São Romano e São Lupicino
28 de fevereiro
Encontramos o monge Romano (ou Romão) no mosteiro de Ainay, perto de Lião.
Os severos regulamentos do mosteiro eram muito brandos para ele.
Com o consentimento de seu abade ele pegou uma bíblia e o indispensável para viver e partiu.
Alguns anos depois seu irmão Lupicino o encontrou e se juntou a ele. Muitos os seguiram na vida de eremita. Fundaram um mosteiro em Condat e outro em Beaume.
Os dois irmãos dividiam em perfeita harmonia o governo das novas comunidades.
São Romano que era de extrema bondade, durante uma peregrinação ao túmulo de São Maurício de Genebra, em companhia de um dos seus monges, São Palade, passou a noite em uma choupana, onde se abrigavam dois leprosos. Romano não hesitou em abraçá-los. Na manhã seguinte os leprosos estavam curados e correram a cidade para contar o milagre. Durante essa viagem houve outros prodígios realizados pelo santo.
São Romano morreu em 463 e São Lupicino em 480.
São considerados protetores contra doenças e calamidades sendo invocados por sua vida de santidade e milagres, incluindo a cura de leprosos por São Romão.
Padroeiros da harmonia familiar são invocados como intercessores para o equilíbrio de temperamentos por terem temperamentos opostos (Romão era mais pacífico e Lupicino mais rigoroso) e terem vivido em harmonia, sua intercessão é pedida para a boa convivência e equilíbrio do temperamento em busca da santidade.
São Romão, especificamente, é por vezes associado à proteção contra a insanidade e doenças mentais.
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