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.  Com um grande grito exclamou: “Você é bendita entre as mulheres, e é bendito o fruto do seu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar?)”; o hino de louvor a Maria “A minha alma glorifica ao Senhor”; a cura de Zacarias após o nascimento de seu filho para que ele pudesse exclamar profeticamente: “Bendito seja o Senhor Deus de Israel, que visitou e redimiu o seu povo”. (Zacarias, inicialmente, manteve-se incrédulo ante o anúncio celeste do nascimento de um filho pelo qual havia rezado com tanto ardor; para que pudesse crer, precisou de um sinal: ele ficou mudo até que João veio à luz do mundo. Na ocasião, sua voz voltou e ele entoou o salmo profético em que, repleto do Espírito Santo, profetizou a missão do filho).

A Igreja, tanto do Oriente quanto do Ocidente, reconhecem o exemplo deste casal para todos os casais, já que "ambos eram justos diante de Deus e cumpriram todos os mandamentos e observâncias do Senhor" (Lc 1, 6).
É opinião comum dos Santos Padres, como Epifânio, Basílio e Cirilo de Alexandria, que São Zacarias tenha morrido como um mártir, já que se recusou a dizer aonde se encontrava João Batista.



Oração a São Zacarias e Santa Isabel


Ó Deus, dai-me, a exemplo de Zacarias e Isabel, a graça do amor a Deus repleto de esperança. Que ao dizer Creio em Ti, Senhor, eu esteja dizendo, não só com os lábios mas também com o coração: “Pai, estou pleno de Teu amor, em Ti confio, em Ti espero”.
Amém.

Santos Zacarias e Isabel, rogai por nós.



۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩




sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia de Finados-




Finados
2 de novembro


O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos.  Neste dia, parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.

Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta que tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.
Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverência aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, onde  a colheita tinha se encerrado e sido armazenada para os meses  do inverno.
Na celebração do fim de um ano (31 de outubro) e início do outro ano (1º de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela  a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes  e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se inicia, o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de um novo  período.

Com o domínio desses povos pelo Império Romano, as culturas foram se misturando e expandindo, e  mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano,  em  Roma, na Itália.
Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos faziam preces por seus falecidos e visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores.

Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
Os muçulmanos creem que esta vida é apenas uma preparação para outra. Assim, seus rituais de despedida têm o objetivo de purificar o corpo.
Os judeus celebram o momento de partida com simplicidade, independentemente das condições financeiras de quem se foi.
Os budistas transmitem uma bonita lição de respeito e reverência a quem partiu. Para eles a morte é encerramento de um ciclo e o início de outro. E é também a chance de evoluir espiritualmente. Em uma cerimônia budista ninguém se desespera.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o dia é de luto,  os mexicanos comemoram este dia com muita festa., numa celebração de origem indígena, que honra os defuntos.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos, que eles creem  vem visitar seus parentes. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica.  Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano. Essa é uma festa muito animada e que recebe turistas de todos os lugares do mundo.

O dia de Finados propriamente dito, só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França.
Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos, também pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIV esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos.
Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma face emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. Hoje, o Dia de Finados é um dos feriados mais universais. São cerca de mil anos de celebração pela fé na ressurreição.
Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
Em nosso país ainda é um dia triste e de saudades. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. Assim como a semente que ao cair na terra morre e dessa morte brota a nova vida, cremos que a morte é simplesmente a passagem para  a vida eterna. O fundamento para nossa fé em torno da vida nova que começa na morte está na ressurreição de Cristo. Deus ressuscitou seu filho Jesus.
Nesse dia vamos principalmente refletir sobre os aspectos fundamentais da vida humana em sua plenitude e sobre a forma como encaramos a morte,  então convidamos todos a fazerem suas preces e  manterem uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que  ainda não compreenderam essa nova situação e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.

A grande lição da morte deveria ser o que plantamos de amor. Portanto, lembrem-se com amor e carinho de quem partiu. Agradeça por aquela pessoa ter feito parte da sua vida. Reze e fique em paz.


Paz e bem para todos.



ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ'ଂ◦...༓...◦ଂ' ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ ﻼۦٷۗۗۗۗۗ






Dia de Todos os Santos-




Todos os Santos
1º de novembro


Na Igreja Católica, o dia de “Todos Os Santos” é celebrado no dia 1º de Novembro e o dia de “Finados” no dia 2 de Novembro. Essa tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nessas datas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente tornou-se habitual erguerem igrejas e basílicas dedicadas em memória desses mártires nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deu-se ao fato  freqüente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também ao intercâmbio e partilha de festividades entre dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos.  A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que tornou-se impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no século IV, em um domingo seguinte ao dia de Pentecostes, tradição esta que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo.
Inicialmente apenas mártires com a inclusão de São João Batista.
Depressa deu-se grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não estarem mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida à Deus e assim a designação “Todos Os Santos” visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados; processo regularizado, iniciado no século V, para apuração do heroísmo, do martírio ou de milagres realizados por alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de  santo, e pelo qual se institui um dia, o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com especial referência em missa.
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criado e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos e que cada pessoa assim pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados, igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhorarmos, mas sim rebeldes pecadores que devem se render, aceitando a vida com Deus. Realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”
                                                                                                                     
O universo hagiográfico (biografia dos santos)  é muito vasto.
Existem santos e santas para todos os dias do ano e para todos os gostos.
O povo em geral possui devoções próprias derivadas de tradições herdadas de seus antepassados ou agregadas ao culto conforme as necessidades de cada época. Os mais venerados são os padroeiros das cidades, das profissões ou aqueles que propiciam a cura de doenças nas populações. São também muito cotados os santos sincreticamente ligados aos orixás dos cultos afro-brasileiros. Atualmente, devido às circunstâncias econômicas do país, outros eleitos são invocados pelos devotos para resolverem seus problemas financeiros.
Há ainda os fundadores de ordens e congregações religiosas, teólogos, escritores, mártires, nobres e pessoas simples e pobres, os quais, por sua vida exemplar, atingiram a glória dos altares.
Não devemos nos esquecer dos que inicialmente tiveram vida dissoluta ou cheia de vícios, mas que se converteram e servem de exemplo por suas virtudes, por suas árduas penitências que os redimiu, pela caridade e dedicação ao próximo demonstradas no decorrer de suas existências.
Por fim, os beatos e santos populares, alguns que ainda nem foram canonizados, mas possuem imenso culto popular e são homenageados com romarias, imagens e salas de ex-votos.
Os santos e santas foram pessoas como nós, com seus sonhos e mazelas.
Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano.
Em última instância a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na semelhança com Ele, segundo a qual foram criados.
É um caminho de vida que busca fazer brilhar em nossa face, a face de Deus.
Os santos e santas são a voz de Deus e têm influência  verdadeiramente celestial no desenvolvimento religioso, social, filosófico e literário através de vinte séculos de história da cristandade.

Na nossa página inicial do blog um editorial completo

           


Hoje, dia de Todos Os Santos,  nossa singela homenagem e a mais profunda gratidão por cada benção recebida e por tanta graça alcançada.
A cada um em particular e a Todos Os Santos e Santas o nosso muito obrigado!


.•´¨`•.¸¸.•´¨`•.¸¸.•´¨`•.¸¸.••.¸