A cesta de pães de São Diogo de Alcalá
A "cesta de pães de São Diogo de Alcalá" refere-se a um famoso milagre atribuído ao santo que demonstrava grande caridade pelos pobres.
A história conta que São Diogo de Alcalá trabalhava como porteiro e cozinheiro no convento. Ele frequentemente se privava do seu próprio pão e do excedente do convento para alimentar os mendigos e doentes que batiam à porta.
Certo dia, o frade superior o surpreendeu e o questionou sobre o que levava na cesta. São Diogo respondeu que eram flores. O superior inspecionou a cesta, e, milagrosamente, os pães que lá estavam haviam se transformado em rosas.
Este milagre do "pão transformado em rosas" é um dos episódios mais conhecidos da vida de São Diogo e tem sido frequentemente retratado em pinturas, inclusive por artistas renomados como Murillo.
O episódio simboliza a aprovação divina de sua dedicação incondicional aos mais necessitados remetendo à sua grande caridade e ao milagre da multiplicação dos pães como em outra ocasião quando alguns pobres ficaram sem receber alimento. São Diogo, com fé na providência divina, continuou a distribuir o que havia na cesta, e o alimento não acabava; quanto mais pães eram retirados, mais apareciam, milagrosamente suprindo a todos os necessitados.
A "cesta de pães" simboliza, portanto, a generosidade, a caridade cristã, a partilha e a confiança inabalável na providência de Deus.
A essência do milagre de São Diogo reside na representação do cuidado de Deus pelos seus filhos através da partilha.
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